15 de mai. de 2011


São adoráveis as estorinhas de crianças
Na aula de biologia, o professor explicava para os alunos da quarta série:
- Os seres humanos são os únicos animais que gaguejam.
Uma menininha levanta a mão e diz:
- Eu tinha um gato que gaguejava.
O professor, sabendo como são preciosas algumas dessas estórias, pediu à garota para falar sobre o gato.
- Bem - começou ela - eu estava no quintal com meu gatinho e o Rottweiler do vizinho veio  correndo e, antes que eu percebesse, pulou a cerca para o nosso jardim!
- Então, foi muito assustador - disse o professor.
- Com certeza foi. Meu gatinho ergueu-se e começou a falar: Fffffffff, Fffffffff !, Fffffff... "mas antes que ele pudesse dizer "Fudeu!", o rottweiler comeu-o!  
O professor teve que sair da sala.
A moça do Raio-X da USP

Novo armamento portátil


QUE PAÍS É ESSE?
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
12 Mai 2011

Em geral, apontamos nosso arcaico arco e flecha literário em direção ao desgoverno e seus pilares, como ao petismo, aos parlamentares da oposição aliada, o MST, à estudantada politiqueira, aos sindicatos, às ONG de minorias barulhentas que infernizam a nossa existência e a cada dia avançam e tornam indigesta a vida de quem trabalha e paga vultosos impostos.
 
Pelo andar da carruagem, fracassamos. Eles são imbatíveis, intocáveis e impuníveis. É o que se pode depreender por algumas notícias recentes, e outras, nem tanto, que aumentam o gosto amargo de decepção que temos na boca.
A patifaria de hoje se sobrepõe à de ontem, e a cada dia, mais uma denúncia comprovada, mais uma cretinice transparente, mas o Brasil continua como se absolutamente nada tivesse acontecido.
Mas, afinal, “QUE PAÍS É ESTE”?
Ah, a Gasolina. Há cinco anos o grande trombeta anunciava a nossa independência. Era pura jactância.
Ah, a CPMF. Não adiantou a repulsa da sociedade. A esmola institucionalizada para o desgoverno cisca de volta.
Ah, o Desarmamento. O Sarney desqualificou o repúdio recente da sociedade, e a nova tentativa está de volta.
Ah, a Vale do Rio Doce. A empresa semi - estatal é o produto acabado da ingerência do desgoverno no setor privado, que escolhe as empresas contempladas, com base em critérios políticos e “doações financeiras”.
Ah, o Crédito. Metade do crédito já depende do governo, o maior banqueiro do País!
Ah, os Correios. A Estatal, incompetente para entregar cartas no menor prazo, por medida provisória (esta aberração consentida), foi autorizada a criar e comprar companhias aéreas e, inclusive, permitir a entrada da estatal no Projeto do Trem - Bala.
Ah, o Trem - Bala. Como as Olimpíadas e a Copa, mero deslumbre e desejo de um narcisista empedernido e destituído de senso. Não se importando com sua inutilidade e custos.
Ah, os Parlamentares. Lamentavelmente, eles representam, apenas, a si e ao desgoverno.
Ah, as obras do PAC. Seguindo em frente, sem lenço e sem documento, ao arrepio de qualquer fiscalização. Por vezes, tombam, racham, afundam.
Ah, o Mensalão do PT. Jaz enterrado em cova rasa.
Ah, o Batistti. Vai bem obrigado. É fã do desgoverno.
Ah, as ossadas do Araguaia. Eles continuam cavoucando.
Ah, a Inflação. É impressão nossa e o desgoverno jura que é uma miragem.
Ah, os Impostos. São idênticos à Comissão da Verdade, ao Mantega, aos Ministros em geral, ao ex-presidente, e a um bando de salafrários de grosso calibre, de parlamentares cretinos, dos quais reclamamos, mas agüentamos; aos quais repudiamos, mas pagamos; aos quais maldizemos, mas elegemos.
Ah, a Taxa Básica de Juros. Continua aumentando.
Ah, o PNDH 3. Ele, disfarçadamente (Vide a Comissão da Verdade), vai sendo introduzido, sem vaselina.
Ah, a Comissão da Verdade. Continua vendo a “novela” do SBT para firmar suas convicções.
Ah, os/as LGBTs. Ainda será crime não sê - lo. O Bolsonaro que o diga.
Ah, a Medalha da Vitória. Uma grata surpresa para o estratego guerrilheiro, que nem sabia sobre a FEB, e achava que eles eram os membros do “Lar Febiano de Cristo”.
Ah, a Medalha da ABL. O Ronaldinho gaúcho foi agraciado pela Academia com a Medalha Machado de Assis ao passar com louvor no teste de alfabetização.
Finalmente, mas sem encerrar a odisséia de pândegas, ah, e o Passaporte Diplomático? Quando vencido, devolve quem tem juízo, não, quem tudo pode.
Diante de tantos fatos insólitos e abismados com o savoir - vivre nacional resta indagar, “QUE PAÍS É ESTE?”


PRETA GIL, PROMÍSCUA ? 
Este site do You Tube permite uma conclusão. 
Atenção: contém obscenidades e palavras de baixo calão. Não recomendável para menores de idade.
Revisão do Tratado de Itaipu pelo Brasil 
Lugo comemora com festa no Paraguai 
Agência  Brasil
12 de maio de 2011.
Comentário:  Será agora um êxito a participação da Presidente do Brasil nas celebrações do bicentenário da independência do Paraguai em 15 de maio.

Renata Giraldi


O governo do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, comemorou ontem (11) à noite com festa e anúncio público a aprovação pelo Senado brasileiro do texto que eleva de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões anuais a quantia paga pelo Brasil aos paraguaios pela cessão de energia da Hidrelétrica de Itaipu Binacional. No próximo domingo (15), a presidenta Dilma Rousseff estará em Assunção e fará a comunicação oficial da decisão. As informações são da Presidência do Paraguai e da agência pública de notícias paraguaia, Ipparaguay.

"O Senado brasileiro aprovou uma triplicação do valor da indenização, a transferência de energia do país vizinho paga pelo uso da energia paraguaia de Itaipu, coroando com êxito uma das bandeiras que nós construímos na disputa eleitoral de 2008. Foi um dos principais compromissos assumidos [pelo ex-presidente] Luiz Inácio Lula da Silva, no Paraguai, como resultado das negociações que começaram desde que assumimos o governo”, disse Lugo.
Segundo Lugo, o reajuste faz parte de uma longa negociação decorrente de erros cometidos durante o governo do ex-presidente Alfredo Stroessner. “Trabalhamos para corrigir a terrível traição que ocorreu no regime do general Stroessner e os erros cometidos contra a nação e o povo do Paraguai no Tratado de Itaipu”, disse ele.

Para o presidente do Paraguai, a aprovação do texto pelo Senado brasileiro deve ser celebrada como uma das principais vitórias para o povo paraguaio. "Hoje [ontem] é um dia para comemorar. Nós estamos honrando com fatos e não apenas com discursos e feriados todos os nossos heróis”, afirmou. Para o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Jorge Lara Castro, a aprovação do texto pelos senadores paraguaios é um “passo importante porque ela inicia um novo contexto de integração”.

As negociações em torno das chamadas notas reversais, que tratam do reajuste do valor pago pelo Brasil do uso de energia de Itaipu, dividiram ontem os senadores brasileiros. A relatora do texto, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), defende que os custos da adoção da medida serão arcados pelo Tesouro Nacional e não vão oneram diretamente os consumidores. Porém, os oposicionistas divergiram da senadora e votaram contra a proposta.

10 de mai. de 2011

"Quero ver o Lula sentar no banco dos réus",
diz procurador.
Ricardo F. Santos

     A acusação base da ação penal sobre o mensalão, feita pela Procuradoria Geral da República, isenta de responsabilidade o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, Manoel Pastana, procurador da República no Rio Grande do Sul, quer mudar esse quadro. Em 17 de abril, ele encaminhou ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, uma representação em que pede a responsabilização criminal de Lula pela existência do mensalão. "Ele não vai poder pegar essa representação e jogar no lixo - ele vai ter que dar uma resposta, uma justificativa pra sociedade", diz Pastana.
     De acordo com Pastana, existem provas de que o ex-presidente é responsável pelo mensalão, um esquema de captação e distribuição de recursos para aliados. Ele afirma que o governo criou, por meio de atos normativos, condições para o BMG - banco por onde circulou o dinheiro do mensalão - faturar R$ 3 bilhões com crédito consignado para aposentados da Previdência.
     "Não é invenção minha, isso aí foi apurado pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Foram baixados decretos e medidas provisórias, um monte de atropelos administrativos para possibilitar qualquer banco de emprestar para aposentados", afirmou Pastana. Ele diz que logo após o banco BMG poder oferecer crédito consignado, mais de 10 milhões de cartas oficiais sobre o assunto foram mandadas a aposentados, cartas que se referiam, implicitamente, ao banco BMG. "Pra se ter uma ideia, o BMG faturou mais do que a Caixa (Econômica Federal) com esses empréstimos. As provas são escandalosas."
     Pastana cita o relatório da Polícia Federal, divulgado pela imprensa há algumas semanas, para ligar o esquema ao mensalão. "O relatório diz na página 182 que o BMG não só 'emprestou' ao PT, mas a mais três empresas ligadas ao Marcos Valério. De acordo com o artigo 29 do Código Penal, o Lula deve ser responsabilizado criminalmente por isso", diz ele. "Até então não havia nada acusando o Lula de alguma coisa. Agora há essa ação de improbidade administrativa, oficialmente protocolada", disse.
     Pastana acredita que, apesar da força política do ex-presidente, Lula possa ser responsabilizado criminalmente pelo mensalão. "Quero que ele seja acusado, porque aí ele terá que sentar na frente de um juiz e explicar por que mandou as cartas, baixou decreto, medida provisória, quem deu as instruções. Aí a casa vai cair, porque ele terá que dizer se assinou sozinho ou quem estava por trás", afirma Pastana. "O procurador-geral da República pode até dizer que essa representação é mentira, mas aí terá que provar", diz ele, confiante.
     A assessoria do ex-presidente Lula afirmou que ele não vai comentar o caso e não pretende dar nenhuma entrevista em todo o primeiro semestre deste ano.
O mensalão do PT
     Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.
     No relatório da denúncia, o ministro Joaquim Barbosa apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por corrupção ativa.
     Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus.
     O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
     A então presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
     O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) responde a processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson.

9 de mai. de 2011

Microsoft Games for Windows 3.5.0050.0
Novíssimos jogos para Windows 
Freeware - maio de 2011 - 79,43 MB de jogos
A Microsoft e alguns dos maiores nomes da indústria do jogo trabalharam juntos para tornar a experiência de jogo no Windows melhor do que nunca. E Microsoft Games for Windows é o resultado. Baixe aqui.
Formação dos continentes
A teoria mais atualizada
Questão de honra
Por Olavo de Carvalho - Diário do Comércio – 28 abril 2011
Quando o dinheiro é mais prezado do que a soberania nacional, é que todo mundo já jogou o país no lixo. 
A  imagem oficial dos combates travados entre os anos 60 e 70 no Brasil opõe, de maneira reiterada e obsessiva, os "jovens" guerrilheiros aos "velhos" generais. Adolescentes românticos e entusiastas contra setentões endurecidos e carrancudos. 
O estereótipo, instituído pela minissérie "Anos Rebeldes" (Globo, 1992), tornou-se obrigatório em todos os filmes, romances, contos, novelas de TV e reportagens, ao ponto de arraigar-se no imaginário popular como uma  cláusula pétrea da verdade histórica, a base infalível de tudo que se pensa, acredita   e sente daquele período histórico.
O simbolismo aí embutido é auto-evidente: a juventude representa a inocência, o idealismo, a esperança, a visão rósea de um mundo melhor; a velhice personifica o realismo cínico, a acomodação ao mal, o apego tacanho a uma ordem social injusta e caquética.
No entanto, é claro que nada disso corresponde aos fatos. Vejam os comandantes da guerrilha. Carlos Marighela era jovem? Joaquim Câmara Ferreira era jovem? Jacob Gorender era jovem? E os soldadinhos das Forças Armadas que trocavam tiros com os terroristas nas ruas e nos campos eram anciãos? Como em todas as guerras, os comandantes dos dois lados eram homens velhos ou maduros, os combatentes em campo eram jovens. Sob esse aspecto, nada se inventou  no mundo desde os tempos homéricos.
A deformação cronológica já basta para mostrar que a visão daqueles tempos disseminada por empresas de mídia, artistas, escritores, editores, jornalistas e professores é pura obra de propaganda. Propaganda tanto mais maliciosa e perversa quanto mais adornada do rótulo autolisonjeiro de "pesquisa histórica". Por mais documentos que se revirem, por mais entrevistas que se ouçam, não há pesquisa histórica quando as perguntas são sempre as mesmas e os aspectos antagônicos são sistematicamente evitados.
Desde logo, as guerrilhas são sempre mostradas como fruto de reação ao golpe de 1964. Isso é absolutamente falso. As guerrilhas começaram em 1962, em pleno regime democrático, orientadas e subsidiadas pela ditadura cubana e ajudadas pelo presidente da República, de modo a articular, segundo a estratégia comunista clássica, a "pressão de baixo" com a "pressão de cima", a agressão armada no subterrâneo da sociedade com a agitação política vinda das altas esferas do poder. Não foram concebidas para derrubar uma ditadura, mas destruir qualquer governo, democrático ou ditatorial, que se opusesse ao plano de Fidel Castro de  instituir um regime comunista no continente. Investiguem um a um os guerrilheiros, desde os líderes e planejadores até o último tarefeiro encarregado de vigiar os sequestrados. Não poucos dentre eles eram maoístas, discípulos de um monstro genocida, pedófilo e estuprador. E entre os demais não se encontrará um só que não fosse comunista, marxista-leninista, acima de tudo devoto da Revolução Cubana, que àquela altura já havia matado pelo menos 17 mil civis, quarenta vezes mais que o total de "vítimas", quase todas combatentes, que, num país de população bem maior que a de Cuba, o nosso regime militar viria a fazer ao longo de vinte anos.
Em plena contradição com o culto paralelo do "Che", as guerrilhas também surgem como um fenômeno isoladamente nacional, sem as conexões internacionais que a criaram, sustentaram e orientaram durante todo o tempo da sua existência.
Vasculhem novelas, reportagens, o diabo: raramente encontrarão referência à OLAS, a Organização Latino-Americana de Solidariedade, ancestral do Foro de São Paulo, criada nos anos 60 pela KGB e por Fidel Castro para disseminar na América Latina "um, dois, muitos Vietnãs", segundo a fórmula consagrada pelo teórico Régis Débray num livrinho idiota, A Revolução na Revolução, que os nossos guerrilheiros liam como se fosse a Bíblia.
Tudo, absolutamente tudo o que a guerrilha fez foi planejado, determinado e subsidiado desde a OLAS – o que é o mesmo que dizer: desde a Lubianka, a sede da KGB em Moscou --, o Brasil só entrando na história como o cenário inerme, um dos muitos, onde deveriam realizar-se os planos de ocupação continental concebidos pelos mentores do regime mais assassino e cruel que o mundo já conheceu.
Se a expressão “OLAS” prima pela ausência, mais inaudíveis, ilegíveis e invisíveis ainda são as iniciais KGB. Decorrido meio século dos acontecimentos, os esforçados "pesquisadores"  da Globo, do SBT, da Folha e das universidades ainda não se lembraram de examinar os Arquivos de Moscou, onde centenas de autênticos pesquisadores, nos EUA e na Europa, têm certificado, acima de qualquer possibilidade de dúvida, a presença dominante do governo soviético na coordenação de todos os movimentos guerrilheiros no Terceiro Mundo. 
O único que se interessou por esse material explosivo foi o repórter da Globo, William Waack, e só pesquisou ali acontecimentos dos anos 40, nada do tempo das guerrilhas. Mesmo assim, sua breve passagem pelos Arquivos de Moscou abriu uma ferida profunda no orgulho esquerdista, mostrando que Olga Benário Prestes não foi  uma inocente militante perseguida pela ditadura getulista, e sim uma agente do serviço secreto militar soviético. 
Um exemplo escandaloso do desinteresse em saber a verdade é o caso José Dirceu. O criador do Mensalão sempre se descreveu como um "ex" agente do serviço secreto militar cubano. Que história é essa de "ex"? Nenhum militar sai do serviço sem dar baixa oficialmente. Cadê o certificado de dispensa? Respeitosos, cabisbaixos, cientes de seus deveres de lealdade para com o segredo tenebroso das esquerdas, nossos repórteres sempre se abstiveram de fazer ao ex-deputado essa pergunta irrespondível. Resultado: com grande probabilidade, um agente estrangeiro, em pleno serviço ativo, presidiu um partido, brilhou na Câmara dos Deputados, berrou, denunciou, acusou e roubou o quanto quis.
As pessoas se escandalizam com o roubo, mas não com a intromissão cubana. Quando o dinheiro é mais prezado que a soberania nacional, é que todo mundo já jogou o país no lixo. A moral nacional hoje em dia resume-se no versinho humorístico que andou circulando pelo youtube: "Zé Dirceu, eu quero o meu."
Do desprezo geral pela busca da verdade resulta a ausência completa da ação soviética na imagem popular das décadas de 60-70.  No entanto, em 1964, a KGB tinha na sua folha de pagamentos, entre milhares de profissionais de várias áreas, pelo menos uma centena de jornalistas brasileiros. Algum "pesquisador" tentou descobrir seus nomes, saber se ainda estão por aí, perguntar quanto embolsaram em dinheiro extorquido de uma população escrava? Nada. Silêncio total.
Com igual silêncio foi recebida minha sugestão de que algum dos (des)interessados entrevistasse Ladislav Bittman, o espião tcheco que confessou ter falsificado documentos para dar a impressão (até hoje aceita como pura verdade histórica) de que os EUA planejaram e comandaram o golpe de 1964.
Em compensação, a CIA é onipresente. No imaginário popular, funcionários dessa agência americana pululavam no Brasil, espionando, comprando consciências, tramando a morte de inocentes comunistas. É por isso que ninguém quer entrevistar Ladislav Bittman. O chefe da espionagem soviética no Brasil lhes contaria que na ocasião do golpe a KGB, o maior serviço secreto do mundo, não conseguiu localizar um só agente da CIA lotado no país, apenas um solitário homem do FBI, o único nome que sobrou para ser usado naqueles documentos forjados.
De um só lance, rolariam por terras bibliotecas inteiras de teoria esquerdista da conspiração, ração diária servida aos cérebros inermes de milhões de estudantes brasileiros. É vexame demais. Ocultar essa parte da história é uma questão de honra.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
O retorno

TweakNow PowerPack 2011 3.2.1 SP1a (Windows)

TweakNow PowerPack é uma suíte de aplicativos que permite otimizar cada aspecto do sistema operacional do computador e do navegador da web.
Seu Módulo de Limpeza oferece  uma maneira segura e simples de limpar o Registro do Windows. Para manter o computador sempre em alto desempenho, recomenda-se limpar o Registro pelo menos uma vez por mês.
Para os amantes de refinar o Windows, o pacote traz mais de 100 configurações ocultas do Windows na seção Secret Windows. Utilizando módulos incluídos nesta seção, pode-se facilmente personalizar o Windows, como os geeks fazem.
O módulo Desktop Virtual permite que se trabalhe com quatro configurações personalizadas - concebidas como desktops simultâneos, o que permite personalizar a tela de computador de acordo com com seu humor e suas necessidades de trabalho.
Baixe o programa aqui.