13 de mai. de 2012


SR. ROBERTO DE SOUZA SALLES
MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Anexado à presente, devolvo a essa universidade, aos seus cuidados, o meu diploma de Engenheiro Industrial Metalúrgico outorgado por essa universidade. Esse diploma foi motivo de grande orgulho para mim, desde quando o conquistei e recebi, até o dia 4 de maio de 2012, quando essa universidade, sub sua regência, outorgou o título de Doutor Honoris Causa a Luiz Inácio “Lula” da Silva.

Não aceito ser bacharel por uma universidade que, por um lado, é tão rigorosa ao selecionar e diplomar seus alunos e, por outro lado, outorga alegremente o título de Doutor Honoris Causa a um indivíduo que ao longo de toda a sua vida pública tem demonstrado reiteradamente profundo desprezo pela educação formal.

Sem levar em conta aspectos éticos e políticos da história desse indivíduo, entendo que qualquer reitor de qualquer universidade que outorgar a ele qualquer título honorífico estará debochando de todos aqueles que concorreram a vagas, cursaram faculdades e se diplomaram nessa universidade. A Universidade Federal Fluminense praticou, sob a sua regência, um ato de vassalagem voluntária que denigre a história da universidade e diminui o mérito de todos que nela conquistaram algum título respeitando a educação formal e se dedicando ao estudo e à aquisição de conhecimento.

A História mostra que muitas pessoas e até mesmo povos inteiros já foram submetidos a vassalagem involuntária. A História mostra também que muitos resistiram e lutaram bravamente contra essa vassalagem involuntária e, independentemente do sucesso ou do fracasso dessa luta, o simples fato de terem resistido e lutado os honra. A grande maioria se acomodou e isso não constitui uma desonra – apenas faz parte da natureza humana. A verdadeira desonra é a vassalagem voluntária – que caracteriza uma minoria que ainda não entendeu e não representa a verdadeira natureza humana.

Preste vassalagem em seu próprio nome. Não envolva a universidade e o seus corpos docente e discente passados, presentes e futuros nos seus atos de vassalagem. Se quer se dar ao desfrute de espojar diante de quem quer que seja, tenha a coragem de fazê-lo em seu próprio nome, sem arrastar no chão a toga da Universidade Federal Fluminense.

Receba, senhor Reitor, o meu profundo pesar e a mais plena reprovação por esse ato.
República Federativa do Brasil, 7 de maio de 2012

Avelino Rui de Oliveira Taveiros
Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda
Décima Terceira Turma
   
IMAGEM INSERIDA PELO BLOG

A BELA ADORMECIDA
     
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8 de mai. de 2012


Lula consegue liminar
para não depor como testemunha

Vitor Vieira
domingo, 6 de maio de 2012


O comparecimento do ex-presidente Lula a uma Vara Federal Criminal para prestar depoimento sobre o Mensalão está sendo discutido em um Mandado de Segurança em tramitação no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo). Lula alega nada saber a respeito, motivo pelo qual rejeita comparecer em juízo. Até o momento, o ex-presidente levou a melhor.


Considerando que a convocação dele como testemunha é uma típica jogada midiática, respaldada apenas em notícias de jornais, e que nada acrescentará ao processo, o desembargador Messod Azulay Neto concedeu liminar suspendendo a intimação determinada pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. No parecer, a procuradora regional Monica Ré alega não existir justificativas para ele deixar de atender à intimação judicial. 

ELE NÃO VIU NADA, NÃO OUVIU NADA E NÃO SABE DE NADA

O curioso é que o Mandado de Segurança tramita em segredo de Justiça. No Tribunal Regional Federal tramitam nada menos do que nove processos relacionados a este caso. Destes nove, seis (duas Exceções de Suspeição criminal, dois Habeas Corpus e dos Mandados de Segurança) tramitam abertamente, sem qualquer segredo.


O desembargador Azulay Neto informou que o sigilo veio da primeira instância e prometeu reavaliá-lo ao receber os autos do Ministério Público Federal. A procuradora também considera que não se justifica o segredo no processo. Lula foi arrolado como testemunha de defesa do ex-procurador da Fazenda, Glênio Sabad Guedes. Ele, junto com o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza e os sócios deste (Rogério Lanza Tolentino e José Roberto Moreira de Melo), respondem ao processo 2006.51.01.523697-3, na 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, pelos crimes de falsidade ideológica, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.


O processo é considerado um filhote do Mensalão. Em 2006, ao apresentar ao Supremo Tribunal Federal a acusação contra os 40 envolvidos no esquema das propinas pagas a políticos por Marcos Valério, o então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, incluiu Guedes no que denominou de “rede própria de servidores corrompidos” que o publicitário mantinha para “facilitar suas atividades ilícitas”.


O caso foi remetido à Procuradoria da República do Rio de Janeiro para prosseguir nas investigações. Guedes é acusado de receber propinas de Marcos Valério e seus dois sócios para interferir a favor de bancos, notadamente o Rural e o BMG, mas também houve citações ao Opportunity e outros, no Conselho de Recurso do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN), conhecido como "Conselhinho", onde tinha assento como procurador da Fazenda Nacional. Ajudava a reverter punições impostas às instituições financeiras pelo Banco Central ou pela Comissão de Valores Mobiliários, segundo a denúncia.


A propina ficou caracterizada com a descoberta de depósitos das empresas de Marcos Valério nas contas de familiares de Guedes de, pelo menos, R$ 1,5 milhão. A Receita Federal também constatou um crescimento injustificado dos bens do então procurador da Fazenda e seus familiares. Somente em imóveis foram gastos cerca de R$ 7 milhões, motivo pelo qual os pais dele (Ramon Prestes Guedes de Moraes e Sami Sabbad Guedes), assim como sua mulher, Cibele Gomes Giacoia, foram denunciados por lavagem de dinheiro.


As investigações demoraram na Polícia Federal e só foram concluídas por interferência do procurador Antonio do Passo Cabral, que apresentou a denúncia com base nas apurações dos Processos Administrativos abertos contra Guedes, os mesmos que resultaram na sua demissão do cargo público. Paralelamente, descobriu-se um esquema de propinas a policiais federais para que não dessem andamento ao inquérito. Isto motivou o procurador Marcelo Freire a denunciar o ex-procurador da Fazenda por crime de corrupção ativa.


Esta Ação Penal tramita na 1ª Vara Federal Criminal. Na época da denúncia, Guedes ficou preso 21 dias, o que o levou a entrar com pedidos de indenização contra a União.


O ex-presidente Lula foi arrolado como testemunha de defesa de Guedes no primeiro semestre do ano passado, quando da apresentação pelo réu da sua defesa preliminar. Ele também arrolou o atual ministro do Superior Tribunal de Justiça, Ricardo Cueva. Isso porque ele atuou com Guedes no "Conselhinho". Cueva saiu do Conselhinho antes de ser nomeado ministro do STJ.


O pedido para arrolar o ex-presidente como testemunha foi indeferido pelo então juiz substituto da 3ª Vara, Roberto Dantes Schuman de Paula. Schuman entendeu que “o réu fundamentou a necessidade de ouvi-lo em razão de pronunciamentos recentes à imprensa dando conta de “não ter havido o mensalão”.


A primeira intimação para Lula foi encaminhada para a 6ª Vara Federal de São Paulo, especializada em lavagem de dinheiro, por meio da Carta Precatória CPR. 0025.000102-5/2011, em 6 de dezembro. O ex-presidente, por meio de advogados do escritório Teixeira, Martins & Advogados, apresentou um documento assinado de próprio punho garantindo não ter o que testemunhar e invocou seu estado de saúde para não comparecer.


Ele alegou que, devido ao tratamento contra o câncer, o contato com terceiros o colocaria em risco de contrair infecções. A negativa foi abordada em novo despacho do juiz, datado de 21 de março, no qual ele cobra uma posição do acusado Guedes e admite a possibilidade de o depoimento do ex-presidente ser por escrito.


Guedes, porém, não abriu mão do depoimento pessoal do ex-presidente. Alegou que a lei só prevê o depoimento por escrito para presidentes no exercício do mandato e não para ex-presidentes.




Após quimioterapia, Lula enfrenta doença no tornozelo


domingo, 6 de maio de 2012

O ex-presidente Lula está com uma neuropatia periférica (inflamação de nervo) conhecida como "pé caído". Nos últimos dias, ele teria caído duas vezes em razão de uma fraqueza no tornozelo. O uso da bengala foi recomendado pela fisioterapeuta que o acompanha. A neuropatia é um efeito colateral tóxico da combinação de quimioterápicos que Lula recebeu para tratar o câncer de laringe, diagnosticado em outubro do ano passado. Segundo médicos, o problema é reversível, mas pode demorar meses para isso acontecer. O tratamento pode ser conservador, com uso de órteses sob medida mantendo o pé em posição neutra. Nos casos mais difíceis pode ser necessária cirurgia para a correção do problema.
Não pude resistir
   
Perdoem-me os(as) pudicos(as).


Ayrton Senna

Excelente documentário,
Clique na imagem para assistir em alta resolução.



COLABORAÇÃO À COMISSÃO DA "VERDADE" (sic)

          "Algo também marcante aconteceu com um sujeito encarregado de zelar pela Gráfica do Partido, em Belo Horizonte. O fulano, comprovadamente, não apenas entregou à polícia nossas instalações, como delatou companheiros, que acabaram presos em consequência disso. Aparentemente, o homem queria estabelecer-se como uma espécie de espião, dentro do PCB. Nem desconfiava que já sabíamos de sua traição. Convocado para uma reunião, foi levado a um aparelho. Lá chegando, foi sumariamente executado. Seu corpo foi derretido com ácido muriático numa banheira e os restos, despejados na latrina.

          Como esses, deram-se muitos outros episódios, naqueles anos, que foram reeditados, esporadicamente, na década de 70. Não estou, aqui, propriamente, confessando arrependimentos. Apenas expondo até onde se pode, ou se precisa chegar, não sei, quando perdemos a medida da política de convivência com a sociedade."

Transcrição literal de trecho da página 73 do livro "Memórias de um Stalinista / Hércules Corrêa.- Rio de Janeiro: Opera Nostra Editora, 1994."


Hércules Corrêa, nascido em 1929, ingressou no Partido Comunista Brasileiro (PCB) em 08 de janeiro de 1944, com a idade de 14 anos, recrutado por Brivaldo Alves de Souza. Frequentou um curso de Marxismo, com duração de dois anos, na União Soviética, de onde retornou em abril de 1955, vindo a fazer parte do comitê central do PCB. Em 64 comandava a Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT).


6 de mai. de 2012



Ex-agente que agora admite crimes na
ditadura tem longa ficha policial

Ex-delegado do Dops diz ter incinerado corpos de esquerdistas e protagonizado episódios lendários. Guerra afirma que atuou em casos como a chacina da Lapa e o Riocentro, mas seu nome não consta da crônica do período.

BERNARDO MELLO FRANCO
ENVIADO ESPECIAL A VITÓRIA - 06 Mai 2012


Facínora, recuperado, farsante, corajoso, vilão da ditadura, herói da Comissão da Verdade.

Nos últimos dias, todas essas expressões foram usadas para descrever à Folha Cláudio Guerra, ex-delegado do Dops que afirmou, em livro, ter matado e incinerado corpos de presos políticos no regime militar (1964-1985).

Ignorado pela crônica do período, ele agora se apresenta como protagonista de episódios lendários como a Chacina da Lapa - morte de três dirigentes do PC do B no bairro paulistano, em 1976-, a morte do delegado Sérgio Fleury -um dos principais nomes da repressão-e o atentado do Riocentro, realizado pela linha dura do regime em 1981.

O lançamento deu visibilidade nacional a um personagem que, no Espírito Santo, já é associado ao crime organizado e aos grupos de extermínio desde o fim dos anos 70.

"O nome dele impõe temor em todo o Estado", diz o procurador de Justiça Sócrates de Souza. "Durante muitos anos, ele esteve envolvido com quase todas as mortes violentas na sociedade capixaba."

Condenado a 42 anos de prisão por um atentado a bomba quando disputava o controle do bicho em Vitória, ele também é acusado de diversos assassinatos, inclusive o da ex-mulher e da cunhada, torturas, associação para o tráfico e outros crimes.

Sinônimo de barra-pesada, voltou a ser citado pela mídia local há três meses sob suspeita de colaborar com o desvio de R$ 6 milhões em dízimos recolhidos pela Assembleia de Deus em Serra (ES), onde atuava como integrante do conselho fiscal.

Por causa da ficha corrida, a cúpula da igreja no Estado se recusa a nomeá-lo pastor, o que não o impede de liderar cultos e se apresentar como exemplo de recuperação em templos no entorno de Vitória.

Ele ainda mantém um site onde se outorga o título negado pelos superiores e aparece em fotos de terno e gravata, como um pregador televisivo.

"O Cláudio é um milagre de Jesus. Ele era um monstro e virou um cordeiro, um pombo da paz", diz o pastor Délio Nascimento, que também é acusado de desviar dinheiro dos fiéis, o que ele nega.

Guerra passou os últimos anos preso em regime semi-aberto numa casa de repouso em Vila Velha (ES).

Agora está escondido com autorização judicial, após dizer ter sido alvo de ameaças de um militar que citou no livro.

Apesar da repercussão na imprensa, "Memórias de uma Guerra Suja" (Topbooks) foi recebido com ceticismo por alguns pesquisadores e parentes de vítimas da ditadura.

Victoria Grabois, dirigente do grupo Tortura Nunca Mais no Rio, estranhou que alguém que diz ter sido tão importante tenha permanecido incógnito por décadas.

007

O ex-delegado nunca apareceu nas listas de torturadores divulgadas há mais de 30 anos, e ao menos dois oficiais que ele citou como cúmplices disseram que não o conhecem.

Um alto funcionário do governo federal que atua na área de anistia política afirma que é comum ex-agentes exagerarem relatos.

A suspeita é agravada por trechos espetaculares do livro, como a suposta participação num atentado em Angola que explodiu uma rádio e matou integrantes do regime comunista em 1977.

A missão secreta teria decolado do subúrbio do Rio num Hércules da FAB (Força Aérea Brasileira).

Em outra passagem, o ex-delegado diz ter sido íntimo de um representante da CIA, cubano naturalizado americano, responsável pelo contrabando de armas para os militares brasileiros.

Segundo o relato, o agente um dia tentou matá-lo, mas ele se salvou numa cena de 007.

"A desconfiança é bem-vinda. Mas nós checamos todas as informações e confiamos no que ele contou", diz o jornalista Rogério Medeiros, que assina o livro-depoimento com Marcelo Netto.

O deputado estadual Adriano Diogo (PT), que preside a Comissão da Verdade paulista, afirma que o testemunho pode ser útil. "Ele pode não ter sido um cinco-estrelas como está se vendendo. Mas se 1% do que diz for verdade, já é relevante."

De acordo com o Tribunal de Justiça do Espirito Santo, Guerra pode se livrar da pena em 2015, graças à idade avançada. O procurador Souza é contra o benefício.

"Ele não é um criminoso comum. Se fez tudo isso no passado, pode voltar a fazer."


Prontuário - Cláudio Guerra, 71

CURRÍCULO
Ex-delegado do Dops, foi identificado com grupos de extermínio no Espírito Santo nos anos 80. É acusado de homicídios, torturas e associação para o tráfico
PENA
Foi condenado a 42 anos de prisão pela morte do bicheiro Jonathas Bulamarques, no Espírito Santo. Está em regime semiaberto e deve ser libertado no início de 2015
IGREJA
Diz ter virado evangélico na cadeia e hoje é pastor da Assembleia de Deus. Em fevereiro, depôs em inquérito que apura o suposto desvio de R$ 6 milhões de dízimo
DITADURA
Em livro, diz ter incinerado corpos de desaparecidos políticos, embora nunca tenha aparecido em listas de torturadores
REPERCUSSÃO
A PF já o ouviu, e políticos querem levá-lo à Comissão da Verdade. Especialistas dizem desconfiar dos relatos dados pelo ex-delegado

5 de mai. de 2012

: ^ ))



Vitor Vieira

Fux foi nomeado para o STF para votar contra o Mensalão, segundo gravação de Demóstenes com Cachoeira.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) disse ao empresário Carlinhos Cachoeira que o governo federal condicionou a nomeação de um ministro do Supremo Tribunal Federal à absolvição de réus no processo do mensalão. A conversa foi gravada com autorização judicial pela Polícia Federal, na operação que prendeu Cachoeira em fevereiro. 

Demóstenes disse a Cachoeira que "um amigo" que havia recusado a vaga no Supremo dissera a ele que as condições do Planalto para aceitá-la eram votar contra a aplicação da Lei da Ficha Limpa na eleição de 2010 e absolver os denunciados pela Procuradoria da acusação de participar do mensalão. 

A Ficha Limpa determina a inelegibilidade de político condenado criminalmente em segunda instância, cassados ou que tenha renunciado para evitar a cassação. Candidatos recorreram ao Supremo contra a aplicação da lei já em 2010. "O Fux votou a favor da ficha limpa? Vai valer já a partir de 2012?", perguntou Cachoeira a Demóstenes. O senador então respondeu: "Exatamente. Já estava cantada a pedra. Eu te contei, o amigo meu recusou lá e as condições eram aquelas. Vai votar assim e vai votar pela absolvição da turma do mensalão". 

A conversa entre Demóstenes e Cachoeira ocorreu em 23 de março de 2011. Naquela tarde, o ministro Fux, nomeado por Dilma Rousseff dois meses antes, havia votado contra a aplicação da Ficha Limpa nas eleições de 2010. O voto de Fux foi decisivo porque duas análises anteriores de recursos contra a lei haviam terminado empatadas. Na ocasião seguinte, o Supremo anulou por 6 votos a 5 os efeitos da lei nas eleições de 2010, para que ela começasse a valer a partir de 2012. Fux negou que tenha recebido qualquer tipo de condição para assumir a vaga, que ficou indefinida por seis meses, desde a aposentadoria de Eros Grau, em agosto de 2010, ainda no governo Lula.
O MINISTRO LUIZ FUX É O DA DIREITA


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DE MÉDICOS (novas e velhas)

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- Doutor, quando eu era solteira tive que abortar seis vezes. Agora, que casei, não consigo engravidar.
- Seu caso é muito comum: você não reproduz em cativeiro.
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Após a cirurgia:
- Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas por que essa luz tão forte?
- Meu filho, eu sou São Pedro.
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No psiquiatra:
- Doutor, tenho complexo de feia.
- Que complexo que nada.
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- Doutor, o que eu tenho?
- Ainda não sei, mas vamos descobrir na autopsia.
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- Meu médico é um incompetente. Tratou do fígado de minha esposa por vinte anos e ela morreu do coração.
- O meu é muito melhor. Se trata você do fígado, você morre do fígado..
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Um psicanalista a outro:
- Venho ao colega para me aconselhar em um caso impossível.
- De que se trata, colega?
- Estou atendendo um argentino com complexo de inferioridade!
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O psiquiatra incentiva o paciente:
- Pode me contar desde o princípio...
- Pois bem, doutor! No princípio eu criei o céu e a terra...
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O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
- Doutor, eu tenho dupla personalidade.
- Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro...
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- Doutor, estou com dor aqui do lado direito da barriga e meus olhos ficaram amarelados!
- Muito bem. O sr. bebe?
- Obrigado, eu aceito uma dosezinha!
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Se o paciente chega no consultório de um neurologista babando e fazendo sons esquisitos, ele pensa:
- Huum... vamos ver o que eu faço com esse sujeito.
Já quando chega um paciente babando e fazendo sons esquisitos no consultório do neurocirurgião, ele exclama:
- Ai, meu Deus! O que foi que eu fiz?
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No consultório psiquiátrico:
- Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo!
- E desde quando o senhor acha que é um galo?
- Ah, desde que eu era um pintinho.
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Sabe qual a diferença entre um clínico, um cirurgião-geral, um psiquiatra e um patologista ?
O clínico sabe tudo e não resolve nada;
o cirurgião não sabe nada, mas resolve tudo;
o psiquiatra não sabe nada e não resolve nada; e
o patologista sabe tudo, resolve tudo, mas sempre chega atrasado.
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MAIS UMA ARMAÇÃO DA COMUNALHA

www.averdadesufocada.com 

Ao que parece o lançamento desse livro, com o arrependimento de um cidadão que jamais foi citado como torturador por qualquer ex-militante da luta armada, nada mais é do que um projeto para desviar o foco dos escândalos que assolam o país no momento e, uma preparação para um clima favorável à retaliação que está sendo preparada para a encenação que será a Comissão da Verdade. 

Sobre esse silêncio com relação a sua atuação na repressão à luta armada, se é verdade o que os jornais dizem - ainda não lemos o livro - só tem uma explicação, que até foi bem bolada : parece que ele só lidou com mortos, levando-os para incineração e, como mortos não falam, ele não poderia ser reconhecido por cadáveres. Em compensação, a sua ficha criminal é bastante extensa. Pelo que os jornais - O Globo, Estadão , Folha de São Paulo e Folha de Vitória -, publicaram, além das incinerações de cadáveres que ele diz ter cometido e estar arrependido, cometeu outros crimes comuns, tais como assassinatos e fraudes processuais alguns ainda sem punição.
É inacreditável que um ex-delegado do DOPS do Espírito Santo, com uma ficha corrida com crimes tão absurdos revelados por ele, que fez tantas coisas abomináveis, segundo ele próprio, tenha se mantido por mais de 30 anos no anonimato e jamais tenha sido identificado pelo Grupo Tortura Nunca Nunca Mais e outras ONGs dedicadas aos Direitos Humanos!!! Como ele passou sem deixar vestígios de seus atos nos depoimentos na Justiça Militar ? Como nenhum jornalista não chegou a uma mínima pista de sua vida de atitudes inconcebíveis até para filmes de terror? Será que não temos jornalistas investigativos ? 

As acusações que faz no livro não se sustentam, minimamente. Não fala em datas, todos os citados estão mortos, com exceção de três - provavelmente os que são os alvos a serem atingidos.

Por exemplo, quem trabalhava na Comunidade de Informações, ao ser tranferido para outras funções afastava-se, definitivamente, das Informações e das Operações de Informações. Não tomava parte em qualquer ato no ramo das Informações. Isto se devia à extrema compartimentação que havia dentro do Serviço de Informações. O Cel Ustra foi afastado da Comunidade de Informações, em 14/11/1977, quando assumiu o comando do 16º Grupo de Artilharia de Campanha, em São Leoplodo/RS, não retornando mais a esta Comunidade até o final da sua carreira na ativa.

Assim, como o Cel Ustra teria "poder" para influenciar sobre a morte de Fleury - em 1979 -, se há 5 anos já não morava em São Paulo, não pertencia à Comunidade de Informações e residia em São Leolpoldo? 

É facil averiguar o caso Fleury. Verifiquem que dos dados citados por ele no pretenso almoço onde foi tramada a execução de Fleury, três já morreram e os que , além dele, estão vivos não compareceram a este almoço. 

Mais fácil ainda, procurem a família do delegado Fleury - a viúva, o filho, a filha, o genro médico, o marinheiro que o tirou da água e o casal que o acompanhou no jantar -, e verifiquem o que aconteceu naquela fatídica noite. Está mais do que provado que o delegado Fleury morreu por choque térmico, ao cair, acidentalmente, nas águas frias de Ilha Bela, mais ou menos a uma hora da madrugada, quando passava de um barco para outro, na companhia de sua mulher, de um casal amigo e de seu próprio filho.

E, como o Cel Ustra poderia ter comandado o atentado ao Rio-Centro, no Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1981, se residia em Brasília, estava em uma função burocrática no Estado Maior do Exército, no Quartel General do Exército e, portanto, fora da Comunidade de Informações?

É só raciocinar um pouquinho. 

Quanto ao caso do jornalista Alexandre von Baumgarten, morto em outubro/1982, este já foi mais do que visto e revisto. Quem não se lembra do "Polila", querendo incriminar o General Newton Cruz, de qualquer maneira? O Cel Ustra nunca conversou com o general Newton Cruz, nunca foi seu subordinado, seu nome nunca foi citado em qualquer notícia publicada na época, no inquérito policial ou na Justiça quando o caso foi julgado e naquela ocasião não mais pertencia à Comunidade de Informações. E, o General Newton Cruz foi inocentado. 

Sem ler o livro e sem uma pesquisa mais profunda, é um caso tão estranho, com todos os citados mortos e um arrependimento tão tardio para um pastor, que nos leva a elocubrar coisas como:

1- O ex-delegado terá recebido uma grana muito boa para aliviar o final dos seus dias e pagar aos advogados que devem estar tratando de salvá-lo dos 18 anos de prisão pela acusação do assassinato da mulher com 19 tiros e da cunhada com 11 , encontradas jogadas em um lixão? 

2- Ou terão lhe oferecido o beneficio de uma "delação premiada" - ainda que falsa - em troca do alívio da pena desses últimos assassinatos, que não são abrangidos pela Lei da Anistia?
Será que os escritores do livro-depoimento, pesquisaram a veracidade e as provas dessas tenebrosas histórias?
É inacreditável que um deles, o jornalista Marcelo Netto, que esteve preso quando se preparava, juntamente com sua primeira esposa, para reforçarem as fileiras de guerrilheiros do PCdoB no Araguaia , não tenha sabido do caráter e da atuação deste ex-delegado e que não tenha se preocupado em procurar provas para apresentá-las no livro e torná-lo crível.. 

Creio que, com a influência que o jornalista acima teve, e talvez ainda tenha, nos corredores do poder, assessor que foi do Ministro Antônio Pallocci, durante o caso Mensalão, no governo Lula, e durante a crise do caseiro Francenildo - que acabou derrubando o poderoso Ministro da Fazenda, não teria sido dificil para ele, averiguar, profundamente, a vida do ex-delegado Cláudio Guerra e conhecer seu passado nebuloso.

Quanto ao outro jornalista, Rogério Medeiros, nem precisava de muito esforço - conhecia muitos os crimes do "arrependido"

Há mais de três décadas, o jornalista Rogério Medeiros, então repórter do Jornal do Brasil, desvelou em uma reportagem a verdade sobre o ex-delegado Cláudio Guerra. Medeiros esclareceu que Guerra não era combatente da criminalidade no Espírito Santo, mas sim o autor de pelo menos 35 execuções sequenciadas de queima de arquivo. “A reportagem causou um efeito devastador à imagem de Guerra. Ele passou da condição de defensor da sociedade capixaba a chefe do crime organizado”, afirma Medeiros.( SéculoDiario .com) 

A reportagem ajudou a pôr o temido delegado atrás das grades. 

O "nhenhenhém" vai continuar até o livro chegar às livrarias e poder ser estudado nas entrelinhas com profundidade. Por enquanto, não passa de sensacionalismo de alguns jornais, e de elocubrações de muita gente, inclusive nossa, que não entendemos porque entra nesse fictício almoço o cel Juarez , que jamais foi de um DOI, ou de um Dops.

Para conhecerem melhor a história de vida do ex-delegado e atual "arrependido" pastor Cláudio Guerra, leiam abaixo sua ficha criminal, publicada em vários jornais:

"Acusado de atentado e homicídios
Bruno Dalvi - O Globo - 03/05/2012

VITÓRIA. Ex-delegado do Dops e da Polícia Civil do Espírito Santo, Cláudio Guerra, de 71 anos, é acusado de tortura, homicídios, formação de quadrilha, tráfico de drogas, roubo de armas, de chefiar grupos de extermínio, e de estar envolvido em desvio de dízimo de uma igreja evangélica. Guerra tem pelo menos duas condenações por assassinato. Ao cumprir pena num presídio capixaba, ele disse ter "encontrado Jesus" e se tornou pastor da igreja Assembleia de Deus.

O ex-delegado foi condenado a 42 anos de prisão, em regime fechado, por um atentado a bomba, ocorrido em agosto de 1982, no centro de Vitória. Guerra ficou preso 10 anos e conseguiu a liberdade. O atentado mutilou o bicheiro Jonathas Bulamarques e feriu as irmãs Denise Gava e Déia Gava. Guerra também responde a processo pelos assassinatos da própria mulher, Rosa Maria Cleto, e da cunhada, Glória Maria Cleto, em 1980.
Os corpos foram achados num lixão, em Cariacica, na Grande Vitória. Rosa levou 19 tiros e Glória, 11. Foi condenado a 18 anos, mas o caso aguarda decisão final do Tribunal de Justiça do Espírito Santo."

A respeito do crematório em uma Usina, no norte do Estado do Rio, é inconcebível. Imaginem um sujeito matar uma pessoa em São Paulo, ou como diz ,em uma "casa da morte", que os jornais afirmam ter existido em Petrópolis, carregar o corpo por via rodovária, passando por barreiras policiais, podendo acontecer um acidente e o corpo aparecer. Além disso , segundo os jornais, o proprietário da Usina já faleceu e a filha, que o sucedeu, nega que isto tenha ocorrido.

Afinal pergunto: por que ele não levou os corpos de sua esposa e de sua cunhada para queimá-los na Usina e preferiu jogá-los num lixão?

Será que as incinerações a que ele se refere não são algumas das 35 vítimas que seu grupo de extermínio executou?

Desmentindo a versão do ex-delegado vejam o que é dito por Percival de Souza , em autópsia do Medo, livro de sua autoria, sobre a morte do Dr Fleury:

Mas o relato, segundo o jornalista Percival de Souza, comentarista da TV Record e autor da biografia de Fleury (“Autópsia do Medo”, publicado pela editora Globo em 2000), não tem “sentido algum”. “Isso é totalmente inverossímil.”

Para ele, a versão da pedrada é “ridícula”. “Não havia nada na testa, na fronte, no rosto. Nada.” Na hora do acidente, lembra o jornalista, Fleury estava com a mulher. Tinha bebido demais antes de cair da lancha, conforme o inquérito ao qual teve acesso. “Na época todo mundo ficou com esse grilo. Quando soube da morte dele, a primeira coisa que me perguntei foi: ‘quem matou?’. Mas eu vi o inquérito sobre a morte dele, que ninguém tinha visto. Falei com o delegado de polícia (responsável pelo caso), e ele explicou o porquê de não ter havido a autopsia: ninguém queria traumatizar a família. Também falei com o marinheiro que o resgatou ainda com vida. Os cães do Fleury foram ao local, e olharam tudo. Todo mundo da equipe dele investigou. Ele estava no esplendor do poder na polícia.”

No livro recém-editado, Guerra aponta o nome dos militares que teriam comandado a operação para matar Fleury, entre eles o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, do Doi-Codi – recém-denunciado por crimes cometidos na ditadura. O biógrafo de Fleury afirma que o delegado era próximo da maioria dos agentes.
“Ele (Fleury) sempre foi um fiel vassalo do sistema. Não havia razão alguma para desconfiar de nada. Era super relacionado no Exército, na Marinha, na Aeronáutica. Não tinha como considerá-lo um inimigo em potencial. Se ele revelasse algo, seria incriminado por ele mesmo”.

Souza completa: “Quando o Fleury morreu, ele era diretor do Deic e o Erasmo Dias, de quem o Fleury era um vassalo, era o secretário de Segurança. Se tivesse arsênico, pedrada, o Erasmo iria mover mundos e fundos para descobrir. Foi ele o responsável pela carreira meteórica do Fleury na policia. Estavam em sintonia”.

Prova disso, completa o jornalista, é que todas as vezes que Fleury respondia a processo por suposto uso da força, ele listava como testemunhas os próprios oficiais das Forças Armadas. “A ligação era muito grande entre ele e todo o sistema. Isso não tem sentido.”

O biógrafo diz desconfiar também da participação de um delegado do Dops do Espírito Santo na história. “O Dops do Espirito Santo não tinha expressão alguma, nada, zero, nulo. Para meu livro, entrevistei 117 pessoas que considerava fundamentais. E só agora estou ouvindo falar nesse Cláudio Guerra.”

Cautela

Procurada após a reportagem, a procuradora da República, Eugênia Fávero, uma das responsáveis pelas investigações sobre crimes da ditadura em São Paulo, afirma ter recebido com “cautela” o depoimento ao livro. Os relatos, diz, diferem das versões já levantadas pelo MPF mas, segundo ela, não são inverossímeis e devem ser levados em conta nas apurações feitas a partir de agora.

“Mas é ainda algo difícil de dizer porque não lemos ainda este relato”, afirma.






SAPO NINJA
Forte candidato a campeão do UFC

Dilma dá bronca na embaixadora da Colômbia por engano



O estilo é o homem!”, dizia o francês George Buffon lá pelos idos de 1707.  As mulheres sempre tiveram estilo, mas como não tinham poder, ficaram fora da frase. Com seu estilo personalíssimo de ser e governar, a presidenta Dilma colhe admiração e respeito mas também semeia mágoas, chegando a criar agora uma fricção diplomática.


Esta semana, a embaixadora da Colômbia no Brasil,  María Elvira Pombo Holguin, foi ao Itamaraty protestar contra o tratamento que recebeu da presidenta em Cartagena, durante a Cúpula das Américas: Dilma deu-lhe uma bronca na frente de outras pessoas, pensando tratar-se de uma funcionária do Governo brasileiro.  A embaixadora, que já viveu bastante tempo no Brasil, fala um português  quase perfeito, o que facilitou a confusão da presidenta. Antes de ser nomeada embaixadora ela ocupava o cargo de diretora-geral do Escritório Comercial do Fundo de Promoção das Exportações da Colômbia (Proexport) no Brasil e foi cônsul de seu país em São Paulo.


No último domingo, 15 de abril, Dilma informou o anfitrião, o presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, que pretendia  antecipar seu retorno ao Brasil pois, como não haveria declaração  conjunta no final, por falta de consenso sobre a inclusão de Cuba no colegiado,  sua presença não seria fundamental.  Preferia voltar mais cedo para reduzir o estresse, chegando ao Brasil ainda no domingo, e não na madrugada de segunda-feira.   Santos  foi compreensivo e desmarcaram o encontro bilateral que teriam depois da cúpula. Ele mesmo informou a imprensa da alteração na agenda.

A seguir, Dilma pediu a seus auxiliares que preparassem o avião e tomassem outras providências para a partida. Algumas envolviam o governo colombiano, que também começou a se mobilizar para a mudança no plano operacional.   Em algum momento, a embaixadora, que como é de praxe deslocara-se para seu pais, procurou a presidenta brasileira e informou-a de que o avião estava pronto para a decolagem.  Neste momento Dilma se irritou, pois havia recebido informação contraditória de outro funcionário.

Fuzilando a embaixadora com o olhar, disse que o avião não estava pronto coisa nenhuma, e criticou a incompetência dos responsáveis pelo assunto, como se Maria Elvira fizesse parte da equipe.  Ela se retirou sem que Dilma percebesse a gafe cometida. Mas, chegando a Brasília,  na quarta-feira foi ao Itamaraty e protestou contra o tratamento recebido.  Correu no ambiente diplomático o rumor de que pretenda deixar o posto mas,  na embaixada,  a telefonista recusou-se a passar a ligação para um assessor de imprensa que pudesse falar do assunto. Disse que o pedido seria levado à própria embaixadora e que esta, se pudesse, retornaria a ligação. Não retornou, até o momento.

As broncas de Dilma em ministros e auxiliares já são conhecidas. Eles quase sempre engolem em seco. Há alguns meses, entretanto, ela enfrentou uma forte reação do governador do Ceará, Cid Gomes. Irritado com o tratamento que ela lhe dispensava, quando discutiam questões do Nordeste, levantou-se e deixou a reunião, dizendo que ela não falasse assim com um governador eleito como ela. Coube ao governador de Pernambuco e colega de partido, Eduardo Campos, colocar panos frios e trazer Cid de volta para a sala.

Este é o estilo. A mulher é o estilo.

A embaixadora Maria Elvira sendo empossada
pelo ex-presidente Uribe, em 2010.

1 de mai. de 2012

O TEMPO É PIOR QUE A KRIPTONITA - INEXORÁVEL
   
Todos já passaram dos 60 !
PIU PIU
HULK
BARBIE
 
 


GUERRILHA E TERROR

Este filme muito se aproxima da verdade histórica.
   
Clique na imagem para assistir.

Novidades da Medicina
by Lucegal

Mobilização inusitada reúne 13 mil pessoas.


Uma empresa de telefonia móvel inglesa, promoveu essa mobilização na Trafalgar Square, em Londres, reunindo mais de treze mil pessoas.

A empresa simplesmente mandou um convite pelo celular: "Esteja na Trafalgar Square tal dia, tal horário" - e nada mais foi dito.

Muitos foram achando que iam dançar, como tem acontecido em outras mobilizações desse tipo. Mas, na hora, distribuíram microfones, muitos, e fizeram um karaokê gigante !

Todo mundo que estava na praça, quem estava passando, quem nem sabia do convite, cantou. 




XXX
   
Os(as) mais pudicos(as) que me perdoem, mas essa eu não poderia deixar de postar.