23 de mar. de 2013

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Piadistas não se conformam com a escolha do Papa argentino e já começam a matar o mundo de rir, via internet. 

Aproveitamos para acrescentar imagens correlatas, sobre temas bem brasileiros. 

Comenta-se que quem dominou o conclave foram os cardeais dos EUA. Como pretendiam eleger um brasileiro, votaram no cardeal de Buenos Aires, por ser a capital do Brasil.


Vingança histórica: a Inglaterra fica com as Malvinas e a Argentina com o Vaticano.

Papa libera bife de chorizo na sexta feira santa!


Dizem que o novo papa é o homem mais importante do mundo... e um dos mais importantes da Argentina.

Antes de escolher o nome "Francisco", os cardeais tiveram um enorme trabalho pra convencer Dom Bergoglio de que "Jesus II" pegava muito mal.


Comentário à boca pequena que está se espalhando nos corredores do Vaticano: "Não havia um argentino tão perto de Cristo desde Judas."



21 de mar. de 2013

Depois dizem que é implicância com a gauchada





CANTOR PORTUGUÊS 

Não é dublagem. 
Vejam (ouçam) a versatilidade do patrício.




31 de Março de 1964 – Um Marco Flamejante
Gen Ex. Maynard Marques de Santa Rosa
21/03/2013

“Nas janelas, ouvimos o apocalipse da fraternidade”.

A perplexidade de André Malraux resume o drama da Espanha, em julho de 1936, quando a média de assassinatos políticos atingia 66 crimes por dia, somente em Madri.

A Guerra Civil Espanhola foi o desfecho inevitável da tentativa frustrada das Forças Armadas de impor a ordem em uma sociedade revolvida pela subversão. Divididas, elas mergulharam na crise fratricida, que se prolongou por três anos.
 
O Brasil de março de 1964 encaminhava-se para cenário semelhante, fomentado pela subversão de grupos e pela propaganda revolucionária clamante de “reformas de base, na lei ou na marra”.
 
No Nordeste, as Ligas Camponesas flagelavam o campo. Nas grandes cidades, sindicatos e estudantes promoviam greves e manifestações descontroladas. No Sul, organizavam-se os grupos dos onze para os assassinatos seletivos de 1o de maio.
 
A intervenção militar foi um ato moderador de exceção, legitimado pelo consenso da maioria das forças políticas. Comprova esse fato a calma social subsequente ao 31 de Março, em que não se conhece uma única vítima provocada por reação popular.
 
Em contraste com a divisão dos militares espanhóis em 1936, a união das Forças Armadas brasileiras, em 1964, evitou a intervenção estrangeira e a guerra fratricida no Brasil.
 
O movimento renovador de 1964 trouxe de volta os ideais tenentistas de modernização do País. O espírito empreendedor que havia despertado no governo JK foi reativado, deflagrando novo ciclo transformador da infraestrutura nacional, desta vez sob a racionalidade do planejamento sistemático.
 
Ao adotar o planejamento estratégico, o governo revolucionário implantou uma mentalidade universalista na administração pública, combatendo as raízes de personalismo, clientelismo e corporativismo inerentes à cultura rural que ainda predominava no Brasil.
 
Equilibrou-se o balanço de pagamentos. A credibilidade e a auto-estima nacionais foram recuperadas. Completou-se a integração rodoviária da Amazônia. Consolidou-se a industrialização. As taxas de crescimento mantiveram-se acima de 8%, elevando a economia brasileira de 46a para 8a economia nacional.
 
A normalização política foi conduzida em um clima de conciliação, que culminou com a anistia consensual. Contudo, o instituto da anistia não alcançou a eficácia do “Pacto del Olvido”, que encerrou o ciclo franquista na Espanha.
 
Infelizmente, a democratização trouxe de volta os atavismos da corrupção, da incompetência e da desarmonia. As paixões infladas pela ideologia fratricida têm postergado a reconciliação nacional.
 
Nem mesmo a realidade da “débâcle” soviética foi suficiente para convencer os espíritos reacionários de que o socialismo real é inviável. Preferiram, então, relativizar a teoria marxista com o sofisma de Antonio Gramsci, substituindo a política de luta pela guerra psicológica, um artifício que não deixa marca no corpo, mas destrói a alma.
 
O alvo principal da conspiração gramscista é o direito de propriedade, cada vez mais relativizado por servidões legais, sociais e ambientais. A devastação cultural que essa ideologia vem promovendo já atinge as raízes da sociedade, invalidando teses renomadas, como a de Sérgio Buarque de Holanda, que afirmava ser o brasileiro o “homem cordial”, generoso e hospitaleiro, assim contribuindo para o progresso da civilização.
 
É por isso que, em vão, tentam alterar a História, despojando a Revolução de 31 de Março de 1964.
 
A construção do socialismo por artifícios antinaturais poderá produzir caos social, mas não terá solidez para resistir ao choque da realidade. E já se observam sintomas de exaustão desse ciclo sombrio. Quando soprarem os ventos da mudança, ele haverá de ruir, e grande será a sua ruína.
 
O marco de 31 de março continua flamejante. Irmanados, permanecemos os patriotas preparados para remover a erva daninha da ideologia fratricida e semear os valores legítimos de nacionalismo, liberdade, solidariedade, harmonia e progresso.


20 de mar. de 2013

A falta de oposição no Brasil, em qualquer esfera, mata muito mais do que as chuvas

Reinaldo Azevedo - Jornalista
19 de março de 2013

Mais do que as chuvas, o que mata no Brasil é a falta de oposição. Explico. Em qualquer esfera de gestão, podem reparar, o país praticamente só tem situação. Essa história de não ser nem de “direita nem de esquerda nem de centro” (by Gilberto Kassab), de “não ser nem oposição nem situação, mas ter posição” (by Marina), de “não fazer oposição rancorosa, mas programática” (by qualquer tucano, com raras exceções), isso tudo é um desastre para os desassistidos, para os pobres. 

Os políticos são permanentemente cooptados, e não se tem nem mesmo a voz de alerta. Quase todos apoiam o prefeito, quase todos apoiam o governador, quase todos apoiam o presidente… E ninguém chama as coisas pelo nome para não perder a boquinha. Até quando escrevo, já são 16 mortos em Petrópolis, com um número não-sabido de desaparecidos. 

Ainda me lembro de Aloizio Mercadante, ministro da Ciência e Tecnologia na tragédia passada, a anunciar radares e programas miraculosos. Sérgio Cabral não fala muito nessas horas porque ele costuma dar sumiço. Ontem, os parlamentares do Rio estavam excitadíssimos é com a liminar sobre o royalties do petróleo (ver post) e não tinham muito tempo para os mortos. Cuidavam do mundo dos muito vivos. A região serrana do Rio está entregue às cobras. 

Ao desastre das chuvas, segue-se o desastre administrativo nas três esferas de gestão: municipal, estadual e federal. E não há ninguém para botar a boca no trombone. A culpada passou a ser mesmo a natureza. Dilma falou sobre a nova tragédia lá da Itália. Agora quer medidas para tirar pessoas à força das áreas de risco. No período da seca teria sido mais fácil, não é?

Leiam texto publicado da VEJA.com:

Com 16 mortes confirmadas e um número incerto de desaparecidos, a cidade de Petrópolis vive, desde a madrugada de segunda-feira, o pesadelo da volta dos deslizamentos. As mortes de agora e as imagens do Rio Quitandinha varrendo o centro histórico não chegam a ser novidade para a população que, há pouco mais de dois anos, foi atingida pela maior tempestade de que se tem notícia na história recente do país: entre a noite de 11 de janeiro e a madrugada do dia 12, mais de 1.000 pessoas desapareceram sob a lama, 72 delas no Vale do Cuiabá.

Petrópolis experimenta agora o eco da tragédia que, no ano passado, se manifestou em Teresópolis, no feriado de 1º de maio, uma maldição que se abate de tempos em tempos também sobre Nova Friburgo. Em todos os casos, a sensação de desamparo e de exposição ao acaso convergem para a situação ainda vulnerável que essas cidades enfrentam sempre que a chuva – algo anterior a todas as cidades – se anuncia no céu da região. 

A confirmação das 16 mortes veio no início da noite, à medida que novos desaparecimentos se confirmavam com o encontro de corpos sob escombros e lama. Às 19h30, três pessoas eram procuradas pelas equipes de resgate. O número de ocorrências registradas pela Defesa Civil nas últimas 24 horas chegou a 368. Cerca de 250 agentes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil auxiliam as operações de busca por desaparecidos. 

Reforçadas desde a tragédia de 2010, a Defesa Civil também teve suas perdas: dois técnicos que auxiliavam na retirada de moradores de uma área de risco em Petrópolis morreram num desabamento, na Vila São Joaquim, no bairro Quitandinha. Os mortos são Fernando Fernandes de Lima, 44 anos, experiente em resgates naquela região, onde já foi subcoordenador de Defesa Civil municipal, e Paulo Roberto Filgueiras, 37, técnico em enfermagem e integrante do grupo de voluntários Anjos da Serra. 

A tragédia de 2010 deixou claro que o problema não é de contenção de encostas, como se gostaria, ou de aperfeiçoamento de previsões meteorológicas, apenas. Contribuem para o cenário de precariedade todas as variáveis possíveis, agravadas por um histórico de construções irregulares e com técnicas inadequadas para uma área de solo instável e sujeito a altos volumes de chuva. 

Diante desse quadro, a solução definitiva para a Região Serrana do Rio – como para milhares de outras áreas de risco Brasil afora – dependeria de um maciço investimento em habitação, com remanejamento de bairros inteiros.

Alertas

Seria ingenuidade supor que os mesmos governos que permitiram – e incentivaram – as ocupações irregulares sejam capazes de reverter esse quadro com rapidez. A solução, então, veio na forma de sirenes que fazem o básico: avisam os moradores que a chuva torna inseguras as casas onde ainda vivem. As sirenes são a versão brasileira dos sistemas de informação usados em áreas com risco de furacões, nevascas, terremotos e outras tragédias naturais. 

A Defesa Civil informou que, recentemente, começou a haver resistência para os moradores em áreas incluídas nesse programa – um indício preocupante de que, tal como antes, moradores se acostumam com o risco, à medida que se repetem os acionamentos, e passam a se expor além do que é razoável. Os rios Piabanha e Quitandinha estão em alerta máximo, com risco de transbordar. Conforme o balanço mais atualizado da Defesa Civil, Petrópolis tem 21 pontos de escorregamento ou alagamento. As localidades mais afetadas foram Quitandinha, Bingen, Independência e Doutor Thouzet. Cerca de 560 pessoas estão desalojadas ou desabrigadas. As aulas na cidade foram suspensas e o prefeito decretou três dias de luto oficial pelas mortes. 

Pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em um período de apenas 24 horas – das 7h de domingo às 7h de segunda – choveu em alguns pontos quase o dobro da média de 151 milímetros que era esperada para todo o mês de março. De acordo com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), entre 9h de domingo e 9h de segunda, a região do Quitandinha acumulou 399 mm e a Rua Coronel Veiga, que liga o bairro ao centro, registrou 338 mm. 

Sem ter construído uma casa sequer das prometidas para Petrópolis, o governador Sérgio Cabral repetiu a fórmula: anunciou liberação de 3 milhões de reais para amenizar o sofrimento dos moradores. Mais que o anúncio do governador e o posicionamento da presidente Dilma Rousseff, de Roma, onde defendeu medidas mais drásticas para remover moradores de áreas de risco, são as previsões meteorológicas: a Região Serrana do Rio deve ter uma trégua da chuva até o fim de semana. É pouco, mas é melhor que esperar pelas casas que, em dois anos, não têm ainda um tijolo sequer. 

Os prejuízos materiais no Centro Histórico também foram muitos. A água invadiu lojas e, ao longo da avenida Coronel Veiga, que dá acesso ao local, pontos de alagamento atingiram mais de um metro e meio. Outras áreas da cidade ficaram parcialmente inundadas. O assessor político Sidney Nascimento, morador de Itaipava, contou que seu bairro e o distrito de Correas tiveram problemas por causa da cheia do Rio Piabanha, que corta a cidade. As sirenes instaladas nas localidades que apresentam mais risco podiam ser ouvidas enquanto bombeiros, guarda civis e soldados do Exército faziam a remoção de escombros e ajudavam moradores a retirar seus pertences de casas ameaçadas. O prefeito Rubens Bomtempo anunciou a contratação de 500 pessoas para uma frente emergencial de trabalho. Segundo ele, cerca de 5.000 pessoas vivem em área de risco em Petrópolis.


DANCEM MACACOS, DANCEM









19 de mar. de 2013

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Bem na hora em que ia começar o tratamento da  paciente, o dentista fica estático: 
- Desculpe moça, você está segurando meu saco.
- Eu sei - responde ela - e vamos tomar muito cuidado para não machucarmos um ao outro !




NUNCA ANTES NESTE PAÍS


COMÉDIA EM BRASÍLIA





18 de mar. de 2013


FileHippo.com Update News - Freeware


Clique no nome da aplicação para ir ao site e baixar.
15 Mar 2013 06:46 AM PDT
Download Skype 6.3.0.105 Comunicação (inclusive vídeo) gratuita com outros usuários e baratíssima com telefones em qualquer parte do mundo.
 Skype is software for calling other people on their computers or phones. Download Skype and start calling for free all over the world.
Posted: 15 Mar 2013 05:26 AM PDT
Download SopCast 3.8.2 Controle remoto de outro computador.
UltraVNC is a powerful, easy to use and free software that can display the screen of another computer (via internet or network) on your own screen. The program allows you to use your mouse and keyboard to control the other PC remotely. It means that you can work on a remote computer, as if you were sitting in front of it, right from your current lo..
Posted: 15 Mar 2013 03:27 AM PDT
Download Picasa 3.9 Build 136.18 Para arquivar imagens na nuvem. Você pode acessar suas imagens de qualquer computador ou smartphone.
Picasa is software that helps you instantly find, edit and share all the pictures on your PC. Every time you open Picasa, it automatically locates all your pictures (even ones you forgot you had) and sorts them into visual albums organized by date with folder names you will recognize. You can drag and drop to arrange your albums and make labels to ...
Posted: 14 Mar 2013 11:13 PM PDT
Download Maxthon Cloud Browser 4.0.5.600 Beta Navegador muito bom.
Maxthon Internet Browser software is a powerful tabbed browser with a highly customizable interface. It is based on the Internet Explorer browser engine (your most likely current web browser) which means that what works in the IE browser will work the same in Maxthon tabbed browser but with many additional efficient features:
Posted: 14 Mar 2013 11:07 PM PDT
Download Windows 7 Codecs 4.0.6 Codec = Codificador/decodificador para arquivos multimidia. Para exibir seus videos no computador seu player necessita dos codecs correspondentes ao sistema operacional em uso.
All the codecs you need for Windows 7 to play AVIs, DVDs and more!
Posted: 14 Mar 2013 10:37 PM PDT
Download AVG Free Edition 2013.0.3258 (32-bit) Anti-Virus gratuito.Anti-Virus Free Edition is trusted antivirus and antispyware protection for Windows available to download for free. In addition, the new included LinkScanner® Active Surf-Shield checks web pages for threats at the only time that matters - when you're about to click that link.
Posted: 14 Mar 2013 10:24 PM PDT
Download Zoom Player Home FREE 8.6.1Media player.
Zoom Player is a very fast media player. Prior to Zoom Player, playing media files on the PC was either overly simplistic for the Power User or overly cryptic to the common user. Zoom Player tries to both simplify the playback experience for the common user, while giving the Power Users all the tools and interfaces they may require to manipulate their playback environment to their exact specification.
Posted: 14 Mar 2013 10:13 PM PDT
Download DAEMON Tools Lite 4.47.1Para fazer "imagens" de CD, DVD e BT.
With DAEMON Tools you can back up your physical CD/DVD/HD DVD/Blu-ray discs into "virtual discs" or so called "disc image" files, which run directly on your hard drive. You can also work with images created by other burning programs! DAEMON Tools supports variety of image types. Use CD/DVD image converter to have one format images in your Image Catalog.





Esta semana tivemos o quinquagésimo milésimo acesso.

Não é uma grande marca, mas, para quem não tem publicidade e conta apenas com o acesso dos amigos, é mais que satisfatório. Pelo menos poupei a rede do tráfego de mais 50.000 e-mails, que é como eu passava minhas opiniões e distribuía o produto de minha garimpagem na net.

Agradeço a todos que têm acessado, esperando que continuem, naturalmente. Estou sempre buscando melhorar.

Divulgar a página também será uma boa, não é mesmo ?

Magal




F-35 é o jato militar mais caro da história


O jato de combate F-35, da americana Lockheed Martin,
é o avião de sua categoria mais caro já produzido.


18 de Março de 2013 - 08h49
Portal Terra


O site Business Insider realizou um levantamento e chegou à conclusão de que o jato de combate F-35, da americana Lockheed Martin, é o avião de sua categoria mais caro já produzido.

Segundo dados compilados pela publicação, o custo por unidade é de US$ 162,5 milhões - 100% a mais que os US$ 81,7 milhões previstos em 2001.

De acordo com o site, já foram construídos 65 unidades, mas que continuam em testes, que têm previsão de durar até 2018. A Lockheed Martin já recebeu pedidos para construção de 2.443 unidades do F-35, que estará em plena produção apenas em 2019.

O site ainda afirma que já foram gastos US$ 84 bilhões no projeto do F-35 e estima que este valor baterá os US$ 397 bilhões até o projeto estar completo. De acordo com a fabricante do jato, o programa para sua criação emprega hoje 133 mil pessoas.

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Num ônibus, o padre senta-se ao lado do bêbado que, com dificuldade, lê um jornal.
De repente, com a voz empastada, o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite ?
O pároco, aproveitando a oportunidade para passar um sermão no bêbado, responde:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras, excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer.
O bêbado arregala os olhos, cala-se e continua lendo o jornal.
Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tenta amenizar:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite ?
- Eu?... Eu não tenho artrite!... Diz o jornal que, quem tem é o Papa !




FUNCIONA MELHOR QUE PHOTOSHOP



A última flor do Lácio e seu mais recente dialeto:
o Dilmês (castiço e contemporâneo)


“O papa eu irei lá em Roma, eu comparecerei lá em Roma, na medida em que me convidaram e o Brasil é um país que tem uma população católica muito expressiva e eu acredito que será importante eu, enquanto presidente e eu não tô falando aí enquanto pessoa, porque enquanto pessoa eu fui criada na Igreja Católica, mas eu tô representando aí enquanto presidente essa população católica do nosso país.”


É disso que o povo gosta !


15 de mar. de 2013





Dilma, PT, nos sertões das Alagoas:
"Collor é o nosso querido senador"

SEXTA-FEIRA, 15 DE MARÇO DE 2013


Nos sertões de Alagoas, Dilma prometeu até bode e vaca para os eleitores. 
A aliança PT-Collor é a mais espúria, oportunista e aética da história do Partido dos Trabalhadores.
Depois que Lula foi até a casa de Paulo Maluf, ignorando que ele continua sendo procurado pela Interpol, que quer vê-lo preso por roubalheira de dinheiro público, a presidente Dilma derramou-se em elogios a Collor. Os petistas, agora, são todos colloridos, a se julgar pelas declarações de Dilma Roussef nas Alagoas.


13 de mar. de 2013


Foto com 18.000 mil homens tirada em 1918



Esta foto foi tirada há quase cem anos.

São 18.000 homens preparando-se  para a guerra em um acampamento de treinamento em Camp Dodge, no Iowa. 

Dados da foto:


Base de Ombro: 150 metros
Braço Direito: 340 metros
Parte mais larga do braço segurando tocha: 12 1 / 2 m eet
Polegar direito: 35 metros
Parte mais espessa do corpo: 29 pés
Mão esquerda comprimento: 30 pés
Face: 60 pés
Nariz: 21 pés
Tocha e chama combinado: 980 metros
Número de homens na chama da tocha: 12.000
Número de homens na tocha: 2.800
Número de homens no braço direito: 1.200
Número de homens no corpo, cabeça e equilíbrio da figura apenas: 2.000

Total de homens: 18.000

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12 de mar. de 2013


Como selecionar apenas os idiotas no ENADE

Carlos Alberto Sardenberg

Mesmo com algumas crises financeiras e bolhas, a economia mundial exibe crescimento vigoroso desde os anos 1990, e simplesmente espetacular de 2003 para cá. Diversos fatores se combinaram para isso - estabilidade monetária (inflação dominada, juros baixos), abertura ao comércio externo e à circulação de capitais, tecnologia de informação e telecomunicações, permitindo ganhos de produtividade. Mas há um outro fator histórico, decisivo: a incorporação de dezenas de países ex-socialistas e seus bilhões de habitantes ao capitalismo global.

A enorme capacidade de criar riqueza do capitalismo encontrou locais propícios para se multiplicar. Capitais do mundo todo encontraram novos pólos de investimento. Populações desses países - muitas com alto nível educacional, como as do Leste Europeu - entraram com tudo no modo de produção capitalista, com uma forte vontade de prosperar. Em diversos países se formou uma combinação de mão-de-obra educada, mais barata do que nos centros mundiais e trabalhando em plantas modernas, de alta produtividade.

Mais ainda: muitos países trouxeram novos recursos naturais, como o petróleo e o gás da Rússia e vizinhos, que alimentam a Europa Ocidental. E, sobretudo, bilhões de novos consumidores foram incorporados aos mercados mundiais. Com o crescimento acelerado desses novos capitalistas e o contínuo ganho de renda, os mercados se multiplicaram. (A brasileira Arezzo vai abrir lojas na China para vender sapatos femininos a partir de US$ 150 o par. Para quem? Para as novíssimas classes A e B que crescem naquele país. O consumo de carnes cresce fortemente nesse novo mundo, para alegria dos exportadores brasileiros.)

Na verdade, como notou Alan Greenspan em seu livro A Era da Turbulência, temos o privilégio de acompanhar um evento único: estamos verificando a olho nu, em tempo curto, como se forma esse modo de produção capitalista, processo que, na outra parte do mundo, levou séculos para se consolidar.
Há um único lugar no mundo que está tentando fazer o caminho contrário, para o socialismo. Adivinharam, claro, a América Latina.

Só nesta parte do mundo as idéias socialistas são levadas a sério, na teoria e na prática. No Brasil, temos conseguido escapar de certas experiências, mas fica sempre uma inquietação no ar, pois o pensamento socialista domina as escolas e as faculdades na área de humanas.

O pessoal continua gastando um tempo enorme estudando marxismo e socialismo - história morta. E sou capaz de apostar que nenhuma escola de ciências sociais tem estudos sérios sobre esse fenômeno da introdução do capitalismo em meio mundo.

Um exemplo desse quadro é a última prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), do Ministério da Educação.


Os testes não deixam outra possibilidade: se o universitário concorda com a idéia de que a história e a sociedade se movem pelo conflito de classes entre capital e trabalho, como ensina o marxismo, então deve ter tirado nota 10.

Se, ao contrário, o universitário pensa que a liberdade individual, o mercado livre e o direito de propriedade constituem os melhores fundamentos das relações sociais e econômicas, como prova o mundo moderno, esse aluno errou a maior parte das questões.

Se pensa isso e foi esperto, não errou, pois as questões são construídas de tal modo que a "resposta socialista" surge como obviamente correta e a outra, "neoliberal", parece uma estupidez ou uma ingenuidade.

A questão 10, por exemplo, pede uma breve dissertação sobre o papel desempenhado pela mídia nas sociedades democráticas, a partir de três enunciados. Dois deles, um dos quais é uma entrevista de Noam Chomsky, sustentam que a mídia (assim, no geral) é um instrumento das classes dominantes, do capital, para manter a exploração e bloquear, de modo sutil e subliminar, a circulação de "idéias alternativas e contestadoras".

O outro enunciado é maroto. Procura elaborar uma caricatura bonitinha. Diz assim: "A mídia vem cumprindo seu papel de guardiã da ética, protetora do decoro e do Estado de Direito. Assim, os órgãos midiáticos vêm prestando um grande serviço às sociedades, com neutralidade ideológica, com fidelidade à verdade factual, com espírito crítico e com fiscalização do poder onde quer que ele se manifeste."

Nesse quadro, se o aluno entendesse que, nos regimes democráticos, há jornais, revistas, rádios e TVs que procuram relatar os fatos da maneira mais objetiva possível; que a imprensa não-partidária e não-religiosa é induzida a isso pela concorrência e pela competição no livre mercado; que há, sim, imprensa comprometida com a democracia, com a liberdade de opinião e com a vigilância dos governos, sendo isso testado pelo seu público, o melhor a fazer seria evitar essa argumentação, pois o contexto da questão indicava que seria considerada falsa.

Para o Enade, ou a mídia é de uma santidade exemplar, impoluta e infalível; ou não existe a menor liberdade de imprensa e de opinião e a mídia dita democrática é sempre um truque para calar os trabalhadores e suas lideranças.

Quem se lembrou dos ataques de membros do governo e do PT à "mídia golpista" lembrou bem. É essa visão mesmo. Fazer reportagens sobre mensalão e aloprados, criticar a administração lulista e seu partido só pode ser coisa da direita, pois o governo, sendo o deles, necessariamente está certo.

Que o PT diga isso, faz parte do jogo, desde que não tentem, a esse pretexto, melar o jogo. Agora, que o MEC coloque essa visão esquerdista como a verdade, numa prova para milhões de alunos, é lavagem cerebral.

(*) Carlos Alberto Sardenberg é jornalista.

Imagens inseridas pelo Blog







Considering a Departure in North Korea's Strategy


March 12, 2013 | 0900 GMT
By George Friedman
On Jan. 29, I wrote a piece thatdescribed North Korea's strategy as a combination of ferocious, weak and crazy. In the weeks since then, three events have exemplified each facet of that strategy. Pyongyang showed its ferocity Feb. 12, when it detonated a nuclear device underground. The country's only significant ally, China, voted against Pyongyang in the U.N. Security Council on March 7, demonstrating North Korea's weakness. Finally, Pyongyang announced it would suspend the armistice that ended the Korean War in 1953, implying that that war would resume and that U.S. cities would be turned into "seas of fire." To me, that fulfills the crazy element.

My argument was that the three tenets -- ferocity, weakness and insanity -- form a coherent strategy. North Korea's primary goal is regime preservation. Demonstrating ferocity -- appearing to be close to being nuclear capable -- makes other countries cautious. Weakness, such as being completely isolated from the world generally and from China particularly, prevents other countries from taking drastic action if they believe North Korea will soon fall. The pretense of insanity -- threatening to attack the United States, for example -- makes North Korea appear completely unpredictable, forcing everyone to be cautious. The three work together to limit the actions of other nations.

Untested Assumptions

So far, North Korea is acting well within the parameters of this strategy. It has detonated nuclear devices before. It has appeared to disgust China before, and it has threatened to suspend the cease-fire. Even more severe past actions, such as sinking a South Korean ship in 2010, were not altogether inconsistent with its strategy. As provocative as that incident was, it did not change the strategic balance in any meaningful way.

Normally North Korea has a reason for instigating such a crisis. One reason for the current provocation is that it has a new leader, Kim Jong Un. The son of former leader Kim Jong Il and the grandson of North Korea's founder Kim Il Sung, Kim Jong Un is only 30 years old, and many outside North Korea doubt his ability to lead (many inside North Korea may doubt his ability, too). One way to announce his presence with authority is to orchestrate an international crisis that draws the United States, Japan, China, Russia and South Korea into negotiations with North Korea -- especially negotiations that Pyongyang can walk away from.

The North Korean regime understands the limits of its strategy and has been very sure-footed in exercising it. Moreover, despite the fact that a 30-year-old formally rules the country, the regime is a complex collection of institutions and individuals -- the ruling party and the military -- that presumably has the ability to shape and control the leader's behavior.

It follows that little will change. U.S. analysts of North Korea will emphasize the potential ferocity and the need for extreme vigilance. The Chinese will understand that the North Koreans are weak and will signal, as their foreign minister did March 9, that in spite of their vote at the United Nations, they remain committed to North Korea's survival. And most people will disregard Pyongyang's threat to resume the Korean War.

Indeed, resuming the Korean War probably is not something that anyone really wants. But because there are some analysts who think that such a resumption is plausible, I think it is worth considering the possibility that Pyongyang does want to restart the war. It is always worth examining an analysis based on the assumption that a given framework will not hold. For the record, I think the framework will hold, but I am simply examining the following hypothetical: This time, North Korea is serious.

To assess Pyongyang's sincerity, let's begin with two untested assumptions. First, assume North Korea has determined that it is unable to develop a deliverable nuclear weapon within a meaningful time frame. Either there are problems with constructing the device or its missiles are unreliable. Alternatively, assume it has decided that any further development of weapons will likely lead to attacks by the United States against its nuclear facilities. In other words, assume it expects to lose its nuclear capability because it cannot move forward or because moving forward will invite attacks against nuclear facilities.

The second assumption, more likely accurate, is that North Korea has realized that the strategy it has followed since the 1990s is no longer working. The strategy has lost its effectiveness, and North Korean ferocity, weakness and insanity no longer impress anyone. Rather than generating financial and other concessions, the strategy has simply marginalized North Korea, so that apart from sanctions, there will be no talks, no frightened neighbors, no U.S. threats. Kim Jong Un would not announce himself with authority, but with a whimper.

An Unlikely Scenario

Taken together, these assumptions constitute a threat to regime survival. Unless its neighbors bought into the three premises of its strategy, North Korea could be susceptible to covert or overt foreign involvement, which would put the regime on the defensive and reveal its weakness. For the regime, this would be a direct threat, one that would require pre-emptive action.

It would be a worst-case scenario for Pyongyang. We consider it highly unlikely. But assume North Korea deems it more likely than we do, or assume that, despite the scenario's improbability, the consequences would be so devastating that the risk could not be borne.

It is a scenario that could take form if the North Korean nuclear threat were no longer effective in establishing the country's ferocity. It would also take form if North Korea's occasional and incomprehensible attacks were no longer unpredictable and thus were no longer effective in establishing the country's insanity. In this scenario, Pyongyang would have to re-establish credibility and unpredictability by taking concrete steps.

These concrete steps would represent a dramatic departure from the framework under which North Korea has long operated. They would obviously involve demands for a cease-fire from all players. There would have to be a cease-fire before major force could be brought to bear on North Korea. Last, they would have to involve the assumption that the United States would at least take the opportunity to bomb North Korean nuclear facilities -- which is why the assumptions on its nuclear capability are critical for this to work. Airstrikes against other targets in North Korea would be likely. Therefore, the key would be an action so severe that everyone would accept a rapid cease-fire and would limit counteraction against North Korea to targets that the North Koreans were prepared to sacrifice.

The obvious move by North Korea would be the one that has been historically regarded as the likeliest scenario: massive artillery fire on Seoul, the capital of South Korea. The assumption has always been that over a longer period of time, U.S. air power would devastate North Korean artillery. But Seoul would meanwhile be damaged severely, something South Korea would not tolerate. Therefore, North Korea would bet that South Korea would demand a cease-fire, thereby bringing the United States along in its demand, before U.S. airstrikes could inflict overwhelming damage on North Korea and silence its guns. This would take a few days.

Under this scenario, North Korea would be in a position to demand compensation that South Korea would be willing to pay in order to save its capital. It could rely on South Korea to restrain further retaliations by the United States, and China would be prepared to negotiate another armistice. North Korea would have re-established its credibility, redefined the terms of the North-South relationship and, perhaps having lost its dubious nuclear deterrent, gained a significant conventional deterrent that no one thought it would ever use.

I think the risks are too great for this scenario to play out. The North would have to assume that its plans were unknown by Western intelligence agencies. It would also have to assume that South Korea would rather risk severe damage to its capital as it dealt with North Korea once and for all than continue to live under the constant North Korean threat. Moreover, North Korea's artillery could prove ineffective, and it risks entering a war it couldn't win, resulting in total isolation.

The scenario laid out is therefore a consideration of what it might mean if the North Koreans were actually wild gamblers, rather than the careful manipulators they have been since 1991. It assumes that the new leader is able to override older and more cautious heads and that he would see this as serving both a strategic and domestic purpose. It would entail North Korea risking it all, and for that to happen, Pyongyang would have to believe that everything was already at risk. Because Pyongyang doesn't believe that, I think this scenario is unlikely.

It is, however, a necessary exercise for an analyst to find fault with his analysis by identifying alternative assumptions that lead to very different outcomes. At Stratfor, we normally keep those in-house, but in this case it appeared useful to think out loud, as it were.

We'd welcome well-thought-out alternatives. With so many emails, we can't promise to answer them all, but we make it a practice to read them all.
O QUE VOCÊ FARIA NUMA SITUAÇÃO COMO ESSA ?


11 de mar. de 2013

O PRIMEIRO SALTO




No ano seguinte ao deste documentário realizei meu primeiro salto... mas eu me vejo neste filme.

Ser paraquedista é um estado de espírito !

Clique no canto inferior direito do vídeo para assistir em tela cheia.