Não compareça se for chamado
Cel Juvencio Saldanha Lemos Publicado no site "A Verdade Sufocada" em 16/04/2013
Caso você seja “convidado” , convocado” “intimado” ou “receba uma ordem” para comparecer à Comissão Nacional da Verdade, não compareça e não dê qualquer satisfação. E por agora, nem constitua advogado. Não precisa.
A Lei de criação da Comissão da Verdade diz que ela tem poderes para "convocar" pessoas para depor. Não para "intimar" um depoimento.
"Convocar" não traduz uma obrigatoriedade. O síndico de um edifício convoca os moradores para uma reunião do condomínio. Vai quem quer! O presidente de um clube de futebol convoca a sua torcida para recepcionar o time no aeroporto. Vai quem quer!
Já "intimar" traduz uma obrigatoriedade, exatamente por emanar de uma autoridade judicial. Ou seja, somente um magistrado e dentro de um processo regular, tem poderes para intimar alguém a fazer alguma coisa. Não é o caso em pauta.
E mesmo assim, na longínqua hipótese de um juiz intimar alguém a depor, o intimado comparece e simplesmente invoca o direito constitucional de ficar calado...
Não vá. Simplesmente não vá. E eles que reajam como bem entenderem.
Todavia, tem que ser lembrado que a mesma Lei que criou a Comissão declara que é dever dos militares (da ativa, da reserva e reformados) "colaborarem" com a Comissão da Verdade. Ou seja, foi acrescido mais um dever no Estatuto dos Militares, no capítulo dos Direitos e Deveres dos Militares.
De início, já caberia uma enorme discussão sobre o que é "colaborar"... Sempre lembrando que colaborar é "trabalhar com"... Mas mesmo assim, admitindo-se que o militar convocado não atenda a convocação e isso seja considerado falta de colaboração, em tese estaria caracterizado o não cumprimento de um dever militar.
E daí? O não cumprimento de um dever não é crime, mas transgressão disciplinar - Falta de exação no cumprimento de dever militar - passível de enquadramento no RDE. Mérito que teria que ser examinado pela autoridade a que está subordinado o militar convocado e que, se for o caso, aplicaria a consequente punição disciplinar. Jamais pela dita Comissão.
Assim, se ainda existirem leis neste país, no caso do não atendimento da "Convocação", a única coisa que a tal Comissão pode fazer é oficiar ao Comandante do Exército, dando notícia de que o militar fulano não compareceu, solicitando as providências cabíveis no âmbito da Força. Só isso. E a consequência, depois de um longo processo, seria alguns dias de prisão disciplinar, o quê, in casu, seria até uma honra.
E, sinceramente, não acredito que isso seja feito.
É a minha opinião.
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17 de abr. de 2013
V i r o u p a l h a ç a d a !
A baderna que esse bando de palhaços, manipulados por ONGs e desocupados, é fruto desta democracia fajuta que se instalou no país, onde minorias acham que devem impor a sua vontade. Agora a culpa é desta maioria silenciosa, acomodada e covarde, que não é capaz de dizer NÃO, de assumir o seu papel de maioria e impor a sua vontade. As minorias devem ser respeitadas, mas quem manda é a maioria. O Brasil é de todos nós, brasileiros.
Péricles
O Brasil nunca pertenceu aos índios
Profª Sandra Cavalcanti
Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.
Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Não existia o Brasil.
Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.
O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.
Existe uma intenção solerte e venenosa por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.
Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.
De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.
De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.
Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui. Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.
Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.
Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.
Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.
Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira.
Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.
O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.
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O velhinho, mineiro de Berlândia, está no hospital, nas últimas... O padre está ao seu lado para dar-lhe a extrema-unção e lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
Mas o velhinho fica quieto, ao que o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho nada. Então o padre pergunta:
- Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
- Enquanto eu num soubé pronde vô, num quero ficá de mar cum ninguém!
Financial Times ironiza eleições brasileiras:
"O tomate é o maior adversário eleitoral de Dilma"
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Vitor Vieira - Jornalista
O jornal britânico "Financial Times" publicou no domingo uma reportagem que ironiza o impacto que a alta do preço do tomate no Brasil tem causado na economia brasileira.
A publicação ainda insinua que, apesar de a presidente Dilma Rousseff estar entre os chefes de Estado mais populares do mundo, suas chances de reeleição no próximo ano estão sendo “desafiadas por um oponente formidável - o humilde tomate”.
A reportagem diz que o produto é tão sensível no Brasil, como a cebola na Índia, em razão de status de alimento básico que ocupa. A publicação ainda menciona que, apesar de a taxa de inflação do Brasil permanecer bem abaixo do que a de outros países emergentes, com o a vizinha Argentina, onde está em 24%, no mês passado o índice chegou a 6,59%, rompendo com a meta do Banco Central (4,5%).
O Financial Times citou ainda as piadas sobre o preço do tomate que ganharam o País, com consumidores dizendo que teriam de começar a pagar por eles em prestações - “um método comum de comprar no Brasil, mas geralmente reservado para iPhones, em vez de alimentos”.
A Venezuela é hoje uma ditadura narcobolivariano-militar; governo assassinava sete pessoas em protestos enquanto Dilma parabenizava o ditador Maduro.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Por Reinaldo Azevedo
Por Reinaldo Azevedo
O chavismo não existe, como muitos supunham. O que existe é um processo ditatorial que mantém debaixo do porrete a sociedade venezuelana. Os ditos bolivarianos compraram parte considerável das Forças Armadas da Venezuela, hoje infiltradas pelo narcotráfico e em parceria com os narcoterroristas das Farc. Cada vez mais, anotem aí, o país assumirá as características de uma ditadura militar convencional — mas sem abrir mãos dos rituais homologatórios das eleições encabrestadas e fraudadas pelos bolivarianos. Em suma, trata-se de uma ditadura narcobolivariano-militar.
Leiam texto publicado na VEJA.com. Volto em seguida.
Os conflitos pós-eleição presidencial na Venezuela deixaram até agora um saldo de sete mortos, 61 feridos e 135 detidos, afirmou nesta terça-feira a procuradora-geral do país, Luisa Ortega. Mais cedo, a agência estatal de notícias AVN havia falado em quatro mortos. “O mais grave é que nestes atos violentos morreram sete venezuelanos, um deles policial de Táchira (oeste)”, disse a procuradora, que criticou o candidato da oposição Henrique Capriles por convocar panelaços. “Até agora o candidato que não foi beneficiado não compareceu perante o CNE para tentar nenhum recurso, nenhuma ação que o ordenamento jurídico do estado lhe garante”, disse Luisa, que acusa Capriles de ordenar ‘atos desestabilizadores’. “Não podemos permitir que se atente contra a paz e a tranquilidade de um povo”, disse, completando que as atitudes de Capriles podem constituir ‘crimes de instigação ao ódio e rebelião civil’.
A eleição presidencial da Venezuela teve um resultado apertado, com 50,75% a favor de Nicolás Maduro e 48,97% para Henrique Capriles. A pequena diferença, de pouco mais de 260.000 votos, e as milhares de denúncias de fraude eleitoral levaram Capriles a pedir uma auditoria com a recontagem total dos votos. O Poder Eleitoral, dominado por chavistas, rejeitou o pedido, apesar de Maduro ter pedido ao CNE em um primeiro momento a abertura das urnas. Diante da acelerada proclamação de Maduro como presidente na segunda-feira, Capriles convocou os venezuelanos a panelaços a favor de uma recontagem de votos. Os chavistas responderam pedindo novas mobilizações, e o resultado foi uma violenta noite de segunda-feira. O governo diz que simpatizantes de Capriles atacaram centros do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e do Conselho Nacional Eleitoral.
Em Barinas, capital do estado de mesmo nome, 17 pessoas que foram detidas em manifestações nas imediações do CNE devem se apresentar nesta terça ao tribunal local. Um dos detidos, um dirigente juvenil, disse ao jornal El Universal que se trata de uma “prática comum do governo para tentar frear as reclamações nas ruas, atribuindo delitos a quem enfrenta suas irregularidades”.
Na manhã desta terça-feira, tanques militares tomaram as cidades de Barquisimeto, a quinta mais importante da Venezuela, e Palavecino em um clima de tensão que impediu crianças de irem à escola. O CNE de Barquisimeto está sob forte proteção militar diante da marcha convocada pela oposição para entregar um documento que exige a recontagem dos votos. Na noite de segunda-feira, os militares lançaram bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes dos panelaços. Também nesta terça, Capriles pediu aos venezuelanos, através do Twitter, para não cair em provocações e ratificou que a luta da oposição “é firme, mas pacífica”. “A nós o que interessa é que reine a paz! Ao ilegítimo, não”, disse, em referência a Maduro.
Comento.
Quem é Luisa Ortega, a tal procuradora-geral? É só mais um dos esbirros do regime ditatorial instalado na Venezuela. Ainda que Capriles recorresse, pergunta-se: que chance teria? A Venezuela, há muito tempo uma ditadura, agora terá de involuir para o estado policial se quiser manter o atual regime. A razão é clara: de fato, a maioria da população já se opõe ao governo, mas não encontra os caminhos para apeá-lo do poder. Capriles teve quase 50% dos votos. A abstenção passou de 20%. Numa sociedade extremamente mobilizada pelas milícias chavistas, essa taxa traduz um misto de medo e desesperança. As eleições são fraudadas desde a origem, uma vez que a oposição não têm os mesmos direitos na disputa. Parte considerável das Forças Armadas se tornou sócia da súcia bolivariana; a Justiça e o Parlamento estão, igualmente, a serviço dos bandoleiros.
No ano passado, o então presidente da corte suprema fugiu do país, confessou que atuava em favor do narcotráfico sob a orientação do governo e acusou altas autoridades civis e militares de fazer parte da máfia. Por alguns instantes, Nicolás Maduro fingiu aceitar a recontagem dos votos. Era, como alertei aqui, mero truque. Horas depois, mudou de ideia e preparou a proclamação oficial da sua vitória, mesmo em meio a uma mar de denúncias de fraude.
O Brasil, alegremente, apoia um regime delinquente, que responde a protestos de rua contra uma eleição fraudada com tanques e assassinatos. Ontem, enquanto a ditadura bolivariano-militar matava venezuelanos na rua, Antonio Patriota, chanceler brasileiro, demonstrava a disposição de trabalhar com Maduro, e Dilma dava os parabéns ao ditador.
16 de abr. de 2013
REFLEXÃO IMPORTANTÍSSIMA
Fala-se da Net como o grande instrumento que veio possibilitar o máximo de liberdade de expressão ao homem contemporâneo, permitindo que suas idéias cheguem praticamente ao mundo inteiro.
De uma certa forma isto não deixa de ser verdade. Tenho constatado, contudo, que, decorrente da enorme facilidade de divulgação proporcionada pela rede e seus instrumentos (mail, blog, facebook etc), as pessoas, talvez sem o perceberem, estão se restringindo a simplesmente divulgar, relegando ao secundário o executar, que, na verdade, é o objetivo final.
Um exemplo.
Vai haver uma manifestação de protesto contra a corrupção no governo; você toma conhecimento, reúne as informações sobre local, hora etc, faz um e-mail para seus amigos, coloca um "post" no seu Blog, "tuíta" a respeito e... não comparece à manifestação. Os que recebem seu e-mail (ou, de qualquer forma, tomam conhecimento da manifestação através da Net) repassam a informação da mesma forma e... a grande maioria também não comparece. Resultado: a manifestação teve uma grande divulgação e... foi um fracasso, com a presença de meia-duzia de gatos pingados.
Muitos outros exemplos estão aí, não havendo necessidade de apresentá-los. O importante é que se perceba que, dado o poder de divulgação e a facilidade de uso dos instrumentos disponibilizados pela Net, isso não faz de nós repórteres, ou profissionais da mídia, cuja função é exclusivamente divulgar/comentar.
Não podemos esquecer: - continuamos cidadãos que, pelo seu próprio bem, têm que participar. Se a Net facilita, como nunca antes, transmitir nossas idéias, não devemos nos acomodar a isso, sob pena de virmos a ter uma sociedade onde todos se comunicam, aponta-se as falhas, denuncia-se os escândalos, cada homem torna-se um articulista mas... não se move uma palha, concretamente, para corrigir os erros apontados, combater os inescrupulosos, fazer a sociedade seguir pelo bom caminho.
O profissional da mídia, seja de que tipo for, pode limitar-se a divulgar ou comentar - este é seu papel na sociedade. Todavia, o cidadão, ainda que transmutado em cidadão-repórter, pelas facilidades que passou a dispor, tem que, também, participar.
Não basta repassar - é preciso agir !
José Magalhães
15 de abr. de 2013
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Um velho senhor tinha um bonito lago na sua enorme propriedade. Depois de algum tempo sem ir ao local, um dia decidiu dar uma olhada geral, para ver se estava tudo em ordem.
Pegou um balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas das árvores pelo caminho e, ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertidas...
Aproximou-se e viu um grupo de jovens mulheres, a tomar banho no lago, completamente nuas.
Chegou mais perto e, vendo-o, todas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora de água.
Uma das mulheres gritou:
- Não saimos daqui enquanto o senhor não for embora!
O velho respondeu:
- Calma moças, eu não vim até aqui para vê-las nadar ou para vê-las sair nuas do lago!
Levantando o balde, ele completa:
- Eu só vim dar comida ao jacaré...
Idade, experiência e esperteza, ainda triunfam sobre a juventude e o entusiasmo.
Explosões matam pelo menos 2 na Maratona de Boston; inúmeros feridos
By Vernon Loeb, Doug Struck and Jerry Markon, Updated: Monday, April 15, 7:17 PM
BOSTON — Two bombs exploded at the venerable Boston Marathon on Monday, killing two people, sending hundreds of runners scrambling for cover and rattling nerves around the nation, authorities said.
The blasts occurred in rapid succession as thousands of people were still running. Video footage showed an explosion off to the side as runners were nearing the finish line, with some toppling over from the concussion. Smoke rose into the air, and photos of the scene showed a sidewalk slicked with blood.
The explosions, occurring on the Patriot’s Day holiday that commemorates the Revolutionary War battles of Lexington and Concord, were as shocking in their symbolism as in their force. The Boston Marathon is a highly prestigious race and is as much a symbol of Boston as Fenway Park.
The repercussions extended from Massachusetts to Washington, where President Obama was briefed by top officials, the White House increased security, and the Justice Department and FBI mobilized to fully investigate what had happened.
Boston Marathon officials described the blasts near the finish line as originating from “two bombs.” Two federal law enforcement officials, speaking on condition of anonymity, confirmed that the blasts were caused by explosive devices.
In a brief appearance at the White House shortly after 6 p.m., Obama expressed sympathy for the victims of the blasts and said all the necessary resources of the federal government would be assigned to assist Boston officials in determining the cause of the explosions.
“We still do not know who did this or why, and people shouldn’t jump to conclusions before we have all the facts,” Obama said. “But make no mistake — we will get to the bottom of this.”
In addition to the two confirmed deaths, police said more than 20 people were injured. Other media reports placed the injury toll as more than 100 people.
Initial reports of another explosion at the John F. Kennedy Library in Boston turned out to be an unrelated fire. Massachusetts Gov. Deval Patrick urged people to “stay out of crowds” as they made their way home.
A CNN producer who was at the race said the first large explosion was followed about 10 seconds later by another blast. He said he saw at least five or six people who appeared to be injured.
Emergency personnel rushed to the area, and the street was quickly sealed off.
“I saw it go off and smoke billowed up. Everyone just stopped and hunched down,” said Pam Ledtke, 51, from Indianapolis, who was about 75 yards from the finish line when the explosions went off. “They didn’t know what to do,” Ledtke said.
“All of a sudden, people were screaming,” Ledtke added.
The explosions occurred shortly before 3 p.m. near the intersection of Boylston and Exeter streets. Local media reports said store fronts were blown out.
Many of the injured appeared to be spectators who were watching the race. About half of the nearly 27,000 participants had reportedly finished the race when the blasts occurred. The racers came from at least 56 countries and territories.
“I saw two explosions,” reported Boston Herald journalist Chris Cassidy, who was running in the marathon. “The first one was beyond the finish line. I heard a loud bang and I saw smoke rising.” The blast “looked like it was in a trash can or something,” he said. “There are at least a dozen that seem to be injured in some way.”
Police established a crime scene around the Prudential Center, which is near the finish line. The blast apparently occurred about 300 yards from the finish line.
Authorities in New York and Washington tightened security precautions in the wake of the blasts. The Bureau of Alcohol, Tobacco, Firearms and Explosives sent all of its bomb technicians, explosives officers, explosives specialists and canine officers from their Boston and New York field divisions to the scene, as well as some investigators from Washington.
Shortly after being notified around 3 p.m., Obama received a briefing from homeland security adviser Lisa Monaco and other members of his senior White House staff in the Oval Office. The president called Boston Mayor Tom Menino and Massachusetts Gov. Deval Patrick to express his concern for those who were injured and to make clear that his administration is ready to provide support.
Witnesses described a chaotic scene in the immediate aftermath of the blasts.
Paul Cummings, a 44-year-old runner from Portland, Oregon, was in the medical tent near the finish line getting a leg massage when the explosions occurred.
“It didn’t sound like a water main blowing or anything else — it sounded like a bomb,” Cummings said. “Maybe I watch too much TV or something, but as soon as I heard it, I knew it was a bomb. It was just a loud explosion, and then another. You can’t hear a noise like that and think anything good happened.”
As police started bringing wounded people into the tent, Cummings quickly got up and left. “I just thought, ‘I’m out of here.’ ”
He stepped out into Copley Square to wailing sirens, people shouting and crying and police imploring the crowds to leave the area.
Jay Hartford, 46, a nurse at Boston Children’s Hospital, was about 800 yards from the finish when he heard the explosions. He thought they were electrical and kept running. Then he saw smoke billowing across Boylston Street. Runners started to panic, he said.
“Some people hit the ground, in shock,” he said. “A woman [runner] was on her knees screaming” in fear, not injury.
Police along the route started pushing barriers across Boylston, to keep runners from approaching the finish line, he said.
“Stop, turn back!” the police shouted to oncoming runners, Hartford said.
Hartford called wife and four boys, whom he had just seen along the route, and told them to go straight home.
Hartford became choked up at the enormity of this calamity befalling one of Boston’s most beloved traditions.
“It was going to be my best marathon, but I feel I’ve got to get to work” at the hospital, Hartford said.
Boston.com sports producer Steve Silva also was near the finish line when the explosions occurred.
“It was just immediately [evident] there were injuries, right in the middle of the spectator crowds,” Silva said. “There was blood everywhere, there were victims being carried out on stretchers. I saw someone lose their leg. People are crying. People are confused.”
Medical workers from a nearby medical tent dashed to help the victims, the eyewitnesses said. Volunteers jumped over tables piled with Gatorade bottles to attend to the wounded.
John Hampson, 19, a photographer for the Tufts University student newspaper, said race officials yelled at the bystanders to flee, saying there was a third bomb that had not exploded.
“There was a huge cloud of smoke, like a giant ball” when the bombs went off, he said.
One explosive seemed to go off in a building and another in a crowd of onlookers about six people deep, he said.
“It was horrifying. I felt it, and I saw the cloud... It was awful. Then people were coming by on stretchers,” he said.
Mary Beth Sheridan in Boston, and Sari Horwitz, William Branigin, Lyndsey Layton, David Montgomery, Roxanne Roberts, Zachary A. Goldfarb, Philip Rucker, Jule Tate and Amy Gardner contributed to this report.
O Cmt do Exército vai fazer alguma coisa?
Relato do Gen Marco Felício
Prezados.
Narrei, agora, ao final da noite, ao Chefe de Gabinete do Comandante do Exército, e solicitei sua atenção, acerca dos fatos ocorridos por ocasião da entrega de convocação, assinada pelo Sr. Paulo Pinheiro, no exercício da Presidência da famigerada Comissão da Verdade, baseada no artigo quarto, inciso III da lei que a instituiu, endereçada ao Cel Correia Lima, na tarde da sexta-feira última.
A entrega do ofício de convocação levou constrangimento à família do citado Coronel, pois, teve como portadores policiais federais, fardados e armados, em viatura estacionada em frente à casa do convocado, como se criminoso fora.
Encontraram, na casa do dito Coronel, ausente por acompanhar parente operado e internado, apenas sua filha, que, mesmo coagida pelos policiais, recusou-se a assinar o recebimento do ofício de convocação.
Após a saída da filha, ao chegar a esposa do Coronel, Sra já idosa, a mesma amedrontada e constrangida pela presença dos policiais, fardados e armados, assinou o recebimento da convocação, tendo em vista, ainda, a insistência dos policiais para que assinasse, traduzindo verdadeira intimidação e coação.
Reafirmo, como disse ao Chefe de Gabinete do Comandante do Exército, que tal comissão não tem caráter persecutório e jurisdicional, não tendo o oficial em tela a obrigação de atender a tal convocação para prestar qualquer tipo de depoimento ou esclarecimentos outros.
Não há dúvida que tal tipo de convocação, embora a hipocrisia de seus termos, tendo como portadores policiais fardados e armados, é plena de constrangimentos e de intimidações, verdadeira coação, inaceitável e ilegal e que, ao atingir um Coronel e sua Família, atinge a honra e a imagem de todos os militares pertencentes à Força.
Desejo explorar tal fato para que possamos reagir a altura, unidos, dentro da lei e com máxima firmeza, contra aqueles que por dever de função deveriam, mas não respeitam a existência de um Estado Democrático de Direito, que deve vigir com total plenitude.
General Marco Felicio.
Título e imagem inseridos pelo Blog
Ingleses e sua estranha justiça
Na
Inglaterra é crime mentir para a Justiça e a Justiça sentenciou o
casal envolvido na fraude do radar em 8 meses de cadeia pra cada um. E
vão ter de pagar multa de 120 mil libras, uns 350 mil reais.
Em
2003, um deputado inglês chamado Chris Huhne foi pego por um radar
dirigindo em alta velocidade. Pra não perder a carteira, pois na
Inglaterra é feio uma autoridade infringir a Lei, a mulher dele, Vicky
Price, assumiu a culpa.
O tempo passa, o deputado vira Ministro da Energia, o casamento acaba, a Vicky decide se vingar e conta a história pra imprensa.
Como
é na Inglaterra, o tal do Chris Huhne é obrigado a se demitir primeiro
do ministério e depois do Parlamento. ACABOU A HISTORIA?
NÃO.
Na
Inglaterra é crime mentir para a Justiça e a Justiça sentenciou o
casal envolvido na fraude do radar em 8 meses de cadeia pra cada um. E
vão ter de pagar multa de 120 mil libras, uns 350 mil reais.
Segredo de Justiça? Nem pensar, julgamento aberto ao público e à imprensa.
Segurança nacional? Nem pensar, infrator é infrator.
E
o que disse o Primeiro Ministro David Cameron quando soube da
condenação do seu ex-ministro: 'É uma conspiração da mídia conservadora
para denegrir a imagem do meu governo.' Certo?
Errado. O
que disse o Primeiro Ministro David Cameron acerca do seu ex-ministro
foi o seguinte: 'É pra todo mundo ficar sabendo que ninguém, por mais
alto e poderoso que seja, está fora do braço da Lei.'
Estes
ingleses são um bando de botocudos. Só mesmo em "paísinhos" capitalistas
um ministro perde o cargo por mentir para um guarda de trânsito.
PÁTRIA MADRASTA VIL
Clarice Zeitel Vianna Silva
Clarice Zeitel Vianna Silva
Onde já se viu tanto excesso de falta?
Abundância de inexistência...
Exagero de escassez...
Exagero de escassez...
Contraditórios?
Então aí está!
O novo nome do nosso país!
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque
o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a
abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de
responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira.'
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E
mesmo há duzentos anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que
me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe
não iria querer me enganar, iludir.
Ela me daria um verdadeiro
Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse
educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter
educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade,
pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra...
Sem nenhuma contradição!
É
disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que
quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam
hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí.
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém,
ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade:
nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do
Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta - tão
confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do
que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...
Mas estão elas preparadas para isso?
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu
acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de
dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,
possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra?
De que serve uma mãe que não afaga?
E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez
o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um
posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?
Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como bicho?
14 de abr. de 2013
B O I A S A L V A - V I D A S
Carta publicada no Portal do Forum dos Leitores
Estadão - 12/04/2013
![]() |
| Em público tenho que dizer que tudo está às mil maravilhas, senão danço nas eleições de 2014... |
E, finalmente, chegamos à beira do pior dos mundos.
- Inflação alta com crescimento minúsculo;
- justiça lenta e corporativa, com nível de impunidade persistente;
- classe política criminosamente pragmática, com interesse público esquecido;
- educação de péssima qualidade, com maquiagem de estatísticas no setor, para fins políticos;
- saúde pública agonizando, com médicos formados de maneira apavorante;
- engenharia ineficiente, com insegurança de estruturas;
- secas e enchentes recorrentes, com as mesmas promessas que certamente não serão cumpridas;
- cidades no limite da operacionalidade, com investimentos insuficientes em obras publicas e dilúvio de carros particulares, solução irresponsável de consumo;
- infraestrutura estrangulada, com arremedos de correção imediatistas;
- Banco Central, criado para cuidar de política de juros, com ligação direta a quem os manipula de fora;
- perda de prestígio internacional, com uma indisfarçável peneira para tapar o sol; e
- ala esquerda de concepção ultrapassada, com protestos contra quem denuncia ditaduras eternas e apoio a bonecos belicistas.
Nada disso, porém, detém a marcha da campanha, já em curso, visando à reeleição, movimentada com combustível oficial e que, se bem-sucedida, levará o País a um impasse polivalente “nunca visto na História deste país”.
A sociedade, apesar de anestesiada pelos próximos eventos esportivos e festivos, precisa mobilizar-se com urgência e agarrar-se a alguma boia salva-vidas a fim de evitar o afogamento iminente.
O B R A S I L E J U L I O V E R N E
Episódio de Julio Verne ajuda a realçar a inconsequência do vale-tudo adotado pelo governo, de olho em 2014
Por Rogério Furquim Werneck,* - O Globo - 12/04/201313
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| Ao contrário de Julio Verne, esses governos do PT não vão chegar a nada! Levarão o Brasil para o fundo do poço! |
Pensando no imediatismo e na inconsequência que vêm marcando a condução da política econômica no país, por conta da precoce fixação do Planalto na reeleição, lembrei-me de uma passagem marcante de um livro que li há mais de 50 anos.
Sou da época em que crianças ainda liam Julio Verne. Assim mesmo, com prenome aportuguesado, como o autor era conhecido por aqui. “A volta ao mundo em oitenta dias”, publicado em 1873, é um dos seus livros mais famosos. Conta as aventuras de Phileas Fogg, um solteirão inglês rico e excêntrico, que aposta com outros sócios de seu clube que poderia fazer uma viagem ao redor do mundo e retornar a Londres em apenas 80 dias. Bastam dois parágrafos curtos para situar, no enredo, o episódio de que me lembrei.
Fogg cruza a Europa e a Ásia, atravessa o Pacífico e segue, por trem, de San Francisco a Nova York. Mas não chega a tempo de embarcar no navio em que pretendia retornar à Inglaterra. E aí se vê em dificuldades. Os navios que estavam prontos para zarpar não eram suficientemente rápidos. Os que eram, não sairiam a tempo de Nova York. Mas Fogg afinal descobre o Henrietta, um cargueiro que parecia adequado, prestes a partir vazio para Bordeaux. Era um navio típico do período de transição da navegação a vela para a vapor. Já tinha propulsão a vapor, mas ainda era dotado de velas. E, afora o casco de aço, a caldeira e a máquina a vapor, era todo de madeira.
Fogg embarca no Henrietta e consegue desviá-lo para a Inglaterra, graças a um motim por ele fomentado. Mas a travessia acaba tendo de ser feita em meio a uma tempestade. E logo fica claro que o estoque de carvão do navio, dimensionado para uma travessia calma de Nova York a Bordeaux, era insuficiente para a viagem a todo vapor, em mar revolto, que estava sendo empreendida.
É nesse ponto que vem o episódio que me veio à mente (capítulo 33, para quem se interessar). Com o carvão prestes a acabar, Fogg convence o capitão, a quem o navio pertencia, a lhe vender o Henrietta. E, para manter a pressão da caldeira, ordena que todas as partes em madeira do navio sejam desmanteladas e lançadas à fornalha. Quando, afinal, o Henrietta chega às Ilhas Britânicas, só lhe restam o casco, a caldeira e máquina a vapor.
A ideia de um navio que vai sendo desmantelado, para que seus pedaços sejam usados como combustível que o mantém em movimento, propicia excelente metáfora para perceber com mais clareza o que hoje vem ocorrendo no país. Ajuda a realçar o que há de mais errado na forma inconsequente com que a presidente Dilma Rousseff vem tentando assegurar sua reeleição a todo custo, em frenético vale-tudo.
Não há espaço aqui para um balanço de tudo o que já foi desmantelado para avivar a fornalha da reeleição. Mas uma lista curta teria de incluir o controle da inflação, a credibilidade do Banco Central e previsibilidade da política fiscal. Num quadro em que o dispêndio público continua a mostrar rápida expansão, já não se tem mais ideia do que será o resultado fiscal de 2013, deixado agora ao sabor de pacotes de desoneração anunciados de improviso, a cada mês, em desesperada tentativa de mascarar a inflação com medidas que implicam inflação mais alta no futuro.
Merecem ainda destaque o abandono cada vez mais escancarado da ideia de realismo tarifário — como bem ilustram a insistência na política de preços de derivados de petróleo — e a decisão populista de não repassar, aos consumidores, o custo mais alto da energia elétrica proveniente das térmicas. E há, também, outras conquistas valiosas, como a solidez dos bancos federais, sendo consumidas na fornalha da reeleição. A inconsequência na gestão da Petrobras e do pré-sal não pode deixar de ser mencionada. Mas tem mais a ver com o vale-tudo anterior, que marcou a travessia do biênio eleitoral de 2009-2010.
Faltam hoje 560 dias para o segundo turno das eleições presidenciais. Uma travessia de 80 semanas. E ainda há muito o que queimar a bordo. Mas em que estado estará o nosso Henrietta no final de outubro do ano que vem?
*Rogério Furquim Werneck é economista e professor da PUC-Rio
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