11 de jan. de 2011

Dilma Rousseff manda repaginar a Abin
11/01/2011 - http://www.correiobraziliense.com.br
 

          Além da transferência de 47 funcionários comissionados dos 97 que compunham o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para o Ministério da Justiça, o GSI está prestes a perder ainda mais sua importância. Dilma Rousseff tomou a decisão de repaginar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e colocá-la sob novo guarda-chuva, concretizando uma intenção projetada na campanha.
           O enxugamento do GSI ocorre logo após o estremecimento da relação da presidente Dilma com o ministro José Elito Siqueira. O chefia do Gabinete de Segurança afirmou que vítimas da ditadura militar são fatos históricos. A declaração rendeu ao general do Exército um puxão de orelha de Dilma e uma desautorização pública do ministro da Defesa, Nelson Jobim. A saída analisada pelo governo é criar uma “assessoria de inteligência da Presidência” que possa abrigar a Abin e o Departamento de Segurança de Informações, hoje também vinculado ao GSI.
          A agência tem previsão de gastos em torno de R$ 390 milhões em 2011 e é considerada órgão estratégico. No governo, a migração da Abin para a Casa Civil seria a saída institucional menos custosa, mas o ministro Antonio Palocci não quer arcar com o ônus político que o serviço de monitoramento gera. A Secretaria-Geral da Presidência, comandada por Gilberto Carvalho, também seria opção, mas a transferência poderia desvirtuar a vocação da pasta. A presidente quer Carvalho focado no meio de campo com movimentos sociais.
          A transferência dos funcionários faz parte da reestruturação que Dilma inicia nos quadros da Presidência. A petista quer enxugar o gabinete institucional, que vem crescendo em número de funcionários e orçamento desde que foi criado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso (veja quadro).

Inchaço
 
          Além do pessoal civil, que atua nas diretorias do gabinete, 1.040 militares são pagos pela Presidência. De acordo com a Lei Orçamentária de 2011, a folha de pagamento dos militares escalados para cuidar da segurança presidencial custa R$ 10 milhões. Outros R$ 34,1 milhões são gastos com o suporte de transporte e deslocamento do chefe de Estado. Em 2003, quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o primeiro mandato, 616 militares realizavam a função, com custo de R$ 3,8 milhões por ano. A despesa do gabinete era de R$ 201 milhões. Agora, o orçamento do GSI é de R$ 315 milhões.
          Na Abin, a troca de comando é vista com bons olhos, segundo servidores da área. A concretização da ordem de Dilma depende apenas de encontrar o lugar certo para a agência. Na campanha, a intenção era colocá-la sob o controle da Presidência, mas assessores alertaram que isso poderia trazer problemas para o terceiro andar do Palácio do Planalto. Caso os arapongas protagonizassem algum escândalo, por exemplo, ela perderia a opção de ter um “fusível” para queimar (leia-se ministro ou assessor para demitir). A turbulência se instalaria diretamente em seu gabinete. A opção é pela autopreservação.
 
Comentário:
 
E para que esse governo iria precisar de uma agência de Inteligência ?
Sabem tudo. Já têm suas receitinhas do foro de São Paulo.
E, na dúvida, é só perguntar pro Chaves, pros Castros et caterva, e eles dirão o que ela precisa saber.
Isso sem contar que ela ainda pode recorrer ao conhecimento infinito do Grande Arquimandrita, atualmente sendo alimentado com recursos que faltam para as refeições dos recrutas.
É um conhecimento elementar: o principal cliente de uma agência nacional de inteligência é o primeiro mandatário do país, seja presidente ou primeiro ministro. O chefe da agência reporta-se diretamente a ele, sob pena de perda da oportunidade ou distorção do conteúdo da inteligência.

9 de jan. de 2011

    A Teoria do Escuro
    Por anos, tem-se acreditado que lâmpadas elétricas emitem luz. Todavia, recentes pesquisas na área da Física Quântica vem de demonstrar o contrário, recomendando que o mais adequado seria chamarmos as lâmpadas elétricas de "Sugadores de Escuro" (S.E.).
    A "Teoria dos Sugadores de Escuro" ou, simplesmente, "Teoria do Escuro",  prova:
    - a existência do "escuro";
    - que este possui massa;
    - que é mais pesado que a luz; e, ainda,
    - que o escuro propaga-se mais rapidamente que a luz.
    A constatação empírica da Teoria do Escuro é inquestionável: lâmpadas elétricas sugam o escuro! Observe, por exemplo, o S.E. que há em seu quarto: há muito menos escuro perto dele do que em outras partes do ambiente. Maior o Sugador de Escuro, maior sua capacidade de sugar. Sugadores de um estacionamento, por exemplo, têm capacidade muito maior do que o de um quarto.
    Como não podia deixar de ser, dado o segundo princípio da termodinâmica (aumento da entropia, lembram?), os S.E. não duram eternamente: uma vez cheios de luz, eles não mais podem sugar (isto é provado pela mancha preta que aparece em um S.E. cheio).
    Uma vela é um S.E. primitivo. Uma vela nova tem um pavio branco, mas você pode notar que, depois do primeiro uso, o pavio torna-se preto, decorrente do escuro que foi sugado para ele. Observe, também, que, se você segurar um lápis perto do pavio de uma vela em operação, parte dele ficará preta, por ter ficado no caminho do fluxo de escuro para dentro da vela.
    Infelizmente, estes primitivos Sugadores de Escuro (velas) têm capacidade muito limitada. Mas existem S.E. mais modernos, também portáteis, como as velas, e que apresentam uma característica interessante: devido ao seu pequeno tamanho, não podem acumular grande quantidade de escuro, necessitando, para essa tarefa, de uma "Base de Armazenamento Total de Escuro por Raios Internamente Absorvidos" (B.A.T.E.R.I.A). Quando essa Base está cheia, a capacidade do S.E. diminui e é necessário esvaziá-la (operação erroneamente denominada de "recarregar") ou substituí-la, para que o equipamento possa voltar ao funcionamento normal.
    O escuro tem massa e a prova disso é que, quando o escuro entra no S.E., a fricção com este gera calor. Por isso, não é aconselhável tocar um Sugador em operação, principalmente no caso particular das velas, visto que o escuro precisa se deslocar para o interior de um pavio sólido (ao invés de um vidro transparente), gerando grande quantidade de calor. Pode ser muito perigoso tocar uma vela em operação.
    Graças à Mecânica Quântica, sabe-se que a luz comporta-se tanto como uma onda quanto como uma partícula e, portanto, possui uma massa. Pois bem, o escuro, não só, possui uma massa, mas, também, é mais pesado que a luz. Quando você está submerso, nadando próximo à superfície de um lago, por exemplo, você vê muita luz. Porém, à medida que for descendo, você percebe que, lentamente, vai ficando mais e mais escuro e, numa certa profundidade, a escuridão será quase total. Tal só ocorre porque o escuro, mais pesado, vai para o fundo, enquanto a luz, mais leve, paira acima dele, próximo à superfície.
    Essa imensa quantidade de escuro que submerge nas águas pode ser utilizada em benefício do homem: se o coletarmos e conduzirmos para as turbinas das hidrelétricas, elas irão gerar eletricidade mais adequada para o abastecimento de S.E., pois "escuro atrai escuro".
    Concluindo, veja como facilmente se pode demonstrar que o escuro é mais rápido que a luz (desculpe, Albert, você estava errado): se você permanecer em um quarto iluminado, em frente à porta de um armário fechado (cheio de escuro) e, vagarosamente, abri-la, você verá que a luz entra lentamente no armário. Mas, como o escuro é muito mais rápido que a luz, você  não é capaz de vê-lo sair do armário.

    O vôo dos gansos
    Você já viu (e ouviu) gansos selvagens no outono, voando para seus refúgios de inverno, em formação de " V", como em esquadrilhas de aviões?
    Por que os gansos (e os patos também, na Barra da Tijuca, no Rio) voam sempre daquele jeito, em formação de "V"?  O que a  ciência tem a dizer ?
    É que, ao bater suas asas, cada ganso (pato) provoca um deslocamento de ar que favorece o que vem imediatamente atrás. Calcula-se que, ao voar nessa formação, o bando alcança, aproximadamente, uma distância 71% maior do que se cada ave voasse isolada.
   : ^ ))
 
    Dois cowboys encontram um índio deitado de bruços, com o ouvido encostado no chão. Um dos cowboys diz para o outro:
    - Tá vendo esse índio? 
    - Sim - diz o outro.
    - Observe, - diz o primeiro - ele está ouvindo através do chão. Ele pode ouvir coisas a quilômetros de distância.
    Nesse momento, o índio levanta a cabeça e diz:
    - Uma grande carroça... coberta... está a cerca de três quilômetros... puxada por dois cavalos, um castanho e um branco... um homem, uma mulher, crianças... a carroça transporta muitas panelas e móveis... muito pesada.
    - Incrível! - diz o cowboy a seu companheiro. Esse índio sabe a que distância está a carroça, quantos cavalos, a cor dos cavalos, quem está na carroça e o que ela transporta. É fantástico!
    E o índio, ainda deitado de bruços, vira a cabeça para o cowboy e diz:
    - Ela passou por cima de mim faz meia-hora.
Apresentação da Guarda Real Norueguesa

Imperdível. Clique aqui

DE VOLTA AO APARTAMENTO

1001 Utilidades



Aprenda aqui.
A novíssima elite 
FOLHA DE S. PAULO, domingo, 9 de janeiro de 2011
ELIANE CANTANHÊDE
      BRASÍLIA - Tem toda a razão Fernanda Torres ao dizer que "ser considerado parte da elite virou ofensa das mais graves" e em seguida perguntar: "Mas quem é a elite?".
      Os bancos, que nunca lucraram tanto, as empreiteiras, eternamente gratas a Lula, a oligarquia, recheada de ministérios? Ou as levas de petistas em todos os escalões?
      Há inclusive a elite enxovalhada por Lula e pelos lulistas radicais sempre que lhes falta explicação para alguma peraltice tipo mensalão. Aí, a elite somos nós, que damos um duro danado, ganhamos a vida honestamente, temos apreço aos princípios e exigimos moralidade e exemplo dos governantes.
      Hoje, nada encarna melhor a neoelite que o time de Ronaldinhos de Lula -os Lulinhas. Os meninos são uns craques. Entraram pobres em 2003 e saem com seis empresas em 2011, um deles vivendo em apartamento de R$ 12 mil mensais pagos por empresário com contratos, ora, ora, com o governo do pai.
      Não se pode discordar de Nelson Jobim quando ele diz que é "ridícula" a crítica a Lula por usar dependências militares para veraneio depois da Presidência. Também não é totalmente absurda a fala de Marco Aurélio Garcia de que um passaportezinho diplomático a mais ou a menos não faz mal a ninguém, referindo-se ao passaporte exclusivo de autoridades que Lulinhas sacaram no último dia do governo.
      São, sim, coisas menores. O problema é a cultura, a soma do veraneio, dos passaportes, da Gamecorp, dos padrinhos, dos atos assinados à sombra, das empresas, do aluguel pago pelo amigo. O resultado é que Lula se sente dono do Brasil, acha que os filhos têm de aproveitar a "oportunidade" e desconsidera o exemplo que ele dá à nação como mito, como ídolo que é.
      Se o presidente pode, a ministra da Casa Civil pode, o amigão Sarney pode, todo mundo pode. É educativo. Ou melhor, deseducativo.
      Nunca antes neste país se viu uma herança tão maldita.

Fusion of Art and Music
Shanghai World Expo Closing Ceremony Concert
 
Clique aqui.

BLONDE

     Bob, a handsome dude, walked into a sports bar around 9:58 pm. He sat down next to a blonde at the bar and stared up at the TV. The 10 pm news was coming on. The news crew was covering the story of a man on the ledge of a large building preparing to jump.
     The blonde looked at Bob and said:
     - Do you think he'll jump?
     - You know – Bob said, I bet he'll jump.
     - Well - the blonde replied, I bet he won't.
     Bob placed a $20 bill on the bar and said:
     - You're on!
     Just as the blonde placed her money on the bar, the guy on the ledge did a swan dive off the building, falling to his death. The blonde was very upset, but willingly handed her $20 to Bob, saying:
     - Fair's fair. Here's your money.
     - I can't take your money - Bob replied. I saw this earlier on the 5 pm news, and so I knew he would jump.
     - I did too - the blonde replied, but didn't think he'd do it again.
     Bob took the money.