8 de jun de 2013

NOTÍCIAS DE UM DESASTRE ANUNCIADO
Do site "A Verdade Sufocada"




Nelson Motta

Ninguém duvida que são muitos os craques brasileiros jogando nas melhores equipes do mundo, nem que poucos países têm tantos recursos naturais e tanto potencial humano como o Brasil. Então por que não ganhamos de nenhuma seleção de primeira linha há quase quatro anos e o país só cresceu 0,9% no ano passado ? Cada governo tem a seleção que merece? 



Dora Kramer - O Estado de S. Paulo 

Reza norma geral que na relação com o Congresso o Poder Executivo manda nos dois primeiros anos e nos dois últimos pede por obséquio. Presidentes saem fortes das urnas e assim navegam até se aproximar o momento de renovar o contrato com o eleitor quando, então, passam a precisar dos aliados para enfrentar com boa chance de êxito a eleição.



Rogério L. Furquim Werneck - O Estado de S. Paulo

Na última campanha presidencial, o País foi conclamado pela candidata vitoriosa a escolher entre uo Brasil que dava errado e o Brasil que está dando certo". Passados pouco mais de 30 meses, o problema central do governo eleito em 2010 passou a ser evitar que se dissemine no eleitorado o sentimento de que o Brasil não está dando certo.



O Globo - 07/06/2013 

Agência de risco põe Brasil em viés de baixa
Risco maior no horizonte 

Agência S&P põe Brasil em perspectiva negativa citando piora fiscal, PIB fraco e inflação.

Uma combinação de fraco crescimento da economia, pressão inflacionária, política fiscal expansionista e perda de credibilidade na política econômica brasileira levaram ontem a agência de classificação de risco Standard & Poor"s (S&P) a colocar a nota dos títulos da dívida brasileira em perspectiva negativa, o primeiro passo para cortá-la. É a primeira vez que isso acontece desde 2002, quando a expectativa de vitória de Lula nas eleições provocou forte turbulência no mercado financeiro e o dólar chegou próximo dos R$ 4. O Brasil tem atualmente classificação de risco (o chamado rating) de "BBB" pela S&P, o chamado "grau de investimento", referência usada pelo mercado para avaliar se o país é seguro para investir.

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7 de jun de 2013

"Economist": Fica, Mantega

Autor(es): ironia britânica
O Globo - 07/06/2013

Revista reacende polêmica de dezembro e volta a sugerir queda de ministro
O jornal britânico "Economist" recorreu à ironia ao fazer um balanço conjuntural da economia brasileira, reacendendo a controvérsia, ocorrida em dezembro passado quando sugeriu que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fosse demitido. Segundo a publicação britânica, o pedido, com ampla repercussão na imprensa brasileira, teria justamente levado Dilma Rousseff, por obstinação, a manter o ministro no cargo. Insinuando que a presidente segue na direção inversa às sugestões da revista, a "Economist" sugere agora que a presidente o mantenha na Fazenda:
"Conclamos que a presidente mantenha-no a qualquer custo: ele é um sucesso."
Segundo a "Economist", pressionado pela crise global, o governo abandonou o caminho virtuoso do controle fiscal, cortes de gastos, controle da inflação, ao apoiar uma saída da crise por meio do estímulo ao consumo. O resultado, após o esgotamento da política de incentivos, foi um crescimento baixo e inflação alta.
Já o site da CNN, na série de reportagens sobre o país, questiona se o Brasil tem fôlego para ser o "B" dos Brics, devido ao pífio crescimento previsto para este ano, em comparação dos demais países que compõem o bloco de grandes emergentes.


5 de jun de 2013


Hoje não se fala português:
linguareja-se!

Por Helena Sacadura Cabral (Economista, jornalista e escritora portuguesa)

Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado! As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico' .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa' e agora são 'assistentes operacionais'.

Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'.

E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas'.

O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez';

Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'

Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores';

As fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas' e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'.

O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante. Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.

A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.

Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo' Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação' , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.

Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)

As p.... passaram a ser 'senhoras de alterne'.

Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem. E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.

Estamos "tramados" com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.


OS MEUS FILHOS SÃO SOCIALISTAS
Escrito em português de Portugal por Inês Teotónio Pereira
e traduzido para o português do Brasil por Francisco Vianna


Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem desse mesmo mal. Mas tenho certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto significa 'deformação educacional', uma vez que têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência dos pais da mesma forma que a pequena aldeia da Armórica, na Gália, de Obelix e Astérix, resistiu à cultura dos conquistadores romanos. Os garotos são estoicos e defendem com incrível denodo a bandeira marxista sem fazerem a menor ideia de quem foi o seu criador. 

Ora, o primeiro sintoma desta "deformidade ideológica" chamada socialismo tem a ver com os seus alegados 'direitos'. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos a partir do momento que vieram ao mundo. Todos eles absolutamente adquiridos automaticamente por simplesmente terem sido gerados. Eles têm, como direitos adquiridos, o divertimento, as férias, o transporte pelo carro do pai ou da mãe para irem à escola, a escola em si, os tênis novos, o computador, a roupinha lavada, a TV e até eu. Deveres? Não. Isso absolutamente elas não têm. Quanto muito lavam um prato por dia ou puxam o edredom da cama para cima, e pouco mais, que fazem apenas quando têm o interesse de obter alguma vantagem imediata. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou decoro. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, mas apenas o do “bem comum deles”. Muito, muito particularmente deles. Dizer para eles que "os direitos devem corresponder e serem substanciados por deveres e obrigações correspondentes" é falar em grego com eles, da mesma forma que ocorre com os adultos socialistas. 

O segundo sintoma tem a ver com o aparecimento desses direitos. Como surgem esses direitos? Não sabem, nem elas nem os políticos socialistas. Sabem apenas que basta abrirem a torneira para que a água venha quente, que dentro da geladeira tem invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem encadernados e enfeitados todos os anos, que os carros dos pais têm sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão instalados os terminais automáticos dos bancos. A única diferença entre eles e os socialistas adultos, com cartão de militante e tudo mais, é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam mais na parede – sabem que o dinheiro vem dos otários pagadores de impostos e que o estado nunca vai a falência, antes metendo a mão no bolso de quem trabalha e produz e tirando de lá o que precisa e, muitas vezes, até o que não precisa. 

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que vai ocorrer logo à noitinha, o mais tardar amanhã de manhã. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha não há planejamento, só gastança, só o imediato. Se há o que comer, come-se, o que gastar, gasta-se... Esgota-se tudo, e depois as coisas se resolverão. Típico deles e dos governantes socialistas, pois não? Poupar não é com eles. Um saco de guloseimas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões a ser repassado pelo governo centralizador socialista para o município: evapora-se quase todo a meio caminho. E não foi ninguém... Ninguém sabe, ninguém viu, e tudo é "intriga da oposição"... 

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem qualquer importância ou consequências. Ora, esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos e dar um jeito em tudo. Exatamente como pensam os políticos marxistas. Nas pouquíssimas vezes que ficam de castigo, é certo, reagem exatamente como os políticos de esquerda quando perdem as eleições, ao invés de aprenderem a lição põem a culpa no imperialismo americano, ou seja, eu. Mas sou eu, de fato, que tenho que arrumar tudo. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer, menos deles: é o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa e esse outro - geralmente eu - está sempre à direita deles. No caso dos socialistas militantes e no poder o outro é sempre o governo que passou ou o seguinte e a culpa é sempre do capitalismo, ou seja, de quem realmente gera o trabalho e a riqueza e põe comida na mesa deles. 

Por fim, o último, mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos, é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. A sua noção de propriedade privada se restringe ao que cada um tem, mas o que é dos outros deve ser público e do que podem se apropriar. Acham que têm de ter tudo o que os colegas têm, quer mereçam ou não. São autênticos nouveaux-riches e não se discute. Acham que todos têm de ter o mesmo e, se não dá para repartir, que ninguém tenha. Ou comem todos, ou não come nenhum. Senão esbravejam que irão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que dou a outro, ou tenho o mesmo destino que o czar Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro, se dedique mais aos estudos e tenha melhores notas no boletim escolar, a “cultura igualitária socialista” em minha casa não permite essa diferenciação por méritos. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada de 'justiça'; já os socialistas deram-lhe o nome de 'justiça social'. 

A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os socialistas permanecem crianças a vida inteira.


3 de jun de 2013

Verdade e perdão

·        
Não apenas estão sendo parciais na reconstituição histórica, como procuram produzir na sociedade uma fratura

DENIS LERRER ROSENFIELD
03/06/13

A criação da Comissão da Verdade para apurar os crimes cometidos durante o regime militar tinha como objetivo fazer uma reconstituição dos fatos que servisse de memória para as próximas gerações. Um país cresce, precisamente, não apenas dos seus acertos, mas do reconhecimento dos seus erros.

Verdade significa uma reconstituição isenta e imparcial dos fatos que possa servir ao aprendizado que um país deve empreender de sua própria história. Qualquer parcialidade pode significar uma perda de isenção, que repercute sobre os próprios fatos que se procura reconstituir. A credibilidade está aqui em jogo.

Contudo, no início de seus trabalhos, a Comissão fez uma opção de cunho nitidamente ideológico, sinalizando para uma reconstituição parcial dos fatos, como se uma história dessa maneira recortada ainda pudesse ser chamada de história.

Optou por investigar os crimes, certamente atrozes, produzidos nos porões da ditadura militar, como assassinatos e prática de tortura. Teria dado credibilidade a si mesma e fornecido, ademais, um exemplo para a nação se tivesse conferido a mesma atenção à violência cometida pelos militantes da luta armada que tencionavam estabelecer no país uma ditadura comunista/socialista.

A Comissão faz muito bem em trazer a público, por exemplo, a tortura sofrida por mulheres, em relatos impressionantes e comovedores. Exemplos deste tipo não podem — ou não deveriam — ser jamais repetidos. A nação tem muito a aprender moralmente com esse tipo de comportamento abjeto, objeto da mais alta condenação. Abusos sexuais de mulheres são intoleráveis. Não há nada aqui que possa ser justificado.

A Comissão, por outro lado, faz muito mal em esconder do público os assassinatos, alguns com requintes de tortura, e os justiciamentos realizados pelos partidários da violência revolucionária. No que diz respeito a esses casos, haveria muito a ser feito do ponto de vista da reconstituição histórica. Foram vítimas — até hoje sem voz — de “tribunais revolucionários”. Homens e mulheres perderam a vida pela mão daqueles que queriam fazer do Brasil uma nova Cuba ou uma nova China.

Focar um fato, ocultar um outro, não é um comportamento digno de pessoas que deveriam ter, antes de tudo, um espírito público e imparcial. Não deveria ser o trabalho de militantes que procuram somente fazer passar um espírito de cunho ideológico. Os ditos opositores armados do regime militar eram liberticidas, em muito diferentes dos opositores democratas que, na época, estavam agregados e unidos no então MDB. Não faz o menor sentido apresentá-los como defensores da democracia e da liberdade.

Ademais desse viés claramente ideológico, a Comissão pouco tem avançado no descobrimento de novos fatos, procurando desviar o foco para um questionamento da Lei da Anistia. A sua incompetência histórica está se traduzindo por posições militantes. Parece haver, na Comissão, uma maioria barulhenta que tem como objetivo capturar a atenção de formadores de opinião.

A Lei da Anistia foi, na época, fruto de um amplo esforço de pacificação nacional, envolvendo os partidários do regime e a oposição, com a participação de entidades importantes da sociedade civil como a OAB. Militares insatisfeitos com o regime, opositores democratas que procuravam estabelecer o Estado sobre novas bases, e, mesmo, membros do partido no Poder se uniram tendo como objetivo fazer com que a sociedade brasileira seguisse um novo caminho.

Foi um grande esforço de reconciliação nacional, em uma transição pacífica, que fez com que o Brasil pudesse recomeçar sem nenhum tipo de revanchismo. Um peremptório não foi dito a todas as formas de violência, de modo que o país pudesse vislumbrar o futuro, sem retroceder aos problemas do passado.

No momento em que a anistia teve lugar, os dois lados, por assim dizer, foram igualmente perdoados. Os fatos foram certamente graves e é precisamente por isto que uma anistia foi necessária. Se fossem atrocidades menores, talvez um ato desse tipo nem tivesse ocorrido. O perdão existe na vida de cada um e no espaço propriamente político para que um recomeço seja possível. E o país recomeçou sem precisar ter o seu andar preso no passado.

O mais curioso é que alguns membros da Comissão da Verdade costumam oferecer o exemplo de outros países latino-americanos, com o intuito de mostrar que fizeram o que nosso país deveria ter feito, ou seja, abolir a Lei da Anistia. Basta ver o resultado de países como a Argentina, em ritmo acelerado para o abismo, debatendo-se sempre com um passado não resolvido. Vive no presente as agruras do passado, sem poder vislumbrar o futuro.

Ainda recentemente o STF revalidou a Lei da Anistia, decidindo por sua plena validade, com uma posição que se caracterizou por sua clareza e por seu espírito republicano. Diante dos defensores do retrocesso, deixou manifesto que nenhuma volta atrás seria tolerada.

No entanto, surpreendentemente, alguns membros da Comissão da Verdade teimam em desconhecer a decisão do Supremo, clamando por sua revisão, como se o país devesse voltar para um passado de contenciosos intermináveis. Uma nação presa a um passado irreconciliado não tem condições de prosperar.

O que esses membros militantes da Comissão da Verdade estão procurando fazer é criar condições junto à opinião pública para que o Supremo se sinta pressionado e volte atrás de sua posição. De fato, estão em pleno processo de proselitismo político, extrapolando as finalidades mesmas de criação dessa Comissão.

Não apenas estão sendo parciais na reconstituição histórica, como procuram produzir na sociedade brasileira uma fratura, que a colocaria em luta consigo mesma. Se o perdão interveio foi para que o país pudesse se reconciliar consigo. A verdade histórica pode ser um instrumento dessa reconciliação, por mais dolorosos que sejam os fatos apresentados. Ela não pode ser substituída por um retrocesso institucional.


(*) Denis Lerrer Rosenfield é professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

2 de jun de 2013

QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ

É mais uma Madalena arrependida, depois de ter ajudado a pavimentar o caminho para a petralhada se apoderar da Nação Brasileira.



    

     Para quem cantou o Hino Nacional em ritmo de canção, saudando a volta das eleições diretas, a Fafá está bem mudadinha. Se bobear, é bem capaz de estar com saudade do Regime Militar. 

Aliás, não só ela, mas todos aqueles artistas, Chico Buarque, Caetano, Gal, Betrhânia etc, que eram "Reis da Música" na era que chamavam de Ditadura, e hoje, nesse porre de liberdade da Era Etílica Lula da Silva, não passam de "zero à esquerda" na MPB, ficando atrás até de um Michel Teló da vida.






31 de mai de 2013




NOTÍCIAS RESUMIDAS DE UM GOVERNO RESUMIDO

PRODUTIVIDADE DA ECONOMIA BRASILEIRA É BAIXA EM COMPARAÇÃO INTERNACIONAL

Para que a economia brasileira cresça mais rápido e de forma duradoura, a saída é aumentar a produtividade. Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL CRIA 61 NOVOS CARGOS SEM CONCURSO PÚBLICO

O Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios vai criar 61 novos cargos sem concurso público, sendo 33 novos contratados e 28 cargos que serão oferecidos como promoção a servidores que já trabalham na casa.Leia mais

ALL ASSINA FINANCIAMENTO DE R$ 1,7 BILHÕES COM O BNDES
A ALL informou na quarta-feira que suas subsidiárias fecharam contratos de financiamento com o BNDES de 1,7 bilhão de reais. Leia mais

BOVESPA DESPENCOU NA QUARTA-FEIRA

Na bastasse a notícia sobre o PIB ridícula, divulgada na quarta-feira, também o clima de aversão ao risco registrado Exterior fizeram a bolsa brasileira despencar dos 56 mil para 55 mil pontos de uma tacada só, atingindo o menor patamar desde 26 de abril (54.252). Leia mais

E.ON CONCLUI COMPRA DE 24,5% DAS AÇÕES DE EIKE BATISTA NA MPX

A MPX Energia infomou na quarta-feira, que a empresa alemã E.ON concluiu a aquisição de 24,5% do capital social da MPX, pertencentes ao empresário Eike Batista. Leia mais

DEPUTADOS BUSCAM REVER ACORDO QUE COÍBE EXPLORAÇÃO ILEGAL DE OURO NO AMAPÁ

A pedido do deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), o acordo feito entre Brasil e França para reprimir a exploração ilegal de ouro na fronteira entre o Amapá e a Guiana Francesa foi discutido na quarta-feira no plenário da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Leia mais

CAIADO CHAMA DE FRAUDE SOLUÇÃO PARA A MP 605

O líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO), classificou na quarta-feira de "fraude legislativa" a solução encontrada pelos líderes da base para garantir a redução da tarifa de luz, mesmo depois que a Medida Provisória (MP) 605 tenha perdido a validade. Leia mais

PT-SP DIZ QUE FALTA "SIMETRIA DE DECISÃO" AOS PROMOTORES
A bancada do PT na Assembleia de São Paulo alega uma falta de "simetria de decisão" na atuação de promotores no Estado para apoiar a concentração dos poderes de investigação contra deputados e prefeitos nas mãos do Procurador-Geral de Justiça. Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DE MINAS GERAIS DENUNCIA CONSULTOR FINANCEIRO À JUSTIÇA

O Ministério Público Federal em Minas Gerais denunciou à Justiça o consultor financeiro Jader Kalid Antônio, acusado de ter ajudado o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza e outros envolvidos no esquema do Mensalão do PT a enviar recursos ao Exterior para pagamento do publicitário Duda Mendonça, responsável pela campanha presidencial do PT em 2002. Leia mais

EM MEIO À CRISE, MINISTRA DO BOLSA FAMÍLIA TIRA FÉRIAS. É....
Em meio à crise envolvendo o principal programa social do governo, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, resolveu tirar férias. Leia mais

DE PERTO, PIBINHO É AINDA PIOR DO QUE DE LONGE. OU: OPOSIÇÃO TEM A CHANCE DE ENCONTRAR UM DISCURSO. OU: PETISTAS VOLTAM A LEMBRAR QUE TÊM LULA NO BANCO...

Se, visto meio de longe, o PIB do primeiro trimestre é ruim, visto de perto, ele é muito pior. Leia mais

DÓLAR TEVE DISPARADA NA QUARTA-FEIRA, JÁ ESTÁ VALENDO R$ 2,11, É O RESULTADO DO PIBINHO DA DILMA

Disparou o dólar comercial, que chegou na quarta-feira a uma alta de 1,88%, sendo cotado a R$ 2,110. Leia mais

FIESP E CENTRAIS SINDICAIS DESAPROVAM NOVO AUMENTO DA TAXA SELIC

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) considerou que o novo aumento da taxa básica de juros (Selic), em 0,5 ponto percentual, para 8% ao ano, anunciado na noite de quarta-feira pelo Banco Central, reduzirá a capacidade de crescimento da economia brasileira.Leia mais

NOVA ALTA DA TAXA SELIC DIFICULTA RECUPERAÇÃO DE UMA INDÚSTRIA JÁ ESTAGNADA, DIZ A CNI

A alta de 0,5 ponto percentual na taxa Selic é ineficiente para combater a inflação e prejudica a recuperação da economia e dos investimentos, criticou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Leia mais

BANCO CENTRAL AUMENTA JUROS BÁSICOS DA ECONOMIA PELA SEGUNDA VEZ SEGUIDA, PARA 8% AO ANO

Pela segunda vez seguida, o Banco Central reajustou os juros básicos da economia. Leia mais

RENAN CALHEIROS CONSIDERA POSITIVA SOLUÇÃO ENCONTRADA PELO GOVERNO PARA GARANTIR DESCONTO NA CONTA DE LUZ

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), considerou boa a solução encontrada pelo governo Dilma para preservar a redução da tarifa de energia, prevista na Medida Provisória (MP) 605.Leia mais

SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL ADMITE QUE ABATIMENTO DA META DE SUPERÁVIT PRIMÁRIO FICARÁ MENOR DO QUE O PREVISTO

O abatimento de R$ 45 bilhões da meta de superávit primário poderá ficar menor do que o previsto, disse na quarta-feira o secretário do Tesouro Nacional, o trotskista petista gaúcho Arno Augustin. Leia mais

CRESCE A TAXA DE DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO, A PRINCIPAL DO PAÍS

A região metropolitana de São Paulo perdeu 54 mil postos de trabalho no mês de abril. Leia mais

PETISTA PRESIDENTE DO BNDES INVESTIMENTO CONFIRMA QUE O CRESCIMENTO DA ECONOMIA BRASILEIRA É CONSISTENTE

O crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), no primeiro trimestre deste ano, confirma o “excelente desempenho da formação bruta de capital fixo”, que é a taxa de investimento na economia, avaliou na quarta-feira, no Rio de Janeiro, o presidente do BNDES, o petista Luciano Coutinho. Leia mais

CONSUMO INDUSTRIAL DE ENERGIA NÃO REGISTRA CRESCIMENTO EM ABRIL

Refletindo o comportamento do parque fabril do País, a demanda da indústria por energia elétrica, em abril deste ano frente a abril de 2012, manteve o mesmo nível de consumo agregado de energia elétrica na rede, demandando pouco mais de 15.500 gigawatts-hora (GWh). Leia mais

MANTEGA ANUNCIA PREVISÃO MENOR DE CRESCIMENTO DO PIB

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo deverá fazer uma revisão para baixo na previsão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013. Leia mais

GOVERNO DILMA NEGA MUDANÇAS NA DIREÇÃO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

 A Presidência da República informou na quarta-feira que são falsas as especulações de mudanças na direção da Caixa Econômica Federal, surgidas após o boato sobre o fim do Programa Bolsa Família.Leia mais

TAXA DE DESEMPREGO SOFRE ELEVAÇÃO EM SETE REGIÕES DO PAÍS

A taxa de desemprego passou de 11% em março para 11,3% em abril, nas sete regiões analisadas pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).Leia mais

AUMENTA O NÚMERO DE FAMÍLIA ENDIVIDADAS EM MAIO

O percentual de famílias endividadas em maio chegou a 64,3% e aumentou em relação a abril, quando o percentual alcançou 62,9%, informou na quarta-feira a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Leia mais

INDÚSTRIA FOI O DESTAQUE NEGATIVO DO SETOR PRODUTIVO NACIONAL NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Com uma queda de 0,3% na comparação com o último trimestre do ano passado, a indústria foi o destaque negativo do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro sob a ótica da demanda no primeiro trimestre deste ano. Leia mais

DILMA ROUSSEFF FAZ UM "GATO" PARA REDUZIR CONTA DE LUZ

O Palácio do Planalto acatou na quarta-feira proposta do colégio de líderes do Congresso para embutir na medida provisória 609, que trata da desoneração da cesta básica, o conteúdo da MP que trata da redução das tarifas de energia.Leia mais

INFLAÇÃO FORA DE CONTROLE FAZ GOVERNO PETISTA SUBIR JUROS, BRASIL FICA IGUAL A GÂMBIA, GANA E EGITO

"O Brasil está elevando juros porque somente aqui a inflação está fora do controle", diz o economista-chefe da MGM Consultores, Fernando Genta: Leia mais

Dilma perdoa dívidas para seus doadores fazerem negócios com africanos corruptos, ladrões e assassinos

Com a prodigalidade de uma imperatriz, a doutora Dilma anunciou em Adis Abeba que perdoou as dívidas de 12 países africanos com o Brasil. Leia mais

ALIANÇA DO PACÍFICO DETONA O VERGONHOSO LOBBY DO ITAMARATY PARA COLOCAR A VENEZUELA E MERCOSUL NO BLOCO E ACOLHE O PARAGUAI. ZERO PARA OS COMUNISTAS BOLIVARIANOS!

A VII Cúpula da Aliança do Pacífico que se realizou em Cali, na Colômbia, terminou com uma declaração de 15 acordos concretos, destacando-se o ingresso do Paraguai no bloco, anunciado pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, na declaração final da Cúpula. Leia mais

ABAIXO-ASSINADO PERDE VOLTA DOS MILITARES AO PODER

Corre na internet uma petição pública que pede a volta dos militares ao poder.



FINANCIAL TIMES DIZ QUE BRASILEIRO DEIXA DE SER GASTADOR E RESULTADO DO PIB VAI ATORDOAR O GOVERNO PETISTA DE DILMA ROUSSEFF

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O consumidor brasileiro deixou de ser gastador e passou a ser mais conservador. Essa mudança de comportamento desacelerou a demanda interna, o que afetou negativamente o ritmo da economia no primeiro trimestre de 2013. 

A análise é do jornal britânico Financial Times. Em reportagem na edição eletrônica, a publicação avalia o crescimento brasileiro no primeiro trimestre como “decepcionante” e destaca que o número vai “atordoar” um governo já preocupado com o fraco crescimento da economia. 

A economia do Brasil não atingiu as previsões de crescimento no primeiro trimestre uma vez que os consumidores perdulários do País tornaram-se cautelosos”, diz o texto assinado por Joe Leahy, chefe da sucursal do Financial Times em São Paulo. Segundo a reportagem, “o resultado frustrante vai atordoar o governo, que já fez todo o esforço possível para tentar acelerar o crescimento e recolocar o Brasil como um dos membros mais dinâmicos do clube Brics de grandes países emergentes”.



O PETISTA TARSO GENRO PAGOU ATÉ PASSAGENS PARA 19 ESTRANGEIROS LIGADOS ÀS FARC
 
Vitor Vieira - Jornalista
quinta-feira, 30 de maio de 2013

A reunião de terroristas e simpatizantes das Farc (organização terrorista e traficante de cocaína da Colômbia), que foi realizada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre nos dias 24, 25 e 26, foi apoiada decididamente pelo governo do peremptório petista Tarso Genro. 


O governador petista mandou pagar as passagens de 19 integrantes de ongs e partidos esquerdóides da América Latina. Não satisfeito, o governador baixou decreto, considerando-os hóspedes oficiais do Estado.
Por videoconferência, desde Havana, dois terroristas das Farc falaram com os participantes da reunião.  

As relações entre o PT e as Farc são antigas e notórias, envolvendo até mesmo dinheiro do narcotráfico colombiano para o pagamento de campanhas eleitorais do partido. 
Documentos secretos da Abin, do próprio governo, desvendaram a cumplicidade e continuam causando escândalo. Em 2002, as Farc alcançaram US$ 5 milhões para as campanhas petistas. 




Entre os dias 24 e 26 de maio, a Câmara de Vereadores de Porto Alegre serviu de palco para mais uma manifestação pró-FARC no “Foro pela paz na Colômbia”, promovido pela “Marcha Patriótica-Capítulo Brasil”, uma ONG das FARC que realiza o trabalho de massas. O evento contou com a presença de membros das FARC no Brasil, inclusive com status de “exilados”, como é o caso de Francisco Cadena Collazos, cognome “Oliverio Medina”.


Com esse evento em Porto Alegre tomei conhecimento de que há mais um exilado e é evidente que se trata de um membro das FARC. O governo estadual do PT do Rio Grande do Sul pagou passagens e considerou hóspedes oficiais os mais representativos participantes do evento.

Também é importante notar que esse encontro contou com a presença de uma deputada do Euskal Erría, o partido político do bando terrorista basco ETA. A Câmara Municipal de Porto Alegre serve para abrigar encontros de terroristas, mas não presta para exercer o seu próprio papel constitucional, o de fiscalizar atos do setor público. E se presta, também, a abrigar escândalos, como o do "Vinte e Seizinho".



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28 de mai de 2013


The Growing Importance

of the Arctic Council

The Growing Importance of the Arctic Council

A research vessel tours the Arctic Circle. (SAUL LOEB/AFP/GettyImages)


Summary

The Arctic is expected to become more important in the coming decades as climate change makes natural resources and transport routes more accessible. Reflecting the growing interest in the region, the Arctic Council granted six new countries (China, India, Italy, Japan, South Korea and Singapore) observer status during a May 15 ministerial meeting in Kiruna, Sweden. By admitting more observers, the Arctic Council -- an organization that promotes cooperation among countries with interests in the Arctic -- will likely become more important as a forum for discussions on Arctic issues. However, this does not necessarily mean it will be able to establish itself as a central decision-making body regarding Arctic matters.

Analysis

The Arctic Council was established in 1996 by the eight countries that have territory above the Arctic Circle -- the United States, Canada, Iceland, Denmark, Norway, Sweden, Finland and Russia. Its main purpose was to be an intergovernmental forum (also involving Arctic indigenous groups) that promoted cooperation primarily regarding environmental matters and research. The Arctic Council's central focus has remained on environmental issues in the Arctic, and the body has had no meaningful decision-making power.However, during this year's meeting, the council's members signed a legally binding agreement coordinating response efforts to marine pollution incidents. The council signed a similar agreement on search and rescue collaboration in 2011. These agreements, as well as the interest from countries around the world in gaining observer status, highlight the growing relevance of the Arctic Council and the Arctic region.

The Arctic's Economic Value

Potential Resources in the Arctic
Satellite data collected since 1979 shows that both the thickness of the ice in the Arctic and range of sea ice have decreased substantially, especially during the summer months. According to the United States' National Snow and Ice Data Center, the amount of Arctic ice (usually at a minimum during September) was 3.61 million square kilometers (1.39 million square miles) in September 2012 -- close to 49 percent lower than the average amount of ice seen between 1979 and 2000. The melting of the ice facilitates natural resource exploration in the high north. U.S. Geological Survey estimates from 2008 suggest that 13 percent of the world's undiscovered oil and 30 percent of undiscovered natural gas reserves are located in the Arctic Circle.
Moreover, the retreating and thinning of the ice opens up new trade routes. In 2012, 46 ships transporting a total of 1.3 million tons reportedly used the Northern Sea Route, which runs along the northern coast of Russia; this represents a considerable increase from 2011, when 34 ships transported approximately 820,000 tons. In response to the route's growing importance, Russia set up the Northern Sea Route administration in March to supervise shipping.
Potential Shipping Routes in the Arctic
Interest in profiting from greater access to the high north is not limited to countries around the Arctic Circle. Europe has a vested interest in alternative shipping routes to Asia becoming more economically viable, since such routes would allow trade to circumvent numerous bottlenecks like the Suez Canal and increase access to Asia's growing consumer markets. China has also shown a particular interest in the Arctic, and has lobbied the Nordic countries to support Beijing's bid for observer status in the Arctic Council. For countries like China that lack direct access to the Arctic, diplomatic ties and good bilateral relations with the Arctic countries, as well as participation in groups such as the Arctic Council, are important to improving their chances of profiting from the new access to shipping lanes and natural resources. Even though the observer status does not give countries direct influence in council matters, participating in meetings and research helps these countries know what the main Arctic players are planning. Countries may even intensify relations with individual Arctic Council members to gain better access to resources (China's interests in Greenland and Iceland illustrate this).
Sailing along the Northern Sea Route rather than through the Mediterranean Sea and Suez Canal significantly reduces the trip between Rotterdam and Shanghai -- the Northern Sea Route is around 20 percent shorter. This translates into significant savings in terms of fuel and crew costs. But despite the melting of the ice, the difficulty of navigation, seasonal constraints on use, high insurance costs and weak infrastructure along the route will continue to limit the economic viability of the Arctic route.

The Arctic Council's Rising Profile

The Arctic Council is just one of many bodies dealing with regional collaboration in the Arctic. The Barents Euro-Arctic Council, the Nordic Council and the Conference of Parliamentarians of the Arctic Region also coordinate intergovernmental or interregional collaboration in the Arctic on a number of issues. Allowing six more countries to become observer states shows that the members of the Arctic Council -- even those initially skeptical of expansion, such as Canada and Russia -- see the expansion as an opportunity to give the Arctic Council greater relevance. In the coming years, the debate among member states to determine whether the Arctic Council should move beyond environmental issues and become a forum to address issues related to militarization, natural resources and trade routes will become more prominent. 
While the Arctic Council is likely to gain attention as a forum for policymakers to broadly discuss Arctic-related issues, it will struggle to coordinate decision-making as the number of interested parties in the Arctic grows. On May 10, the U.S. government presented its new general strategy for the Arctic. Little concrete information was revealed, but a clearer plan for implementing the strategy reportedly will be worked out in the coming months. This shows that national Arctic strategies are still being defined, and countries are still considering what kind of resources to commit to the region. As the priorities for countries in the Arctic become more concrete, the differences that will have to be resolved and issues that will have to be debated will become more difficult for bodies like the Arctic Council to deal with.