21 de mar. de 2011

Quem poupa o lobo mata as ovelhas
Luís Mauro Ferreira Gomes - 16 Mar 2011

     Aquele que busca a verdade, seja ela científica ou filosófica, deve, antes de qualquer consideração, assegurar-se de que mantém a mente livre de ideias preconcebidas e daquelas a que não se tenha chegado por meio da comprovação ou do raciocínio lógico.
      É fundamental que as premissas das quais partimos não sejam falsas, o que invalidaria todo o esforço empreendido para se chegar à verdade.
      Reconhecemos que tudo isso é tão óbvio e já foi repetido tantas vezes, por tantas pessoas, que deveria ser desnecessário abordá-lo aqui.
      Mas não é assim. Muitos de nós deixaram-se influenciar pela propaganda do inimigo a tal ponto, que perderam a capacidade de distinguir o falso do verdadeiro.
     Acreditar nas próprias mentiras é uma bobagem e um vício muito prejudicial à compreensão da realidade, mas transformar em suas verdades os “slogans” subversivos da propaganda ideológica adversa não é mais um vício no processo de busca da verdade nem uma ingenuidade de cidadão desavisado, é uma completa estupidez suicida.
      Infelizmente, é o que vem acontecendo de forma paroxística no Brasil destes tempos conturbados em que vivemos. Temos visto recrudescer, outra vez mais, campanha sórdida e violenta contra as Forças Armadas Brasileiras.
      Tudo começou com a descabida insistência do governo em implantar a dita comissão da verdade. A mentira já começa nos argumentos usados em sua defesa. O ministro da justiça, o desconhecido Senhor José Eduardo Cardozo, disse a O Globo (edição de 16 de março de 2011) que “é um dever do Estado criar a tal comissão”. Talvez ele pense que “L’État c’est lui” (**). A maioria esmagadora do eleitorado nem desconfia de que assunto se trata, e todas as pessoas esclarecidas e dotadas de honestidade de propósito rejeitam a comissão, como o comprovam as cartas aos leitores em todos os jornais.
      Disse ainda o ministro que “a sociedade brasileira quer a verdade”. Sim, todos queremos a verdade, mas a verdade resguardada pelos cuidados a que nos referimos no início deste artigo. Somente os bandidos, os terroristas, os subversivos de ontem, hoje travestidos de “autoridades”, querem a mentira do ministro.
      Todos os brasileiros, inclusive os militares, queremos, sim, a verdade, mas a verdade completa, não a verdade unilateral do governo, como a quer, também, Senhor José Dirceu. Disse ele em seu Blog de 10 de março:
      Querem a reciprocidade, investigar a oposição e a resistência à ditadura? Investigar quem foi preso, torturado, condenado? Quem foi demitido e exilado, perseguido e viu sua família se desintegrar? Quem teve que viver na clandestinidade e no exílio para não ser preso e assassinado?
       Não, Senhor Dirceu, não queremos investigar nada disso. Queremos que sejam investigados quem roubou, quem assaltou, quem sequestrou, quem assassinou, quem justiçou seus próprios companheiros suspeitos de traição, quem praticou atos de terrorismo, quem explodiu bombas, quem optou, voluntariamente (ou seduzido por mentores irresponsáveis), por pegar em armas contra o Estado para implantar uma ditadura do proletariado no País. Queremos saber quem matou pessoas como Pedro Funchal Garcia, entre tantos outros. Queremos que todos saibam quem praticou todos esses crimes.
      Nós queremos resgatar a verdade, a começar pela exposição da mentira que serve de base para a própria tentativa de criar-se essa comissão da “verdade”.
     Como norma, os militares não torturam ninguém. E se alguns o fizeram, esses casos excepcionalíssimos, estatisticamente insignificantes quando comparados com o universo dos integrantes das Forças Armadas, seriam as exceções a confirmar a regra. A maioria dos casos de tortura que houve durante os chamados Governos Militares foi praticada por civis, sem qualquer amparo institucional. A tortura, sempre condenável, era uma prática comum nas delegacias, herdada do passado anterior à Revolução Democrática de 31 de Março, cujo aniversário comemoraremos no último dia deste mês. Era tortura como a que ainda hoje existe por aí e só causa arrepios quando a vítima é terrorista. Não vemos ninguém preocupado com os outros criminosos, os comuns, que foram torturados naquela época e continuam a sê-lo, ainda hoje. Por que não procuram julgar os presidentes destes tempos pelos casos de tortura existentes nas delegacias de polícia?
      Mas qual seria a causa dessa nova onda antimilitarista? Entre as possibilidades existentes, destacaremos duas:
1)     alas mais radicais do PT podem querer criar uma situação de fato que impeça o governo de desistir, forçando-o a criar a comissão; e
2)     2) a situação econômica é muito grave, decorrente, entre outros desmandos, dos gastos irresponsáveis do antecessor para eleger o governo, que talvez enfrente forte insatisfação popular e grande perda de popularidade e, por isso, queira prevenir-se, mantendo as Forças Armadas acuadas.
      Seja qual for a razão, é preciso dar um basta no assédio moral que algumas autoridades vêm praticando não somente contra os que os combateram e os venceram, mas contra todos os militares de uma forma geral.
     É inaceitável que dinheiro público possa ter sido usado para subornar um empresário e forçá-lo a editar uma novela sem nenhum compromisso com a verdade, em que se denigrem as Forças Armadas, apresentando os militares de forma caricata como monstros torturadores, numa inversão de papéis, onde os bandidos são apresentados como heróis e estes, como vilões. É preciso que se tomem medidas judiciais para que a verdade seja preservada e as ofensas reparadas.
      E o ministro da defesa? Este, pelo menos, não engana mais. Surgiu cheio de bravatas até ser confrontado pelo Alto-Comando do Exército. Ao tentar reagir, percebeu toda a sua fragilidade. Mudou de tática. Aproximou-se dos Militares e passou a fazer um discurso próximo do que nós pensamos. Foi a maneira que encontrou para se blindar contra o próprio presidente, com quem o expediente funcionou.
      Foi, assim, tornando-se cada vez mais poderoso e poucos viam que a fonte do seu poder eram as Forças Armadas. Quando, no ano passado, em meio à crise do III PHDH, os Comandantes Militares renunciaram a seus cargos, sentindo-se poderoso, acompanhou-os no ato, roubando para si os bônus do fato, cuja importância residia na renúncia dos Comandantes e não na do ministro. A sua participação no episódio permitiu-lhe, ainda, um ajuste de contas na disputa por espaço político com o então ministro da justiça, o Senhor Tarso Genro.
      Enquanto fingia ser amigo dos militares, trabalhou para a neutralização das Forças Armadas, por meio da estratégia nacional de defesa e da nova estrutura do seu ministério, com as quais usurpou várias competências constitucionais do presidente da república. Talvez por ignorância total, o Senhor da Silva o aceitou.
      Ao assumir a presidência, a Sra. Dilma Rousseff viu-se obrigada a mantê-lo no cargo por pressão do antecessor, possivelmente relacionada com a mal explicada insistência pela escolha dos Rafales.
     Ela sustou a compra dos aviões e desprestigiou-o, recebendo os Comandantes Militares a sós, apesar da insistência com que o Senhor Jobim se quis fazer presente. A imprensa começou, então, a noticiar que poderia ser substituído. Mais uma vez, percebendo a sua fragilidade e, coerente com o seu caráter, imediatamente mudou de tática novamente.
      Pressuroso, aceitou o Senhor José Genoíno, guerrilheiro, mensaleiro petista, réu em processo no STF, derrotado nas eleições passadas para deputado federal, como seu “assessor especial”, aquilo que a sabedoria popular convencionou chamar de “aspone”.
      Passou, também, a defender a criação da comissão da verdade contra a vontade dos militares, que, atendendo a solicitação do próprio ministro, já se haviam manifestado desfavoráveis, ainda no ano passado, pelas razões já expostas acima.
      Quem sabe, tenha ele próprio vazado o documento, ajudando a deflagração de intensa campanha sobre o fato em todos os meios de comunicação.
     Onde está o “amigo dos militares”, o “melhor ministro da defesa que já tivemos”, como o conseguiram ver alguns amigos de extrema boa fé?
      Felizmente, os militares estão sós outra vez. Antes sós do que mal acompanhados. Talvez, agora, possam fazer o que precisa ser feito, sem intermediários.
     Respeitamos a hora de calar. Depois veio a hora de falar e continuamos calados. Veio a hora de gritar e permanecemos mudos. Agora é a hora de bater, e bater com todas as nossas forças, em defesa dos nossos valores, das nossas tradições, da nossa honra e da nossa dignidade. Não somente por nós, mas, também, por aqueles que nos antecederam, cuja herança não temos o direito de aviltar.
      Os atuais governantes não são racionais nem têm bons sentimentos. Estão completamente dominados pelo ódio e cegos pela ideologia. Deles nada obteremos, sendo bons moços. É impossível conciliar-se com quem não quer conciliação.
      Fomos generosos: demos-lhes a anistia. Responderam com a difamação, a injúria e a calúnia. Chegou a hora de lhes tomar o que lhes demos, de lhes impor limites. De estabelecer fronteiras das quais não os deixaremos passar.
      Vencer eleições, ainda que não tivessem usado recursos ilegais, não lhes daria o direito de delinquir nem salvo conduto para violentar a Constituição.
     Todos os brasileiros têm o dever de usar todos os meios à sua disposição para exercer o direito de legítima defesa da Pátria.
      Matemos o lobo, antes que ele mate as ovelhas.
     Esta é a hora de bater. Se a perdermos, somente restará a hora de morrer. Morrer de vergonha. Pelo menos, os que ainda a têm.

Notas do autor:
(*) Aforismo inspirado na citação de Victor Hugo “Une bonne action peut donc être une mauvaise action. Qui sauve le loup tue les brebis” (Uma boa ação pode ser uma má ação. Quem salva o lobo mata as ovelhas).
(**) Ele é o Estado: alusão ao Rei de França Luís XIV que, supostamente, teria dito “L’État c’est moi” (O Estado sou eu).
É “a” Tsunami, e não “o” Tsunami

     Porque você deve falar “A Tsunami”. Veja as manchetes dos principais jornais do mundo:

  • TSUNAMI VARRE A COSTA DO JAPÃO (The Washington Post, EUA);
  • CAOS: TSUNAMI PROVOCA ACIDENTES DE TRÂNSITO NA ÁSIA (El Pais, Espanha);
  • TSUNAMI LAVOU TODA A COSTA DO PACÍFICO (Clarim, Argentina);
  • HOMEM PERDEU TUDO QUE TINHA. TSUNAMI LEVOU (Le Monde, França).

     Ora, uma coisa que varre, lava, provoca acidente no trânsito e leva tudo que a gente tem... só pode ser uma mulher !
Missão cumprida

Tá tudo dominado: visitou a Cidade de Deus e ganhou uma camisa do Framengo.




Cobra morre envenenada
Após morder seio de modelo, cobra morre envenenada pelo silicone 
Do UOL Tablóide 14.03.2011 - Em São Paulo 

     Uma cobra morreu envenenada por silicone após morder o seio de uma modelo. As informações são do jornal britânico "Metro" e o fato ocorreu há duas semanas. 
     A modelo israelense Orit Fox estava fazendo gracinhas com uma cobra para uma TV espanhola quando foi atacada. 
     Fox foi levado ao hospital, onde recebeu vacina antitétano. A cobra não sobreviveu. 
    O vídeo abaixo traz o momento do ataque. 



Como deixar o Windows 7 Home ou Professional falando português

As edições Home, Home Premium e Professional do Windows 7, não oferecem a possibilidade de instalação de pacotes de idiomas (MUI Language Pack). Portanto, se você comprou um notebook no exterior com uma dessas edições do Windows 7, você não tem (por padrão) como colocá-lo em português.
Somente o Windows 7 Enterprise e Windows 7 Ultimate permitem alterar o idioma utilizado no sistema operacional. Nessa caso o usuário pode baixar o pacote de idiomas pelo Windows Update.
Vistalizator é uma ferramenta gratuita portátil que lhe oferece a possibilidade de instalação de pacotes de idiomas (MUI) no Windows 7 Home, Windows 7 Home Premium e Windows 7 Professional.


Com ele você consegue instalar facilmente por exemplo, os pacotes de idioma PT-BR ou PT-PT em seu Windows 7, permitindo que você coloque seu sistema operacional totalmente em português.
Ao ser executado, Vistalizator exibe os idiomas instalados no sistema operacional. Na opção “Help” você encontra os links para download de todos os pacotes de idiomas disponibilizados pela Microsoft.
O processo de instalação de um novo pacote de idioma é simples. Após baixar o pacote de idioma que deseja instalar, clique em “Add languages”, escolha o pacote baixado e siga as instruções de instalação.
O programa suporta dois modos de instalação (interno e expresso). O primeiro atualiza todo o sistema operacional, enquanto o segundo faz uma tradução parcial sem substituir arquivos do sistema.
Ao final da instalação você pode definir o idioma instalado como padrão. Outras opções permitem alterar, remover e atualizar idiomas com um único clique.
Compatível com Windows Vista e Windows 7 (32 e 64 bits). Clique aqui para baixar.

Nota:
É sempre aconselhável criar um ponto de restauração do sistema antes de fazer qualquer tipo de alteração no sistema operacional.
NUANÇAS DO SOCIALISMO
Maynard Marques de Santa Rosa

A ideologia socialista contém duas inconsistências que maculam a sua concepção metafísica: uma é a premissa da igualdade social; a outra, sua ambiguidade ética.  

A igualdade social mostrou-se impraticável, por implicar o nivelamento do mérito. As pessoas são socialmente desiguais, porque nascem com potencialidades diferentes e são soberanas no uso do próprio livre-arbítrio. É o esforço pessoal que baliza o mérito.

Algumas são mais inteligentes, trabalham e produzem mais, economizam e poupam para o futuro. Outras são menos dotadas ou produzem menos, e muitas desperdiçam o que ganham. O direito à propriedade é o ressarcimento natural do trabalho e a remuneração do mérito. A intenção de padronizar as condições sociais contradita o conceito de justiça. 

A igualdade de direitos e deveres perante a lei, consagrada por quase todos os povos, é uma vitória da humanidade, que honra a memória e o talento de Rousseau. O nivelamento do mérito, no entanto, é injustiça. Ao impô-lo, anula-se a força da motivação, estimulando a ociosidade e a preguiça. Com isso, desperdiça-se o potencial criativo das pessoas, restringindo-se o progresso da sociedade. Foi justamente essa mazela que minou as bases da economia planificada, levando ao colapso a União Soviética.

A bandeira da igualdade social está superada, pois as conquistas alcançadas pela civilização em mais de um século de evolução contínua conseguiram eliminar as principais raízes de injustiça que nutriam o sentimento revolucionário dos trabalhadores na era da Revolução Industrial.

A ambiguidade ética do socialismo decorre da sua estratégia de implantação. Durante a crise de 1848, Karl Marx e F. Engels firmaram o “Manifesto do Partido Comunista”, patenteando uma ameaça permanente e implacável: Os comunistas pouco se importam em esconder seus pontos de vista e objetivos. Declaram abertamente que seus fins podem ser obtidos somente pela destruição pela força de todas as condições existentes. (...) Trabalhadores de todos os países, uni-vos!” 

Assim, incapaz de convencer pela razão, apela-se à violência, para forçar a transformação da sociedade. E não se estabelecem limites. Lenin costumava afirmar que “os fins justificam os meios”. 

A brutalidade que a doutrina socialista tenta legitimar por meio de um solidarismo forçado teve como modelo a fase jacobina da Revolução Francesa, quando foram guilhotinadas mais de 45 mil pessoas. Contudo, a sua índole autoritária remonta às origens do pensamento socialista. O “Code de la Nature”, de Morely, publicado em 1755, já estabelecia: “Art 1º - Nada na sociedade pertencerá singularmente nem como propriedade a ninguém. (...) Aos cinco anos, todas as crianças serão retiradas da família e educadas em conjunto, às custas do Estado, de um modo uniforme (...) As cidades serão construídas seguindo a mesma planta; todos os edifícios para uso dos particulares serão iguais”. 

A profecia de Marx, de que o capitalismo se extinguiria por força das contradições imanentes, não se consumou. Ao contrário, foi justamente o “socialismo real” que desmoronou, ao final da década de 1980, carcomido pelas suas incoerências intrínsecas.  

O fundamentalismo socialista, no entanto, teima em persistir nas mentes inconformadas, que acalentam uma realidade preconcebida, abstraindo a realidade dos fatos. Assim é que foi ressuscitado, na década de 1990, o modelo da Revolução Passiva, de Antonio Gramsci, invertendo as fases revolucionárias. A violência, agora, reveste-se de uma letalidade subjacente, a da arma psicológica, que não fere o corpo, mas neutraliza a alma. Primeiro, há que destruir a cultura “burguesa”, para só depois implantar a “ditadura do proletariado”.

No Brasil, o estigma ideológico representa uma barreira de difícil superação, que divide a sociedade e desafia os governos, gerando desconfiança entre irmãos e retardando o progresso. 

O colapso do materialismo histórico e dialético no Leste europeu mostrou que esse regime só poderia sobreviver sob condições de pressão contínua e tirania totalitária; logo, na contra-mão da natureza humana. Felizmente, a profecia que se confirma é a de Mateus, 7, 17-23: “Toda planta que meu pai não plantou será cortada e lançada ao fogo”.

20 de mar. de 2011

: ^ ))

     O médico do SUS examina o paciente rapidamente e lhe dá o diagnóstico:
     - Olhe, pela minha grande experiência eu tenho que cortar urgentemente o seu testículo, pois ele está azulado, com um princípio de gangrena. Se eu não fizer nada, você pode morrer !
     No mesmo dia o homem é operado. Depois de uns quinze dias, o sujeito volta ao médico:
     - Doutor, doutor! Esta manhã notei que o outro testículo também está azulado!
     Preocupado, o médico começa a examinar o paciente e lhe dá o mesmo diagnóstico. No dia seguinte, na sala de cirurgia, o segundo testículo é amputado.
     Duas semanas depois, à beira de um ataque de nervos, o paciente regressa ao consultório:
     - Doutor, doutor! Veja isto: agora é o meu pênis que está azulado. Não me diga que terei que cortá-lo também!!
     O doutor faz uma curta revisão, confirma o triste diagnóstico e submete o coitado a uma complicada cirurgia, na qual lhe amputa o pênis e em seu  lugar coloca uma mangueirinha plástica transparente.
     Três semanas depois o homem regressa, abre a porta do consultório e grita: 
     - Doutor, o que está acontecendo? O senhor sabe o que está azul agora? A mangueirinha de plástico! Será que tenho um grave problema sangüíneo?
     O médico fica intrigado e, após tentar acalmá-lo, faz realmente um exame completo e aprofundado. Horas depois, com o resultado dos testes na mão e uma cara de alívio anuncia:
  - Fique tranqüilo, meu amigo, pois trago ótimas notícias. Você terá vida longa! Desta vez fiz exames minuciosos e não tenho mais dúvidas:
     - Sua calça jeans desbota!
: ^ ))
 
Um bêbado entra no confessionário. 
O padre fica esperando a confissão, mas não ouve nada. 
Passados alguns minutos, o padre dá umas batidinhas na parede e o bêbado responde:
- Esquece, cara. Aqui também não tem papel.

19 de mar. de 2011

DEMOCRACIA - SOBERANIA - UNIDADE NACIONAL - PATRIOTISMO
Rio de Janeiro/RJ, 17 Mar 11
1. O Clube Militar, nestes últimos anos, vem realizando uma série de atividades voltadas para a preservação da Democracia, da Soberania, da Unidade Nacional e do Patriotismo no nosso País. Assim, além de eventos que colocaram em discussão a defesa da Amazônia, particularmente o problema em Roraima, também reuniu grupos de civis e militares da reserva, de diferentes estados, em três “Encontros Pela Democracia”. Em 2010, realizou ainda dois painéis sobre ameaças à democracia, sendo um referente ao “PNDH-3”, de forma geral, e o outro, mais específico, relativo às “Restrições à Liberdade de Expressão”.
2. Para o corrente ano, de acordo com a programação estabelecida para o mês de março, realizará o painel intitulado “A Revolução de 31 de Março de 1964 - Com os Olhos no Futuro”, com a participação da Profª Sandra Cavalcanti e dos Srs Dr. Ives Gandra Martins e General-de-Brigada R/1 Sérgio Augusto de Avellar Coutinho, tendo como mediador o Ilmº Sr Rodrigo Constantino.
3. Em face do acima exposto, convido V.Exa./V.Sª para aquele evento, que será realizado no dia 25 de março de 2011 (6ª Feira), no horário das 15:00 às 17:00 horas, no Salão Nobre da Sede Principal deste Clube (Av. Rio Branco, Nº 251, Centro, RJ).

Atenciosamente,

_______________________________
Gen Ex Renato Cesar Tibau da Costa
Presidente do Clube Militar
Sujeito de sorte, não é mesmo?

Hombre

:  ^ ))

O mineirinho está comendo no balcão de um restaurante de estrada quando entram três motoqueiros, tipo "Abutres" (aqueles caras que vestem roupas de couro preto, cheias de coisas).
O primeiro vai até o mineirinho, apaga o cigarro em cima do bife dele e vai sentar na ponta do balcão.
O segundo vai até o mineirinho, cospe no copo dele e vai sentar na outra ponta do balcão.
O terceiro vira o prato do mineirinho e também vai sentar na outra ponta do balcão.
Sem uma palavra de protesto, o mineirinho levanta-se, põe o chapéu de palha e vai embora.
Depois de um tempo, um dos motoqueiros diz ao garçom:
- Esse sujeito não era homem!
E o garçom :
- E acho que um péssimo  motorista... Acabou de passar com o Scania dele por cima dumas motos que estavam aí na frente !
Casamento é loteria...

Agora, me responda, com sinceridade:  
quantas  vezes você já ganhou na  loteria?

EXÉRCITO BRASILEIRO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA


CONVITE

Palestra do Gen Heleno

Tema: A Contrarrevolução que Salvou o Brasil

Data: 31 Mar 11

Horário: 9h15

Local: Auditório do DCT - Brasília

Uma onda de autoritarismo no Brasil

Editorial
Sábado, 19 Mar 2011 

É paradoxal que nos 26 anos de exercício ininterrupto de democracia no Brasil tenha surgido uma tendência de estreitamento de liberdades. Um indicador desta asfixia, nem sempre perceptível, é que algumas produções audiovisuais de sucesso na década de 80, ainda no regime militar, enfrentariam hoje problemas com promotores, procuradores, comissários de ministérios, organizações ditas sociais, grupos de pressão de todos os tipos.
A explicação mais plausível para esta aparente contradição passa pelo desembarque, em 2003, do PT em Brasília. Pois, no governo petista, grupos com visão autoritária da realidade brasileira passaram a ocupar cargos na máquina pública, ganharam espaço no próprio Congresso. Entre os vários exemplos da ação dessas falanges, um dos mais evidentes é o viés da atuação do Ministério da Cultura nos últimos oito anos, sempre voltado a intervir. Seja no conteúdo da produção audiovisual, por meio da Ancinav, uma agência reguladora que, ainda bem, ficou nas gavetas do Executivo, ou na decisão privada dos financiadores da arte e cultura com recursos tributários próprios.
Mais recentemente, outro artefato dirigista desenvolvido nas pranchetas do MinC, um projeto de revisão da lei de direitos autorais, foi resgatado pela ministra Ana de Hollanda na Casa Civil, para saudáveis novas discussões. Pelo motivo de sempre: excessiva ingerência estatal.
No comboio desta onda autoritária veio a cultura da intolerância do "politicamente correto", bandeira de grupos que tentam se apresentar à sociedade como progressistas. Incluem-se aqui os racialistas e suas cotas para escolas, universidades, empresas, emprego público, o que seja. Todos são defensores das "minorias" em geral, e em nome delas tentam impor normas autárquicas contrárias ao conceito do mérito pessoal, punitivas do sucesso individual, corporativo e do lucro. No carnaval, um grupo "politicamente correto" chegou a ameaçar um bloco. Não entendem o sentido da festa. Nem o de várias outras coisas.
Daí a importância de reuniões como a promovida quarta, no Rio, pelo Instituto Millennium, para debater o tema do intervencionismo do Estado. Afinal, não se trata de choque entre "direita" e "esquerda", mas de um modelo autoritário, populista, de tutela da sociedade em nome do "social" e do "bem comum" contra uma proposta verdadeiramente democrática para o Brasil.
Não há mais o conflito da Guerra Fria, do "comunismo" contra o "capitalismo". Mas liberdade e direitos civis, de um lado, estatismo e poder político centralizado no Executivo, de outro. Sempre com extrema interferência do Estado no cotidiano das pessoas. Se não houver clareza desta grave situação, não existirá na sociedade conscientização para se contrapor a este novo autoritarismo - inodoro como gases venenosos e letais. Portanto, qualquer espaço de debate sobre o tema que se abra merece aplausos e apoio. Não há pessimismo. Nestes 26 anos, instituições republicanas se consolidaram, entre elas a Justiça, essencial guardiã da Carta. Têm de ser defendidas do avanço quase subterrâneo do autoritarismo.