13 de jan. de 2011


Médicos reprovados
03 de janeiro de 2011 - O Estado de S.Paulo
Os resultados do projeto-piloto criado pelos Ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exterior confirmaram os temores das associações médicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626  foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar.
A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas.
As faculdades cubanas - a mais conhecida é a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana - são estatais e seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica.
Os brasileiros que nelas estudam não se submeteram a um processo seletivo, tendo sido indicados por movimentos sociais, organizações não governamentais e partidos políticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008, organizações indígenas enviaram para lá 36 jovens índios.
Desde que o PT, o PC do B e o MST passaram a pressionar o governo Lula para facilitar o reconhecimento de diplomas cubanos, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira têm denunciado a má qualidade da maioria das faculdades de medicina da América Latina, alertando que os médicos por elas diplomados não teriam condições de exercer a medicina no País.
As entidades médicas brasileiras também lembram que, dos 298 brasileiros que se formaram na Elam, entre 2005 e 2009, só 25 conseguiram reconhecer o diploma no Brasil e regularizar sua situação profissional.
Por isso, o PT, o PC do B e o MST optaram por defender o reconhecimento automático do diploma, sem precisar passar por exames de habilitação profissional - o que foi vetado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira. Para as duas entidades, as faculdades de medicina de Cuba, da Bolívia e do interior da Argentina teriam currículos ultrapassados, estariam tecnologicamente defasadas e não contariam com professores qualificados.
Em resposta, o PT, o PC do B e o MST recorreram a argumentos ideológicos, alegando que o modelo cubano de ensino médico valorizaria a medicina preventiva, voltada mais para a prevenção de doenças entre a população de baixa renda do que para a medicina curativa. No marketing político cubano, os médicos "curativos" teriam interesse apenas em atender a população dos grandes centros urbanos, não se preocupando com a saúde das chamadas "classes populares".
Entre 2006 e 2007, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara chegou a aprovar um projeto preparado pelas chancelarias do Brasil e de Cuba, permitindo a equivalência automática dos diplomas de medicina expedidos nos dois países, mas os líderes governistas não o levaram a plenário, temendo uma derrota.
No ano seguinte, depois de uma viagem a Havana, o ex-presidente Lula pediu uma "solução" para o caso para os Ministérios da Educação e da Saúde. E, em 2009, governo e entidades médicas negociaram o projeto-piloto que foi testado em 2010.
Ele prevê uma prova de validação uniforme, preparada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC, e aplicada por todas as universidades.
Por causa do desempenho desastroso dos médicos formados no exterior, o governo - mais uma vez cedendo a pressões políticas e partidárias - pretende modificar a prova de validação, sob o pretexto de "promover ajustes".
As entidades médicas já perceberam a manobra e afirmam que não faz sentido reduzir o rigor dos exames de proficiência e habilitação. Custa crer que setores do MEC continuem insistindo em pôr a ideologia na frente da competência profissional, quando estão em jogo a saúde e a vida de pessoas.
O GAÚCHO
Tinindo as esporas,
riscando as coxilhas,
montado em seu pingo,
em louca disparada.
Lá vai o gaúcho...
Pra quê?
Pra nada!
KIT GAY E COMISSÃO DA INVERDADE
Assista a entrevista concedida pelo Deputado Federal Jair Bolsonaro ao jornalista Alexandre Garcia, no programa “Espaço Aberto”, sobre a PL 7376/2010, que cria a Comissão da Verdade, a ser veiculada nos dias e horários constantes do quadro abaixo. Tal debate presta-se ao início do restabelecimento da verdade sobre o período de maior progresso pelo qual este país já passou, quando foi governado por Presidentes Generais.
CANAL
DATA
HORÁRIOS
OBS
GLOBO NEWS
13/01/2011
16:30
HOJE
14/01/2011
05:05
6ª FEIRA
15/01/2011
06:05
SÁBADO
Recomendo, também, a leitura das matérias publicadas nos jornais “O Globo” (10 Jan) e “Folha de São Paulo” (11 Jan), ambas de responsabilidade do Deputado Bolsonaro (podem ser acessadas nos links abaixo)  sobre distribuição de Kit Gay para crianças do 1º grau do ensino público e sobre a Comissão da Inverdade.
DIGA-ME ESPELHO MEU...

11 de jan. de 2011

É útil compreender um pouco das outras línguas    (repeteco do valequasetudo 09, de 27 Fev 2001)
   
ALEMÃO
    - destranken - abrir a porta
    - bombascaen - bombardeio
    - gotascaem - chuva
    - frask - vaso
    - äftas ahrdem, emorhoidäs dœm - idem
    ÁRABE
    - allavai abala balaba abala - metralhadora
    - alicima vai - elevador
    - sali vavai sali vavem - beijo
    - molhamed - tomar banho
    CHINÊS
    - chin cham pu - cabelo sujo
    - chin chi nela - descalço
    - chin chu tian - top-less
    - chin cal xão - nudista
    INGLÊS
    - tina turner - banheira giratória
    - copyright - copie direito
    - walkie talkie - talco para caminhar
    JAPONÊS
    - komosabe - adivinhador
    - kasimoto - bicicleta
    - sakabô - fim
    - yono komo - sem apetite
    - yono vejo myamaha - roubaram a moto
    - kasigiro - meia volta
    - non ta - se foi
    - yokiro mai sagwa - ainda tenho sede
    RUSSO
    - boshke - conjunto de árvores
    - moshka - inseto
    - Troski mashka roshka - cão comendo donuts
    - vagina simenova - viúva jovem
    - zyme kaio patatoff - piloto
    - lewinsky - piranha
    - storvo - sogra
   : ^ ))
 
    Uma dona de casa recebe o amante todo dia em sua casa, à tarde, enquanto o marido trabalha, e, durante suas safadezas, ela deixa o filhinho de nove anos trancado no armário do quarto.
    Certo dia, o marido chegou em casa e o amante ainda estava lá. Correndo, ela trancou o amante no armário, junto com o filho. Eles ficaram lá um tempo, até que o menino falou:
    - Escuro aqui, não?
    - É... está.
    - Eu tenho uma bola de futebol... quer comprar?
    - Não!
    - Meu pai esta lá fora...
    - Quanto você quer pela bola?
    - R$ 100,00.
    - Toma.
    Uma semana depois, o marido torna a chegar cedo. O amante está na casa, o menino está no armário. O amante vai pro armário e eles ficam lá em silêncio  até que o menino fala:
    - Escuro aqui, não?
    - É... está.
    - Eu tenho uma chuteira... quer comprar?
    O homem lembrando da outra semana:
    - Claro, quanto é?
    - R$ 200,00.
    - Aqui está.
    No fim-de-semana, o pai chama o filho:
    - Pega a bola e a chuteira e vamos jogar.
    - Não dá pai. Eu vendi tudo.
    - Vendeu?! Por quanto?
    - R$ 300,00.
    - Filho, você não pode ficar enganando seus amigos assim. Em lugar algum a gente paga tanto por isso. Vou levá-lo agora à igreja, prá que você  confesse esse erro.
    Chegando na igreja, o menino entra no confessionário, se ajoelha e fecha a portinhola. Uma janela pequenina se abre, para que o padre possa ouvir o menino.
    - Meu filho, não temas a Deus. Diga, e Ele te perdoará. Qual seu pecado?
    - Escuro aqui não???
    - Pô, já vai começar com esse negócio de novo!?!
SHAKIRA - É sempre bom ver de novo




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    : ^ ))

    O sujeito resolve largar tudo e ir para o mosteiro trapista. Ao chegar, é advertido pelo Superior:
    - Aqui, a vida é dura e todos devem fazer voto de silêncio: você só poderá falar duas palavras a cada dez anos.
    - É isto mesmo que eu quero!
    Passados dez anos, o Superior bate à porta de sua cela:
    - Dez anos, duas palavras.
    - Cama... dura!
    O Superior faz uma pequena reverência e retira-se, em silêncio.
    Passados mais dez anos, o Superior bate novamente à porta de sua cela:
    - Dez anos, duas palavras.
    - Comida... fria!
    O superior faz uma pequena reverência e retira-se em silêncio.
    Outros dez anos:
    - Dez anos, duas palavras.
    - Vou embora!
    - Pois é bom mesmo! Há trinta anos que você está aqui e só sabe ficar reclamando!

QUEM SE DESGASTA É O SUPREMO

Por Carlos Chagas

Das decisões e definições  que o país  espera de  Dilma Rousseff, a mais premente é a nomeação do décimo-primeiro ministro do Supremo Tribunal Federal. Fica difícil aquela corte funcionar incompleta, como acontece desde agosto, por preguiça ou esperteza do já agora ex-presidente Lula.  

Com dez ministros,  questões importantes estão ficando  em cima do muro, como a Lei da Ficha Suja e, ainda agora,  o caso Césare  Battisti.

Parece injusto o desgaste sofrido pelo Supremo, expondo as votações a empates por 5 a 5, quando sua destinação constitucional é de dar a última palavra em quaisquer questões que lhe sejam submetidas.  

Juristas de alto saber e reputação ilibada não faltam.  Muito menos se imagina o Senado em pé-de-guerra com o Executivo, abrindo a hipótese de rejeitar a indicação, coisa que jamais ocorreu.  Continua alta a cotação do Advogado Geral da União, Luís Inácio Adans, ainda que outros nomes existam em profusão.  

Em fevereiro o STF examinará a controversa questão Battisti, dividindo-se as opiniões.  Para uns, nada mais há a fazer, quando transferiu a decisão ao então presidente Lula, que rejeitou a extradição do réu para a Itália.  Estaria resolvido o caso?  Muitos entendem que não.  O Supremo poderia opinar a respeito de suposta quebra do tratado Brasil-Itália e enviar o indigitado cidadão ao seu país de origem.  Agora, imagine-se a possibilidade de um novo 5 a 5, capaz de desgastar ainda mais a imagem da corte.  

Tempo dá, para a presidente da República evitar o impasse.  Em tese, o décimo-primeiro ministro pode ser indicado a qualquer momento.  Nada impede que o Senado se reúna extraordinariamente, ainda em janeiro, para examinar a indicação.  Mesmo ficando a reunião para fevereiro, já sob a égide de um novo Senado, tudo se resolveria.  Necessário, mesmo, é o governo definir e propor um nome.  

DEPOIS DO CARNAVAL 

Este ano o Carnaval cairá entre 5 e 8 de março.  Já começaram os preparativos, ocupando boa parte do noticiário dos meios de comunicação.  A expectativa favorece aquela indolente prática cabocla que costuma adiar as principais decisões de cada um, matreiramente adotada também pela política, a administração pública e muitas empresas.  “Depois do Carnaval resolveremos” parece uma lei não escrita pairando sobre o país.  E por que não “depois da Semana Santa”, “depois das férias de julho”, “depois da Semana da Pátria” e “depois das festas de Natal e Ano Novo”?  

Até março decorrerão boa parte de janeiro e todo o mês de fevereiro.  Tempo mais do que necessário para o planejamento e até a execução de bons propósitos, projetos e programas públicos e privados.  Lá e cá, torna-se necessário agir.  Ou será melhor, mesmo, esperar o Carnaval?  

AS NOVAS MESAS 

No Senado, a dúvida restringe-se às funções do PT na nova mesa.  O governo parece inclinar-se para a primeira vice-presidência ser entregue ao seu partido, evitando a repetição dos últimos quatro anos, quando conforme queixas do ex-presidente Lula, o oposicionista Marconi Perilo, do PSDB, criou-lhe problemas.  Há discordâncias.  Se a presidência está garantida para a continuação de José Sarney, do PMDB, alguns petistas sonham com a primeira secretaria, posto de poder real e pecuniário.  De qualquer forma, trata-se de um detalhe.  

Na Câmara, a coisa pode esquentar.  Como maior bancada, o PT indicará Marco Maia, mas o PMDB pode botar água no chope dos companheiros, em parte votando numa candidatura alternativa, seja de Aldo Rebelo, seja de Sandro Mabel, dos pequenos partidos.  Muitos peemedebistas, assim, dariam o troco à presidente Dilma Rousseff por não terem sido aquinhoados com os ministérios e demais cargos pretendidos.  A equação permanece inconclusa, em especial porque a chefe do governo suspendeu as nomeações até a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado.  Pode ter sido um risco.  

PUXÃO DE ORELHA 

Corre na Esplanada dos Ministérios que depois de haver levado a última bronca do presidente Lula, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebeu a primeira da presidente Dilma.  Num caso por haver anunciado que até as obras do PAC sofreriam cortes orçamentários.  No outro, por ter declarado que a chefe do governo vetaria qualquer projeto estabelecendo o salário mínimo acima de 540 reais.  

Na suposição de o Congresso elevar o reajuste proposto ainda pelo presidente Lula, seria significativo desgaste para Dilma Rousseff ter que vetá-lo.  Melhor seria negociar para a diferença ficar pequena.  Até porque, mesmo representantes do PT, como o senador Paulo Paim, já disseram que votarão pela maior quantia.  

Por tudo isso, a presidente da República não gostou da forma categórica com que Mantega antecipou-se a uma iniciativa que será só dela.  Ganhou um puxão de orelha... 



Senador americano faz lobby por caças

Foto
O senador McCain, adversário do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama na disputa presidencial, esteve com a presidenta Dilma Rousseff nesta segunda (10).
Na ocasião, o senador, que é do partido Republicano, defendeu a “superioridade” dos caças norte-americanos. Suécia, Estados Unidos e França disputam a venda das aeronaves à Força Aérea Brasileira. 
“Existe uma preocupação em relação à transferência de tecnologia e eu pretendo voltar e garantir que tanto o presidente dos Estados Unidos quanto para o Congresso dos Estados Unidos deixem claro que haverá completa transferência de tecnologia se o Brasil optar pela compra dos F-18”, afirmou o senador.
(Coluna do Claudio Humberto)