3 de out. de 2011

Não tem nada pior do que ser hipocondríaco 
num país que não tem remédio
Luiz Fernando Veríssimo

Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.

O médico mandou cortar o sal. 
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. 
Sério! Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco. Não tem mais um Real.

Sem falar na minha esclerose precoce.
Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!

Podem dizer que sou hipocondríaco,
mas acho que tô igual ao meu time: - nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida... Entra por um ouvido e sai pelo outro.

Faz diferença... 
A diferença entre o Brasil e a República Checa
é que a República Checa tem o governo em Praga
e o Brasil tem essa praga no governo.

30 de set. de 2011

Goblo.com 2030, o seu portal do futuro
   

José Rainha é transferido para penitenciária
   
videVERSUS - 29 Set 2011

     José Rainha Junior, chefete da organização terrorista clandestina MST, foi transferido na tarde de quarta-feira, do Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, para a penitenciária Zwinglio Ferreira, a P-I de Presidente Venceslau (a 620 quilômetros de São Paulo). Na segunda-feira ele será ouvido na Justiça Federal de Presidente Prudente (a 558 quilômetros de São Paulo). No dia 10, a audiência ocorrerá em Araçatuba (a 530 quilômetros de São Paulo).

     Rainha foi preso pela Polícia Federal na manhã de 17 de junho deste ano, no oeste do Estado. Ele é suspeito de envolvimento em desvios de verbas destinadas a assentados do Pontal do Paranapanema. A polícia estima irregularidades em repasses que somam R$ 5 milhões. O chefete da organização terrorista clandestina MST foi detido durante a Operação Desfalque, que apurou crimes de apropriação indébita e extorsão contra assentados, além de estelionato, peculato e formação de quadrilha. A investigação apontou que um grupo utilizou associações civis, cooperativas e institutos para se apropriar ilegalmente de recursos públicos destinados a manutenção de assentados em áreas desapropriadas para reforma agrária. 

     Na época, a Justiça expediu dez mandados de prisão temporária, sete mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é encaminhada para depoimentos) e 13 mandados de busca e apreensão. As ações foram deflagradas nas cidades de Andradina, Araçatuba, Euclides da Cunha Paulista, Presidente Bernardes, Presidente Epitácio, Presidente Prudente, Sandovalina, São Paulo e Teodoro Sampaio. 

     A Operação Desfalque resultou também na prisão de uma servidora do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e do irmão e advogado de José Rainha, Roberto Rainha. No dia 20 de junho, o Tribunal Regional Federal de São Paulo negou habeas corpus ao chefete. Na mesma data, a Justiça prorrogou a prisão temporária dele. Há dez dias, o ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça, negou pedido de liberdade de Rainha. Para o ministro do STJ, não se encontra ilegalidades na decisão da Justiça de São Paulo que determinou a prisão.
Goblo.com 2030, o seu portal do futuro
    



Para lembrar, descontrair e apreciar
(Obrigado, 1008)



28 de set. de 2011




      Depois de receber tantos títulos de Doutor Honoris Causa, o molusco foi, finalmente, reconhecido pela National Geografic como o novo rei dos animais.
A verdadeira história da contra-revolução de 31 de março
   
      O vídeo que se segue conta a verdadeira história e os motivos da contra-revolução de 31 de março de 1964. Confronte com as distorsões que, oriundas dos partidos "ainda comunistas" estão sendo, paulatinamente, implantadas nas escolas brasileiras, deformando a formação escolar da juventude.
       Mostre a seus filhos. Divulgue.

Um poder de costas para o país
MARCO ANTONIO VILLA
O GLOBO - 27/09/11

Justiça no Brasil vai mal, muito mal. Porém, de acordo com o relatório de atividades do Supremo Tribunal Federal de 2010, tudo vai muito bem. Nas 80 páginas — parte delas em branco — recheadas de fotografias (como uma revista de consultório médico), gráficos coloridos e frases vazias, o leitor fica com a impressão que o STF é um exemplo de eficiência, presteza e defesa da cidadania. Neste terreno de enganos, ficamos sabendo que um dos gabinetes (que tem milhares de processos parados, aguardando encaminhamento) recebeu “pela excelência dos serviços prestados” o certificado ISO 9001. E há até informações futebolísticas: o relatório informa que o ministro Marco Aurélio é flamenguista.

A leitura do documento é chocante. Descreve até uma diplomacia judiciária para justificar os passeios dos ministros à Europa e aos Estados Unidos. Ou, como prefere o relatório, as viagens possibilitaram “uma proveitosa troca de opiniões sobre o trabalho cotidiano.” Custosas, muito custosas, estas trocas de opiniões. Pena que a diplomacia judiciária não é exercida internamente. Pena. Basta citar o assassinato da juíza Patrícia Acioli, de São Gonçalo. Nenhum ministro do STF, muito menos o seu presidente, foi ao velório ou ao enterro. Sequer foi feita uma declaração formal em nome da instituição. Nada.

Silêncio absoluto. Por que? E a triste ironia: a juíza foi assassinada em 11 de agosto, data comemorativa do nascimento dos cursos jurídicos no Brasil. Mas, se o STF se omitiu sobre o cruel assassinato da juíza, o mesmo não o fez quando o assunto foi o aumento salarial do Judiciário. Seu presidente, Cézar Peluso, ocupou seu tempo nas últimas semanas defendendo — como um líder sindical de toga — o abusivo aumento salarial para o Judiciário Federal. Considera ético e moral coagir o Executivo a aumentar as despesas em R$ 8,3 bilhões. A proposta do aumento salarial é um escárnio.

É um prêmio à paralisia do STF, onde processos chegam a permanecer décadas sem qualquer decisão. A lentidão decisória do Supremo não pode ser imputada à falta de funcionários. De acordo com os dados disponibilizados, o tribunal tem 1.096 cargos efetivos e mais 578 cargos comissionados. Portanto, são 1.674 funcionários, isto somente para um tribunal com 11 juízes. Mas, também de acordo com dados fornecidos pelo próprio STF, 1.148 postos de trabalho são terceirizados, perfazendo um total de 2.822 funcionários. Assim, o tribunal tem a incrível média de 256 funcionários por ministro.

Ficam no ar várias perguntas: como abrigar os quase 3 mil funcionários no prédio-sede e nos anexos? Cabe todo mundo? Ou será preciso aumentar os salários com algum adicional de insalubridade? Causa estupor o número de seguranças entre os funcionários terceirizados. São 435! O leitor não se enganou: são 435. Nem na Casa Branca tem tanto segurança. Será que o STF está sendo ameaçado e não sabemos? Parte destes abuso é que não falta naquela Corte. Só de assistência médica e odontológica o tribunal gastou em 2010, R$ 16 milhões.

O orçamento total do STF foi de R$ 518 milhões, dos quais R$ 315 milhões somente para o pagamento de salários. Falando em relatório, chama a atenção o número de fotografias onde está presente Cézar Peluso. No momento da leitura recordei o comentário de Nélson Rodrigues sobre Pedro Bloch. O motivo foi uma entrevista para a revista “Manchete”. O maior teatrólogo brasileiro ironizou o colega: “Ninguém ama tanto Pedro Bloch como o próprio Pedro Bloch.”

Peluso é o Bloch da vez. Deve gostar muito de si mesmo. São 12 fotos, parte delas de página inteira. Os outros ministros aparecem em uma ou duas fotos. Ele, não. Reservou para si uma dúzia de fotos, a última cercado por crianças. A egolatria chega ao ponto de, ao apresentar a página do STF na intranet, também ter reproduzida uma foto sua acompanhada de uma frase (irônica?) destacando que o “a experiência do Judiciário brasileiro tem importância mundial”. No relatório já citado, o ministro Peluso escreveu algumas linhas, logo na introdução, explicando a importância das atividades do tribunal.

E concluiu, numa linguagem confusa, que “a sociedade confia na Corte Suprema de seu País. Fazer melhor, a cada dia, ainda que em pequenos mas significativos passos, é nossa responsabilidade, nosso dever e nosso empenho permanente”. Se Bussunda estivesse vivo poderia retrucar com aquele bordão inesquecível: “Fala sério, ministro!” As mazelas do STF têm raízes na crise das instituições da jovem democracia brasileira. Se os três Poderes da República têm sérios problemas de funcionamento, é inegável que o Judiciário é o pior deles. E deveria ser o mais importante. Ninguém entende o seu funcionamento.

É lento e caro. Seus membros buscam privilégios, e não a austeridade. Confundem independência entre os poderes com autonomia para fazer o que bem entendem. Estão de costas para o país. No fundo, desprezam as insistentes cobranças por justiça. Consideram uma intromissão.

MARCO ANTONIO VILLA é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos. 
Efeitos balísticos
  

Reserva de mercado
para as montadoras brasileiras




Orador da Turma de Direito da UFSC - 2008

  
      Como escreveu meu amigo Jairo, "é alentador ouvir de um jovem palavras tão vibrantes!"


27 de set. de 2011

Conflito de gerações


      Um jovem muito arrogante, em conversa com um senhor já maduro, tomou para si a responsabilidade de explicar-lhe porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

     - Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo! Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet , celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ...

     Fez uma pausa. O senhor se aproveitou do intervalo para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse: 

     - Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha de merda arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?
Querido papai do céu
Por favor, mande roupas
para todas aquelas pobres mulheres
do computador do papai, amém.


26 de set. de 2011

Piloto bagual de São Borja
     
     Num vôo comercial saindo de Porto Alegre, o piloto gaúcho e sãoborjense Salustiano Flores, liga o microfone e começa a charlar com os passageiros:
     - Bueno indiada, aqui é o Piloto, Capitão Salustiano, guasca troperu parido com muito orgulho em São Borja. Deixei minha chinoca e meu cavalo pra ter a satisfação de acompanhar as senhoras e os senhores nessa bagaça que é o vôo TAM 426, com destino a São Paulo e escala em Florianópolis, quintal de minha querência o meu Rio Grande amado. Neste exato momento tamu vuando a 9 mil metro de altura, sacudindo as melena, velocidadezita de 860 Km/hora, e jatemu sobrevoando a cidade de... ohhhhhpaaaa ! Barrrrbaridade !   Deeeuzulivree, como foi acontecer isso, patrão velho ??

     E os passageiros escutam aqueles gritos pavorosos, seguidos de um barulho infernal... 

     - Nããããooooo  !!     

     Segundos depois, o gaudério pega o microfone e, rindo, meio sem graça, se desculpa:     

     - Bah me desculpem xiruzada, pelo "esparramo" aki na cabine, mas é que me descuidei e me escapou da mão a cuia do meu chimarrão, que caiu bem encima da minha bombacha nova, sacumé, agua meio quente.. e tal, me queimou ozôvo!!!! Vocês precisam ver como é que ficou a parte da frente da minha bombacha eheheh !!!     

     Nisso grita um lacaio lá do fundo do avião, provavelmente um carioca ...

     - Seu gaúcho fdp !  E você precisa ver como ficou a parte de trás da minha calça !
Vulnerabilidades da democracia
Prof. Marcos Coimbra
Conselheiro Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia

      A democracia é o melhor dos regimes, apesar de não ser perfeita. Contudo, ela possui inúmeras vulnerabilidades, que são aproveitadas pelos totalitários de plantão, sejam eles filiados a uma ou outra corrente de pensamento. Tivemos exemplos no século passado, de um lado e de outro. Numa recordação de sistemas ideológicos antípodas, aparentemente, encontramos na Alemanha, Hitler, e na antiga URSS, Stálin. E é interminável a lista dos partidos e dos seus chefes que impuseram a ditadura, de fato, em inúmeros países, fingindo-se de democratas. Ao ganhar as eleições e empalmar o poder, transformam-se passo a passo, eliminando os obstáculos existentes, direta ou indiretamente, até implantar sub-repticiamente um regime totalitário, travestido sob uma capa aparentemente democrática.

      Primeiro, fortalecem o partido base, de credo totalitário, nomeando milhares de integrantes para postos estratégicos na administração do Executivo sob seu comando. Celebram então alianças espúrias com partidos que não são capazes de sobreviver longe do poder, concedendo-lhes um naco do butim. Consolidam desta forma um bloco governista servil, dócil, um verdadeiro prato de ovos com bacon. Somente, o partido totalitário entra com os ovos, como a galinha, enquanto seus aliados colaboram com o bacon, como os porcos (que são exterminados no ato da doação), dominando o Legislativo.

      Em seguida, vão dominando os cargos no Judiciário com a nomeação de apaniguados, em especial para as mais altas Cortes do país. Em paralelo, vão estimulando um progressivo processo de deterioração de todas as Instituições Nacionais, principalmente aquelas capazes de reagirem contra a implantação do regime de força, como as Forças Armadas. Partem também para a cooptação das classes empresariais, oferecendo-lhes a oportunidade de obtenção de ganhos vultosos, em licitações suspeitas e legislação simpática. É exemplo característico a permissão dada ao segmento financeiro, bem como a grandes empreiteiras, de ganhar o que quiserem, sem o devido controle.

O passo seguinte é o controle dos meios de comunicação, em parte já reféns de verbas publicitárias sob o controle de um órgão central, diretamente vinculado aos detentores do poder político. Mas eles querem mais. Seu verdadeiro objetivo é calar definitivamente qualquer corrente expressiva ainda não subordinada ao seu jugo. Então é chegada a hora da adoção da denominada “democracia plebiscitária”, onde conseguem aprovar qualquer coisa desejada, aproveitando-se da ausência de oposição, da força avassaladora de seu poder e da falta de educação do povo, fragilizado pelo deficiente sistema educacional, propositadamente, de forma a transformá-lo em manada, incapaz de pensar. Votam com a emoção, não com a razão. É chegada a hora então de alterar a Constituição em vigor, permitindo a reeleição sem limite, alterando-a de forma a subverter o processo democrático, como é o exemplo da eleição com lista fechada e praticando o nepotismo eleitoral. O poder passa das mãos do ex-presidente para um continuador(a) do processo, É frequente o emprego crescente de políticas assistencialistas e clientelistas para assegurar o voto da maioria das parcelas mais pobres da população em seus candidatos.

No plano externo, concedem às grandes potências colonialistas aquilo que desejam, ou seja, seus recursos naturais e até mesmo o território do país, por via indireta, com pretextos vários, como demarcação de áreas indígenas, de quilombolas, ou algo semelhante. Cedem a qualquer exigência de países com a mesma ideologia, subtraindo do seu povo recursos escassos em benefício do povo de outras nações. Como são internacionalistas, independentemente de orientação ideológica, demonstram seu desprezo pelos valores, tradições e ideais dos nossos antepassados. Procuram reescrever a história, da forma como melhor lhes aprouver, objetivando a formação de um pensamento único, totalitário, tão bem exemplificado pelo genial escritor George Orwell (Eric Blair) em seu profético livro 1984.

Presenciamos em nosso entorno, infelizmente, vários exemplos significativos desta ação, com algumas nuances, em diversos estágios. Venezuela, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai, Argentina e outros. A Colômbia já atravessa um processo híbrido de transição e o Chile está em crise, com um presidente não pertencente a esta linha de procedimento submetido a um ataque feroz, que tem o nítido propósito de derrubá-lo.

O leitor está encontrando algum exemplo de um país próximo submetido a processo semelhante? Se não vejamos. No antigo Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, sob a direção do seu então chefe Luiz Gushiken , um dos cenários prospectivos traçados partia da premissa de que Lula seria o presidente da República em 2022, ano de comemoração do bicentenário da independência do Brasil. Isto é possível com seu retorno ao poder em 2014, sendo reeleito em 2018 e permanecendo no poder até 2022.

         Será que isto não é o bastante para despertar a indignação do povo e motivar o início de uma campanha de âmbito nacional para evitar a perda da nossa democracia? O país já perdeu muito e é chegada a hora de lutar para resgatar o que foi perdido. Vamos combater, ombro a ombro, para preservar o futuro de nossos descendentes. Eles não nos perdoarão, caso não saibamos cumprir nosso dever.

Correio eletrônico:mcoimbra@antares.com.br
Site: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 21.09.11).

21 de set. de 2011

Ministério do Esporte e Turismo

Nome da bola da copa de 2014: "Jaburlamos"


Kulula Airlines
(repassando)
A Kulula Airlines é uma companhia aérea sul-africana de baixo custo que não se leva muito a sério. Observem suas novas cores,  a pintura de seus aviões e vejam como ela se relaciona com seus clientes!

 
As aeromoças da Kulula fazem um grande esforço para tornar a "palestra sobre segurança de voo" e outros anúncios um pouco mais divertidos.

 
Aqui estão alguns exemplos reais que foram ouvidos por mim ou me foram relatados (com a respectiva tradução):
 
On a Kulula flight, (there is no assigned seating, you just sit where you want) passengers were apparently having a hard time choosing, when a flight attendant announced: "People, people we're not picking out furniture here, find a seat and get in it!"
Em um voo da Kulula, (não há assentos marcados, você pode sentar onde quiser) alguns passageiros, aparentemente, estavam demorando muito tempo para escolher um lugar, quando uma aeromoça falou: "Gente, gente, não estamos escolhendo móveis aqui, encontrem um lugar e sentem nele!"

On another flight with a very "senior" flight attendant crew, the pilot said: "Ladies and gentlemen, we've reached cruising altitude and will be turning down the cabin lights. This is for your comfort and to enhance the appearance of your flight attendants."
Em outro voo com uma tripulação de bordo muito "sênior", o comandante disse: "Senhoras e senhores, chegamos à altitude de cruzeiro e iremos apagar as luzes da cabine. Isto é para o seu conforto e para melhorar a aparência das atendentes de seu voo."
  
On landing, the stewardess said: "Please be sure to take all of your belongings... If you're going to leave anything, please make sure it's something we'd like to have." 
No desembarque, a aeromoça disse: "Por favor, não se esqueçam de levar todos os seus pertences... Se forem deixar alguma coisa, por favor, certifiquem-se de que é algo que nós gostaríamos de ter".

 
"There may be 50 ways to leave your lover, but there are only 4 ways out of this airplane." 
"Pode haver 50 maneiras de deixar o seu amante, mas só há quatro maneiras de sair deste avião."
 
"Thank you for flying Kulula. We hope you enjoyed giving us the business as much as we enjoyed taking you for a ride." 
"Obrigado por voar Kulula. Esperamos que tenham gostado de ter feito negócio conosco, tanto quanto nós apreciamos levar vocês para um passeio."
 
As the plane landed and was coming to a stop at Durban Airport , a lone voice came over the loudspeaker: "Whoa, big fella. WHOA!" 
Quando o avião aterrissou e estava parando no Aeroporto de Durban, uma voz solitária veio pelo alto-falante: "Uau! Grande garoto! Uau!"

After a particularly rough landing during thunderstorms in the Karoo, a flight attendant on a flight announced, "Please take care when opening the overhead compartments because, after a landing like that, sure as hell everything has shifted." 
Depois de uma aterrissagem particularmente áspera durante uma tempestade em Karoo, uma aeromoça anunciou: "Por favor, tomem cuidado ao abrir os compartimentos acima de suas poltronas, porque, depois de uma aterrissagem assim, com certeza tudo mudou".

From a Kulula employee: "Welcome aboard Kulula 271 to Port Elizabeth . To operate your seat belt, insert the metal tab into the buckle, and pull tight. It works just like every other seat belt; and, if you don't know how to operate one, you probably shouldn't be out in public unsupervised." 
De um tripulante da Kulula: "Bem-vindo a bordo do voo Kulula 271 para Port Elizabeth. Para utilizar o cinto de segurança, insira a guia de metal na fivela e puxe. Ele funciona como qualquer outro cinto de segurança. E, se você não sabe como operar um, você provavelmente não deveria estar fora, em público, sem ajuda".


"In the event of a sudden loss of cabin pressure, masks will descend from the ceiling. Stop screaming, grab the mask, and pull it over your face. If you have a small child travelling with you, secure your mask before assisting with theirs. If you are travelling with more than one small child, pick your favorite." 
"No caso de uma súbita despressurização da cabine, máscaras cairão do teto. Pare de gritar, pegue sua máscara, e ajuste-a sobre o rosto. Se você tem uma criança pequena viajando com você, ponha sua máscara antes de ajudar com a dela. Se você estiver viajando com mais de uma criança pequena, ponha primeiro no seu preferido. "

"Weather at our destination is 50 degrees with some broken clouds, but we'll try to have them fixed before we arrive. Thank you, and remember, nobody loves you, or your money, more than Kulula Airlines." 
"A temperatura em nosso destino é de 50 graus, com algumas nuvens quebradas, mas vamos tentar consertá-las antes de chegar. Obrigado, e lembre-se, ninguém lhe ama, ou ao seu dinheiro, mais que a Kulula Airlines."
 
"Your seats cushions can be used for flotation; and in the event of an emergency water landing, please paddle to shore and take them with our compliments."
"Seus assentos podem ser usados para flutuação, e no caso de um pouso de emergência na água, por favor, remem para a praia e levem-nos com os nossos cumprimentos."
 
"As you exit the plane, make sure to gather all of your belongings. Anything left behind will be distributed evenly among the flight attendants. Please do not leave children or spouses..." 
"Ao sair da aeronave, certifique-se que está levando todos os seus pertences. Qualquer coisa deixada para trás será distribuída uniformemente entre os comissários de bordo. Por favor, não deixe crianças ou cônjuges..."
 
And from the pilot during his welcome message: "Kulula Airlines is pleased to announce that we have some of the best flight attendants in the industry. Unfortunately, none of them are on this flight!" 
E do piloto durante a sua mensagem de boas vindas: "Kulula Airlines tem o prazer de anunciar que temos alguns dos melhores atendentes de voo existentes. Infelizmente, nenhum deles está neste voo!"

Heard on Kulula 255 just after a very hard landing in Cape Town: The flight attendant came on the intercom and said: "That was quite a bump and I know what y'all are thinking. I'm here to tell you it wasn't the airline's fault, it wasn't the pilot's fault, it wasn't the flight attendant's fault, it was the asphalt." 
Depois de uma aterrissagem muito difícil na Cidade do Cabo, uma aeromoça veio ao interfone e disse: "Isso foi bastante acidentado e sei o que vocês estão pensando. Estou aqui para lhes dizer que não foi culpa da companhia aérea, não foi culpa do piloto, não foi culpa do comissário de bordo, foi o asfalto".

Overheard on a Kulula flight into Cape Town, on a particularly windy and bumpy day: During the final approach, the Captain really had to fight it. After an extremely hard landing, the Flight Attendant said: "Ladies and Gentlemen, welcome to The Mother City. Please remain in your seats with your seat belts fastened while the Captain taxis what's left of our airplane to the gate!"
Ouvi em um voo da Kulula para Cape Town, em um dia particularmente ventoso e com turbulência, quando, durante a aproximação final, o capitão realmente teve que lutar contra isso. Após um pouso extremamente difícil, a aeromoça disse: "Senhoras e senhores, bem-vindos à nossa Cidade-mãe. Por favor, permaneçam em seus lugares com os cintos afivelados, enquanto o Capitão “taxia” o que restou do nosso avião até o portão de desembarque!"


Another flight attendant's comment on a less than perfect landing: "We ask you to please remain seated as Captain Kangaroo bounces us to the terminal." 
Comentário de um comissário de bordo em uma aterrissagem tudo, menos perfeita: "Pedimos-lhe que por favor permaneçam sentados enquanto o Capitão Canguru nos leva, saltando, até o terminal."
 
After a real crusher of a landing in Johannesburg , the attendant came on with: "Ladies and Gentlemen, please remain in your seats until Captain Crash and the Crew have brought the aircraft to a screeching halt against the gate. And, once the tire smoke has cleared and the warning bells are silenced, we will open the door and you can pick your way through the wreckage to the terminal..." 
Depois de um pouso realmente demolidor em Johanesburgo, a comissária se saiu com esta: "Senhoras e senhores, por favor, permaneçam em seus assentos até o Capitão Porrada e sua tripulação levarem a aeronave a um ponto próximo da área de desembarque. E, logo que a fumaça dos pneus se dissipar e as sirenes de alerta silenciarem, vamos abrir a porta da aeronave e todos poderão escolher o seu caminho para o terminal através dos destroços..."
 
Part of a flight attendant's arrival announcement: "We'd like to thank you folks for flying with us today. And, the next time you get the insane urge to go blasting through the skies in a pressurized metal tube, we hope you'll think of Kulula Airways." 
Parte do anúncio de um comissário de bordo na chegada: "Pessoal, gostaríamos de agradecer-lhes por voarem conosco hoje. E, da próxima vez que tiverem o impulso insano de rasgar os céus em um tubo de metal pressurizado, esperamos que vocês pensem na Kulula Airways".
 
Heard on a Kulula flight: "Ladies and gentlemen, if you wish to smoke, the smoking section on this airplane is on the wing... If you can light 'em, you can smoke 'em." 
Ouvi em um voo da Kulula: "Senhoras e senhores, se quiserem fumar, a área de fumantes deste avião é nas asas... Se puderem acender os cigarros lá, então poderão fumá-los.
 
An airline pilot wrote that on this particular flight he had hammered his ship into the runway really hard. The airline had a policy which required the first officer to stand at the door while the passengers exited, smile, and give them a "Thanks for flying our airline". He said that, in light of his bad landing, he had a hard time looking the passengers in the eye, thinking that someone would have a smart comment. Finally everyone had gotten off except for a little old lady walking with a cane. She said: "Sir, do you mind if I ask you a question?" "Why, no Ma'am," said the pilot. "What is it?" The little old lady said: "Did we land, or were we shot down?" 
Um piloto relatou que, num voo em particular, o pouso tinha sido muito difícil. A companhia aérea tinha uma política que exigia que o primeiro oficial ficasse à porta da aeronave enquanto os passageiros saíam, para sorrir e dizer "Obrigado por voar na nossa companhia aérea". Ele disse que, devido à sua aterrissagem ruim, ele teve dificuldade de olhar os passageiros nos olhos, pensando que alguém faria um comentário inteligente. Finalmente todos tinham saído com exceção de uma velhinha andando com uma bengala. Ela disse: "Senhor, você se importaria se eu lhe fizer uma pergunta?" "Ora, não senhora", disse o piloto. "Qual é a pergunta?" A velhinha disse: "Será que nós pousamos ou fomos derrubados?"