9 de abr. de 2012

Celso Arnaldo captura a presidenta que resolveu inventar a torneira-mecânica

   
Parece piada, mas juro é verdade. Espantado com a informação enviada pelo comentarista Marlon, fui conferir no Diário Oficial da União. 


E lá estava a Lei n° 12.605, de 3 de abril de 2012, que "Determina o emprego obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas"

O texto diz o seguinte:

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA 

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1°. As instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.

Art. 2°. As pessoas já diplomadas poderão requerer das instituições referidas no art. 1o a reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção, segundo regulamento do respectivo sistema de ensino.

Art. 3°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de abril de 2012; 191o da Independência e 124o da República.
DILMA ROUSSEFF
Aloizio Mercadante
Eleonora Menicucci de Oliveira


Ainda convalescendo do assombro, fui de novo socorrido pelo jornalista Celso Arnaldo Araújo. Igualmente alertado pelo Marlon, o grande caçador de cretinices foi à procura do monumento à idiotice. E escreveu outro texto definitivo. (AN)


CELSO ARNALDO ARAÚJO
   
“It´s good to be the king”, exulta o rei Luis XVI, interpretado por Mel Brooks, olhando sarcasticamente para a câmera, no impagável “História do Mundo Parte 1″, sempre que, no exercício de seu imenso poder nas situações cotidianas da corte, experimenta uma espécie de orgasmo absoluto diante da constatação de que pode tudo, literalmente tudo.

Canastrona irrecuperável, frequentemente imagino a presidente Dilma Rousseff parafraseando para si mesma, na ausência de plateia, o bordão de Brooks:

DILMA ROUSSEF ÉA DA DIREITA
E ERENICE GUERRA A DA  ESQUERDA
- É bom ser a presidenta!

Deve ser mesmo uma concupiscência permanente, incomparável aos pequenos prazeres do fictício Luis XVI, exercer um poder como o que Dilma julga ter, na sucessão de Lula XIII. E julga ter porque efetivamente tem. Ela pode, por exemplo, dizer disparates que não seriam sequer aproveitados por Mel Brooks numa sátira rasgada sobre uma presidente mulher – e, no dia seguinte, repercutir na grande mídia como grande estadista. E pode ignorar solenemente um escândalo que provavelmente derrubaria até mesmo Luis XVI, como o das lanchas imprestáveis do Ministério da Pesca – o qual, por si só, já é uma piada típica das chanchadas da Atlântida nos anos 50.

Mas a lei 12.605, que acaba de ser sancionada pela Presidência da República, eleva - ou reduz - o poder de Dilma Rousseff ao patamar risível de um outro personagem de comédia: o ditador recém-eleito da republiqueta sul-americana de “Bananas”, de Woody Allen. Que, no discurso de posse, institui o sueco como língua oficial do país e anuncia uma lei obrigando todo cidadão a trocar a roupa de baixo a cada meia hora – roupa essa usada do lado de fora, para permitir a fiscalização.

Perto disso, a lei 12.605 pode parecer inocente - mas é uma piada ainda melhor. Ela simplesmente determina “o emprego obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas”.

Flexão de gênero, para quem não sabe, pode ser traduzido em língua de gente como “homem ou mulher”, “menino ou menina”. Aliás, sou do tempo em que, nas fichas cadastrais, essa dupla possibilidade era resumida a uma só palavra e um ponto de interrogação: sexo? Aliás, esse tempo ainda é hoje para quem fala português e não estudou na escola de Iriny Lopes e Eleonora Menicucci: o que vemos num ultrassom gestacional é o sexo do bebê. O gênero não interessa aos futuros pais.

Volte um parágrafo e leia de novo: “Determina o emprego obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas”. O que isso quer dizer? Que, de agora em diante, por sanção da “presidenta” da República, “as instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.

Ou seja: Maria da Graça, torneiro-mecânico do “gênero” feminino formada pelo Sesi, terá em sua parede um diploma de “torneira-mecânica”. E assim por diante. Pena que minhas colegas jornalistas não possam usufruir da boa nova. Quem mandou ter uma profissão com nome “comum de dois”? Mais: se a Maria foi graduada antes da lei, o Sesi terá de providenciar um novo diploma como “torneira-mecânica”, sem custos.

A bem da verdade, a lei 12.605 – de novo, guardem bem esse número – foi aprovada antes pelo Congresso Nacional. Mas aposto que, na visão de Dilma, é uma das maiores realizações de seu governo até aqui. Pois quem exige ser chamada de presidenta, cita criancinhas em discursos como “brasileirinhos e brasileirinhas” e já se dirigiu ao público de um congresso da juventude petista como “jovens homens e jovens mulheres” (meninos, e meninas, eu ouvi!), está mesmo fazendo gênero.

Poder absoluto? 

Não. É falta absoluta do que fazer.

Fonte: 
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/celso-arnaldo-captura-a-presidenta-que-resolveu-inventar-a-torneira-mecanica

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e, finalmente, a deputada pilantra e o senador pilantro, ou, ainda, a ex-ministra comunista e o mensaleiro comunisto.

8 de abr. de 2012

Jane Fonda, sempre fantástica


Clique na imagem para assistir ao vídeo, com legendas em português.
Ô freirinha forte da muléstia !
   


O militar canta, com orgulho, o amor por sua Pátria


Eles desembarcaram na Itália cantando essa canção! 
Lástima que, hoje, tão poucos dela se recordem. 
 
A música é do maestro Spartaco Rossi e o poema de Guilherme de Almeida. 

A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens, que lutou ao lado dos Aliados na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. 

Constituída inicialmente por uma Divisão de Infantaria, acabou por abranger todas as Forças Militares Brasileiras que participaram do conflito.

Adotou como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época, que "seria mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra".











Concede-me esta dança, bela senhora de vermelho ?


Clique na imagem para ver o talento do menino.

CUSPARADA NA DEMOCRACIA ?
Ten Brig Ar Carlos de Almeida Baptista

                                  Talvez cusparada na liberdade  seja  um título mais adequado, já que  regimes totalitários, autoritários,  socialistas,  esquerdistas,  comunistas,  capitalistas, todos  se dizem democráticos.

Está é a primeira vez que  revelarei, com mais profundidade, a  minha profunda repulsa contra a hidra vermelha que ampliou seus  tentáculos sobre o mundo livre, finda a 2ª Guerra Mundial, à custa de milhões  de mortos e escravizados, falindo  fragorosamente a partir da falência da  sua “sede de origem”.

A forma como tentaram submeter nosso  País, em 1935, foi idêntica à dos  países já então  dominados. Traições, filhos delatando pais ou estes entregando filhos, violências contra  os que ousavam  dissentir, o canto da sereia para atrair lideranças penalizadas pela falta  do pão na mesa dos pobres. O cinismo com que  denominam sua ideologia  e suas ações de “democratas”, apesar dos arquipélagos gulag, dos confinamentos e das execuções sumárias!

Eu não estava no Brasil no dia 31 de março de 1964. Encontrava-me  servindo no 4º Contingente  das Nações Unidas no Congo, voando C47 em  apoio às tropas de superfície. Cheguei em janeiro de 1963, regressei em junho de 1964.

Em 1961 e 1962, de repente afastado da instrução na aviação de caça, no 1º/4º GAv, Fortaleza, por  motivo de doença que julgaram melhor ser  tratada no Rio de Janeiro, vi-me classificado na Base Aérea do Galeão, depois no 1º Grupo de  Transporte.  Rapidamente restabelecido voei, nesses dois anos, perto de 1600 horas em aeronaves  C47, levando,  nas asas do  Correio Aéreo Nacional  assistência médica, material e até mesmo espiritual, a regiões e populações tão distantes da civilização e tão esquecidas das  autoridades governamentais. Engraçado lembrar que nunca vi miséria, apenas pobreza e coragem para superar tantas dificuldades.

Após a tragicômica renúncia do “homem da vassoura” pude perceber a sanha das minorias vermelhas na tentativa de  re-editar 1935. Com o apoio de muitos que se  encontravam, então, no Poder,  iniciaram o  desmonte do  edifício para, como sempre,  surgirem dos  escombros como alternativa para a felicidade geral, num governo do povo e para o povo.

Fui tendo contato com os que, sutilmente, estavam escalados como  endoutrinadores, passo a  passo  revelando-se  como de grande  influência na  transição para um novo mundo, com muitos  inocentes  úteis atraídos pela  promessa do  pão para todos, e dos  aproveitadores, mais conhecidos como “em cima do muro”,  prontos a cair nos braços do lado vencedor.

No Congo, testemunhei a ação desenvolvida pelos  comunistas para captar o apoio daquela gente tão  pobre,  recentemente libertadas da escravidão dos  colonizadores. Ali estava o prato ideal para a ampliação da hidra.

Comecei a acompanhar, então, as notícias do Brasil referentes ao progresso da  “esculhambação”, com perdão da má palavra,  provocada pelos sindicatos, pelas  ligas  camponesas e, afinal, pela tentativa de  desestabilizar o braço armado da nação, com as quebras da hierarquia e da  disciplina.       

Chegado o primeiro trimestre de 1964, com  ele chegavam jornais e notícias, por cartas, pelo rádio-amador ou pelas rádios. Confortava-me o início da reação da população  e das elites, bem como do clero, clamando pela  intervenção militar. Na hora pensei que o sentimento legalista dos militares pudesse contribuir para o  consentimento da implantação da ditadura do  proletariado.

Comecei a planejar  o não regresso ao Brasil, pensando nas minhas raízes  em Portugal,  retirando, depois, meus familiares do inferno que  seria implantado neste País.

No dia 31 de março participei de uma missão para Elizabethville, compondo tripulação com o Comandante do Esquadrão que não se mostrava minimamente preocupado com a  deterioração tupiniquim. Estávamos os dois  desfrutando da piscina do hotel onde  pernoitaríamos  quando por volta das 12 horas alguém o chamou ao telefone. Não tendo regressado dirigi-me ao  seu apartamento,  encontrando-o completamente prostrado. Disse-me que  recebera uma ligação do Brasil comunicando que houvera uma revolução e que ele não retornaria à Pátria. Regressaríamos à Base e ele passaria o comando ao seu Oficial de Operações, após o que,  desapareceria no mundo.

Foi a forma como tomei conhecimento da virada que acontecera graças  à  sociedade que  determinara aos militares a retomada da  normalidade democrática do País.

Volto agora aos acontecimentos deste dia 29/03/2012, em que cerca de 300 idosos que  se orgulham do contragolpe ocorrido em 1964 assistiam a um painel em que se promovia a  análise do que ocorrera naquele passado que  teima em ficar próximo. Em baixo, os  agitadores clamavam, aos gritos, contra os pacíficos, ordeiros e orgulhosos militares e civis que  reverenciavam o momento em que  ajudaram a evitar uma  cubanização do  nosso País.

Ao final, estávamos sitiados dentro da  “Casa da República”, orientados pela força de segurança a não sairmos do prédio. Eu pensei, de imediato, na possibilidade de  que um dos mais idosos e mais debilitados resolvesse  enfrentar a  turba. Particularmente pensei no Brig Camarinha, meu ex-chefe e dileto amigo, e resolvi enfrentá-los, antes que um deles,  mais  debilitado que eu o fizesse. . Junto com meu  “irmão” Juarez saímos  à rua, e enfrentamos  a  manifestação programada como pacífica, coisa que os  comunistas não conseguem realizar. Xingamentos variados partiram da “matilha", pois nunca atuam sozinhos. Um deles, percebendo que eu ia falar alguma coisa desafiou: “fala, fala alguma coisa, seu nazista!”

Controlando-me, disse-lhe apenas: “Você é muito burro para entender o que eu iria falar, além de covarde”.

A partir daí fomos andando até chegar ao metrô,  perseguidos pela alcatéia e protegidos por um policial militar que, coitado, tentava proteger os dois velhinhos que  ousaram  usar do seu direito de ir e vir e da livre  manifestação de pensamento.

Foi terrível receber a cusparada que  é  vista na foto. Podem perceber que têm todas  as características de drogados, com olhos esbugalhados e  falha de raciocínio. Aí  pensei,  se eu estivesse  armado? Cheguei a  pensar nisso, antes de ir à reunião. A justiça julgaria uma reação desproporcional um tiro dado por alguém que dedicou  mais de 50 anos a serviço da pátria contra um imbecil vermelho que  ousara cuspir no seu rosto?

Sei não, mas isso vai acabar acontecendo. Na próxima vez, vão invadir  a  “Casa da República”. São insanos e, com certeza, regiamente pagos para isso. Alguém vai  se oferecer para ser o  cadáver fabricado, como ocorreu com o  Edson Luis, bem lá atrás, na manifestação estudantil do Calabouço.

Ao tempo em que caminhamos, por cerca de 100 metros, à procura  de um taxi,  alvo de agressões morais e de  objetos contra nós lançados, pensava: “ Que País infeliz. Esta data deveria ser comemorada em  todos os cantos do país, especialmente nas ruas desta cidade que naquele tempo  correu sério risco de deixar de ser maravilhosa”.
Para escapar da  sanha daqueles infelizes acabamos entrando no metrô, deixando-os do lado de fora, graças a uma feliz  orientação do policial militar que nos tentava proteger.
À noite, em casa, confortado pela família e pelos telefonemas de solidariedade tive que “engolir” a  publicidade dos  comunistas pela televisão,  agitando idênticas bandeiras vermelhas e  apresentando-se,  da mesma forma que lá atrás, antes da   derrocada  mundial de seus governos, como os  arautos de uma nova era cheia de utópicas promessas de felicidade geral.

Estou certo de que os militares jamais se apresentarão para salvar o Brasil, como exigido em 1964, mas creio que esses  lunáticos não  conseguirão, jamais, transformar  este paraíso  numa nova Cuba,  Albânia... No mínimo, enfrentarão as  bengaladas  dos que tentaram ultrajar  neste  repugnante  episódio da tarde de  29 de março último.

Quem viver, verá!  





Procuradora militar diz que
obras do Exército em Guarulhos são exemplo
LUIZ ROIZ
A procuradora-geral da Justiça Militar, Cláudia Márcia Ramalho Moreira Luz, visitou ontem as obras militares no Aeroporto de Guarulhos e, ao final de uma vistoria de três horas, disse que elas “são motivo de orgulho, não só para o Exército mas para todo o Brasil”.
Ela ficou especialmente impressionada como fato de a equipe do “Destacamento Guarulhos” não apenas ter concluído a maior parte das obras antes do prazo, mas tê-las realizado com menos recursos do que os previstos em orçamento – cerca de 35% a menos, o que representou uma economia para os cofres públicos de R$ 150 milhões.
“Está havendo devolução de dinheiro público, isso é uma coisa formidável”, disse a procuradora, em entrevista exclusiva ao DG. “É a primeira vez que eu vejo isso.”
Segundo ela, o papel do Ministério Público Militar não é apenas apontar e punir eventuais erros de militares, “mas também aplaudir o que está certo”.
“Vim até aqui para verificar in loco as obras e dar um testemunho, para que este exemplo se espalhe”, disse.
Informou que fará um relatório a respeito do que viu e o encaminhará ao comandante do Exército, general Enzo Peri.
As obras em questão são duas: a reforma da pista principal de 3.700 m por 45 m de largura, que já foi concluída e entregue em dezembro (antes do prazo); e a terraplenagem e preparação do pátio de aeronaves do futuro Terminal Três do Aeroporto, numa área de 300 mil m2.
A obra do pátio deverá ficar pronta até o início do próximo ano, com seis meses de antecedência, segundo o coronel Carlos Alberto Maciel Teixeira, comandante da equipe militar (hoje, 80 pessoas) que coordena a operação, em conjunto com empreiteiras civis.
As duas obras estavam orçadas, inicialmente, em R$ 430 milhões; ao final, deverão custar cerca de R$ 280 milhões.
[....] Ela é procuradora há 17 anos e está concluindo (em abril) seu segundo mandato como chefe do Ministério Público Militar. Antes, foi promotora de justiça do Rio de Janeiro, seu estado de origem.

REPARAÇÃO

Reparação é o título do documentário em HD que conta a história de Orlando Lovecchio, vítima de um atentado a bomba praticado pelos terroristas que tentavam implantar um regime comunista no Brasil, durante o governo militar, em 1968. Orlando perdeu a perna no célebre atentado ao Consulado dos EUA em São Paulo e, ainda hoje, em 2009, luta por justiça: como não é considerado uma "vítima da ditadura militar", a aposentadoria que recebe é menor que a do autor do atentado que o vitimou - e enterrou para sempre seu sonho de ser piloto.


Para livrar-se da comunalha, a igreja católica
precisa de mais padres como este


5 de abr. de 2012

Aquecimento do MARADONA




O cara era bom mesmo.
     
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As pernas curtas da mentira
Graça Salgueiro (*) - 05 Abril 2012  



Graça Salgueiro revela quem é Carlos Beltrão do Valle, o falso órfão que gritava histrionicamente “eles mataram meu pai!” durante a série de agressões cometidas contra militares da reserva, no dia 29, no Rio. A jornalista também traz informações sobre Luiz Felipe Monteiro Garcez, o “Pato”, petista de carteirinha que, covardemente, cuspiu no coronel-aviador Juarez Gomes.

No passado 29 de março, o País viu estarrecido uma manifestação grotesca, abjeta e vil, onde primaram o desrespeito e a falta de educação por parte de uma turba de aproximadamente 300 pessoas, a maioria jovens entre 16 e 20 e poucos anos, que agrediam com insultos e cusparadas a octogenários militares que entravam ou saíam do Clube Militar. [....]

A forma teatral dos manifestantes, que serviam de idiotas úteis para interesses outros, desconhecidos deles.

Não foi surpresa tomar conhecimento, depois, que os “manifestantes pela verdade” foram pagos para representar, não se sabe por quem, embora possamos imaginar. [....]


Coronel de Artilharia (Ref) Almerino Raposo Filho, integrante da FEB (Força Expedicionária Brasileira - 2ª Guerra Mundial), é agredido verbalmente por "estudante" comunista que sequer sabe quem é e o que fez este herói nacional.
Na nota que escrevi, antecedendo o artigo do Aluizio Amorim, me perguntava perplexa se não seria uma cena teatral aquele rapaz que aparece no vídeo deitado no chão, gritando para os policiais “eles mataram meu pai!”, uma vez que ele é muito jovem para que tal fato acontecesse no período em que os militares governaram. Com a ajuda de um grupo de amigos descobrimos que, de fato, tudo não passava de encenação. O jovem, supostamente órfão, chama-se Carlos Beltrão do Valle, tem 29 anos, cursa o mestrado de “Memória Social” e tem pai, além de uma irmã e um irmão, todos vivos, saudáveis e trabalhando. 


Seu pai, o engenheiro Romildo Maranhão do Valle, foi membro do Partido Comunista Revolucionário Brasileiro (PCBR), uma dissidência guerrilheira do PCB fundada em 1964. Seu tio, Ramires Maranhão do Valle, também fazia parte da organização terrorista e foi morto em 27 de outubro de 1973, quando entrou em confronto com a Polícia, na Praça Combate, em Jacarepaguá. Ranúsia Alves Rodrigues havia sido presa naquela manhã e, já no primeiro depoimento, contou os vários assaltos que o bando havia praticado e que naquela noite haveria um “ponto” (1) no local acima citado. Na chegada ao ponto, Ranúsia e os policiais foram recebidos a bala, havendo o confronto no qual os quatro integrantes do Comando Central (Ranúsia, Ramires, Almir e Vitorino) morreram. 


Portanto, "a família inteira assassinada pelo Regime Militar", por quem este rapaz clama no vídeo para justificar sua presença naquele ato de vandalismo, resume-se a um tio seu, que ele sequer conheceu, e que não era nenhum homem de bem, mas um terrorista morto em combate e que havia assassinado o delegado Octávio Gonçalves de Oliveira, covardemente pelas costas, numa ação conjunta com a ALN e a VAR-PALMARES, em 25 de fevereiro de 1973. Teria assassinado covardemente, também pelas costas, Salatiel Teixeira Rollins, ex-membro do Comando Central que havia saído da prisão um ano antes, em 22 de julho de 1973; participou do assalto ao Banco Francês-Brasileiro em Porto Alegre, em 14 de março de 1973; em 4 de junho, junto com a ALN e a VAR-PALMARES, do assalto ao “Bob’s” de Ipanema; e, em 29 de agosto do mesmo ano, do assalto a uma clínica médica em Botafogo, no Rio (2)


Cel Aviador Ref é alvo de uma cusparada de manifestante idiota.
Quanto ao rapaz que desfere uma cusparada no coronel-aviador Juarez Gomes, quando saía do evento no Clube Militar, é um desocupado profissional, de 25 anos de idade, de nome Luiz Felipe Monteiro Garcez, cognome “Pato”, estudante do curso “Produção Cultural” do IFRJ desde 2010 e frequentador do Diretório do PT no Rio de Janeiro. Seu último emprego foi um cargo comissionado de Assistente Executivo de Projetos Especiais no município de Maricá (RJ), nomeado pelo prefeito Washington Luiz Cardoso Siqueira, do PT. 


Em seu blog “Pato” escreveu em 2008: “Fiz parte do movimento estudantil secundarista. Hoje porém por culpa dos estudos acabei me afastando dele. Porém pretendo me engajar no movimento estudantil universitário” (sic). E ainda em seu mural do FaceBook ele admitiu orgulhoso, várias vezes, que cuspiu em um idoso indefeso e que sequer lhe dirigiu a palavra, e o faria de novo. 


Desses dois elementos temos as fichas completas com riqueza de detalhes, mas o objetivo deste artigo é apenas demonstrar a farsa da dor dos que se manifestavam em honra de seus parentes, mortos ou desaparecidos pelos “assassinos” e “torturadores” militares que se encontravam naquele dia no Clube Militar, que, diga-se de passagem, não estavam ali para “comemorar” a data histórica de 31 de Março, mas para debater, junto com conferencistas civis, e levar ao público assistente a verdadeira história que a tal “Comissão da Verdade” quer omitir e que não são nem nunca foram acusados de crime algum. E são dados como os citados acima que a tal comissão nega-se, peremptoriamente, não só a ouvir mas permitir que o público tome conhecimento. Será que Carlos Beltrão conhece o passado desse seu tio, um criminoso covarde que assassinava pelas costas, sem qualquer chance de defesa, pessoas que ele considerava seus inimigos? E Luiz Felipe, conhece o que esta gente praticou e de que maneira morreu, ao defendê-las expelindo tanto ódio? 


É isto que a tal “comissão” pretende: esconder a verdade dos fatos e usar, mais uma vez, jovens ignorantes e manipuláveis para servir de bucha de canhão para seus propósitos sórdidos, mas, como a mentira tem as pernas curtas, não podemos permitir que toda a população permaneça nessa ignorância defendendo bandidos sanguinários como se fossem vítimas imoladas no altar da liberdade e da democracia. 

Notas: 
(*) Graça Salgueiro, estudiosa da estratégia e ações da esquerda latino-americana lideradas pelo Foro de São Paulo no continente, edita o blog Notalatina e tem seus artigos publicados no site argentino La Historia Paralela.
(1) “Ponto” era o lugar combinado para os encontros, previamente acertado pelos terroristas. 
(2) Conforme informações constantes do “O livro negro do terrorismo no Brasil”, pags. 767 e 768

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4 de abr. de 2012

NU ARTÍSTICO




Can Brazil Stop Iran?

By BERNARD ARONSON
Published: April 3, 2012
Washington

IMAGEM DA REPORTAGEM
BRAZIL, the saying used to go, is the land of the future — and always will be. But when Brazil’s president, Dilma Rousseff, visits the White House next week, she will come as the leader of a country whose future has arrived. 

With huge new offshore oil discoveries and foreign investment flooding in, Brazil’s economy, growing twice as fast as America’s, has surpassed Britain’s to become the world’s seventh largest. As a member of the Group of 20 and host of the 2014 World Cup and the 2016 Olympics, Brazil is an emerging global leader. 

But there is one area where it has an opportunity to lead and has failed to: preventing the spread of nuclear weapons. Brazil should take the bold step of voluntarily ending its uranium enrichment program and calling on other nations, including Iran, to follow its example. 

Brazil started off as a force for nonproliferation. It voluntarily placed its nuclear facilities under International Atomic Energy Agency supervision in 1991 and later joined the Nuclear Nonproliferation Treaty. But in 2004, Brazil, home to the world’s fifth largest uranium reserves, also proclaimed that all states had an “inalienable right” to enrich uranium for “peaceful purposes.” It then constructed an enrichment facility and fought with the I.A.E.A. for more than a year before giving inspectors access. 

Brazil says its enrichment program is for peaceful purposes, and there is no reason to doubt it. The treaty permits signers to produce enriched uranium to fuel commercial and research reactors, store the radioactive fuel and reprocess spent fuel as long as all nuclear facilities are subject to I.A.E.A. oversight. 

But the its greatest flaw is that the same facilities that enrich uranium for peaceful purposes can also be used to enrich it further for nuclear weapons. And reprocessed fuel from peaceful reactors yields plutonium that can be used in nuclear bombs. By exploiting this “enrichment loophole,” North Korea developed a covert program to reprocess spent fuel, withdrew from the treaty and, soon after, developed nuclear weapons. Iran is trying to do the same. 

Of the countries now operating or constructing nuclear energy or research reactors under the treaty, more than 40 also have the capabilities to build nuclear weapons by exploiting this loophole. If Iran develops this capability, it could, as President Obama has warned, exert inexorable pressure on Saudi Arabia, Egypt and Turkey to quickly pursue nuclear weapons themselves. 

Brazil has unique standing among developing nations to address this proliferation danger because of its historic, nationalist defense of enrichment. If it were to renounce its right to enrich uranium in the name of international peace, close its enrichment facility, embrace a longstanding United Nations proposal to accept enriched uranium from the I.A.E.A., let the agency reprocess its spent fuel — essentially the deal offered to Iran — and call on other states that have signed the treaty to do the same, it would transform the nuclear debate. 

A new Brazilian stance would take away Iran’s principal argument that the advanced nuclear weapons states are pursuing a form of “nuclear apartheid” by pulling up the enrichment “drawbridge” before developing nations have a chance to cross. It would also give Iran a face-saving way to join other developing nations in a new multilateral effort to suspend enrichment rather than appearing to yield to Western sanctions and threats. Finally, if Brazil and other developing nations were to give up enrichment, it would make possible a new concerted international effort to close the enrichment loophole permanently by amending the nonproliferation treaty. 

There are obstacles. Powerful commercial and military constituencies have a vested interest in continuing Brazil’s enrichment program, and Brazilian nationalists would have to be mollified. Thus, it is vital that Brazil be perceived as acting on its own rather than yielding to pressure from Washington. 

Still, the United States could offer incentives behind closed doors. Mr. Obama is weighing proposals to reduce America’s fully operational nuclear arsenal by 30 percent or even more. Brazil currently leads a group of eight non-nuclear states that are pressing nuclear powers, including the United States, to deliver on their treaty commitments and move toward eventual nuclear disarmament — and if there were a breakthrough on this front Brazil would be given substantial credit. Congress and the White House could also revisit the punitive tariff on Brazil’s sugar-cane-based ethanol, which forces Americans to rely on more expensive corn-based ethanol and drives up the global price of food. 

Renouncing its enrichment rights would overnight catapult Brazil into a position of global leadership on the most urgent security challenge facing the international community. And Brazil’s leadership would inevitably shape the context for any future discussions about Brazil’s permanent membership on an expanded United Nations Security Council — one of its longstanding ambitions. 

At a moment when the world is facing the prospect of war with Iran, Ms. Rousseff has the opportunity to make a courageous overture to help defuse the crisis; she should seize it.

Bernard Aronson, a private equity manager, was assistant secretary of state for inter-American affairs from 1989 to 1993.
: ^((




Virtudes Nacionais
Olavo de Carvalho
Que eu saiba, nenhuma acusação de tortura pesa ou pesou jamais contra aqueles oficiais atacados na porta do Clube Militar.
Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. Trezentos jovens insultando duas dúzias de octogenários – eis a imagem daquilo que, no Brasil de hoje, se considera um exemplo de coragem cívica.

É possível descer ainda mais baixo? É. Nenhum dos agressores se lembrou sequer de perguntar se algum daqueles velhos, a quem cobriam de cusparadas, xingamentos e ameaças, esteve pessoalmente envolvido nos episódios de tortura que lhes eram ali imputados, ou se o único crime deles não consistia em puro delito de opinião.
Que eu saiba, nenhuma acusação de tortura pesa ou pesou jamais contra aqueles oficiais atacados na porta do Clube Militar. O único acusado, o coronel Brilhante Ustra, não estava presente e foi queimado em efígie. Os outros pagaram pelo crime de achar que Ustra é inocente, que o governo militar foi melhor do que a alternativa cubana ou que as violências praticadas por aquele regime pesam menos do que as suas realizações. Por isso, e só por isso, foram chamados de assassinos e torturadores.
Não apenas a "coragem" é o nome que hoje se dá à covardia mais sórdida, mas o "senso de justiça" consiste em acusar a esmo, sem ter em conta a diferença que vai entre aplaudir um regime extinto e ter praticado crimes em nome dele.
Se o simples fato de avaliar positivamente um governo suspeito de tortura faz do cidadão um torturador, então os arruaceiros reunidos na porta do Clube Militar, bem como o seu instigador, o cineasta Sílvio Tendler, são todos torturadores, e o são em muito maior escala do que qualquer militar brasileiro, pelo apoio risonho e cúmplice que, uns mais, outros menos, por ações e omissões, têm dado a regimes incomparavelmente mais cruéis do que jamais o foi a nossa ditadura.
Essa observação aplica-se especialmente, e da maneira mais literal possível, aos militantes do PC do B, a organização mais representada naquele espetáculo. É o partido maoísta, nascido e crescido no culto a um monstro genocida, estuprador e pedófilo, campeão absoluto de assassinatos em massa, que se zangou com a URSS por achar que o governo de Moscou não era violento e cruel à altura do que o exigiam os padrões da revolução mundial.
Por todas as normas do direito internacional, a lealdade retroativa a um regime reconhecidamente genocida é crime contra a humanidade. A carga dessa culpa imensurável é a única autoridade moral com que a massa de jovens revoltadinhos se apresenta ante os oficiais das nossas Forças Armadas, acusando-os de crimes que talvez alguns de seus colegas de farda tenham cometido, mas que eles próprios jamais cometeram.
O sr. Silvio Tendler diz que sua mãe foi torturada. É possível. Mas isso dá a ele o direito de instigar uma multidão de cabeças ocas para que acusem de tortura qualquer saudosista do regime militar que encontrem pela frente? Não entende, esse pretenso intelectual, a diferença entre crime de tortura e delito de opinião?



Opinião por opinião, pergunto eu: os méritos e deméritos do regime militar brasileiro já foram examinados com isenção e honestidade, em comparação com a alternativa comunista que suas pretensas vítimas lutavam para implantar no Brasil? Os brasileiros que, exilados ou por vontade própria, se colocaram a serviço dos regimes de Havana e de Pequim não se acumpliciaram com uma violência ditatorial incomparavelmente mais assassina do que aquela contra a qual agora esbravejam histericamente? Ou será que os cadáveres de cem mil cubanos, dez mil angolanos e setenta milhões de chineses, assassinados com o apoio dessa gente, pesam menos que os de algumas dezenas de terroristas brasileiros?

Havana, é verdade, fica longe, Luanda fica ainda mais longe, a China então nem se fala, e o Doi-Codi fica logo ali. Mas desde quando a gravidade dos crimes é medida pela razão inversa da distância em que foram cometidos?
Também é fato que os mortos de Cuba, de Angola e da China nunca foram manchete no Brasil, mas devemos acreditar, a sério, que a extensão do mal é determinada objetivamente pelo escarcéu jornalístico concedido a umas vítimas e negado a outras por simpatizantes ideológicos das primeiras?



Essas perguntas, bem sei, não se fazem. Não são de bom tom. Mas, na dissolução geral da própria ideia das virtudes, que senso do bom-tom poderia sobreviver num país cujo presidente se gaba, veraz ou falsamente, de haver tentado estuprar um companheiro de cela, e ainda diz ter saudades do tempo em que os meninos da sua região natal faziam sexo com cabritas e jumentas, se é que faziam mesmo e não foi ele próprio quem os inventou à imagem e semelhança da sua imaginação perversa? E será preciso lembrar que essa mesma criatura, indiciada em inquérito pelo maior esquema de corrupção de que já se teve notícia nesse país, reagiu com um sorriso cínico, alegando-se protegida não pela sua inocência, que nunca existiu, mas pela lentidão da Justiça?

Será exagero, será insulto criminoso chamar de cafajeste o homem capaz de fazer essas declarações em público? E será insana conjetura suspeitar que esses e outros tantos exemplos da cafajestada oficial, copiados por milhares de incelenças, louvados em prosa e verso por uma legião de sicofantas, repassados com orgulho do alto das cátedras, transfigurados por fim em "valores culturais" e aceitos com sorrisos de complacência entre paternal e servil pelas nossas "classes dominantes", criaram o modelo de coragem e justiça que hoje inspira os bravos agressores de anciãos?
Publicado no Diário do Comércio.
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Contam que Rui Barbosa, certa feita, tendo ouvido um barulho estranho vindo do seu quintal, foi averiguar e surpreendeu um ladrão tentando levar seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, quando este tentava pular o muro com os patos, disse-lhe:

- Oh, bucéfalo anácrono ! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e fá-lo-ei com tal ímpeto que reduzir-te-ei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, todo confuso:

- Dotô... resumino... eu levo ou dêxo os pato ? 







Agressores de militares
Políbio Braga
(29/03/2012)


O guerrilheiro de festim que articulou o mensalão
15/03/2012
 às 18:15 \ Direto ao Ponto
JOSÉ DIRCEU - CHEFE DA CASA CIVIL DO LULA
Parida pelo governador Agnelo Queiroz e sustentada pelas estatais de sempre, a Bienal do Livro de Brasília tem a cara do pai e tanta compostura quanto as madrinhas. É compreensível que o companheiro José Dirceu esteja no elenco de palestrantes do “evento literário” que pretende animar as noites da capital entre 14 e 23 de abril. Segundo a programação de estreia, o chefe da quadrilha do mensalão vai discorrer sobre “O fim das utopias e a ditadura do mercado”.

Dirceu deveria aproveitar o tema para contar a verdadeira história do guerrilheiro de festim que caiu na vida para subir na vida. Como tal surto de sinceridade pode dar cadeia, o palestrante provavelmente dirá que só aceitou suspender por uns tempos a luta pela implantação da ditadura do proletariado depois de submetido a atrozes sessões de tortura por carrascos a serviço da elite golpista. Para sobreviver, conformou-se com o ofício de “consultor”.

É por estar sob o jugo da ditadura do mercado, portanto, que Dirceu anda ganhando um dinheirão como facilitador de negócios tramados por capitalistas selvagens. Tão logo recupere a liberdade, voltará a perseguir o paraíso socialista em tempo integral ─ e empunhando um trabuco, se necessário.

Diga o que disser, o palestrante vai embolsar o cachê de R$ 5 mil. É também por isso que Dirceu sempre quis ser Lula. Para contar mentiras, o chefe ganha 40 vezes mais.