13 de abr. de 2011

Mulheres de parar o trânsito


Fresh View 8.18
Fresh View (freeware) lhe dá a possibilidade de organizar e visualizar arquivos multimídia (imagens, áudio, vídeo). Assistir a filmes, ouvir música, ler e visualizar gráficos em uma apresentação de slides. Os arquivos de imagem de um diretório podem ser exibidos de diversas formas, incluindo uma visualização em miniatura que permite ver rapidamente o que as imagens contêm sem ter de abri-las.
Você pode converter as imagens de um tipo para outro, imprimir e até mesmo criar um álbum HTML. Este software suporta 86 formatos diferentes (mais e mais adicionados regularmente).
Faça o download clicando aqui.

Diálogo entre Colbert e Mazarino
Época: Século XVII – Reinado de Luís XIV - França
Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se, se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar na prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham e se sacrificam, sonhando em vir a enriquecer e temem ficar pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos, mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável!

(*) Jules Mazarin,ou Giulio R. Mazzarino, italiano, nasceu no reino de Nápoles (1602/1661), tendo chegado a primeiro-ministro da França em 1642, sucedendo o Cardeal Richelieu. Odiado pelos franceses por aumentar impostos, teve que fugir da França, mas acabou voltando ao ministério de Luis XIV.

Só para cariocas
Sabe aquela sua vontade de reclamar do buraco na calçada, da tampa do bueiro, mas não sabe para qual numero ligar? Seus problemas estão com os dias contados.
Inspirado no 311 de NY, foi inaugurada a Central de Atendimento do Rio,  totalmente informatizada, que funcionará 24 horas/7 dias por semana. Através dela você poderá colaborar com a cidade, apontando qualquer problema do tipo: buraco na rua, lâmpada queimada, poda de árvore, sinais de trânsito, entre outros. Ao relatar o problema, o cidadão receberá um número de protocolo e um prazo para a execução do serviço. Basta ligar para o número 1746 (também dá para acessar o site no IPhone). Caso esqueça o número, aí vai uma dica: 1 representa a cidade que você ama e 746 as letras R-I-O, respectivamente, no teclado do telefone convencional.
O que é isso ?
Video gravado na Rondon, em Agudos-SP
Atenção: gravação de oportunidade; contém expressões chulas sem propósito ofensivo.


Jornal do Brasil, Freud e a verdade histórica
OPINIÃO  12 de abril de 2011
Aristóteles Drummond – Jornalista
No momento histórico que vivemos, com a informação atingindo sua plenitude, a verdade dos fatos que marcaram o século passado, no Brasil e no mundo, estão mais do que conhecidos. Portanto, seria natural que se reconhecesse que o Brasil viveu um período autoritário com Vargas e, depois, com os militares, muito mais suave do que seus vizinhos no continente latino-americano, como a ilha-prisão de Cuba. E sem comparação com as práticas da União Soviética stalinista, da China de Mao, do Camboja e Coreia do Norte, para ficarmos nos mais conhecidos.
Com Vargas, fugimos do radicalismo dos extremistas e atravessamos a Grande Guerra em paz interna. Os militares de 64 mantiveram o Congresso aberto, o direito de ir e vir garantido, a propriedade privada respeitada. Além de certa liberdade de imprensa, que também não pode ser comparada em termos de limitações com a dos países já citados e queridinhos de nossos neodemocratas.
Usa de má-fé quem se nega a ler os jornais da época, dos meses anteriores e posteriores ao 31 de março de 64. Se o fizessem, constatariam que o movimento não foi militar, mas cívico- militar, com adesão e participação decisiva de cinco governadores eleitos livremente, em Minas, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Guanabara. O militar que assumiu, Castelo Branco, foi referendado pelo Congresso – com o voto de JK – tendo dois outros ilustres militares competindo: o marechal Dutra, ex-presidente da República, e o general de exército Amauri Kruel.
Tem muita gente ignorante que fica repetindo aleivosias como “golpe” e “ditadura” para definir o movimento que contou com amplo apoio político e da opinião pública. E outros mais, que imaginam que a juventude que apelou para a “luta armada” o fazia por amor à democracia, e não, como é fato inquestionável e confesso, pelo comunismo e com recursos vindos da Internacional Comunista. O regime era autoritário, ditadura nunca. Por estas e outras é que foi uma pena o PSDB não ter permitido a candidatura jovem de Aécio Neves, que teria virado a página da história. Ele personifica o equilíbrio, sendo filho de deputado que apoiou o regime, neto de deputado que fez oposição ao mesmo regime e colaborou para seu fim pacífico.
Curioso é que nos países europeus que sofreram no comunismo, como a Polônia e Alemanha Oriental, não se fala em revanchismo, não se foca no retrovisor; olha-se apenas para a frente, apesar de barbaridades cometidas, o que não foi o nosso caso. Só por aqui e na Argentina – que foi violenta e bárbara dos dois lados – é que reina essa ruminação suspeita e de objetivos, na maioria dos casos, meramente financeiros.
O grande desafio da presidente Dilma é virar a página, cuidar de fazer um bom governo, vencer dificuldades, conter gente que vive na utopia facilitada pelos vencimentos públicos. Está se saindo muito bem. Tem tido o reconhecimento da nação, das suas forças mais representativas em termos de cultura e progresso. Não pode e não vai perder essa oportunidade. Ela mesma sabe que lutou contra um regime fechado, pensando em outro mais fechado ainda. É honesta ideologicamente, e devemos acreditar que hoje é uma democrata convicta, que sabe que faz parte das democracias a anistia para valer. De Gaulle, por exemplo, anistiou quase 200 mil franceses, quando concluiu que teria de julgar mais de 400 mil.
Vamos mostrar grandeza, vamos cultuar a verdade, dos fatos e dos números. Os militares brasileiros são exemplares, na dignidade, na disciplina, nas afinidades com o povo de vez que são oriundos do povo. O general Augusto Heleno, dos mais admirados, acaba de mostrar que é um grande patriota. Atendeu, “numa boa” o pedido de seu comandante e abriu mão de um belo discurso que iria pronunciar. Guardou para o registro de sua vida. Atitudes assim é que mostram desprendimento e tolerância. Nem por isso deixou de ser uma referência para seus companheiros e uma esperança para os que o acompanham com admiração.

9 de abr. de 2011

6 de abr. de 2011

Difference between COMPLETE and FINISHED 

People say there is no difference between complete and finished... 
But when you marry the right one, you are complete...
And when you marry the wrong one, you are finished...
And when the right one catches you with the wrong one, you are... completely finishe!
English is a wonderful language, isn't it ?

CARTA ABERTA AO MENINO
Uma lição de experiência de vida, para os mais jovens e para aqueles jornalistas "patrulhados" e novatos, com pouco conhecimento da verdade.   
Carta redigida por Arlindo Alexandre ao jornalista Kennedy Alencar, após nota publicada pelo articulista da Folha de S.Paulo.
Carta Aberta ao Menino
Por Arlindo Alexandre
Caro menino Kennedy Alencar, colunista da Folha de S. Paulo. Tenho 70 anos e estou agora apreciando a desinformação massiva que confunde este sofrido e trabalhador povo brasileiro.
Desejo que lhe sobre tempo para refletir um pouco sobre a história como um todo, diferente de apreciar detalhes e concluir com a visão de um espaço limitado.
O que você identifica como mentalidade golpista tem um passado histórico rico, na defesa de princípios e valores contrários ao impedimento das liberdades humanas, conquistadas com trabalho e reflexão, com o conhecimento que nos conduziu através da relação científica às tecnologias que hoje permitem melhor qualidade de vida para a humanidade, incluindo a internet, televisão, satélites... muito recentes neste ambiente humano.
Você escreveu:
A nota do Alto Comando do Exército sobre o livro `Direito à Memória e à Verdade´ é uma triste notícia para o país.
Aprendi que país é território. Se você queria referir a gente, o termo a utilizar seria NAÇÃO. E se queria referir a nação, deveria limitar a tristeza para a parte da nação que pensa à esquerda, a parte da nação que preserva a ideologia comunista não obstante a queda do muro de Berlim, não obstante as torturas e privações impingidas às populações encurraladas pelas ditaduras proletárias, auto denominadas “democracias” populares, surgidas com a partilha de territórios de influência negociados depois da II Guerra Mundial.
Contra o nazismo, os integrantes desta instituição a que você atribui “mentalidade golpista” derramaram o sangue na Itália... Os males atribuídos apropriadamente ao nazismo, ao fascismo, foram multiplicados e aperfeiçoados pelos comunistas, cujos crimes contra a humanidade apenas recentemente começaram a ser revelados. Os documentos ainda não parecem ter chegado ao Brasil e se chegaram devem ser mantidos a sete chaves, não interessa aos poderosos do dia a sua divulgação.
Você escreveu:
Divulgada na sexta-feira (31/08), a nota mostra que continuam firmes e fortes nas Forças Armadas a mentalidade golpista, certa resistência ao poder civil e uma dose de indisciplina incompatível com a vida militar.
Contra o nazismo, os integrantes desta instituição a que você atribui “mentalidade golpista” derramaram o sangue na Itália... Os males atribuídos apropriadamente ao nazismo, ao fascismo, repito, foram multiplicados e aperfeiçoados pelos comunistas, cujos crimes contra a humanidade apenas recentemente começaram a ser revelados.
Você escreveu:
O livro conta uma verdade histórica. Pela primeira vez, um documento do governo federal relata em detalhes atos cruéis da ditadura militar (1964-1985).
Menino, o que você chama verdade histórica, versão final, pronta e acabada, incontestável é um descalabro! Principalmente quando está eivada de preconceitos ideológicos e construída, resgatada por um único lado dos antagonistas. Uma verdade histórica exige cenários mais amplos, documentação farta, generosidade humana. Material que em parte está nos arquivos que ainda são desconhecidos e nas mentalidades que intentam há quase um século dominar o Brasil e os brasileiros constituindo uma ditadura totalitária, permanente, diferente daquela que em 20 anos reformou a infra estrutura deste país, avançou em todos os sentidos sem a necessidade de comprar votos, sem a necessidade de corromper e corromper-se entregando as finanças e grande parte do território ao controle internacional, sem amealhar fortunas pessoais num passe de mágica. Fundou 12 campus universitários, repatriou cientistas, modernizou as comunicações e restaurou a dignidade da nação em todos os sentidos.
Você escreveu:
A reação do Alto Comando deveria ter sido de vergonha. Uma autocrítica e um pedido de desculpas soariam muito bem.
Considere por um momento o contrário: se os autores da obra que você chama de verdade histórica declarassem reconhecer como legítimas e positivas as realizações dos militares na época em que - transitoriamente - administraram e reorganizaram o país, se estes personagens, por uns instantes abandonassem a cegueira ideológica e por um instante refletissem sobre valores tradicionais da nossa cultura, presentes no inconsciente coletivo, como a anistia, o perdão, para compartilhar o trabalho e a defesa dos interesses de todos e não apenas de uma parte...
Será que os militares que decretaram a anistia e voltaram aos quartéis sentir-se-iam feridos na sua dignidade pela fala de um Ministro que confessou ter alterado o texto constitucional indevidamente, por uma pessoa arrogante e autoritária? Num cenário em que o réu confessa o crime contra a nação e às costas dos seus representantes constitucionalistas e tudo bem... todos da imprensa inclusive, calam... fica por isto mesmo...
É pensar que os militares são diferentes de gente de carne e osso, com emoções, com informação privilegiada. Menino, tome um tempinho para ler história e aprender sobre verdades históricas. Os militares, devido à sua formação - a maioria - ainda conserva a dignidade inquebrantável e o juramento à bandeira (símbolo representativo da nação e do território) como credo inegociável.
Os administradores militares, após pacificar a nação, ofereceram a anistia aprovada por representantes eleitos livremente. Mas você ainda não votava naquele tempo, não é?
"Não há Exércitos distintos. Ao longo da história, temos sido o mesmo Exército de Caxias, referência em termos de ética e de moral, alinhado com os legítimos anseios da sociedade brasileira"
Há uma diferença que foge à sua consideração ao julgar o Exército. A instituição é a mesma, sim. E a maioria absoluta de seus integrantes, exceto os rebeldes, os filiados e admiradores do comunismo, como o Lamarca, a maioria é diferente, é comprometida e praticante de princípios éticos e morais alinhados aos anseios mais legítimos da nação, que defendeu: apoiando Vargas para modernizar o país contra a política feudal do “café com leite” na Revolução de 30, que defendeu contra várias tentativas dos ideólogos locais (e estrangeiros importados para comandar e financiar) para implantar o comunismo no Brasil, culminando com a queda de João Goulart e anos depois atuou contra a agressão armada dos que hoje se atribuem a defesa da democracia.
Mentira rapaz! Quem mobilizou população pela diretas já foi o Ulisses Guimarães, foi o Tancredo Neves, cuja credibilidade e respeito foi aproveitada por uma minoria barulhenta.
Você escreveu:
Lamentável constatar que os atuais generais consideram integrar o mesmo Exército daqueles que executaram presos que já não podiam reagir. Torturaram intensamente militantes de esquerda. Abusaram sexualmente de homens e mulheres. Estupraram. Decapitaram. Esquartejaram. Ocultaram cadáveres. Enganaram famílias, exigindo dinheiro em troca de informações que se comprovaram falsas. Deram versões falsas ao público.
Lamentável constatar meninos como você, que, atuando na imprensa, parecem não ter lido as atas do Foro São Paulo fundado pelo atual presidente... que não leram as atas do Cominform, que não lêem o que se publica muito atualmente na Europa e nos EUA sobre os arquivos abertos pela Rússia, Checoslováquia, Bulgária, Hungria, Polônia e todos os países que tiveram oportunidade de restaurar a liberdade depois da queda do muro de Berlim. Parecem nem mesmo ter lido os documentos da esquerda brasileira, atribuindo seus crimes históricos e verdadeiros ao Exército Brasileiro e seus integrantes.
É lamentável que as táticas da esquerda fascinem de tal maneira as mentes que são responsáveis pela informação, desenvolvimento intelectual e espiritual desta nação... que reage a meias verdades ou cai em estado de anomia, impotente para responder à enxurrada de acusações e declarações de intolerância radical...
Afinal o que a nação viveu no tempo daquela ditadura a que vocês atribuem tantos e tão nefandos crimes, foi trabalho, progresso, modernização de Leis e do espaço de aprendizagem e convivência, com riso, esperança e auto estima.
Você escreveu:
São inegáveis os exageros de um estado beligerante que envolvia uma pequena parte dos nacionais e estrangeiros convidados...
Pequena parte sim, fração. As Forças Armadas e policiais cumpriam suas tarefas constitucionais. Algumas unidades das Forças Armadas e policiais foram designadas para combater a agressão armada de iniciativa dos guerrilheiros treinados em Cuba, na China, na Argélia e que atuavam na quase totalidade dos países das Américas do Sul e Central...
Mas você estava engatinhando, não é, caro menino? E nos anos de formação superior conviveu apenas com a visão local, restrita, deformada, viciada pela ideologia mágica, ligeira e nefanda, pela ideologia menos humana e mais oportunista que a sede de poder construiu.
Desejo-lhe uma vida plena e feliz. O aprendizado da verdade é uma tarefa para a vida inteira.
Vocês devem a esta nação uma informação ampla, clara, despida de ligeireza e cacoetes, livre de limitações. Por favor, lembre que a inteligência está enclausurada, mas não morreu ainda.
Não obstante as práticas orwelianas correntes...
(*) Arlindo Alexandre é Apicultor.