9 de mai. de 2011

PALERMA
Uma senhora americana escreveu um punhado de cartas à Casa Branca, queixando-se do tratamento dispensado aos  'insurgentes presos' (terroristas), sob custódia do seu governo na baía de Guantanamo. Ela recebeu a seguinte resposta do governo:
CASA BRANCA
Pennsylvania Avenue - Washington, D.C. 20016
Cara e preocupada cidadã:
Muito obrigado pelas suas recentes cartas contendo críticas ao modo como tratamos elementos do Talibã e da Al Qaeda presos atualmente nas prisões da baía de Guantanamo, em Cuba. Nossa administração trata tais assuntos com seriedade e a sua opinião foi considerada aqui, em Washington.
A senhora adorará saber que graças às preocupações de cidadãos,como a senhora, nós estamos criando uma nova divisão do Programa de Reeducação de Terroristas, que vai chamar-se 'PROGRAMA DE ACEITAÇÃO LIBERAL E ESPONTÂNEA DE RESPONSABILIDADE MORAL POR ASSASSINOS' (P.A.L.E.R.M.A), ou seja, ''terrorista adotivo'. De acordo com as premissas desse novo programa, decidimos alojar um terrorista sob seus cuidados pessoais.
Seu prisioneiro pessoal foi selecionado e o seu transporte, até a sua casa, foi programado para ser feito, sob escolta pesadamente armada,  na próxima segunda-feira. Ali Mohammed Ahmed bin Mahmud (pode chamá-lo simplesmente de Ahmed) está destinado a ser tratado pela senhora com o sentido de se obter os padrões que a senhora pessoalmente tanto exigiu em suas cartas. Provavelmente será necessário que a senhora contrate alguns vigilantes para assisti-lo.
Faremos inspeções semanais para nos certificarmos de que os seus padrões de tratamento estão compatíveis com os que a senhora tão veementemente recomendou em suas cartas. Muito embora Ahmed seja um sociopata extremamente violento, esperamos que a sua sensibilidade ao que descreveu como seu 'problema de atitude' possa superar tais falhas de caráter.
Talvez a senhora esteja certa ao descrever estes problemas como meras 'diferenças culturais'. Compreendemos que a senhora certamente  planeja oferecer-lhe aconselhamento e escolaridade. Seu 'terrorista adotivo' é extremamente proficiente em combate corpo a corpo e pode tirar uma vida humana com coisas tão simples como um lápis, um prego ou um clipe. Aconselhamos que a senhora não peça a ele para demonstrar tais habilidades ao grupo de ioga a que pertence.
Ele também é perito em produzir uma ampla variedade de mecanismos explosivos a partir de produtos domésticos comuns, de modo que a senhora, talvez, deseje guardar esses itens em local bem trancado, a menos que, em sua opinião, isto possa ofendê-lo...
Ahmed não irá querer interagir com a senhora ou com suas filhas (exceto sexualmente), uma vez que ele considera as mulheres como formas sub-humanas de propriedade. Este é um ponto particularmente sensível para ele e, por isso, ele é conhecido por seu comportamento violento em relação às mulheres que não conseguem se submeter ao seu código de vestuário, que ele recomenda como o mais apropriado a ser adotado; mas estamos certos de que vai apreciar a anonimidade proporcionada pela 'burka' com o passar do tempo.
Lembre-se apenas de que tudo faz parte do: 'respeito à sua cultura e às suas crenças religiosas'! Não foi assim que a senhora colocou o problema?
Obrigado, mais uma vez, pelas suas cartas. Nós realmente apreciamos quando pessoas, como a senhora, nos mantém informados sobre a melhor maneira de conduzir o nosso trabalho. Dispense ao Ahmed o melhor dos seus cuidados - e lembre-se: estaremos de olho!
Boa sorte!
Cordialmente, seu criado,
Secretário de  Defesa
Comentário do Blog
Não foi possível comprovar a autenticidade do texto. Contudo, temos a certeza de que o Comando Vermelho, PCC, MST e Menores Criminosos, apreciariam a implantação, no Brasil, desse programa, que iria atender os "bandidos adotivos". Como os defensores dos "direitos" humanos, os Deputados e Senadores que legislam a favor desta "sofrida" classe social, serão os primeiros a adotá-los.
Os brasileiros honestos e cumpridores da lei, terão que entrar na fila, em função do elevado número de defensores desses coitadinhos, carinhosamente chamados de excluídos, que só entraram nessa vida porque tinham "muita fome" e sérios problemas de visão, pois não conseguiam ler as placas dos canteiros de obras, onde dizia: HÁ VAGAS !
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Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocar um "BASTA" no assunto?
Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná

     No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...
     Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
     Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
     Um bom exemplo de erro grosseiro seria:
     "A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

Complementando
Constituição Federal:
Art. 13. A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil.
MENTIRA PREMIADA

"Bolha" latino-americana
Texto: CESAR MAIA
A teoria da catástrofe, de René Thom, aplicada à política, diz que descontinuidades que se passam por surpreendentes são, na verdade, explicadas como uma corrente submarina, não percebida por quem só vê a superfície.
Nas últimas duas semanas, o FMI, em relatório sobre a América Latina, e a revista "The Economist" apontaram no mesmo sentido: forma-se uma "bolha" na região capaz de estourar em alguns meses.
O Brasil é citado como um dos casos mais delicados.
Lembram que não se pode tratar, simultaneamente, de controlar a inflação e desvalorizar o cambio. A presidenta Dilma Rousseff disse que está dando uma "guerra contra a inflação", expressão que denota insegurança -e mais coisas não ditas.
A crise de 2008-09, ao contrário da de 1997-98, não tirou capitais dos países emergentes. Ao contrário: com taxas generosas de juros e estando fora do epicentro dos países desenvolvidos, continuaram a atrair capitais, produzindo uma valorização quase generalizada do câmbio.
Hoje, para cada 10% de crescimento da China, o impacto na América Latina, via commodities, é de uns 4%. Viramos uma periferia da China.
Mas as autoridades chinesas falam em reduzir esse ritmo.
Sendo assim, o impacto continental seria significativo.
E a isso se agrega a crise europeia e a necessidade dos EUA enfrentarem seu deficit fiscal.
O paraíso das commodities não será o mesmo. Em mais um tempo, garantem, a taxa de juros nos EUA vai ter que subir, atraindo capitais que migraram para os emergentes.
As razões da "bolha" brasileira estar crescendo na frente das demais (com exceção da Argentina) estão nos próprios dados oficiais divulgados, com parcimônia, para não assustar os investidores.
A inflação já sinaliza para mais de 7%. O PIB, neste ano, deve crescer 3,5%. A expansão do crédito embute uma inadimplência potencial crescente. O deficit em conta-corrente vai para US$ 60 bilhões.
A balança comercial da indústria foi de um superavit de US$ 18 bilhões para um deficit de US$ 22 bilhões em cinco anos. O deficit comercial nos derivados do petróleo (um país autossuficiente!) passou de US$ 3 bilhões para US$ 18 bilhões em dez anos.
Como dizia Simonsen, "a inflação fere, mas o balanço de pagamentos mata". Ao que tudo indica, o terremoto de 2008-09 entrou com grau 8 nas economias desenvolvidas e vai chegando nas emergentes com graus um pouco menores. E, no Brasil, com mais um efeito: o político.
O "desconforto" de 2011 vai levar a base da sociedade a fazer comparações. Injustas, mas que vão afetar a popularidade da presidenta até o final do ano. E não se pode afrouxar em 2011 para 2012, pois a eleição que importa para ela e para eles será em 2014.
Editorial da Band - Jornal da Band - 05/05/2011

     O governo brasileiro, apoiado por políticos demagógicos e oportunistas, tenta impor à população uma ideia falsa: a de que uma campanha de desarmamento vai reduzir a criminalidade. Comanda esta ofensiva mentirosa o ministro da Justiça, omitindo fatos que explicariam a realidade do crime no país.

     E os fatos são claros: a ameaça vem das armas clandestinas que o ministro e seu governo deveriam combater. E não das armas legais dos cidadãos honestos. Se elas forem retiradas de circulação, restarão apenas as dos bandidos - o que só pode aumentar o perigo de assaltos e de assassinatos.

     É chocante como a força da demagogia tapa os olhos de quem deveria ver com mais clareza este cenário, tão simples e tão trágico. Ao empunhar a bandeira da mentira, o ministro e sua campanha de convencimento agridem, não só a realidade brasileira, mas também a vontade da maioria da população.

     Há pouco tempo, ela exigiu, em um referendo, o direito de o cidadão honesto ter a sua arma. Exigência legítima, que é praxe em quase todo o mundo, até para se defender sim, em um país em que o Estado não cumpre o seu papel na segurança pública.

     Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação.

6 de mai. de 2011

FELIZ ANIVERSÁRIO

06 DE MAIO DE 2011 - 122 ANOS

MANUAL PARA ENTENDER AS MULHERES

Já disponível o primeiro volume.


Imprensa esquece do fracasso do Bolsa Família de Lula e Dilma

Texto: Vitor Vieira
Jornalista - Editor de Videversus

5 de mai. de 2011

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Account Tells of One-Sided Battle in Bin Laden Raid
WASHINGTON — President Obama decided Wednesday not to release graphic photographs of Osama bin Laden’s corpse, as new details emerged about the raid on Bin Laden’s fortified compound that differed from the administration’s initial account of the nearly 40-minute operation.
Mr. Obama, after a brief but intense debate within his war council, concluded that making the images of Bin Laden public could incite violence against Americans and would do little to persuade skeptics that the founder of Al Qaeda had been killed, White House officials said.
The new details suggested that the raid, though chaotic and bloody, was extremely one-sided, with a force of more than 20 Navy Seal members quickly dispatching the handful of men protecting Bin Laden.
Administration officials said that the only shots fired by those in the compound came at the beginning of the operation, when Bin Laden’s trusted courier, Abu Ahmed al-Kuwaiti, opened fire from behind the door of the guesthouse adjacent to the house where Bin Laden was hiding.
After the Seal members shot and killed Mr. Kuwaiti and a woman in the guesthouse, the Americans were never fired upon again.
This account differs from an official version of events issued by the Pentagon on Tuesday, and read by the White House spokesman, Jay Carney, which said the Seal members “were engaged in a firefight throughout the operation.”
In a television interview on PBS on Tuesday, Leon E. Panetta, the director of the C.I.A., said, “There were some firefights that were going on as these guys were making their way up the staircase of that compound.”
Administration officials said the official account of events has changed over the course of the week because it has taken time to get thorough after-action reports from the Seal team. And, they added, because the Special Operations troops had been fired upon as soon as they touched down in the compound, they were under the assumption that everyone inside was armed.
“They were in a threatening and hostile environment the entire time,” one American official said.
When the commandos moved into the main house, they saw the courier’s brother, who they believed was preparing to fire a weapon. They shot and killed him. Then, as they made their way up the stairs of the house, officials said they killed Bin Laden’s son Khalid as he lunged toward the Seal team.
When the commandos reached the top floor, they entered a room and saw Osama bin Laden with an AK-47 and a Makarov pistol in arm’s reach. They shot and killed him, as well as wounding a woman with him.
The firefight over and Bin Laden dead, the team found a trove of information and had the time to remove much of it: about 100 thumb drives, DVDs and computer disks, along with 10 computer hard drives and 5 computers. There were also piles of paper documents in the house.
The White House declined to release any additional details about the operation, saying that further information would jeopardize the military’s ability to conduct clandestine operations in the future. The administration’s reticence came after it was forced on Tuesday to correct parts of its initial account of the raid, including assertions that Bin Laden had used his wife as a “human shield.”
“We’ve revealed a lot of information; we’ve been as forthcoming with facts as we can be,” Mr. Carney said.
Mr. Carney said the president expressed doubts early on about releasing the photos, but consulted his senior advisers. All of them, Mr. Carney said, voiced concerns about the risks. Based on its monitoring of worldwide reaction to the announcement of Bin Laden’s death, Mr. Carney said, the administration also concluded that most people viewed the reports of his death as credible and that publicizing photos would do little to sway those who believed it was a hoax.
Mr. Obama was direct in an interview with the CBS News program “60 Minutes,” to be broadcast Sunday, according to a transcript released by the network. “It is very important for us to make sure that very graphic photos of somebody who was shot in the head are not floating around as an incitement to additional violence — as a propaganda tool.”
“That’s not who we are,” Mr. Obama added. “You know, we don’t trot out this stuff as trophies.” He said, “We don’t need to spike the football.”
“Certainly there’s no doubt among Al Qaeda members that he is dead,” he said on “60 Minutes.” “And so we don’t think that a photograph in and of itself is going to make any difference. There are going to be some folks who deny it. The fact of the matter is, you will not see Bin Laden walking on this earth again.”
The deliberations were reminiscent of Mr. Obama’s decision in May 2009 to fight the release of photos documenting the abuse of prisoners in Iraq and Afghanistan by American military personnel. The administration said originally that it would not oppose releasing the pictures, but the president decided he would fight making them public after his military commanders warned that the images could provoke a reaction against troops in those countries.
The White House said Mr. Obama would take part in a wreath-laying ceremony at the site of the Sept. 11 memorial in Lower Manhattan on Thursday. He is also to meet with relatives of the victims of the terrorist attacks, but he will not make a speech. The next day, he is to travel to Fort Campbell in Kentucky to speak to troops returning from Afghanistan.
Seeking to quell any legal questions about the raid, Attorney General Eric H. Holder Jr. said, “It was justified as an act of national self-defense,” citing Bin Laden’s role as the architect of the Sept. 11, 2001, attacks.
There were divided opinions on Capitol Hill about the photographs, with some lawmakers saying the United States needed to show proof that Bin Laden was dead, while others worried about the possibility of blowback against American troops.
“The whole purpose of sending our troops into the compound, rather than an aerial bombardment, was to obtain indisputable evidence of Bin Laden’s death,” said Senator Lindsey Graham, Republican of South Carolina. “The best way to protect and defend our interests overseas is to prove that fact to the rest of the world.”
Helene Cooper and Thom Shanker contributed reporting.

NOVOS VALORES
Quino (autor da Mafalda), desiludido com o rumo deste século, deixou impresso no cartum o seu sentimento.  








4 de mai. de 2011

26 de abr. de 2011

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Vaticano Mostra o que seria o latim “moderno”
Dicionário da língua oficial da Santa Sé incorpora neologismos
(El Pais – por Lola Galán)
      O latim, língua oficial do Vaticano, não se resigna a envelhecer nem muito menos a morrer, apesar de ser conhecido como língua morta. O idioma para o qual ainda têm que ser traduzidos todos os documentos que chegam à Santa Sé parece disposto a lutar até o fim. E, para demonstrá-lo, aí está um novo dicionário de latim que inclui 1500 neologismos para descrever não mais o mundo de Cícero, mas o de hoje, cheio de conceitos técnicos e de revoluções sociais que os documentos do Vaticano devem refletir de vez em quando.
      Lexicon, Recentis Latinitas, a obra que coroa oito anos de estudos, foi publicada pela Livraria das Edições Vaticanas já há mais de dez anos. Junto a palavras não precisamente modernas, mas completamente alheias ao latim, os autores se atreveram a verter uma boa quantidade  de termos ingleses, conhecidos de todos e empregados impunemente em sua forma original nas línguas do mundo inteiro.
      Os sisudos latinistas não se deixaram intimidar pelas especialidades esportivas, nem pelas do mundo da paranormalidade... E, claro, traduzem termos procedentes do mundo do pecado, como strip-tease ou voyeur.
Alguns exemplos:
Voyer
Obscena observandi cupido
VIP (pessoa importante)
Amplissimus vir
OVNI
Res inexplicata volans
Fita adesiva
Fasciola glutinosa
Playboy
Iuvenis voluptarius
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