12 de mar. de 2012

A quem interessa uma crise militar?
Publicado MSIa 09 Março 2012

Sílvia Palácios

A tensão criada entre a cúpula do Governo Federal e o comando das Forças Armadas, em torno do rumo a ser tomado pela denominada Comissão da Verdade, não pode ser entendida apenas sob a visão estreita de que se tratariam dos desdobramentos de um passo necessário para que o País acerte as contas com a História.
Em realidade, essa insistente investida dos setores ideológicos radicais, encastelados no Partido dos Trabalhadores (PT) e agremiações políticas congêneres e em uma pletora de organizações não-governamentais (ONGs) com a mesma orientação, que chegaram ao Governo Federal na presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, integra uma campanha de décadas dos centros de poder anglo-americanos contra as instituições dos Estados nacionais ibero-americanos, em especial, as suas Forças Armadas. Agora, o objetivo imediato é provocar uma reorientação da política externa brasileira, de forma a realinhá-la com os EUA e abandonar o processo de uma diplomacia independente em relação à integração da América do Sul e ao Oriente Médio. É com esse pano de fundo que vem sendo exacerbado o tema dos direitos humanos, quase às vésperas da visita da presidente Dilma Rousseff aos EUA.
O mais preocupante é que esse tipo de acomodação às pressões externas têm determinado uma série de decisões estratégicas no País, como se viu em diversas oportunidades, nos governos anteriores, tais como nos casos das delimitações de grandes reservas indígenas e da draconiana e restritiva política ambiental nacional.
Nesse empenho, se insere a militância ostensivamente assumida por representantes da mídia, como é o caso da jornalista Míriam Leitão, das Organizações Globo, notória representante dos interesses anglo-americanos no País.
É possível que nem a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, nem sua colega de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, se deem conta desse fato, quando proclamam as suas diatribes contra as Forças Armadas e insistem em vocalizar as demandas da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) contra a Lei da Anistia, a forma institucional encontrada pelos brasileiros, ao final da década de 1970, para se reconciliarem os interesses nacionais.
Diplomacia dos direitos humanos
Não obstante, o fato é que os temas dos direitos humanos, proteção ambiental, questões indigenistas e fundiárias e “igualdade racial”, têm sido intensamente manipulados pelos centros de poder anglo-americanos, como parte de sua agenda “globalista” de enfraquecimento das instituições dos Estados nacionais soberanos, dentro do igualmente utópico conceito de um mundo “pós-westfaliano”, no qual um papel crescente vem sendo atribuído a entidades como as ONGs, que, supostamente, representariam melhor as demandas das sociedades.
Na prática, muitas dessas ONGs funcionam como autênticos elementos de guerra irregular, influenciando a formulação de políticas públicas e ações governamentais de interesse dos seus patrocinadores, como governos e fundações privadas estrangeiros, de uma forma muito mais eficiente do que seria possível com ações militares clássicas – o que se enquadra no conceito de “guerra de quarta geração”, no qual um Estado se opõe a elementos não-estatais (mesmo que estes estejam a serviço de outro Estado nacional).
Uma demonstração dessas pressões externas, que evidenciam o caráter intervencionista de uma diplomacia “oficiosa”, é a ameaça ostensiva do Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL), de deflagrar uma campanha internacional contra o Brasil, caso o País não cumpra a decisão da CIDH sobre a Guerrilha do Araguaia. A conotação da ameaça fica evidenciada na declaração da diretora da ONG, Beatriz Affonso: “Este ano vão se cumprir dois aos sem avanços substanciais. Não faz sentido um país que quer entrar para o Conselho de Segurança da ONU se recusar a avançar na punição dos que, em nome do Estado, cometeram essas violações. Qual a idoneidade do Estado brasileiro para decidir sobre possíveis intervenções em outros países? (O Estado de S. Paulo, 26/02/2012).”
Em especial, o conceito de direitos humanos defendidos por tais grupos e seus promotores internacionais reflete uma concepção limitada e maniqueísta, que converte esses direitos em um autêntico fetiche abstrato, em grande medida, desvinculados de um conceito abrangente de Bem Comum e dos interesses maiores da sociedade. Um exemplo emblemático da orientação ideológica dos paladinos dos direitos humanos da Esplanada dos Ministérios foi a deplorável decisão de negar a extradição do terrorista italiano Cesare Battisti, condenado em seu país por quatro homicídios qualificados.
Desafortunadamente, a reação intempestiva da presidente da República, ao determinar ao ministro da Defesa Celso Amorim uma intervenção contra o manifesto dos clubes militares sobre as declarações das ministras, chegando a pedir uma punição para um dos seus organizadores, sugere que a chefe de Estado pode estar deixando as reminiscências do passado condicionarem a sua atitude frente a uma situação que exige, acima de tudo, uma visão plena dos interesses do Estado brasileiro, em um momento crucial de definições na transformação da ordem de poder global em curso – processo no qual as F.As. tendem a desempenhar um papel fundamental.
De fato, o Brasil é o único integrante do grupo BRICS cuja capacidade militar é muito inferior às suas dimensões e potencialidades econômicas, sendo atualmente incapaz de prover uma capacidade dissuasória mínima contra qualquer eventual agressão externa de monta. Ademais, é visível o exemplo negativo da vizinha Argentina, onde o revanchismo político implicou em uma brutal deterioração das condições operacionais das Forças Armadas, deixando o país em uma humilhante condição de impotência diante de episódios como as recentes provocações militares do Reino Unido, em torno da disputa pelas Ilhas Malvinas.
Em vista do quadro de nuvens carregadas e fortes turbulências que caracteriza o cenário global, em que um dos componentes críticos é uma retração do poderio militar e econômico estadunidense – com as reações negativas deste fato dentro das próprias fileiras doEstablishment -, não surpreende que os parceiros brasileiros no BRICS, especialmente, a Rússia e a China, estejam se preparando para todas as contingências. Por tais motivos, o Brasil precisa, igualmente, estabelecer os seus planos estratégicos, para o que necessita do entendimento e do empenho de todos os setores da sociedade – e, portanto, não pode dar-se ao luxo de ensejar dissidências internas causadas por um grupelho de indivíduos que se comportam como viúvas da Guerra Fria.
Assim sendo, é fundamental que as cabeças frias prevaleçam, para evitar o aprofundamento de um quadro de tensões internas, que beneficia apenas os interessados em obstaculizar a maturidade e a ascensão do País no plano mundial.
Antecedentes
O tema dos direitos humanos vem sendo instrumentalizado contra o Brasil desde meados da década de 1970, com o advento do governo de Jimmy Carter, que o utilizou como parte de uma estratégia para tentar anular o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, o qual via como séria ameaça à sua agenda de não-proliferação nuclear. Em sua visita ao País, em março de 1978, Carter provocou grande irritação no governo do presidente Ernesto Geisel, ao dar uma carona em seu carro ao então cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, de quem recebeu denúncias sobre violações de direitos humanos pelo regime militar.
Posteriormente, juntamente com o pastor Jaime Wright, alto dignitário da Igreja Presbiteriana no Brasil (que proporcionou o suporte financeiro), e o rabino estadunidense Henry Sobel, do Centro Israelita Paulista, ambos com importantes vínculos políticos nos EUA, Arns seria o coordenador do projeto que resultou na publicação do livro Brasil: nunca mais, em 1985. No livro, são listados os nomes de centenas de integrantes das forças militares e policiais que participaram da repressão às insurgências armadas no País – muitos deles, potenciais alvos de futuros processos, se dependesse dos militantes dos direitos humanos encastelados nos porões do Planalto.
Por detrás do projeto, estava o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), órgão que, sob a fachada da integração religiosa, oculta as altas funções que executa como integrante das redes mais intervencionistas do aparato de inteligência anglo-americano. Criado em 1937, o CMI teve entre os seus fundadores o britânico lorde Lothian, um dos líderes da facção pró-Hitler na Grã-Bretanha, e o estadunidense John Foster Dulles, representante da Igreja Presbiteriana e futuro secretário de Estado no governo de Dwight Eisenhower, no qual seu irmão Allen foi o diretor-geral da Agência Central de Inteligência (CIA).
O CMI também esteve bastante ativo na campanha de desarmamento civil, na qual os seus estrategistas ainda não digeriram a acachapante derrota sofrida no referendo brasileiro, em agosto de 2005.
A entidade apoia, igualmente, as redes ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e seus apêndices, como o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), todos empenhados em campanhas ambientalistas contra grandes projetos de infraestrutura, que têm custado caro ao País.
Na década de 1990, tais redes receberam o reforço de duas ativas integrantes do “exército irregular” de ONGs mobilizadas, em particular, contra as instituições militares da América do Sul, a Human Rigths Watch/Americas e o CEJIL. A vinculação de ambas aos centros de poder anglo-americanos é facilmente constatada com uma consulta aos seus patrocinadores. O sítio do CEJIL, por exemplo, lista entre eles: a Federação Internacional de Planificação da Família (IPPF, na sigla em inglês), organização criada pela família Rockefeller para promover o controle demográfico; a Fundação Nacional para a Democracia (NED), órgão oficial do governo estadunidense; as fundações MacArthur e Ford; e a Fundação para a Promoção de uma Sociedade Aberta (FOSI), do megaespeculador George Soros.
O fundador e presidente do CEJIL, o advogado chileno José Miguel Vivanco, é um veterano integrante do aparato supranacional dos direitos humanos, tendo afiado as garras em anos de militância na Human Rights Watch/Americas.
Em agosto de 1995, as duas entidades apresentaram à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), uma petição, denunciando o Estado brasileiro pelo desaparecimento de combatentes da Guerrilha do Araguaia, na campanha militar de 1972-1974. Em dezembro de 2010, a CIDH divulgou a sua sentença, condenando o País e “ordenando” ao Estado uma série de providências que, cumpridas à risca, implicariam na total subordinação do sistema judiciário nacional a uma estrutura jurídica supranacional orientada por conceitos ideológicos totalmente alheios ao ordenamento histórico de nações soberanas.
Sem surpresa, a decisão da CIDH foi aplaudida pelos representantes dessa corrente de ação encastelados no Governo Federal, como o então secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o presidente da Comissão da Anistia, Paulo Abrão, atual secretário nacional de Justiça, ambos defendendo a absurda tese de que a legislação supranacional se sobrepunha à decisão anterior do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a irrevogabilidade da Lei da Anistia.
Embora, na ocasião, o Governo Federal tenha reagido à decisão, por intermédio de firmes declarações do então ministro da Defesa, Nelson Jobim, e, posteriormente, rechaçado de forma ainda mais contundente a sentença da CIDH contra o projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, o atual imbróglio se encaixa à perfeição na agenda intervencionista supranacional que o órgão integra.

Assista a este vídeo e se arrepie.
Ronaldinho gaúcho condecorado
pela Academia Brasileira de Letras
   
Eu pensei que fosse de "Gols de Letra" mas, infelizmente, é mesmo a casa de Machado de Assis.
   

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O melhor amigo de quem ?


Five favorite Windows 8 preview apps 
By Debra Littlejohn Shinder 
March 12, 2012, 9:39 AM

Takeaway: As you kick the tires of the Windows 8 Consumer Preview, be sure to check out these early contenders for top apps.

The Windows 8 Consumer Preview is out, and along with it, a (limited) number of preview apps that are designed to showcase the new Metro style (Figure A).  Some of them work better than others.

Figure A
Windows 8 preview apps provide an early taste of what Metro can do.
Various apps, such as Mail, Messaging, Camera, Maps, People, Reader, Weather, and IE, come pre-installed.  And there are almost 100 free apps available in the Windows Store (Figure B), which is itself the “mother of all apps” because that’s how you get more.  There are no paid apps at this time, since the operating system hasn’t been released.  It’s important to remember that the apps, like the OS, are not yet in final form.

Figure B
Windows Store: The “mother of all (additional) apps.
Here are my current five favorite preview apps out of the selection available, both pre-installed and downloadable from the Store.

1: People 
This is a lot like the People hub on Windows Phone; it connects to multiple social networks (Facebook, Twitter, Windows Live, LinkedIn, Google) as well as to your Exchange account and lets you see what your friends are posting regardless of where they’re posting it (Figure C).  It also serves as the source of contacts for the built-in Mail and Messenger apps.  It’s nice that these work together and you don’t have to deal with multiple contact lists.  You can send email or an IM to someone directly from the People app, too.

Figure C
The People app shows you what’s new with your contacts across multiple services.  
2: Remote Desktop 
I’ve been a big fan of the Remote Desktop feature since it made its Windows client-side debut in Windows XP, so it’s no surprise that one of my most-used apps in Windows 8 is Remote Desktop (Figure D).  It’s quick and simple to use, and I think it’s going to be a killer app on Windows 8 tablets.  I tried several Remote Desktop Protocol (RDP) apps on the iPad and Android tablets and none of them worked very well.

Figure D
The Remote Desktop app is clean and simple and gets the job done.
You can set the properties for all Remote Desktop connections or you can do it on an individual basis.  To do that, you right click the connection whose properties you want to change and select Edit from the options bar at the bottom of the screen.

3: The Tower by American Airlines 
Okay, this one is just plain cool.  I’m an aviation buff so maybe that colors my opinion, but I love it.  I hope they add more functionality to it in future iterations, but for now I just like the way it looks sitting there on my monitor (Figure E).  The Tower lets you check the status of flights, find out where a flight in the air is at the moment, and get the weather and gate postings for AA hub airports.

Figure E
The Tower makes you feel as if you’re an air traffic controller — without the stress.  
You start by selecting your hub (in my case, DFW).  Then you can see the AA flights scheduled for the different terminals.  They’re color coded to indicate their status; on-time flights are green, delayed flights are red, and empty flights are black.  You can see the number of departing and arriving flights, as well.  Select a flight and you can see details such as the arrival and departure terminals and gates, flight duration, type of aircraft, even whether Wi-Fi is available on the flight.

4: YouCam 
A built-in camera app (named Camera) comes with Windows 8 CP, and it works fine: Click the mouse or press, and it takes a photo with your Web cam.  It’s very basic, though.  You can crop the picture and adjust a few basic settings, but that’s all.

YouCam (Figure F) provides a bit more functionality.  With it, you can zoom in or out, quickly adjust the brightness without going into menus, apply special effects (distortions, overlays, emoticons, frames), and switch from front to rear camera (if your device has both).

Figure F
YouCam gives you more creative tools than the built-in camera app.
5: SigFig 
Windows 8 CP comes with a Finance app you can use to keep watch on the ups and downs of your favorite stocks, but SigFig (Figure G) does much more.  With it, you can import the accounts from your brokerages (using bank-level security) and track your entire portfolio, with detailed analytics and investment recommendations.

Figure G
SigFig was a winner in the Windows 8 First Apps contest.



DECLARAÇÃO DE MACEIÓ
Ementa: 
o importante papel dos Oficiais da Reserva
das Forças Armadas, presentes em
todos os segmentos da sociedade nacional.
Fidelidade ao incondicional juramento
de defesa da Pátria. Repúdio às tentativas
de enfraquecimento das Forças Armadas. 
Atuação, em todos os níveis, visando
o soerguimento ético e moral da sociedade. 
Aglutinação, organização e formação de lideranças
nos diversos setores da Reserva. 

             Os signatários deste documento, presidentes - ou representantes - das Associações de Oficiais da Reserva filiadas ao Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, reunidos no 13º Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército - 13º ENOREX no período de 10 a 15 de outubro de 2011, na cidade de Maceió, Estado de Alagoas, invocando a paz e a proteção divina para o Brasil, lavram e subscrevem, como inalienável compromisso de honra para com a nação brasileira, o presente manifesto, denominado DECLARAÇÃO DE MACEIÓ, onde expressam um conjunto de INTENÇÕES, POSICIONAMENTOS E CONCEITOS na forma dos ideários a seguir relacionados:

1 - REITERAM ser o território brasileiro uno, indivisível e intocável, e se declaram, como cidadãos integrantes da Reserva do Exército, dispostos, se necessário,e em qualquer circunstância, a assim mantê-lo e defendê-lo obstinadamente - e às suas riquezas, ombro a ombro com os integrantes da Ativa das Forças Armadas do Brasil, sempre que convocados para a garantia dos poderes constitucionais, da lei, da ordem e da soberania do Estado Brasileiro.

2 - DEFENDEM que as Forças Armadas são a expressão natural do Poder Nacional, guardiães incondicionais dos princípios e valores que forjaram a nacionalidade, defensoras intransigentes da soberania nacional, da verdadeira democracia, do civismo e da igualdade social, sem preconceitos de qualquer natureza, posto que ensejam em si a mais pura e plena representação do povo brasileiro.

3 - DECLARAM os signatários e seus representados que, como cidadãos atentos à complexidade e gravidade da atual conjuntura, pautarão sua conduta no exercício das diversas atividades e ocupações civis nos princípios basilares da Ética, da Moral, da Justiça e do respeito à Lei, em busca do engrandecimento nacional.

4 - REAFIRMAM sua inquebrantável vocação de patriotas, nos quais, numa simbiose perfeita, se mesclam os valores do soldado e os ideais do cidadão. Como Oficiais da Reserva, são testemunhas de que na caserna se pratica a nacionalidade em toda a sua pujança. Como civis, denunciam, com repúdio, as tentativas, subliminares ou explícitas, de degradação da sociedade brasileira em benefício da conquista e manutenção do poder, do sucesso rápido, do lucro fácil, da vitória a qualquer preço, onde nefastamente os fins sempre justificam os meios.

5 - RENOVAM, como Oficiais da Reserva, o acatamento aos atributos, princípios e valores assimilados na vida castrense, ao mesmo tempo em que CONFIRMAM o sagrado juramento do aspirantado de defender a Pátria, ainda que com o sacrifício da própria vida.

6 - ENFATIZAM que atuam na sociedade como formadores de opinião, integrando um relevante segmento organizado constituído pelas Associações de Oficiais da Reserva de todo o país, tendo como órgão central e normativo o Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, elo entre as entidades a ele filiadas e o Exército Brasileiro.

7 - LOUVAM, como herdeiros cívicos, os ideais do Tenente-Coronel Luiz de Araújo Correia Lima, patrono dos Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva do Exército e encontram na figura do bravo Major R/2 Apollo Miguel Rezk, um dos maiores heróis da Força Expedicionária Brasileira, a comprovação plena e irretorquível da importância e do valor do Corpo de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, não só no passado como no presente e, quiçá, no futuro, face ao cenário onde se vislumbram possibilidades reais de afrontas à soberania nacional.

8 - COMBATEM, intransigentemente, a corrupção - ativa e passiva - que assola importante parcela do poder nacional. A sociedade brasileira, entre decepcionada e revoltada, assiste diuturnamente, os escabrosos noticiários de malversação e desvios de recursos do Estado por parte de agentes públicos, bem como de ilícitos praticados por autoridades das três instâncias federativas. Os verdadeiros brasileiros, aqueles que defendem os princípios éticos e morais que forjaram a nossa pátria, unidos, haverão de atuar para que a impunidade não continue a proteger os maus cidadãos e que o braço forte da Lei se faça presente.   

9 - REPUDIAM as insidiosas e frustradas tentativas dos inimigos da democracia de denegrir a imagem das nossas Forças Armadas. O povo do nosso país jamais dará guarida a esses procedimentos impatrióticos. Os militares brasileiros, coesos em torno de seus Chefes no cumprimento das missões constitucionais que lhe são relativas, permanecem em primeiro lugar nas pesquisas de confiabilidade nacional. Os herdeiros de Tamandaré, Caxias e Eduardo Gomes integram a Marinha, o Exército e a Aeronáutica, instituições permanentes cujas vocações de ONTEM são as mesmas de HOJE e de SEMPRE.

10 - EXPRESSAM, finalmente, as lideranças que ora subscrevem este documento, a sua inquebrantável disposição de pugnar por um país forte, desenvolvido, democrático e soberano, onde os brasileiros, sem distinções, possam conviver em paz, com fraternidade, progresso e justiça social.

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2012

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art - CPOR/RJ - Tu 1961
Presidente do CNOR


Assinam também os representantes de 18 Associações de Oficiais da Reserva e de 2 entidades colaboradoras.


“Patriotismo, União, Lealdade, Trabalho -
Assim Atua a Reserva Atenta e Forte”


Hitler enfrenta Edir Macedo e a Igreja Universal


Deu na imprensa

JÚNIA GAMA

O escritório do coronel Pedro Ivo Moezia, um dos coordenadores do manifesto Alerta à Nação, que critica o governo, foi arrombado na madrugada de ontem. A invasão ocorreu em 15 escritórios do Edifício Central, na Quadra 1 do Setor Comercial Sul. Segundo o delegado que investiga o caso, Reinaldo Vilar, documentos estavam revirados, mas objetos de valor não foram levados. "Havia joias, diamantes, ouro e dinheiro nos cofres abertos, mas nada foi levado", relata. Segundo Vilar, até o momento, foi registrada apenas a falta de uma quantia de R$ 200 em espécie. "É um crime confuso e intrigante", avalia.

A polícia já tem suspeitos, mas aguarda o resultado da perícia, que deve sair hoje, para divulgar novas informações. O coronel Pedro Ivo acredita que o crime tem "motivações políticas". "É um recado de que eu estou dando trabalho", sustenta. O coronel enumera, além do manifesto que desagradou o Planalto, três ações que protagonizou como motivos para "incomodar".

Ele entrou com duas ações questionando a lei que cria a Comissão da Verdade e, ontem, ingressou no Ministério Público com uma representação para que o órgão investigue se houve crime de responsabilidade do ministro Celso Amorim e da presidente da República na interferência que culminou com a suspensão da nota publicada pelo Clube Militar. O Ministério da Defesa não quis se manifestar sobre o tema.

No texto Alerta à nação, militares da reserva criticaram o ministro da Defesa, Celso Amorim, por interferir para que fosse suspensa nota anterior do Clube Militar atacando a presidente Dilma Rousseff e ministras por declarações sobre a ditadura militar. O comando do Exército estuda de que forma irá punir os oficiais que assinam a nota.

Deputado Jair Bolsonaro
homenageia Dilma Roussef no Dia das Mulheres 





11 de mar. de 2012





A mais recente manifestação cultural
desta terra abençoada... 
por quem, mesmo ?

Duelo de pole dancing no metrô do Rio de Janeiro



PRONUNCIAMENTO DE CARLOS LACERDA


Lacerda, sucessor natural
de Castelo Branco
"Os chefes militares sabem o que fazem. Se não fazem, assumem, pela inércia, as suas responsabilidades perante o povo e a história, que é implacável no seu julgamento. Mas, por Deus, não se escondam atrás da Constituição. Esta não foi feita para julgar a complacência com o crime. Não se pode, ao mesmo tempo, servir a dois senhores: quem serve à Vargas nao serve a Constituição."


Tribuna da Imprensa - o jornal de Carlos Lacerda

Discutindo a relação
X X X

Sabe o que significam essas três letra aí em cima ?
Pois é isso mesmo.
Se for pudico(a) não assista esse vídeo.



Clique no canto inferior direito para tela cheia.
Fazendo um clima para o exame de próstata





O melhor amigo






Muitas coisas podem ser feitas com as baionetas,
exceto sentar-se em cima delas !

Carta endereçada à jornalista Eliane Catanhede por Lauro Henrique Alves Pinto (*).
"Infelizmente, a senhora comete um erro crasso ao insistir nessa idiotice de ofensa pessoal.  Somente quem não tenha sido educado dentro de estritos conceitos, virtudes e valores democráticos, pode imaginar que todas as vozes discordantes do seu pensamento totalitário, imperial e dogmático, são eivadas de ofensa.  Quando uma aspone da presidente fala as abobrinhas que quer, na hora em que está com vontade, ofendendo indiscriminadamente a classe mais bem avaliada pela população brasileira, espera-se que o ofendido reaja na mesma moeda - e foi o que se fez.  Aliás com o máximo respeito.

Espanta-me que a senhora, tida como pessoa instruída, desconheça que "muitas coisas podem ser feitas com as baionetas, exceto sentar-se em cima delas." 

A senhora deveria dizer isto àquela moça que se acha ungida por Deus e acima do bem e do mal.  Se insistir em ignorar e resolver comprar briga, acho que vai haver briga sim.

Espanta-me também que a senhora desconheça como funciona o cérebro "coletivo" das Forças Armadas.  Os militares são pessoas amáveis, discretas, obedientes, disciplinadas, mas, por dever de ofício, implacáveis na defesa dos valores aos quais estão subordinados.  E, ao contrário da barbárie que é o nosso universo civil, são pessoas que agem e raciocinam como um só "corpo"...  e jamais seriam militares se não fosse assim.
Sugiro que a senhora mande um recado àquela moça, para que use a sabedoria esculpida numa famosa frase de Michel de Montaigne (1533-1592): "A única maneira de se dar um passo à frente à beira de um abismo, é dar um passo atrás." Ou seja, não sentar na baioneta.  

E a senhora está erradíssima se imagina que uma volta atrás, neste momento, será um estímulo ao insulto coletivo.  Muito ao contrário, pois é a única forma de contornar um problema grave que não precisava ser criado.

Aprenda: "mexeu com ele, mexeu comigo". Simples assim.

(*) Lauro Henrique Alves Pinto é civil
Imagens inseridas pelo Blog

NÃO BASTA SER PAI
   
Após ler um post rude publicado pela filha adolescente no FacebookTommy Jordan, um daqueles caras que parece ter saído da figuração de um filme do Chuck Norris, resolveu dar o troco na mesma moeda.
Para desespero dos pedagogos de plantão.


E você aí reclamando dos seus pais. 
Ingrato !
Ela e a família



Ainda que um pouco atrasado






MAIS BELO JARDIM DO MUNDO
AL AIN PARADISE
Emirados Árabes Unidos