31 de out. de 2011

CAMPANHA PATRIÓTICA
    

 LULA, FAÇA O TRATAMENTO PELO SUS !


Ianomâmi
  
Por Roberto Gama e Silva 

Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado "IANOMÂMI", nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas. Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra "ianomâmi" era um nome genérico aplicado ao "ser humano". 

Recentemente, caiu-me nas mãos o livro "A FARSA IANOMÂMI", escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal. 

Menna Barreto procurou provar que os "ianomâmis" haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma "nação" indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro "Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913. 

Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas. 

Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos "Gigantes da Nacionalidade", embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o "Bandeirante das Fronteiras Remotas" 

Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de "Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão", prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória. 

Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada. 

Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia. 

Um desses trabalhos denominado "O VALE DO RIO NEGRO", classificado pelo Chefe da "Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão" como um subsídio para "a geografia física e humana da Amazônia", foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação "IANOMÂMI! QUEM?. 

No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que "são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas". Prossegue o autor: "Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos". Também os índios "TUCANOS" constituem uma família a parte, complementa o trabalho. 

Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo "IANOMÂMI". 

Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome "IANOMÂMI". Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos "IANOMÂMIS". 

Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo "TUCANO", pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os "IANOMÂMIS" também não apareceram entre os "TUCANOS". 

Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas "MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS", que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos "IANOMÂMIS". 

Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo "não existiu e não existe" senão nas mentes ardilosas dos inimigos do Brasil. 

Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado "IANOMÂMI", localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA. 

Interessante ressaltar que a jornalista que "inventou" os "IANOMÂMIS" não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL" sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: "Comitê International de la Defense de l´Amazon"; "Inter-American Indian Institute"; "The International Ethnical Survival"; "The International Cultural Survival"; "Workgroup for Indigenous Affairs" e "The Berna-Geneve Ethnical Institute". 

Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das "Diretrizes" da organização referentes ao BRASIL: "É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico". 

Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL", ao incentivarem a "invenção" dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras. 

Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de "Reserva Ianomâmi" deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos "aruaques" e 'caribes'.

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DIREITOS DOS BENEFICIÁRIOS DO FUSEX
Só para lembrar...


Port. Nº 048 - DGP de 28 Fev 2008


   Art 57. Os militares da reserva ou reformados que percebem vencimentos de grau hierárquico superior ao seu, ou pensionistas de militares nesta situação, têm direito à utilização dos padrões de acomodação referentes ao valor descontado.
     Parágrafo único. Para tal, o beneficiário deverá apresentar, para a Unidade de Atendimento (UAt), contracheque que comprove esta situação.

29 de out. de 2011

O MITO DA CAVERNA
   
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Como funciona o diferencial

Filmete legendado  para os aficionados.


27 de out. de 2011

: ^ ))


O índio vai ao cartório e o funcionário pergunta:
- Em que posso ajudá-lo senhor?
- Índio querer mudar de nome.
- Mas senhor, os nomes indígenas são parte de suas raízes culturais. Tem certeza que deseja mudá-lo?
- Sim, índio ter certeza ! Índio não vê mais sentido em ter esse nome muito grande…
- Bom, sendo assim… Qual é o seu nome atual?
- Grande Nuvem Azul Que Leva Mensagem Para Outro Lado Da Montanha.
- E como o senhor deseja se chamar?
- E-mail !
As ONGs, a revolução, a saúva e a corrupção

Contra o revolucionário Orlando Silva - ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e prosélito da doutrina marxista-leninista do companheiro Enver Hoxha, que destruiu a economia albanesa, modelo de miséria na Europa mesmo quando esta era próspera - algo pesa mais do que as denúncias do antigo companheiro João Dias Ferreira. Pesa uma fotografia, publicada neste jornal, da casa do denunciante. João Dias Ferreira é soldado da Polícia Militar (PM). Normalmente seus companheiros de farda e soldo vivem em favelas, são perseguidos e muitas vezes até mortos por bandidos quando vizinhos ligados ao crime, organizado ou não, delatam sua profissão, tendo como base a farda lavada secando no varal. O ex-militante do Partido Comunista do Brasil (PC do B) que Sua Excelência chama de "bandido", para desacreditá-lo, mora numa mansão de dar inveja até a burgueses que os comunistas da linha albanesa, que combateram no Araguaia, satanizam.

Ora, dirá o leitor exigente, então o denunciado está coberto de razão. O delator só poderia morar onde mora se tiver praticado algum crime, mais especialmente, a corrupção. A questão toda é a seguinte: por que Ferreira mora numa mansão e seus colegas de patente não conseguem ir além do barracão de papelão e zinco no infortúnio da sub-habitação das grandes cidades brasileiras? A resposta está no noticiário: o PM militou no partido que detém o comando do desporto nacional às vésperas da Copa do Mundo no Brasil e da Olimpíada no Rio de Janeiro. E o dinheiro que Orlando Silva e o PC do B, partido que toma conta do Ministério do Esporte, juram que o soldado roubou não é de nenhum deles, mas nosso: meu, seu e do sem-teto que nem sonha com uma casa própria mais simples do que a que os leitores deste jornal, para estupor geral, foram informados que é de um praça de salário baixíssimo.

Queixou-se Orlando Silva de que o querem derrubar no grito. A chefe dele, Dilma Rousseff, fez coro a esse desabafo, reclamando que o subordinado é vítima de "apedrejamento moral". Nem a presidente nem o ministro, contudo, foram capazes de explicar quais as razões da destinação generosa que o governo federal fez de milhões de reais de dinheiro público para a ONG do militante educar criancinhas carentes praticando esportes.

Dilma teve uma prova da deslealdade do ministro quando este deixou claro, na primeira explicação que tentou dar ao público, que não foi ele que mandou dar nosso dinheiro suado ao "bandido" fardado. Teria sido o antecessor, Agnello Queiroz, que saiu do PC do B e do ministério para se eleger governador do Distrito Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), de seu ex-chefe Luiz Inácio Lula da Silva e da chefe atual, Dilma Rousseff. Tendo sido secretário executivo do Ministério do Esporte antes de tomar posse na pasta, Sua Excelência deve ter motivos para chutar o espírito de corpo para escanteio. Se houvesse no Brasil oposição digna do nome, já estaria exigindo para o governador tratamento similar ao dado a seu antecessor, José Roberto Arruda, do DEM.

Como o ex-partido do ex-governador e seus aliados tucanos preferem dar entrevistas bombásticas a agir, Agnello Queiroz comporta-se como a personagem com que Carlos Drummond de Andrade encerra seu poema Quadrilha (título perfeito, hein?), "J. Pinto Fernandes, que não tinha entrado na história". E, aproveitando-se da solerte inércia de adversários incapazes, Lulinha, o "perdoador", que guindou Silva ao ministério, pregou a "resistência". O PC do B, cujo projeto revolucionário resistiu muito pouco, parece disposto, conforme demonstrou seu programa no horário gratuito da televisão, a não arredar o pé das promessas de negociatas representadas pela Copa e pela Olimpíada que vêm por aí.

Os poucos brasileiros lúcidos que não se deixam ludibriar pela enganosa prosperidade econômica sabem que tudo não passa de grotesca tapeação dos devotos fiéis de Enver Hoxha. Para começo de conversa, as últimas administrações federais terceirizaram a administração (e, ao que parece, o furto generalizado) a entidades conhecidas como organizações não governamentais. Com o devido respeito às ONGs sérias, muitas delas têm sido usadas para burlar o fisco, a fiscalização e, sobretudo, o cidadão vigilante, que trabalha duro e sonha com uma gestão honesta para o dinheiro que recebe como paga de seu trabalho e compartilha com o Estado. De não governamentais entidades como as dos militantes do esporte albanês nada têm. São apenas a exibição explícita do desgoverno de quem busca no Orçamento público sombra e água fresca.

O escândalo do Ministério do Esporte põe em xeque outro mito da administração pública brasileira recente, o da governabilidade. No sistema de governo presidencialista dependente do Parlamento irresponsável, trocam-se votos de apoio das bancadas governistas por cargos na máquina pública. A barganha instituída da outorga da Constituição de 1988 para cá institucionaliza a hipocrisia total. Alguém pode achar que os companheiros de José Genoino no Araguaia deram a vida pela causa revolucionária de comandar as máquinas de arrecadação de grandes eventos esportivos? É claro que os partidos da base de apoio não se engalfinham por cargos para gerir bem a República, mas, sim, para fazer caixa. E alguém, em sã consciência, pode crer que é possível fazer caixa sem desviar recursos de projetos públicos para interesses privados?

É essa lógica, e não o oportunismo da oposição ou o espírito de porco dos meios de comunicação, que explica as fraudes nos feudos revelados nos Ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura, antes, e agora no do Esporte. O mal do Brasil hoje deixou de ser a saúva dos tempos do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, para se revelar nos furtos do cofre da viúva permitidos pelo desgoverno e no troca-troca exigido pela cumplicidade chamada de governabilidade.

Comentário do Blog
Caiu mais esse Ministro. 
A responsabilidade por sua nomeação, como dos outros "caídos", é total e exclusivamente da Presidente da República, que tem que ser responsabilizada por seus atos. Não podemos ter na presidência uma  irresponsável, nem dar continuidade ao "eu-não-sabia" do Lula.
Padroeiro dos pecadores
(extraído do Blog "o reacionário2011"


      Lula, o padroeiro dos pecadores, disse ao então ministro da bola murcha, Orlando Silva: “Você tem que resistir”!!! 
       O apedeuta conseguiu tão somente adiar por alguns dias o velório inevitável. Mais uma vez, ele acreditou que o País esqueceria mais essa gatunagem. 
      Depois de comandar a malograda operação de socorro a Antonio Palocci, o presidente em terceiro mandato voltou à luta para fracassar na resistência no Ministério do Esporte. 
    Alguém precisa avisar para ele que “transformar mentira em verdade, bandido em mocinho, quadrilha em entidade beneficente” está acima daquilo que ele pode fazer.
 Propaganda sub-liminar na tv brasileira ?!
  
FOTO TOMADA EM 26 OUT 2011 - 18:56 
Durante as transmissões dos Jogos Panamericanos (TV Record, com exclusividade), vem sendo inserido um filmete de propaganda da estatal brasileira Petrobrás (uma das patrocinadoras da transmissão), com a seguinte pergunta:
- Onde você quer estar nos próximos anos ?
Os personagens da propaganda, representando funcionários da estatal, transmitem a mensagem:
- Junte-se a nós ! 
Fotografei um deles na tela de minha TV, imagem que reproduzo acima e amplio a seguir.
   

Você pode conferir na TV Record, antes que o Pan encerre.

26 de out. de 2011

Carta para Tito
(Futebol também é cultura)


Onde o povo prefere pousar seu clunis ?
   
- numa privada;
- num banco de escola; ou 
- num estádio?
  
Hoje, para júbilo e gáudio dos amantes das letras clássicas, publica-se uma carta do imperador Vespasiano a seu filho Tito:

22 de junho de 79 d.C.
Tito, meu filho, estou morrendo.  
Logo eu serei pó e tu, imperador.  Espero que os deuses te ajudem nesta árdua tarefa, afastando as tempestades e os inimigos, acalmando os vulcões e os jornalistas.  De minha parte, só o que posso fazer é dar-te um conselho: não pare a construção do Colosseum.  Em menos de um ano ele ficará pronto, dando-te muitas alegrias e infinita memória. 
Alguns senadores o criticam, dizendo que deveríamos investir em esgotos e escolas.  Não dê ouvidos a esses poucos.  Pensa: onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio?  Num estádio, é claro.
Será uma imensa propaganda para ti.  Ele ficará no coração de Roma per omnia saecula saeculorum, e sempre que o olharem dirão: “Estás vendo este colosso?  Foi Vespasiano quem o começou e Tito quem o inaugurou”.
Outra vantagem do Colosseum: ao erguê-lo, teremos repassado dinheiro público aos nossos amigos construtores, que tanto nos ajudam nos momentos de precisão.
Moralistas e loucos dirão que mais certo seria reformar as velhas arenas.  Mas todos sabem que é melhor usar roupas novas que remendadas.  Vel caeco appareat (Até um cego vê isso).
Portanto deves construir esse estádio em Roma, assim como a gente de Brasília construirá monumentais estádios em Natal, Cuiabá e Manaus, mesmo que nem haja ludopedio por esses lugares.  Só para você ter uma ideia, o campeonato de Mato Grosso teve média inferior a mil pessoas por partida, e a Arena Pantanal, em Cuiabá, terá capacidade para 43.600 espectadores.  Em Recife haverá um novo estádio, mas todos os grandes clubes já têm o seu.  Pior será a arena de Manaus: terá 47 mil lugares e, no campeonato estadual, juntando os 80 jogos, o público total foi de 37.971.  As gentes da Terra Papagalli não ligaram nem mesmo para o exemplo dos sul-africanos, que construíram cinco novos estádios e quatro são deficitários. 
Enfim, meu filho, desejo-te sorte e deixo-te uma frase: Ad captandum vulgus, panem et circenses (Para seduzir o povo, pão e circo).  Esperarei por ti ao lado de Júpiter.

PS: Vespasiano morreu no dia seguinte à carta.  Tito não inaugurou o Coliseu com um jogo de Copa, mas com cem dias de festa.  Tanto o pai quanto o filho foram deificados pelo senado romano.
Kepp Walking, Brasil


...e continue tomando todas !  
É o que lhe  deseja o maior produtor de whisky do mundo.

19 de out. de 2011


Três versões e um mistério
Deborah Berlinck – Enviada especial de O Globo
O Globo - 05/10/2011
Qual o mistério que envolve
o pai de Dilma Roussef ?
A presidente Dilma Rousseff virou capa de livro na Bulgária: sua foto, com a faixa presidencial, estava estampada ontem nas vitrines de várias livrarias da capital. Mas o livro "Dilma Rousseff", escrito pelos jornalistas búlgaro Monchil Indjov e o brasileiro Jamil Chade, vai além da trajetória de Dilma: é a saga de duas famílias separadas por uma cortina de ferro durante a Guerra Fria - um drama que foi vivido por milhares de pessoas nesta época crucial da História do século 20.
Texto completo
Começa com um drama de família: um homem, Peter Russev, que escapou da Bulgária deixando a mulher búlgara, grávida, sumindo por 18 anos e formando outra família no Brasil.
Este homem é o pai de Dilma. E é também a história de dois irmãos - Dilma e seu meio-irmão Luben - que, separados por um oceano e sem saber um do outro, tomam caminhos opostos. No Brasil, Dilma Rousseff lutava sob a bandeira dos comunistas contra a ditadura. Na Bulgária, o meio-irmão era perseguido por um regime comunista que o puniu por ter um pai que fugiu para o chamado "Ocidente podre". Sua carreira de engenheiro nunca foi muito longe por conta disso.
Mas o que realmente levou Peter Russev - transformado no Brasil em PedroRousseff - a fugir da Bulgária? Este é um mistério que os autores acreditam que nunca irão desvendar. O búlgaro Monchil Indjov explica que há três versões. A primeira, ele ouviu da própria Dilma: o pai escapou da Bulgária por motivos politicos. Mas Indjov, analisando as datas, não acredita nisso:
- Dilma me disse em 2004 que ele fugiu da Bulgária porque era simpatizante dos comunistas. Isso não é muito lógico. Os comunistas organizaram protestos em 1923, e, em 1925, promoveram um dos maiores atentados na Europa, em Sófia, quando quase 200 pessoas morreram. Mas Luben só saiu da Bulgária em 1929, quando já não havia problema (com os comunistas) - explica.
Jamil Chade acrescenta: comunista que saía da Bulgária ia para Moscou e não para o Ocidente capitalista. Depois da entrevista com Dilma, quando ela ainda era ministra das Minas e Energia no governo Lula, Indjov foi encontrar o meio-irmão Luben, em Sófia. E lá ouviu a segunda versão: Pedro Rousseff, um comerciante de peles e tecidos, teria saído da Bulgária por motivos financeiros - estava quebrado.
- Luben me contou que Peter (Pedro Rousseff) prometeu à sua primeira esposa, Evdokia Yankova, que era uma escritora infantil muito conhecida na Bulgária, que ia voltar. E não voltou - diz o jornalista búlgaro.
Quanto mais fundo ia na história, mais obscuros ficavam os motivos da escapada. Surgiu, então, a terceira versão. Numa conversa com um tio de segundo grau de Dilma, Tzonyu Kornazhev (primo de Pedro Rousseff), Indjov ouviu que o pai de Dilma era "um aventureiro irresponsável". O tio de Dilma havia ouvido isso do próprio pai, Zahari Ornazhev, também comerciante de pele, que contou ter emprestado dinheiro a Peter Rousseff.
- O que ele me contou, de forma muito diplomática, é que Peter usou o dinheiro. E só anos mais tarde, no Brasil, mandou cartas para Zahari pedindo desculpas "pelo feito" - disse o jornalista, acrescentando que as primeiras cartas só foram escritas em 1948.
Hoje, o jornalista búlgaro afirma:
- Acho que nunca vamos saber.
Nos 18 anos em que o pai de Dilma ficou sem contato com a família na Bulgária, todo mundo acreditava que ele havia morrido, exceto sua mãe, Tzana Russeva, e sua irmã, Pia. Para o jornalista búlgaro, ficou claro que Luben Russev - que nunca conheceu o pai - morreu magoado. O pai chegou a se corresponder com ele, e Luben teria pedido várias vezes para ir ao Brasil encontrá-lo. Mas nunca teve resposta. Dilma planejou várias vezes encontrar o meio-irmão, mas ele morreu em 2007, antes que isso fosse possível.
Revista publica trecho de livro que fala
da participação de Dilma em assalto
A revista Alfa adianta um capítulo de “O Cofre do Doutor Rui”,  livro de Tom Cardoso lançado este mês, sobre o assalto ao ex-governador de São Paulo, em 1969, pela organização esquerdista Var – Palmares, em que a presidente Dilma Rousseff militava.
Suas páginas revelam que Dilma organizou a partilha do butim, cuidando da distribuição de armas, munição, documentos e dinheiro.
Segundo o livro, o estilo gerentona da "menina" chamou a atenção do ex-capitão Carlos Lamarca, líder do grupo, que tratou logo de apelidá-la de ‘Mônica’, a personagem então recém-criada por Mauricio de Sousa. 
Lamarca era bom de tiro e de apelido...
Orlando Silva compra, à vista,
terreno sobre duto da Petrobras
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Texto: Vitor Vieira

O site do jornal Folha de São Paulo publicou na manhã desta terça-feira uma nova denúncia devastadora contra o ministro dos Esportes, o comunista Orlando Silva (PCdoB).
Diz a matéria: "Em agosto de 2010, Orlando Silva Júnior comprou, por R$ 370 mil, um terreno no distrito de Sousas, em Campinas (SP).  Pela área de aproximadamente 90 mil metros quadrados passa um duto de gás da Petrobras.  Silva, que é ministro do Esporte desde 2006 e recebia à época da compra R$10.748,43 mensais, pagou o terreno à vista.  Conforme documento obtido pela reportagem, ele usou cheque administrativo – modalidade que permite o uso do cheque sem que o pagador movimente sua própria conta.  Orlando Silva afirmou ter pagado o terreno com um cheque pessoal. 
A Petrobras é uma forte parceira do Ministério do Esporte.  Em agosto, colocou em prática o projeto Esporte & Cidadania em parceria com o ministério.  Vai investir R$ 30 milhões em esporte educacional.  O PDD (Plano Diretor de Dutos), elaborado em 2007, mostra que uma das preocupações da Petrobras paulista é deixar os dutos que passam pelo Estado mais longe dos vizinhos para diminuir riscos de acidentes.  O documento indica que a distância para os dutos deve aumentar, o que forçará mudanças. 
"Com o objetivo de diminuir as interferências das populações nas faixas, o projeto PDD/SP irá adotar um novo conceito de corredor de dutos, que consiste na implantação de faixas de dutos com maiores larguras (aproximadamente 60 metros), proporcionando um maior distanciamento entre as comunidades e as faixas", diz trecho do relatório produzido pela Petrobras há quatro anos.  Aumentar a faixa de dutos obriga a companhia a pagar ao proprietário da área um valor ainda maior para manusear o trecho do terreno.  É o que pode acontecer com um pedaço da propriedade do ministro.
Essas desapropriações costumam ser feitas em negociações entre os proprietários e a empresa.  De qualquer forma, quem, como Silva Júnior, tem trânsito na Petrobras, antiga parceira do Ministério do Esporte, pode conseguir um preço melhor na negociação com a empresa.  O ministro se aproximou ainda mais da companhia por causa da questão dos dutos de Itaquera.  Ele assinou como testemunha a carta de intenções entre Corinthians e Odebrecht para a construção do Itaquerão.  Além disso, Ana Cristina Petta, mulher dele, faz parte de uma companhia de teatro patrocinada pela Petrobras. 
Não é só.  A Agência Nacional de Petróleo, que regula as atividades da área, é controlada pelo partido do ministro.  Haroldo Borges Rodrigues Lima, diretor-geral da ANP, é baiano e integrante PC doB, como Silva Júnior.  A empresa pagou ao casal belga que era dono do lote um preço bem melhor em relação ao acertado com Silva Jùnior, em um indício de que ter uma área transformada em servidão de passagem ou desapropriada pode ser um bom negócio até para quem não tem contatos na companhia.  A petrolífera pagou R$ 5,96 pelo metro quadrado, enquanto para o ministro cada metros quadrado custou cerca de R$ 4,00.  Antes de o ministro comprá-lo, o terreno já havia passado por três espécies de desapropriações parciais, chamadas de servidões de passagem.  De acordo com certidão do imóvel registrada no 4º Oficial de Registro de Imóveis de Campinas, a Petrobras deu aos ex-proprietários, em 2005, R$ 54.297,91 por 9.095,87 metros referentes a três faixas de terra.  A oferta da Petrobras foi bem melhor do que a de Silva Júnior, apesar de ter sido feita cinco anos antes.  De lá para cá, houve uma explosão imobiliária, que não parece ter sido levada em conta.  Orlando fez um negócio da China em comparação com os terrenos à disposição no mesmo condomínio, mas na portaria vizinha.  Sem dutos por perto, as propriedades custam entre R$ 15,00 e R$ 20,00 cada metros quadrados, de acordo com um corretor consultado pela reportagem. 
Nessa área, um terreno de 20 mil metros quadrados está sendo oferecido por R$ 380 mil, quase a mesma quantia paga pelo ministro em 90.000 metros quadrados.  O mesmo corretor diz que a área adquirida por Silva Júnior vale menos por causa de uma acentuada inclinação, por ter muitos carrapatos e pelo tempo que ficou encalhada.  Apesar de poucas casas por perto, o lote escolhido pelo ministro não favorece quem busca tranquilidade para passar os finais de semana com a família.  Fica em frente a um pesqueiro, o que provoca grande movimentação aos sábados e domingos.  O local é de acesso razoavelmente difícil, com um trecho de 9 quilômetros em estrada de terra.  A negociação com a Petrobras está detalhada na escritura de compra e venda do imóvel para o ministro e sua mulher, datada de 13 de agosto de 2010.  No documento está escrito que a operação entre os belgas e a petrolífera ainda não havia sido registrada em cartório, o que só aconteceu em novembro daquele ano.  A escritura que concretiza a venda para Silva Júnior tem uma cláusula que define que a Petrobras poderá usar a sua faixa no terreno para a instalação de dutos, proteção dos mesmos e outras instalações.  Ou seja, não estão descartadas novas obras no local.  As metas estabelecidas pelo Plano Diretor de Dutos transformam a área em que está a propriedade do ministro num local atrativo para operações da Petrobras.  O projeto prevê desativação de dutos em áreas densamente povoadas e demonstra grande preocupação com a vizinhança.  O condomínio em que Silva Júnior está construindo é de propriedades rurais.  Seu sítio é o primeiro na rota dos dutos no condomínio.  O ministro nega que sua propriedade fique num condomínio.  De fato, a escritura não cita isso.
Na parede da portaria, foi colocado um papel com o nome de todos os moradores.  À caneta, por serem mais recentes, aparecem Silva Júnior e Ana Cristina.  A patente ministerial não aparece.  Porém, os funcionários sabem que o dono do terreno em frente ao lote 07 comanda o Ministério do Esporte, apesar de afirmarem nunca terem visto o proprietário ilustre por lá.”

10 de out. de 2011



No fim do ano,
quando você receber 
aquela famosa listinha,
não se esqueça de retribuir
na mesma moeda.



5 de out. de 2011

Boatos no escritório
DESPEDIDA DE NANCY IRIARTE

(EX-ESPOSA DE HUGO CHAVEZ)


Despedida precoce de Nancy Iriarte Díaz (sua ex-esposa) a Hugo Chávez

(publicada em 9 de agosto de 2011 no jornal venezuelano “El Universal”)

          Hugo, algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:

      Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguiste sem quartel, os aprisionaste em cubículos indignos até para animais, os insultaste, os humilhaste, os enganaste, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal... Porque o fim dos tempos não te alcançaria.

Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu "ciclo vital" se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que dás teu último alento, partes desta vida cheio de angústia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguiste e insultaste, os representantes dessa Igreja que ultrajaste por prazer, claro que vão te dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabeis que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tua alma ante o momento que tudo define.

Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, um a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.

Dize-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado... Dize-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aparecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.

Podes escutar o povo do teu país lá fora do teu quarto?... Deve ser tua imaginação ou os efeitos da morfina, não estás na tua pátria, estás em outro lado, muito distante, entre gente que não conheces... Sim, estás morrendo em teu próprio exílio, entre um bando de moleques a quem confiou entregar teu próprio país, teus últimos momentos serão passados entre cafetões e vigaristas, entre a tua coorte de aduladores que só te mostram afeto porque lhes davas dinheiro e poder; todos te olham preocupados e com raiva, nunca deixaste que nenhum deles pudesse ter a oportunidade de te suceder; agora os deixas ao desabrigo e teu país à beira de uma guerra civil... Era isso o que querias? Foi essa a tua missão nesta vida? Esquece-te da quantidade de pobres, agora há mais pobres do que quando chegaste ao poder; esquece-te da justiça e da igualdade quando praticamente lhe entregaste o país a uma força estrangeira que agora teremos de desalojar à força e ao custo de mais vidas.

Tenho a leve impressão que agora sabes que te equivocaste; acreditaste num conto de passagem e te julgaste revolucionário, e por ser revolucionário... imortal; convocaste para o teu lado os mortos, teus heróis, esses fantasmas que também julgavas ter vida, Bolívar, Che Guevara, Fidel, e Marx que nunca conheceste e que recomendavas a sua leitura... Andar com mortos te levou à magia e aos babalaôs, te meteste a violar sepulturas, e a fazer oferendas a uma coorte de demônios e espíritos maus que agora te acompanham... Sentes a presença deles no quarto? Estão vindo te cobrar, recolher a única coisa que deverias valorizar em tua vida e que tão sinistramente atiraste na obscuridade e no mal, a tua alma.

Bem, me despeço; só queria que soubesses que passarás para a história do teu país como um traidor e um covarde, por não teres retificado tua conduta quando pudeste e te deixaste levar por tua soberba, por teus ideais equivocados, por tua ideologia sinistra, renunciando aos valores mais apreciados, a tua liberdade e à liberdade dos outros, e a liberdade nos torna mais humanos.

"O socialismo só funciona em dois lugares: no céu, onde não precisam dele, e no inferno onde é a regra dos que sofrem".

Nancy Iriarte Díaz
Financial Times diz que conselhos de Dilma 
para a crise são hipócritas
terça-feira, 4 de outubro de 2011


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O jornal Financial Times afirmou nesta terça-feira que os conselhos do Brasil para a crise econômica soam hipócritas e irreais. Segundo um artigo publicado pelo jornal, os avisos da presidente Dilma Rousseff sobre o perigo de a União Europeia adotar impostos restritivos neste momento são contraditórios.  O jornal cita o fato de o País estar na 152ª posição do ranking do Banco Mundial por ter carga pesada de impostos. 

O conselho de Dilma teria sido feito nesta última segunda feira em sua primeira visita à Europa como presidente do Brasil. "No nosso caso, políticas fiscais restritivas extremas apenas aprofundaram o processo de estagnação e de perdas de oportunidades", teria dito a presidente em referência à crise da América Latina nos anos 80: "É difícil sair da crise sem aumentar o consumo e o crescimento". 

Segundo o veículo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, é um dos pioneiros nesta relação e sugeriu, no mês passado, um pacote "excêntrico" dos Brics para socorrer a zona do euro. O Financial Times ressalta que Mantega falhou ao consultar os países do Brics, como a China, que possui a maior parte das reservas estrangeiras do bloco.

Segundo o jornal, até mesmo os outros países ficaram surpresos pela sugestão de o Brasil socorrer países como a Itália, que possuí riquezas em serviços e produtos per capita três vezes mais do que o próprio país. 

"Não há dúvidas de que o Brasil agora sente que tem o direito de distribuir tantos conselhos, apesar de tolos", finaliza o jornal

“Como dissemos muitas vezes, a democracia não deve ser um regime suicida, que dê a seus adversários o direito de trucidá-la, para não incorrer no risco de ferir uma legalidade que seus adversários são os primeiros a desrespeitar”. 

(O Globo, 31 de março de 1964).

Emmanuel Kelly

(legendado)