HUMOR BRITÂNICO
24 de mai. de 2013
22 de mai. de 2013
O PT não gosta da democracia
Partido tem plena consciência que sua permanência no poder exigirá explicitar cada vez mais sua veia anti-democrática
MARCO ANTONIO VILLA
Desde sua fundação foi
predominante no partido a concepção de que a democracia não passava de
mero instrumento para a tomada do poder. Deve ser recordado que o
partido votou contra a aprovação da Constituição de 1988 – e alguns dos
seus parlamentares não queriam sequer assinar a Carta.
Depois, com a
conquista das primeiras prefeituras, a democracia passou a significar a
possibilidade de ter acesso aos orçamentos municipais. E o PT usou e
abusou do dinheiro público, organizando eficazes esquemas de corrupção. O
caso mais conhecido – e sombrio – foi o de Santo André, no ABC
paulista. Lá montaram um esquema de caixa 2 que serviu, inclusive, para
ajudar a financiar a campanha presidencial de Lula em 2002. Deve ser
recordado, que auxiliares do prefeito Celso Daniel, assassinado em
condições não esclarecidas, hoje ocupam posições importantíssimas no
governo (como Gilberto Carvalho e Míriam Belchior).
Antes
da vitória eleitoral de 2002, os petistas já gozavam das benesses do
capitalismo, controlando fundos de pensão de empresas e bancos estatais;
e tendo participação no conselho gestor do milionário Fundo de Amparo
ao Trabalhador. Os cifrões foram cada vez mais sendo determinantes para o
PT. Mesmo assim, consideravam que a “corrupção companheira” tinha o
papel de enfrentar o “poder burguês” e era o único meio de vencê-lo. Em
outras palavras, continuavam a menosprezar a democracia e suas
instâncias.
Chegaram
ao poder em janeiro de 2003. Buscaram uma aliança com o que, no
passado, era chamado de burguesia nacional. Mas não tinham mudado em
nada sua forma de ação. Basta recordar que ocuparam mais de 20 mil
cargos de confiança para o partido. E da noite para o dia teve um enorme
crescimento da arrecadação partidária com o desconto obrigatório dos
salários dos assessores. Foi a forma petista, muito peculiar, de
financiamento público, mas só para o PT, claro.
Não
satisfeitos, a liderança partidária – com a ativa participação do
presidente Lula – organizou o esquema do mensalão, de compra de uma
maioria parlamentar na Câmara dos Deputados. Afinal, para um partido que
nunca gostou da democracia era desnecessário buscar o debate. Sendo
coerente, através do mensalão foi governando tranquilamente e aprovando
tudo o que era do seu interesse.
O
exercício do governo permitiu ao PT ter contato com os velhos
oligarcas, que também, tão qual os petistas, nunca tiveram qualquer
afinidade com a democracia. São aqueles políticos que se locupletaram no
exercício de funções públicas e que sempre se colocaram frontalmente
contrários ao pleno funcionamento do Estado democrático de Direito. A
maior parte deles, inclusive, foram fieis aliados do regime militar.
Houve então a fusão diabólica do marxismo cheirando a naftalina com o
reacionarismo oligárquico. Rapidamente viram que eram almas gêmeas. E
deste enlace nasceu o atual bloco anti-democrático e que pretende se
perpetuar para todo o sempre.
As
manifestações de desprezo à democracia, só neste ano, foram muito
preocupantes. E não foram acidentais. Muito pelo contrário. Seguiram e
seguem um plano desenhado pela liderança petista – e ainda com as
digitais do sentenciado José Dirceu. Quando Gilberto Carvalho disse, às
vésperas do Natal do ano passado, que em 2013 o bicho ia pegar, não era
simplesmente uma frase vulgar. Não. O ex-seminarista publicizava a ordem
de que qualquer opositor deveria ser destruído. Não importava se fosse
um simples cidadão ou algum poder do Estado. Os stalinistas não fazem
distinção. Para eles, quem seu opõem às suas determinações, não é
adversário, mas inimigo e com esse não se convive, se elimina.
As
humilhações sofridas por Yoani Sánchez foram somente o começo. Logo
iniciaram a desmoralização do Supremo Tribunal Federal. Atacaram
violentamente Joaquim Barbosa e depois centraram fogo no ministro Luiz
Fux. Não se conformaram com as condenações. Afinal, o PT está acostumado
com os tribunais stalinistas ou com seus homólogos cubanos. E mais, a
condenação de Dirceu como quadrilheiro – era o chefe, de acordo com o
STF – e corrupto foi considerado uma provocação para o projeto de poder
petista. Onde já se viu um tribunal condenar com base em provas,
transmitindo ao vivo às sessões e com amplo direito de defesa? Na União
Soviética não era assim. Em Cuba não é assim. E farão de tudo – e de
tudo para o PT tem um significado o mais amplo possível – para impedir
que as condenações sejam cumpridas.
Assim,
não foi um ato impensado, de um obscuro deputado, a apresentação de um
projeto com o objetivo de emparedar o STF. Absolutamente não. A
inspiração foi o artigo 96 da Constituição de 1937, imposta pela
ditadura do Estado Novo, honrando a tradição anti-democrática do PT. E o
mais grave foi que a Comissão de Constituição e Justiça que aprovou a
proposta tem a participação de dois condenados no mensalão e de um
procurado pela Interpol, com ordem de prisão em mais de cem países.
A
tentativa de criar dificuldades ao surgimento de novos partidos (com
reflexos no tempo de rádio e televisão para a próxima eleição) faz parte
da mesma estratégia. É a versão macunaímica do bolivarianismo presente
na Venezuela, Equador e Bolívia. E os próximos passos deverão ser o
controle popular do Judiciário e o controle (os petistas adoram
controlar) social da mídia, ambos impostos na Argentina.
O PT tem plena consciência que sua permanência no poder exigirá explicitar cada vez mais sua veia anti-democrática.
(*) Marco Antonio Villa é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP)
21 de mai. de 2013
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Limites da Comissão da Verdade
O Globo - 21/05/2013
Num continente em que nem sempre os processos evolutivos costumam se dar em linha reta, o Brasil tem sido uma das positivas exceções. Depois de transitar no ciclo de ditaduras militares com a região, o país fez parte do comboio da redemocratização, mas, ao contrário de vizinhos, tem conseguido consolidar instituições de fato republicanas.
Enfrentou dentro do estado de direito um impeachment de presidente e experimentou, sem qualquer turbulência, a chegada ao poder pelo voto de um partido de esquerda, no Planalto há mais de uma década.
E passa, no momento, com o trabalho da Comissão da Verdade, pelo necessário esclarecimento sobre o paradeiro de desaparecidos na guerra suja do enfrentamento entre militantes de esquerda - nem todos guerrilheiros - e o aparato repressivo que funcionou nos porões de quartéis. De maneira mais ativa depois do AI-5, no final de 1968, quando a ditadura militar se radicalizou.
É parte, ainda, da agenda da Comissão o inventário da atuação de agentes públicos em atos violentos - torturas, assassinatos etc. - contra presos políticos. Também aqui o Brasil se diferencia de vizinhos - e precisa continuar assim.
A Comissão da Verdade completa um ano de funcionamento tendo identificado 1.500 daqueles agentes, colhido centenas de depoimentos, realizado muitas audiências públicas, um balanço alvissareiro dentro do seu propósito que é dar uma resposta às vítimas do regime, a seus familiares e esclarecer os fatos daqueles tempos para que nunca mais voltem a acontecer.
Sem entrar no campo da revanche - e devido a razões jurídicas, históricas e políticas. Ao contrário de em outras ditaduras latino-americanas, a anistia foi concedida no Brasil de forma recíproca, mediante ampla negociação entre o regime e a oposição, como parte do processo de redemocratização, realizado sem traumas, e que, por isso mesmo, resultou numa democracia estável.
Entende-se, portanto, por que a Lei da Anistia, de 1979, aprovada pelo Congresso, teve a sua característica de reciprocidade confirmada pelo Supremo Tribunal Federal, em 2010. Aspecto, como teria de ser, respeitado na criação da Comissão da Verdade, empossada no governo Dilma Rousseff, uma vítima da ditadura.
Não cabe à Comissão encaminhar qualquer nome ao Ministério Público e à Justiça para ser processado por supostos crimes cometidos na repressão política, nem propor qualquer iniciativa neste sentido. Seria, no mínimo, ilegal.
O mesmo ocorre com projeto da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), apresentado para suspender a anistia concedida aos agentes públicos. Além da ilegalidade, a iniciativa tenta o impossível e indesejável: colocar o país numa inexistente máquina do tempo e levá-lo para um período de tensões já superado.
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20 de mai. de 2013
De um leitor sul-africano
Over five thousand years ago, Moses said to the children of Israel , "Pick up your shovels, mount your asses and camels, and I will lead you to the Promised Land."
Nearly 20 years ago, (when the Nats were in power) De Klerk said, "Lay down your shovels, sit on your asses, and light up a Camel, this is the Promised Land."
Today, the ANC has stolen your shovel, taxed your asses, raised the price of Camels, tolled the Highways and Byways and mortgaged the Promised Land to the Chinese.
I was so depressed last night thinking about Jacob Zuma, the economy, the wars, lost jobs, savings, corruption, the toll roads, retirement funds etc ....
I called a suicide hotline.
I had to press 1 for English.
I was connected to a call centre in Pakistan .
I told them I was suicidal.
They got excited... and asked if I could drive a truck....
Folks, we're so screwed !
18 de mai. de 2013
16 de mai. de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013
O Brasil precisa de mais Lobão, o roqueiro, e de menos Chico Buarque, o propagandista do regime
Por Rodrigo Constantino
A bundamolice comportamental, a flacidez filosófica e a mediocridade nacionalista se espraiam hegemônicas. Todo mundo aqui almeja ser funcionário público, militante de partido, intelectual subvencionado pelo governo ou celebridade de televisão, amigo. É o músico Lobão com livro novo na área. Trata-se de Manifesto do Nada na Terra do Nunca, e sua metralhadora giratória não poupa quase ninguém.
Polêmico, sim. Irreverente, sem dúvida. Mas necessário.
As críticas de Lobão merecem ser debatidas com atenção e, de preferência, isenção. O próprio cantor sabia que a patrulha de esquerda viria com tudo. Não deu outra: fizeram o que sabem fazer, que é desqualificar o mensageiro com ataques pessoais chulos, com rótulos como reacionário ou roqueiro decadente. Fogem do debate. Lobão tem coragem de remar contra a maré vermelha, ao contrário da esquerda caviar, a turma radical chic descrita por Tom Wolfe, que vive em coberturas caríssimas, enxerga-se como moralmente superior, e defende o que há de pior na humanidade.
No tempo de Wolfe eram os criminosos racistas dos Panteras Negras os alvos de elogios; hoje são os invasores do MST, os corruptos do PT ou ditadores sanguinários comunistas. O roqueiro rejeita essa típica visão brasileira de vitimização das minorias, de culpar o sistema por crimes individuais, de olhar para o governo como um messias salvador para todos os males. A ideia romântica do Bom Selvagem de Rousseau, tão encantadora para uma elite culpada, é totalmente rechaçada por Lobão.
Compare isso às letras de Chico Buarque, ícone dessa esquerda festiva, sempre enaltecendo os humildes: o pivete, a prostituta, os sem-terra. A retórica sensacionalista, a preocupação com a imagem perante o grande público, a sensação de pertencer ao seleto grupo da Beautiful People são mais importantes, para essas pessoas, do que os resultados concretos de suas ideias. Vide Cuba.
Como alguém ainda pode elogiar a mais longa e assassina ditadura do continente, que espalhou apenas miséria, sangue e escravidão pela ilha caribenha? Lobão, sem medo de ofender os intelectuais influentes, coloca os pingos nos is e chama Che Guevara pelos nomes adequados: facínora, racista, homofóbico e psicopata.
Quem pode negar? Ninguém.
Por isso preferem desqualificar quem diz a verdade. Lobão, que já foi cabo eleitoral do PT, não esconde seu passado negro, não opta pelo silêncio constrangedor após o mensalão e tantos outros escândalos. Prefere assumir sua imbecilidade, como ele mesmo diz, e mudar. A fraude que é o PT, outrora visto como bastião da ética por muitos ingênuos, já ficou evidente demais para ser ignorada ou negada. Compare essa postura com a cumplicidade dos intelectuais e artistas, cuja indignação sempre foi bastante seletiva.
Outra área sensível ao autor é a Lei Rouanet, totalmente deturpada. Se a intenção era ajudar gente no começo da carreira, hoje ela se transformou em bolsa artista para músicos já famosos e estabelecidos, muitos engajados na política. Lobão relata que recusou um projeto aprovado para uma turnê sua, pois ele já é conhecido e não precisava da ajuda do governo. Compare isso aos ícones da MPB que recebem polpudas verbas estatais, ou que colocam parentes em ministérios, em uma nefasta simbiose prejudicial à independência artística.
O nacionalismo, o ufanismo boboca, que une gente da direita e da esquerda no Brasil, também é duramente condenado pelo escritor. Quem pode esquecer a patética passeata contra a guitarra elétrica que os dinossauros da MPB realizaram no passado? Complexo de vira-latas, que baba de inveja do império estadunidense.
Dessa patologia antiamericana, tão comum na classe artística nacional, Lobão não sofre. O rock, tal como o conhecimento, é universal. Multiculturalismo é coisa de segregacionista arrogante. No país do carnaval, futebol e novelas, onde reina a paralisia cerebral, a mesmice, o conformismo com a mediocridade, a voz rebelde de Lobão é uma rajada de ar fresco que respiramos na asfixia do politicamente correto, sob a patrulha de esquerdistas que idolatram Chico Buarque e companhia não só pela música.
Em um país de sonâmbulos, anestesiados com uma prosperidade ilusória e insustentável; em um país repleto de gente em busca de esmolas e privilégios estatais; em um país sem oposição, onde até mesmo Guilherme Afif Domingos, que já foi ícone da alternativa liberal, rendeu-se aos encantos do poder; o protesto de Lobão é mais do que bem-vindo: ele é necessário.
Precisamos de mais Lobão, e menos Chico Buarque.
A presidenta e a Alemanha
Segundo o noticiário, "a presidente Dilma Rousseff disse
nesta segunda-feira (13) que pediu ao presidente da Alemanha, Joachim
Gauck, colaboração do governo alemão para os trabalhos da Comissão
Nacional da Verdade, que apura violações aos direitos humanos no Brasil
entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar (1964-1988). A
presidente se reuniu com o líder alemão em São Paulo, onde ambos
participam da cerimônia de abertura do 31° Encontro Econômico
Brasil-Alemanha."
Sobre a
notícia acima, recorda-se que duas organizações
terroristas praticaram dois crimes contra cidadãos alemães no Brasil:
- em 1968, o Comando de Libertação Nacional assassinou um major do Exército da Alemanha, aluno da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Foram 3 terroristas, sob o comando de João Lucas Alves, ex-Sgt da Aer, que, segundo a própria presidente, viveu em sua casa, em BH, por algum tempo; e
- em 1970 a Vanguarda Popular Revolucionária sequestrou o embaixador da Alemanha no Brasil.
Ela, a presidenta, é a mais indicada para depor
sobre esses dois crimes.
Da famosa série "Hein ?"
“Porém esse processo está sub judice e a MP que define essa parte, essa parte dos royalties que é royalties, participações… essa parte da lei, aliás royalties, participações especiais e os recursos do pré-sal, destina à educação… essa lei, ela está parada porque ela está sub judice. O Supremo Tribunal está avaliando essa questão, se é ou não é inconstitucional ou não”.
Dilma Rousseff, tentando dizer alguma coisa sobre royalties, numa variação do dilmês ainda não catalogada por Celso Arnaldo.
O NUDISMO DE SALVADOR DALI
By Ivogame
Provavelmente você lembra do poster do filme “O Silêncio dos Inocentes” .
Sobre os lábios da atriz Jodie Foster está uma mariposa. Porém, não é uma mariposa comum. É, de fato, um crânio.
Sim,
mas não é um crânio normal: trata-se de uma
montagem artística de Salvador Dalí com os corpos de
sete mulheres.
Chamada “ IN VOLUPTAS MORS” a montagem foi feita em 1951, com a ajuda do fotógrafo Philippe Halsman.
Para obter o efeito desejado, os corpos das sete mulheres foram arranjados três vezes, usando o esquema elaborado por Dalí.
MUDOU O SITE DA PESQUISA DO UOL
http://noticias.uol.com.br/enquetes/2013/05/10/voce-acha-que-se-nao-fosse-pela-ditadura-militar-o-brasil-hoje-seria-um-pais-comunista.htm
Resultado até 20:15 de 16 Mai 2013
O INÍCIO DA LUTA ARMADA
As esquerdas procuram justificar a sua participação nas ações armadas e violentas que praticaram, afirmando que lutavam contra a "ditadura militar" e pelo restabelecimento da Democracia. Não admitem, jamais, que pretendiam, ao contrário do que afirmam, o estabelecimento de uma ditadura comunista como a que existia na antiga União Soviética e ainda existe em Cuba e na China.
Na verdade, os comunistas brasileiros lutaram, com a violência das armas, pela abolição das liberdades democráticas, que naquela época nunca deixaram de existir para o povo brasileiro ordeiro e trabalhador, avesso, na sua imensa maioria, a aventuras políticas.
Retrocedendo ao ano de 1961, recordamos que o presidente Jânio Quadros condecorou o guerrilheiro cubano Che Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul. Ao fazê-lo, Jânio desconhecia que, cerca de quatro meses antes, precisamente no dia 30 de abril de 1961, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) mandara a Cuba, em missão especial, um de seus mais influentes membros, o militante Jover Telles, que permaneceu na ilha do Caribe até o dia 23 de maio do mesmo ano. Sua missão era acertar com os cubanos o envio de jovens brasileiros para treinamento político-militar na terra de Fidel Castro, no que viria a ser a preparação de quadros "revolucionários" para o desencadeamento da luta armada no Brasil.
Nesse mesmo período, encontrava-se igualmente na Ilha o líder das Ligas camponesas - o Movimento dos Sem Terra (MST) da época -, Francisco Julião, que da mesma forma tratava do apoio cubano à revolução em nosso País.
Jover Telles, em seu relatório ao Comitê Central (CC) do PCB sobre as suas atividades em Cuba, escreveu: "...Curso político-militar: levantei a questão. Estão dispostos a fazer. Mandar nomes, biografia e aguardar a ordem de embarque". "...Julião começou a falar em pedidos de armas etc...".
Da narrativa de Jover, transpira, nitidamente, a concordância dos cubanos em promover cursos militares para revolucionários brasileiros, sem o conhecimento do Governo do Brasil, que exercia a Democracia plena. Segundo Jacob Gorender, então integrante do CC/PCB, "desde o início (1959) os cubanos estavam convictos de que a luta armada no Brasil era o caminho para a revolução".
O relatório de Jover revelou também que, em maio de 1961, encontrava-se em Havana o antigo assessor das Ligas Camponesas Clodomir dos Santos Morais, hoje um dos principais ideólogos do MST e destacado formulador dos "Cadernos de Formação" do movimento, em que agora discorre sobre teorias de invasão e manutenção, pela força, das propriedades privadas invadidas. Cuba cumpriu com a palavra, diplomando, até 1971, duzentos e dois brasileiros nos cursos realizados na Ilha, para desencadear ações de guerrilha rural e urbana, que tanto ensangüentaram a Nação. Sem o aval do Brasil, os cubanos atentaram contra a soberania e o livre arbítrio do povo brasileiro, para exportar a versão caribenha da ditadura do proletariado.
Da mesma forma, os chineses também colaboraram para a tentativa de implantação do comunismo no País, já que, ainda durante o Governo João Goulart, o clandestino Partido Comunista do Brasil (PC do B) encaminhava para a Academia Militar de Pequim um primeiro contingente de brasileiros, visando à formação de quadros guerrilheiros para o movimento a ser implantado na Região do Araguaia, escolhida pelo PC do B, desde 1962, como palco preferencial para a sua violência revolucionária. Nascia aí a sangrenta "Guerrilha do Araguaia", que, pela irresponsabilidade assassina de comunistas caducos, levou dezenas de jovens à morte, até 1973, sob o cínico pretexto de lutar contra "o regime dos militares".
Jânio Quadros foi um presidente eleito pelo povo e, após renunciar ao mandato, foi substituído por seu Vice, João Goulart, como garantia a Constituição do Brasil, que vivia a plenitude democrática e o império da lei. Por que, então, os comunistas vinham preparando os seus contingentes de guerrilheiros para o desencadeamento da luta armada? Onde estava a "ditadura militar", a cuja existência atribuem os seus "patrióticos" esforços para restabelecer a Democracia? Essa descarada mentira reproduzem até a exaustão, na ousada estratégia de que a repetição a transformará em verdade histórica, confundindo as gerações que não foram testemunhas de tanto cinismo.
As esquerdas não deixam a juventude saber do seu inteiro alinhamento a um movimento internacional, que desprezava o nacionalismo e a vontade soberana dos países democráticos, para transformá-los em satélites da União Soviética, ou da China , ou de Cuba, ou de onde pudessem importar os recursos e os esforços para comunizar o Brasil.
O que aos jovens as esquerdas omitem é que o Brasil, no início da década de sessenta, vivia sob frágil Democracia, do que se aproveitavam os comunistas para preparar a revolução. O que as esquerdas negam aos jovens é que as Forças Armadas, em 1964, atendendo ao clamor da família brasileira, promoveram a contra-revolução, pondo fim à anarquia e restaurando a ordem, para garantir as condições de trabalho e de segurança que transformaram o Brasil na oitava economia do mundo.
O que as esquerdas escondem da juventude são também os apelos da Igreja e da imprensa brasileira, que, nos cultos e nas manchetes dos jornais, clamavam pela intervenção das Forças Armadas, que, assim, cumpriram com o seu papel de guardiãs da lei e da ordem, como lhes impõe a sua missão constitucional.
As Instituições Militares devolveram ao povo brasileiro uma Nação pacificada e retiraram-se do cenário político, após uma transição para a Democracia plena que ora vivenciamos.
As esquerdas, porém, parecem não ter entendido a lição histórica e teimam em não aceitar a derrota, agora deturpando os fatos e usando a mentira como camuflagem de um passado de desamor ao Brasil, para, novamente, atentar contra a Democracia, com os métodos que a oportunidade indicar.
Anatoli Oliynik
13 de mai. de 2013
Enquanto a imensa maioria dos otários eleitores do PT se phodem para ganhar a vida. O Ptralhão vagabundo e condenado por crimes de formação de quadrilha e corrupçaõ se esbalda ao lado de sua Evanise nas piscinas da vida.
Nas inacabáveis férias do corrupto socialista de boutique, ainda constam passeios de iate e muita comilança do bom e do melhor.
A militontância que jamais poderá curtir umas férias no mesmo nível, e os bate paus do PT dentro das casas legislativas continuam trabalhando para livrar a cara do bandidão da cadeia. Enquanto isso...
Sinceridade, quem prestar atenção no tipo de vida que estão levando os "caciques" do PT, só sendo mesmo muito otário para acreditar em um partido de trabalhadores.
Há muito o PT largou a ideologia e partiu para o capitalismo selvagem. Digo selvagem porque eles avançam sobre o dinheiro público com uma vontade animal.
O que eu sempre disse se confirma quando vemos essa cambada levando vida de nababo. o PT chegou ao poder só pelo dinheiro, usam a ideologia para tapear militonto idiota, e eleitor otário.
As imagens são uma afronta ao judiciário Brasuca, elas nas entrelinhas dizem que o bandidãao aí não irá amargar um dia sequer de cana dura.
A certeza de impunidade é tamanha que o palhação não sente constrangimento algum de posar de milionário e comedor.
E a escrita se repete, tem mulher que adora viver ao lado de bandido.
Apesar de eu não acreditar na justiça Brasuca, tenho a maior fé que ela irá me desmentir e mandar este traste safado para a cana dura.
O sorriso do meliante na foto é a marca registrada dos que acreditam estar acima das leis.
E o mais engraçado, recentemente vimos Carlinhos cachoeira à beira de uma piscina em um resort ao lado de sua mulher. A imprensa amestrada e os burros de plantão, deitaram o cacete na "afronta" que cometia o outro meliante.
E agora?
Porque será que os jornaleiros cretinos estão tão calados?
MISSÃO IMPOSSÍVEL E AS TRAQUINAGENS DO GRILO FALANTE
Weslei Antonio Maretti
O depoimento do Cel Brilhante Ustra na Comissão da Verdade no dia 10 do corrente mês poderia estar no enredo de dois filmes, Missão Impossível e as Traquinagens do Grilo Falante.
É
impossível a missão que o cel Ustra se auto atribuiu de demonstrar,
junto aos membros da Comissão da Verdade, que os Órgãos de Informações
do Exército combateram organizações criminosas que pretendiam tomar o
poder no Brasil e implantar um regime ditatorial de inspiração marxista
leninista nas décadas de 60 e 70. Para os mesmos, os integrantes das
organizações revolucionárias eram jovens idealistas, democratas, que
buscavam derrubar um Estado de exceção e restabelecer o regime
democrático. O fato de usarem armas e praticarem atentados contra
quarteis e locais públicos, desapropriarem dinheiro de bancos,
realizarem sequestros de diplomatas e justiçarem pessoas que se
contrapunham aos seus objetivos é perfeitamente aceitável em razão de
ser a única forma de agirem contra um regime ditatorial. Os fins
justificavam os meios e era um grupo de idealistas que lutavam contra o
que pior poderia ter na política brasileira.
Os “usurpadores do poder”
tentavam impedir que, em um quadro da Guerra Fria, o Brasil se tornasse
uma nova pátria dos trabalhadores como a URSS, Cuba, China, Albânia e
tantos outros países que somente conseguiram se libertar do paraíso na
década de 80, depois que milhões de pessoas foram mortas, torturadas,
presas sem julgamento, desterradas e impedidas de viverem como cidadãos
livres. Lutaram para colocar em prática os ideais do gen Goes Monteiro
de transformar o Brasil em uma potencia para, em consequência, haver um
Exército forte. A história e os dados econômicos do período dos governos
militares são incontestáveis, para verificá-los é só saber ler.
A
atitude tendenciosa dos integrantes da Comissão da Verdade ficou
evidenciada com o comportamento do grilo falante Claudio Fonteles. É
impossível ver o ex-Procurador Geral da República falando sem que nos
venha à cabeça a imagem do grilo falante do Pinóquio.
Ao
final da inquirição o dito inseto leu um relatório do DOI-CODI chefiado
pelo coronel Ustra, com a classificação sigilosa Confidencial, em que é
apresentado o movimento de pessoas presas em um período. No relatório
há um item Mortos que, no espaço de tempo considerado, foi
registrado o número de 47 pessoas. Salta aos olhos que, conforme
explicou o cel Ustra, o número citado se referia a terroristas mortos
durante as operações do DOI. Para o patético grilo falante o número
seria de pessoas mortas nas dependências do Destacamento. Assim, o chefe
do DOI estaria enviando em um documento confidencial que, no mínimo
dezenas de pessoas teriam acesso, a confissão de ter assassinado presos
sob sua custódia.
Estamos
tratando de Fonteles, que foi Procurador Geral da República, tem
experiência na área jurídica e não seria tolo de julgar que alguma
autoridade militar, em qualquer país do mundo, teria o comportamento de
auto incriminar-se dessa forma. Restou o que? Um comportamento idiota,
retrógrado, preconceituoso, para dizer o mínimo, de buscar uma forma de
atribuir ao DOI algo que ele sabe não ser verdadeiro.
Finalmente
o coronel Ustra disse que o Exército é quem deveria estar no seu lugar
porque somente tinha cumprido ordens e nunca foi punido pelo seu
comportamento profissional. Na verdade o Exército, como instituição, não
pode estar sendo inquirido. Porém, os atuais dirigentes poderiam
demonstrar publicamente o que pensam do assunto, todavia é mais fácil
uma cobra fumar que algo assim acontecer. Parece que não se está
tratando de ações que foram desencadeadas pela estrutura organizacional
do Exército. Aos que não viveram o momento histórico fica a impressão
que os profissionais do DOI-CODI agiam como os atuais milicianos, por
motivação própria.
O comportamento e a coragem do coronel Ustra servem de exemplo para todos os que um dia se comprometeram a dedicar-se inteiramente ao serviço da pátria.
Apesar de travar uma luta de Davi contra Golias a sua vitória é certa
porque no final o bem prevalece sobre o mal, pelo menos é o que a ética
cristã estabelece.
Weslei Antonio Maretti
Rei Salomão - o sábio
Em 950 A.C., no palácio do Rei
Salomão:
— Majestade, esses dois homens requerem vossa autorização para unir-se em matrimônio.
— Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se a “mãe”?
— Não sei, majestade. Vossa alteza é que sois o sábio aqui.
— Certo, certo. Hum... Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?
— Não, majestade. Eles querem um matrimônio e que seja realizado no templo.
— Entendo. Façais o seguinte: ponde-os em cativeiro e, se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferirei a petição.
— Sim, vossa majestade.
Depois dos olhos verde-azulados, a afilhada só precisa de uma cabeleira loira para confirmar o parecer do padrinho Lula
ou
Espelho, espelho meu há nesse mundo uma presidANTA mais ridícula do que eu ? (*)
06/05/2013
às 20:00 \ História em Imagens
Em março de 2009, numa entrevista coletiva concedida ao lado do premiê britânico Gordon Brown, o presidente Lula descobriu que a crise financeira internacional foi causada e fomentada por “gente branca, loira, de olhos azuis”.
Neste 1º de Maio, poucos dias antes de admitir que o índice anual da inflação havia ultrapassado pela primeira vez o limite de 6,5%, a presidente Dilma Rousseff apareceu na TV para falar sobre o Dia do Trabalho ─ e mostrar que passou a ver o Brasil e o mundo com outros olhos.
Antes, os olhos eram castanhos. Por decisão de João Santana, e para duelar com o azul do governador pernambucano Eduardo Campos, agora são verde-azulados. O marqueteiro da rainha pode ter melhorado a aparência da cliente, mas acabou reforçando a suspeita de que o desempenho de Dilma vai consumar a profecia de Lula. Branca ela sempre foi. Depois da mudança da cor dos olhos, só falta a cabeleira loira.
Dilma Rousseff no pronunciamento de 1º de maio de 2012
Dilma Rousseff no pronunciamento de 1º de maio de 2013
“A impunidade é segura quando a cumplicidade é geral.”
MARQUÊS DE MARICÁ (1773-1848)
O país apodrece a olhos vistos e ninguém tem peito de denunciar o fato.
O Estado aparelhado, com a pletora de ministérios, cargos de confiança
(22 mil) e pool de partidos corruptos dá os últimos vagidos. A falsa
gerentona caminha claudicante sem plano de governo definido, tapando os
buracos plenos que a era petista criou.
A inflação voltou e o país não pode entrar em recessão porque ela quer
se reeleger, antecipando o pleito em todos os seus passos populistas.
Todos sabem que medidas econômicas e políticas impopulares têm que ser
aplicadas, mas não serão.
O Brasil precisa de reformas urgentes, política, administrativa,
tributária e de gestão federativa, que obviamente serão adiadas, porque é
importante confirmar a urna para os petistas. É um país rifado para
garantir a próxima eleição.
Não importam as sucessivas tragédias vividas aqui, como a seca
interminável, as chuvas poderosas derrubando encostas e ceifando vidas
de pobres e mutimiseráveis, a insegurança nas cidades, as estradas
destruídas, os portos ineptos, contanto que se garantam os delírios das
empreiteiras. Afinal são elas que depositarão o numerário requerido para
o próximo pleito, a gostosa “caixinha”...
Os empresários privados, acostumados a lotear o Estado para os seus
interesses, não querem mais investir o próprio dinheiro sem a anuência
do BNDES, a prostituta do capitalismo petista, sempre pronto a
escamotear a desindustrialização flagrante, montada há dez anos.
A PETROBRÁS, joia da coroa no governo, caiu em prantos, em meio ao descalabro a que foi submetida. É uma empresa de petróleo em decadência, sofrendo de processos de acionistas menores em Nova Iorque e com estratégias de desmobilização de patrimônio para pagar dívidas e falsos projetos populistas que não deram certo. É uma empresa aparelhada pela pelegada vadia, que teima em destruir tudo na República. São os cupins do fracasso, esfrangalhando tudo, principalmente o orgulho dos brasileiros. Os petroleiros, outrora ufanistas, nem têm mais participação nos lucros, porque estes sumiram da sua genitora.
Para nos divertir, o governo Dilma acena com comissões da verdade,
apologia dos gays, da prostituição midiática e outras prestidigitações
gramcistas, capazes de destruir os valores cristãos, tutelares da
nacionalidade, em nome de uma desestruturação da educação e da cultura
por dentro, mediante apologia de cantores mortos sob overdose, duplas
caipiras e funkeiros que amam a bandidagem. A mesma que assola as
cidades, desfeiteando a polícia cúmplice e as autoridades que sempre
dizem que vão trazer de volta a calma aos cidadãos sofridos.
Impostos escorchantes, que esmagam qualquer revolta contra a derrama
civil, financiam cartões corporativos, verbas secretas e as mutretas em
viagens ao exterior, com depósitos de dinheiro sonante em paraísos
fiscais e mordomias principescas em viagens presidenciais.
Aqui dentro, temos hospitais sucateados, praticamente destruídos,
estuprando a Constituição, que também não é obedecida quanto ao problema
crônico da educação. Por que os políticos não educam seus filhos nas
escolas públicas e não colocam parentes em hospitais do Estado? Você
sabe bem a resposta...
Mas temos Copa do Mundo e Olimpíada, não é? Os empreiteiros vão cobrar
suas taxas de urgência superfaturadas, sobrando aquela graninha, em mala
preta, para os políticos se reelegerem. A máquina pública a mercê dos
donos do país, que privatizam o Estado para distribuir benesses a seu
ventríloquos no Congresso e na máquina executiva, sangra a olhos vistos e
pede socorro. Aí surge a inflação e descontroles como uma dívida
interna impagável e projetos mal gerenciados, como as ridículas
iniciativas de crescimento, que todos sabem onde vão dar...
No orçamento público, porém, ficam congeladas as benesses para
pagamento da dívida e superávit primário, que consomem 42% de toda a
peça, demonstrando que um governo pretensamente esquerdista e
nacionalista cumpre rigorosamente – e com habitual descaramento – todos
os compromissos com as agências multilaterais do exterior. E quem não
elogiaria um governo que remete 167 bilhões de dólares/ano para os
agentes da finança internacional?
E o mais interessante é que se fala que a miséria se extinguiu, porque
nossas agências estatísticas dizem que é classe média quem recebe mais
de 271 reais por mês. Quer dizer, torna-se classe média quem fatura 130
dólares, enquanto para padrões norte-americanos é pobre quem recebe
mensalmente cerca de 1.500 dólares! Vale dizer, tentamos nos nivelar por
baixo, em padrões de economias de quarto mundo!
Essas distorções não são discutidas pela mídia toda comprada pelas verbas publicitárias e bônus de volume. Afinal, todos têm que sobreviver e é impossível discutir o país em universidades, centrais sindicais e organizações estudantis, caladas pelo vil metal que amamentam seus dirigentes “aliados”. Tal prodigalidade é garantida pelo que recolhe a Receita Federal, cuja sanha arrecadadora todos conhecem na pele.
Então o que nos sobra. Espernear, reclamar com o bispo ou utilizar a
lentidão de tartaruga do Poder Judiciário? Não, o brasileiro não
reclama, porque sempre espera que um otário dê a cara a tapa na frente
do rebanho. O brasileiro é o espertinho do bolsa-família, sequioso pela
espórtula da cachaça. E fazendo filho a torto e a direito para garantir
as benesses cumulativas da preguiça. Nesse sentido, o governo constituiu
o Macunaíma como símbolo nacional: sem nenhum caráter e não querendo
fazer nada...
Eu menino ouvia de meus pais, que não me ensinaram a roubar, que Deus
ajuda a quem cedo madruga. Na era petista temos, ao contrário, a
entronização da segunda lei da termodinâmica: o país entra em entropia,
em desorganização completa, rumo à energia zero, porque o universo é
preguiçoso e o nosso governo também.
Pobre país, pobre povo, a espera do dilúvio fecal...
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