11 de mar. de 2013

Ilusionismo é isto !






PRESTE ATENÇÃO ÀS PALAVRAS DO PIAUÍ

Assista até o fim, pois vale à pena.











Ações terroristas dos últimos dias são
o último suspiro do MST

Domingo, 10 de março de 2013
Editorial de O Estado de S. Paulo


Enfraquecido politicamente, pois não conta mais com a conivência e a tolerância ilimitadas do governo do PT, com um discurso ideológico cada vez mais vazio, mas mantendo algum grau de organização e, sobretudo, conservando seu aparentemente inesgotável vigor para praticar crimes, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) conseguiu realizar seu maior protesto contra o governo Dilma. 

Nos últimos dias, seus militantes, apoiados por organizações com características e objetivos assemelhados aos seus, invadiram fazendas, destruíram viveiros, sabotaram plantações, impediram o fluxo do tráfego em rodovias, depredaram patrimônio privado, invadiram prédios públicos, fizeram discursos, divulgaram documentos. Suas ações atingiram 22 Estados.

Tudo isso seria apenas mais uma repetição daquilo que o brasileiro responsável, cumpridor das obrigações e preocupado com seu futuro e do País cansou de ver no ambiente rural nos últimos anos se, desta vez, as manifestações desses grupos que agem cada vez mais à margem da lei não fossem particularmente patéticas. Além de agirem de maneira ilegal, sem que, na maior parte dos casos, sua ação fosse, como deveria ter sido, contida com energia pelas autoridades policiais - umas empurraram a competência para outras -, os organizadores fizeram discursos e distribuíram documentos que mostram seu afastamento cada vez maior da realidade. Seu protesto, como ocorre há 15 anos, foi para lembrar o Dia Internacional da Mulher, e desta vez o alvo foi o agronegócio. 

Um dos principais atos do protesto foi a ocupação da Fazenda Aliança, no Tocantins, de propriedade da família da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) - mulher e representante do agronegócio. Cerca de 500 militantes ocuparam a propriedade, destruíram viveiros de mudas de eucalipto e mantiveram confinados trabalhadores e seguranças do local, que conseguiram evitar o conflito. "Eu, que sempre dormi sozinha na fazenda com meus filhos pequenos, sem nunca andar armada, agora não vou deixar meus filhos e meus funcionários correndo risco de vida", reagiu a senadora. "Imagine se resolvessem colocar fogo nas dezenas de máquinas que tenho lá". 

Por cegueira ideológica, o MST e as demais organizações que o apoiam e os militantes desses movimentos não conseguiram até hoje entender a extraordinária transformação por que passou a atividade agrícola no País nos últimos anos. Ela alcançou níveis de eficiência e de competitividade que a colocam entre as mais desenvolvidas do mundo, o que permitiu ao País sobreviver sem grandes consequências aos efeitos das crises que conturbaram a economia mundial. Isso não afasta do meio rural os pequenos e médios produtores nem implica - como supõem o MST e seus militantes - o predomínio da monocultura. Há oportunidades para todos e espaço para as diversas culturas. 

As desastrosas ações do MST no laboratório da Aracruz Celulose, em Barra do Ribeiro, no Rio Grande do Sul, em 2006, quando 2 mil mulheres destruíram anos de trabalho de pesquisa, revelaram uma das faces mais danosas para o País da violência dessas manifestações. Mas, por estreiteza política, o MST continua a recorrer à violência para, por meio dela, tentar defender suas bandeiras político-ideológicas, o que não consegue mais fazer com seu discurso. 

A cada ação desse tipo certamente corresponderá maior isolamento desses movimentos. Parece que, felizmente, vai se transformando em mero registro histórico o gesto do ex-presidente Lula de colocar na cabeça o chapéu do MST, simbolizando seu apoio irrestrito à organização. A redução do número de assentamentos promovidos pelo Incra é consequência da mudança da política agrária no governo Dilma. Por entender que as distribuições de nada adiantam para o assentado e para o País se as terras não se transformarem em fonte de renda, o governo quer que os assentamentos sejam produtivos. Para isso vem dando apoio técnico e material aos assentados - e distribuindo cada vez menos terras. 

A mudança pode ser fatal para o MST, cuja sobrevida depende justamente de aglutinar militantes com a promessa de distribuição de terra.


HABEMUS PAPAM





10 de mar. de 2013

AFORISMOS APLICÁVEIS À ATUALIDADE BRASILEIRA
(misturados a imagens oportunas)



Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades. (Benjamin Franklin)


Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar. (Desconhecido)


Quem se omite, indiretamente se associa. (Benjamim Constant)


O mundo estaria salvo se os homens de bem tivessem a mesma ousadia dos canalhas. (Desconhecido)


Tudo o que é necessário para que o mal triunfe é a omissão dos homens de boa índole. (Edmund Burke)


Há um idiota no poder, mas os que o elegeram estão bem representados. (Aparício Torelli, Barão de Itararé)




COMO MELHORAR O BRASIL




PROFECIA DE VIDENTE
Porto Alegre, 03 de março de 2013
Carlos Augusto Fernandes dos Santos - General Ref


Há cinquenta anos, uma afirmação era repetida por um colega , sempre que nos reuníamos em costumeiras conversas, para  discutir os crônicos e insolúveis problemas brasileiros que afligiam os mais conscientes . Era um tempo em que os arroubos   de jovens tenentes impulsionados por elevado senso de patriotismo e idealismo emolduravam o imaginário da  juventude militar. Depois de intensas discussões, com ironia e uma ponta de sarcasmo, descrença e desilusão, ele sempre repetia a mesma arenga: Se melhorar, vai piorar....”.

Meditando, hoje,  sobre aquela frase contraditória e fazendo um inventário dos avanços ocorridos em nosso país em mais de meio século, somos obrigados a reconhecer que ele efetivamente cresceu e desenvolveu-se e,  em múltiplos  aspectos,  melhorou; entretanto, essas conquistas poderiam ter sido obtidas sem que a sociedade brasileira tivesse que ter pago tão elevado custo, consequência, em muitos períodos, da falácia, do engodo  e da  irresponsabilidade de  governos populistas.

Um analista atento não terá dificuldade em  concluir que  historicamente crescemos e nos desenvolvemos de maneira espasmódica e de forma desordenada, sempre ao sabor das circunstâncias. Os surtos de desenvolvimento retratam um traço prevalente  de nossa cultura política, mostrando que , via de regra, as melhorias foram e são  acompanhadas por altos índices de improvisação e desperdício,   potencializados  por lastimáveis  taxas de corrupção.


O dinheiro público e as verbas obtidas com o sacrifício dos brasileiros, obrigados a pagar  impostos escorchantes,  são empregados em obras superfaturadas onde se privilegia,  em inúmeros casos, o secundário em detrimento do principal. Basta citar, como exemplos, o montante que vem sendo despendido de dinheiro público para a construção de determinados  Estádios de Futebol que, terminada a Copa do Mundo, ficarão  praticamente vazios.

Uma rápida fotografia dos principais setores da vida nacional, confirma as mencionadas assertivas, nos dando motivos suficientes para concordar com o  vaticínio pessimista  de nosso colega. Senão vejamos:

Na área da EDUCAÇÃO, um maior contingente de compatriotas frequenta hoje a escola , benefício  que no passado era privilégio de poucos brasileiros. Em contrapartida, o nível de conhecimento geral dos  professores e o prestígio da profissão , teve acentuada queda, agravada pelo pagamento  de  proventos constrangedores que tem afastado   os mais capazes dessa nobre servidão. Para piorar a situação, o injusto  sistema de cotas, adotado por lei aprovada recentemente, trás no bojo o vício de permitir que jovens menos qualificados acessem a Universidade, em detrimento de outros que, no mesmo concurso universal,  obtiveram maior mérito intelectual. Com o objetivo de reparar histórica iniquidade, comete-se  irreparável injustiça.

No setor da  SAÚDE, apesar dos esforços dos  programas de vacinação em massa, da erradicação de  doenças endêmicas e epidêmicas e de um  maior acesso de pessoas   atendidas pelo  Serviço Único de Saúde ( SUS), a qualidade deixa muito a desejar, mostrando diariamente as chagas de um sistema deficiente, sobrecarregado e anacrônico, que obriga os mais carentes a disputarem e aguardarem consultas e cirurgias por longos períodos de tempo. Um retrato deprimente do descaso com que tratamos nossos compatriotas.

No terreno dos TRANSPORTES , apesar das inúmeras obras de infraestrutura nas três esferas executivas do poder ,  a circulação de mercadorias e de pessoas e o transporte da riqueza nacional  mostram uma espantosa e constrangedora realidade: portos ineficientes que encarecem os produtos exportados e  importados; aeroportos congestionados e ineficazes que causam desconforto aos usuários e que comprometem a imagem do país junto à comunidade internacional;  estradas de rodagem  mal conservadas, resultado de uma manutenção deficiente  que  agrava  os custos operacionais e o preço dos produtos finais; um sistema ferroviário inexpressivo, com reduzida e desatualizada  malha ferroviária,   desproporcional à vasta  extensão territorial do país  e   um sistema de navegação interior risível, apesar do país possuir uma das maiores bacias  hidrográficas do mundo. Enfim, uma matriz viária que retrata o descompasso do nosso crescimento desordenado e o descaso de sucessivos e ineficientes governos. Agravam essa lastimável situação os índices de mobilidade  urbana nas principais capitais dos Estados federados, submetidas diariamente a longos   engarrafamentos, provocados por uma crescente frota de veículos particulares. As medidas adotadas para a melhoria do transporte coletivo  mostram-se incapazes de minorar esse angustiante problema,resultando, como consequência, desperdício de tempo e de dinheiro.


Na área da SEGURANÇA, índices assustadores de violência, esponencializados pelo fantasma das drogas ,  revelando  a falência do planejamento governamental no trato dessa área vital para o desenvolvimento da nação. Sabemos que nunca houve em nosso país, uma permanente e eficaz mentalidade de segurança pública, tema que  só agora começa a ser tratado com a seriedade necessária.


Mas é na atividade  POLÍTICA que reside a nossa maior degradação. Essa importante  tarefa  vem sendo exercida , cada vez mais, por indivíduos espertos e despreparados (respeitadas as  exceções), que tornaram essa atividade  um grande negócio: a maioria oriunda do meio sindical ou das hostes da esquerda radical marxista que, durante o período dos governos militares, apoiaram  e ostensivamente participaram da luta armada, alegando, hoje, que assim procediam para restabelecer a “democracia” no país: uma hipocrisia sem nome.


Depois que empolgaram o poder, na busca pela  governabilidade os governos chefiados por  LULA e DILMA cooptaram partidos e políticos adeptos do fisiologismo que aviltaram-se, abrindo mão de seus programas e de  princípios éticos, subordinando  os mais nobres interesses da nação aos conchavos que lhes garantem a repartição tranquila da máquina governamental.

Ainda agora, faltando praticamente a metade de seu mandato, açodadamente  a Presidente concorda em  participar de eventos políticos, à tiracolo do ex-presidente,  com a clara intenção de preparar os caminhos para sua reeleição e a manutenção do poder.

Lastreados em benefícios fornecidos por programas sociais que acenam inúmeras benesses de resultados discutíveis, mas de dividendos eleitoreiros evidentes, vendem facilidades como se estivéssemos em uma grande feira: um mercado de falsas ilusões.

Lastimável é constatar que não existe uma oposição capaz  de enfrentar essas práticas nefastas e de denunciar a perversa inconveniência do Instituto da Reeleição, em um país em que os representantes do povo desprezam as regras básicas da   convivência política civilizada. Caminhamos celeremente para a 
“mexicanização" da política brasileira com a adoção do Partido Único.


Sem dúvida, para  parcela significativa de brasileiros a vida   perdeu qualidade e “piorou”,   apesar dos evidentes avanços (tecnológicos) ocorridos  nas  áreas mencionadas.


Nosso colega estava absolutamente certo quando, há cinquenta anos, vaticinava essa diabólica e incômoda realidade. Como vemos, profecia de vidente.
                                             
Imagens inseridas pelo Blog


De: Ucho Haddad

Para: Dilma Rousseff

Assunto: O “seu” amigo Hugo Chávez


Dilma, sem pedir licença pela informalidade, você está me fazendo perder a paciência. Primeiro porque em outro colóquio redacional, mesmo que de uma só via, pedi para que não me transformasse em um escravo da escrita, sendo obrigado a redigir diariamente um recado a você. Escravidão é crime e você deve saber disso. Se não souber, pergunte à companheira Maria do Rosário.

Dilma, você está equivocada ou alguém lhe disse algo errado. Você foi eleita presidente do Brasil, não dona do Brasil. O máximo que você pode fazer é governar, o que faz muito mal, mas jamais falar em nome do povo brasileiro. Ou será que o despotismo tomou conta do seu ser? Se for isso, me avise, pois assim passo a usar outro tipo de tinta.

Estava animado por causa do surpreendente mea culpa que fez na Paraíba, afirmando que o PT “faz o diabo na hora da eleição”, mas você não precisou de 24 horas para colocar tudo a perder. O ditador Hugo Chávez, seu companheiro de ideologias obtusas, estava morto há algumas semanas, mas somente ontem, terça-feira (5), o governo venezuelano resolveu anunciar o fato, porque segurar a enxurrada de mentiras tornou-se impossível.

Como carpideira profissional, você, diante de câmeras e microfones, incensou o finado caudilho e disse que ele foi amigo do Brasil e dos brasileiros. Olha, Dilma, o Chávez pode ter sido seu amigo, ter liderado um governo golpista e tirano que fez negócios com o Brasil desde a era FHC, mas em nenhum momento esse senhor foi amigo dos brasileiros. Você pode falar em nome do Brasil como Estado, mas não em nome dos brasileiros. Fale em seu nome, não no meu, no de milhões de brasileiros que torciam para aquele comunista de circo ficar calado.

Não estou aqui a comemorar a morte de Chávez, pois já lhe expliquei que torço pela saúde dos meus adversários. Até por você eu já torci. E continuo torcendo para que você tenha vida longa, pois assim terei diariamente uma oportunidade de provar a mim mesmo que meu raciocínio é lógico. Não me comparo aos gênios (sic) que fazem do PT um reduto de parentes de Aladim, mas penso e escrevo com a clareza que incomoda seus assessores.

Dilma, sei muito bem como funcionam, no mundo do comunismo boquirroto, essas adulações de encomenda. Um fala bem do outro, que aplaude o seguinte, que reverencia o companheiro, que coloca o ditador amigo nas alturas, que endeusa o caudilho que reina no quintal vizinho e assim vai. É como aquela música do Chico Buarque, “Geni e o Zepelim”. Todos os tiranos são Genis e pedras não faltam nas mãos de cada um para essa troca combinada de gentilezas. Prefiro não comentar aquela parte da música que diz “joga bosta na Geni”, até porque estrume serve como adubo.

Dilma, nem mesmo com um colossal esforço do raciocínio é possível admitir que Chávez foi amigo dos brasileiros. Ele foi, sim, amigo dos próprios interesses e patrocinador de transgressões e crimes de toda ordem. E se com essa conduta criminosa Chávez desfilou pelo Brasil e desafiou os brasileiros, é porque você e seus companheiros de petismo são muito frouxos ou, então, foram coniventes. Eu prefiro acreditar que foram coniventes, pois frouxidão na hora da bandalheira os companheiros jamais ostentam.

Dilma, o seu amigo Hugo Chávez dava apoio logístico-financeiro aos guerrilheiros das Farc, que continuam enviando ao Brasil drogas e armas à vontade. Foi com o apoio financeiro de Chávez que membros das Farc se instalaram nos morros do Rio de Janeiro para comandar o tráfico de drogas. E você teve a coragem de dizer que esse senhor, que por certo agora acerta as contas com o guarda-livros de lúcifer, foi amigo dos brasileiros? Não, Dilma, isso parece um filme de terror. Você deve estar muito estressada por causa dos compromissos e da pressão inerente ao cargo.

Dilma, o seu amigo Chávez financiou a Via Campesina, que no sul do Brasil, mais precisamente no Rio Grande do Sul, seu reduto político, aprontou as maiores arruaças em propriedades alheias. Vocês comunistas acham isso engraçado, pois o direito à propriedade só entra em cena quando o prejudicado é algum integrante desse grupo de bandoleiros que se vendem como paladinos da moralidade. Dilma, beirou a sandice você afirmar que Hugo Chávez, o primeiro defunto-presidente na história da América do Sul, foi amigo dos brasileiros.

Dilma, o seu amigo Chávez foi quem incentivou o índio-cocalero Evo Morales a desapropriar a planta da Petrobras na Bolívia. E nós brasileiros, que você garante que tinham a amizade de Chávez, pagamos a conta. Chávez também assumiu o compromisso de fazer da Venezuela sócia do Brasil na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, mas até agora não se tem notícia de que um centavo venezuelano tenha sido investido no negócio, que começou com orçamento de US$ 3 bilhões, mas já passou de R$ 20 bilhões e deve consumir pelo menos, fazendo conta rasa, outros US$ 10 bilhões. Quer dizer que Chávez foi amigo dos brasileiros, Dilma? Você está precisando de férias. Olha, Dilma, ainda tem vaga na excursão do seu amigo Chávez.

Dilma, pela Venezuela do seu eterno amigo Chávez escoa o nióbio contrabandeado do Brasil. Não vá me dizer que desconhece o assunto, porque esse discurso ensaboado tem a digital do companheiro Lula. Então, se é que entendi direito, quem fecha os olhos para a ilegalidade e enche os bolsos com o contrabando do nióbio é amigo dos brasileiros. Dilma, você, além de perder o juízo, cometeu a ousadia de dizer que a perda de Hugo Chávez é irreparável. Se lhe falta um dicionário da língua portuguesa no gabinete presidencial, pois para Lula não tinha qualquer serventia, enviarei de presente um exemplar no dia do seu aniversário, 14 de dezembro. Eu tenho um motivo sacro e especial para me lembrar dessa data. E o motivo por questões óbvias não é você, porque na minha tômbola a sua pedra ainda não foi cantada.

Dilma, irreparável é aquilo que não tem reparo. Você poderá me dizer, elementar meu caro Ucho! Como no PT abundam os gênios, os primos de Aladim, nunca é demais explicar o significado de determinados vernáculos. Só um louco de hospício, que com qualquer batida de palma sai dançando, seria capaz de fazer tal declaração. Dilma, se o reparável um dia sonhou em ser “fulanizado”, a realidade se consumou de forma magistral e irreversível em Hugo Chávez.

Dilma, o seu amigo Chávez era a personificação do pecado. Arrisco a afirmar que era um ser bisonho, covarde e errante, cujo nome certamente consta das árvores genealógicas de Josef Stálin e Tomás de Torquemada, tendo como padrinho de crisma política o sanguinário Fidel Castro. Como os respectivos currículos desses três querubins falam por si, qualquer comentário adicional seria exagero de minha parte. Assim como Hitler sonhou em dominar o planeta, Chávez, o seu amigo, Dilma, intentava conquistar a América Latina. Em vez de acionar a câmara de gás, açoitava os adversários esparramando dinheiro imundo aos pés dos mandatários dessas republiquetas de bananas que estão na nossa vizinhança e se igualam ao Brasil.

Dilma, você consulta diariamente um preposto do demônio, cumprindo de forma obediente suas ordens, e se rasga em elogios quando um enviado de satanás tem a morte oficialmente anunciada. O Brasil inteiro sabe que você não se dá bem com o Criador, mas, como homem de fé que sou, garanto que Deus sabe muito bem o que faz, além de Ele ter precisão de relojoeiro suíço na escolha da hora.

Chávez estava com o prazo de validade vencido, fazia hora extra até como defunto. Mesmo morto ele insistia em levar o jogo para a prorrogação. Estava imóvel, como qualquer ser sem vida, mas queria cobrar os pênaltis.

Dilma, Chávez, seu amigo e irmão-camarada, há muito está em outra freguesia, jogando como lateral esquerdo na várzea do além. Continue assim, como chefe da torcida organizada de alguém que se tornou herói porque entre os venezuelanos socializou a miséria. Isso é o auge do talento de alguém que foi incompetente até para ser ditador.

Não se avexe, Dilma, sem constrangimento algum debulhe-se em lágrimas vermelhas, pois assim reza a cartilha desse socialismo criminoso e obsoleto que vocês, salvadores do universo, pregam.


Ucho Haddad

ADESÃO GAÚCHA AO BISPO MACEDO





   Dilma adota o oportunismo chavista e anuncia desoneração

da cesta básica no Dia Internacional da Mulher

Pegando carona – A presidente Dilma Rousseff foi à Venezuela, em estilo bate-volta, para participar do funeral de Estado do caudilho bolivariano Hugo Chávez, mas ao voltar a Brasília trouxe na bagagem algumas pílulas de populismo barato, uma delas possivelmente ingerida durante o voo.

Na noite desta sexta-feira (8), aproveitando a comemoração do Dia Internacional da Mulher, Dilma anunciará, em cadeia de rádio e televisão, a isenção total de impostos federais em todos os produtos da cesta básica.

Com a inflação real muito acima da que é oficialmente anunciada pelos palacianos, essa desoneração já deveria ter ocorrido há muito tempo, já que o salário do trabalhador está sendo corroído pelo principal e mais assustador fantasma da economia. Batendo seguidos recordes de arrecadação, o governo do PT demorou demais para beneficiar a classe que a legenda supostamente representa.

Muito pior do que o atraso do anúncio é o oportunismo político-eleitoreiro da medida, que só vingou porque Dilma Rousseff já está em campanha pela reeleição e fazendo cortesia com o chapéu alheio, nesse caso o dinheiro do contribuinte. Esse viés oportunista, de quem não simplesmente usa o povo como massa de manobra, mostra a essência de quem está no poder.

Será que o Brasil precisa de datas comemorativas para que os governantes adotem alguma medida em benefício da população?



HOMENAGEM DO BLOG *


(*) Para as que merecem. A Dilma e as bruxas que a rodeiam, por exemplo, não estão abrangidas.


7 de mar. de 2013




Mulher: Você bebe?
Homem: Sim. 
Mulher: Quanto por dia?
Homem: Três uísques. 
Mulher: Quanto paga pelo uísque?
Homem: Cerca de R$ 10,00. 
Mulher: Há quanto tempo você bebe?
Homem: Vinte anos.
Mulher: Um uísque custa R$ 10,00 e você bebe três por dia: R$ 900,00 por mês e R$ 10.800,00 por ano, certo?
Homem: Correto. 
Mulher: Se, em um ano, você gasta R$ 10.800,00 sem contar a inflação, em 20 anos você gastou R$ 216.000,00, correto?
Homem: Correto. 
Mulher: Você sabia que, com esse dinheiro aplicado e corrigido com juros compostos durante 20 anos, você poderia comprar uma Ferrari?
Homem: Você bebe?
Mulher: Não. 
Homem: Então, cadê a sua Ferrari ?!



1 de mar. de 2013



The Overlooked Threat

Feb 28 2013
By Scott Stewart
Vice President of Analysis

People sometimes obsess over the potential threat posed by terrorist attacks that use things such as chemical weapons, electromagnetic pulses or dirty bombs. Yet they tend to discount the less exciting but very real threat posed by fire, even though fire kills thousands of people every year. The World Health Organization estimates that 195,000 people die each year from fire, while according to the Global Terrorism Database an average of 7,258 people die annually from terrorism, and that includes deaths in conflict zones such as Afghanistan and Iraq.

There are also instances in which fire is used as a weapon in a terrorist attack. U.S. Ambassador Christopher Stevens and embassy communications officer Sean Smith, the two diplomats killed in the attack on the U.S. office in Benghazi on Sept. 11, 2012, did not die from gunfire or even rocket-propelled grenade strikes but from smoke inhalation. This fact was not lost on the U.S. Department of State Accountability Review Board that investigated the Benghazi attack. In an interview published by Reuters on Feb. 24, former Ambassador Thomas Pickering, the head of the Accountability Review Board, said more attention should be paid to the threat fire poses to diplomatic posts. 

Fire can be deadly and destructive. But whether a fire is intentionally set, as in the Benghazi example above, or is the result of an accident or negligence, there are some practical steps individuals can take to protect themselves.
Fire as a Weapon

The use of fire as a weapon, especially against diplomatic facilities, is not new. It was seen in the November 1979 sacking and burning of the U.S. Embassy in Islamabad, Pakistan, and in the April 1988 mob and arson attack against the U.S. Embassy annex in Tegucigalpa, Honduras. In February 2008, the U.S. Embassy in Belgrade, Serbia, was heavily damagedwhen a mob lit its lobby on fire. More recently, on Sept. 14, 2012, three days after the Benghazi attack, millions of dollars' worth of damage was done at the U.S. Embassy in Tunis, Tunisia, after a mob set outbuildings and vehicles ablaze. Fires set by demonstrators also caused extensive damage to the adjacent American school.

Fire has been used to attack non-diplomatic facilities as well. During the November 2008 Mumbai attacks, the group of attackers holed up in the Taj Mahal Palace Hotel started fires in various parts of the hotel. Anarchists and radical environmental and animal rights activists have also conducted arson attacks against a variety of targets, including banks, department stores, the homes and vehicles of research scientists and even a ski resort. 

Fire has also been a weapon frequently mentioned by al Qaeda in the Arabian Peninsula in its longstanding efforts to encourage Muslims living in the West to conduct simple attacks. In an interview featured in the first edition of Inspire magazine, al Qaeda in the Arabian Peninsula leader Nasir al-Wahayshi encouraged would-be jihadists to burn down forests and buildings as a way to strike terror into the hearts of their adversaries. This theme was expanded upon in Inspire magazine's ninth edition, which actually contained a photo tutorial on how to construct timed incendiary devices as well as a fatwa noting that it was religiously permissible to light forest fires as an act of war. It is suspected that Palestinian groups have also been responsible for a number of fires in Israel and the West Bank.

But fire is not a weapon to be used against only buildings and forests -- it can also be used to attack transportation targets. In March 2008, a Uighur separatist attempted to light a fire in the restroom of a China Southern Airlines flight from Urumqi to Beijing using two soft drink cans filled with gasoline that she had smuggled onto the flight. Fire is extremely dangerous aboard aircraft because of the oxygen-rich environment, the sensitive nature of avionic controls, the presence of thousands of gallons of jet fuel and the toxic smoke that results from burning plastics and other materials that make up a plane. Examples of deadly fires aboard aircraft include the September 1998 incident involving Swissair Flight 111, in which all 229 people aboard were killed after the crew was overcome by smoke, and the May 1996 ValuJet crash in the Florida Everglades. In a case similar to the one at hand, a June 1983 fire that started in the restroom of Air Canada Flight 797 resulted in the deaths of 23 of the 46 passengers on board. Autopsies showed that most of them died as a result of smoke inhalation.

Trains have also been targeted for arson. In August 2006, an attack against two German trainsfailed when the timed incendiary devices placed onboard failed to ignite. A February 2007 attack against a train in India proved far more deadly. Two timed incendiary devices placed aboard the Samjhauta Express killed 68 people and injured another 50. Two additional unignited devices were later found in other cars aboard the train. Had they functioned properly, the death toll would have been much higher.

Incendiary devices are not only quite deadly if properly employed, they also have an advantage over explosive devices in that they can be constructed from readily available materials such as gasoline and kerosene. Even the aluminum powder and iron oxide required to manufacture a more advanced incendiary compound such as thermite can be easily obtained or even produced at home.

Another consideration is that quite often other forms of attacks, such as those using explosive devices, rocket-propelled grenades or even tracer ammunition, can spark fires. Many of the victims of the July 7, 2005, London subway bombings were affected not by the bombs' blast effect but by the smoke from the resultant fires.
Precautions

In addition to the threat of fire as a weapon or resulting from another form of attack, many deadly fires result each year from accidents or negligence. Such fires are deadly enough in the United States and Europe, where there are strict fire codes, but their impact is often magnified in less-developed countries, where fire codes are nonexistent or poorly enforced. For example, while sprinkler systems are mandatory for hotels in the United States, in many parts of the world they are not required.

When I was working on protective details overseas, I learned that it is not uncommon to find items stored in emergency stairwells, leaving them obstructed or sometimes impassable. It is also not unusual to find fire doors that have been chained shut due to the criminal threat. 

One thing that can be done to mitigate the threat from fire is to check emergency exits to ensure that they are passable. This applies not only to hotels but also to apartment and even office buildings. In the August 2011 Casino Royale attack in Monterrey, Mexico, the attackers ordered the occupants out of the building before dousing it with gasoline and lighting it on fire, but 52 people died in the incident because they were trapped inside a building by a fire exit that had been chained and locked shut. 

While we recommend that travelers staying at hotels overseas should attempt to stay above the second floor for security reasons, we also recommend that they not stay above the sixth floor so that they will be within range of most fire department rescue ladders. We also recommend checking that functional and tested fire extinguishers and fire hoses are present.

In fires, smoke inhalation is a huge problem. According to studies, it is the primary cause of fire deaths and accounts for some 50-80 percent of all deaths from indoor fires. While this is somewhat obvious in confined spaces such as an aircraft fuselage or a subway tunnel, it also applies to buildings. Even buildings that are constructed of concrete or cinderblock and would therefore seem to be resistant to the effects of fire can serve to confine smoke to deadly levels. The U.S. office in Benghazi is a very good recent example. Video of the building after the attack showed that the fire had not badly damaged the building's structure itself; what killed Stevens and Smith was the smoke.

As Stratfor has noted for many years now, smoke hoods are a very important piece of safety equipment and should be part of everyone's personal safety plan. Smoke hoods can be carried in a purse or briefcase and can provide the wearer with 15-30 minutes of safe air to breathe. This period of time can make a world of difference to a person caught in a burning building, subway tunnel or aircraft and attempting to escape to fresh air. 

Due to past fire incidents on aircraft, the Federal Aviation Administration mandates that airlines furnish a smoke hood for each crew member on commercial flights. They do not provide smoke hoods for each passenger, although high-end executive aircraft normally do. Commercial passengers who would like access to a smoke hood in the case of a fire need to carry their own. Another useful tool in such situations is a small, high-intensity flashlight that can help you find your way through the smoke or dark once you have donned your smoke hood.

Fire is a potentially deadly weapon, one that should not be forgotten, but steps can be taken to mitigate the danger it poses.



CHEIRO DE AUTORITARISMO
ou
Graças a Deus essa comunalha é muito imbecil (*)

Zero Hora (Editorial) - Porto Alegre

As manifestações agressivas contra a presença da blogueira cubana Yoani Sánchez no país, a intromissão dos embaixadores da Venezuela e de Cuba em assuntos estritamente brasileiros e o virulento ataque de lideranças do PT à imprensa no recente encontro do partido são sinais claros, evidentes e preocupantes da reativação de um radicalismo autoritário que parecia fazer parte do passado no Brasil.

Pelo jeito, estava apenas adormecido. Por conta da visão exacerbada desta militância anacrônica e de seus representantes no parlamento, até mesmo uma entrevista da dissidente cubana esteve para ser censurada na TV Senado, só indo ao ar por interferência direta do senador Eduardo Suplicy, que vem dando exemplos de sensatez e moderação em meio ao comportamento extremista de seus correligionários.

Se a iniciativa de impôr ideias e ideologias no grito e no constrangimento partisse apenas de extremistas políticos, poderia ser creditada à normalidade democrática. Num regime de liberdades, todos têm o direito de se manifestar. O preocupante é a constatação de que lideranças políticas do partido que está no poder também comungam deste pensamento único, discricionário e excludente.

Foi o que se viu na reunião da cúpula petista na semana passada, em São Paulo, para celebrar o aniversário da sigla e os 10 anos no comando do país. O evento marcou o lançamento da candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição, mas também foi utilizado pelas principais lideranças da sigla para fustigar a oposição e para ataques à imprensa, especialmente aos veículos de comunicação que atuam com independência e criticam o governo.



Ao eleger a "grande imprensa" como inimigo, a direção do Partido dos Trabalhadores, respaldada pelo ex-presidente Lula, mostra dificuldade em aceitar o pluralismo e a liberdade de expressão como elementos intrínsecos da democracia.

No ambiente de corporativismo partidário do encontro da última quarta-feira, que contou inclusive com a presença de petistas condenados no processo do mensalão, até mesmo a presidente Dilma Roussef deixou de lado sua histórica posição de apoio à liberdade de imprensa ("O único controle da mídia que eu proponho é o controle remoto na mão do telespectador") para se alinhar ao coro dos insatisfeitos.

Esse clima de patrulhamento, conjugado ao início antecipado da campanha eleitoral para 2014, gera uma situação preocupante para o país, pois tende a legitimar as ações de grupos radicais que não respeitam quem pensa diferente. No momento em que o Brasil registra significativos avanços sociais e se prepara para encarar os desafios do desenvolvimento, seria de todo indesejável um retrocesso nas liberdades democráticas duramente conquistadas e defendidas pela maioria dos brasileiros.

(*) Título alternativo dado pelo Blog

27 de fev. de 2013

O pessoal da propaganda sempre consegue se superar.

O QUE É ISSO ?!




UTILIDADE PÚBLICA - TESTE DE TEOR ALCOÓLICO 


Em que direção segue o veículo ? 


(a) em frente;
(b) está em marcha-a-ré; 
(c) à direita;
(d) à esquerda; ou
(e) está parado.

Se você não está absolutamente certo de sua resposta, evite dirigir agora e só volte a fazê-lo quando estiver sóbrio.


8 de fev. de 2013

A FÁBULA DA PERERECA


Chovia um pouco. 

Na mata, a perereca preparava-se para comer uma mosca, quando um macho, que observava a cena, disse-lhe:

- Perereca, não comas já a mosca! Espera que a abelha a coma. Depois, tu comes a abelha e ficarás melhor alimentada.

A perereca assim fez e, efetivamente, passados alguns segundos, veio a abelha e comeu a mosca.

A perereca preparou-se, então, para comer a abelha, mas o macho interrompeu novamente:

- Perereca, não comas a abelha! Ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai comê-la. Então, tu comes a aranha e ficarás melhor alimentada.

A perereca de novo esperou. A abelha levantou vôo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a.

A perereca preparou-se para saltar sobre a aranha, mas de novo o macho falou:

- Perereca, não sejas precipitada! Há de vir o pássaro que comerá a aranha que comeu a abelha que comeu a mosca. Comerás o pássaro e ficarás melhor alimentada.

A perereca, reconhecendo os bons conselhos do macho, aguardou. Logo depois, chegou o pássaro e comeu a aranha.

Entretanto, a chuva aumentara e a perereca, encharcada, ao atirar-se sobre o pássaro, escorregou e caiu. Nesse momento, uma cobra que por lá passava engoliu-a e sumiu mata a dentro.


MORAL DA ESTÓRIA 

- Quanto mais tempo duram as preliminares, mais molhada fica a perereca; e

- cuidado, se você não comer logo, vem outro e come !