13 de nov. de 2012

Como dirigir sob o efeito de 10 drogas diferentes





O MUNDO VAI ACABAR

Repetindo o post, em homenagem ao fim do Calendário Maia (dezembro tá chegando)

Não se engane, o mundo realmente vai acabar. Quando? Aí é que está o problema: pode ser a qualquer momento!
Sempre que se aproxima uma virada de século (ou de década, ou um ano "marcado" - já tornou-se moda), os habitantes da terra começam a se preocupar com a renovação do contrato do aluguel. Somos iguais a milhões de inquilinos relapsos, que cuidam muito mal de suas moradias provisórias, deixando os consertos e arrumações sempre para a última hora. Maltratamos nossa casa e vamos chorar quando formos despejados.

Acabamos de passar por mais uma virada de século... pior, de milênio! Na virada do ano 1000 de nossa Era, todos apostaram no fim do mundo. Durante as passagens do Haley, no século passado, muita gente se matou, para não ver o fim dos tempos... E agora?

Não vamos nos iludir. Esse torrão azul, que gira em torno de uma bola de fogo, não acabou ainda desta vez, mas... um dia... vai acabar! São muitas as opções, embora não devamos nos deixar levar pela histeria e divagação dos profetas de plantão. 

Vejamos as maneiras como o mundo pode acabar. 

Efeito estufa - A poluição e o buraco na camada de ozônio vão fazer a temperatura na terra subir alguns graus. Além do aumento do calor, as geleiras irão derreter, cobrindo grande parte dos continentes e engolindo todas as ilhas e cidades litorâneas. Um verdadeiro dilúvio. Minas Gerais finalmente terá seu marzão.


  • probabilidade: - 100%  (não tem mais retorno)
  • previsão: - 2012 (onde é que peguei esse dado?)
  • como sobreviver: - se você for um peixe, talvez tenha chance de sobreviver.

Meteoro, cometa ou similar - Se um meteoro se chocar contra a terra (não precisa ser um muito grande), irá ocorrer o mesmo efeito provocado pela catástrofe anterior, só que imediatamente. Se o meteoro cair no mar, grandes maremotos destruirão os continentes. Se cair diretamente no solo, a camada de poeira resultante cobrirá toda a atmosfera, sufocando o planeta. 
     
  • probabilidade: - 50%  (já aconteceu uma vez, acabando com os dinossauros)   
  • previsão: - a qualquer momento.        
  • como sobreviver: - só virando peixe, ou chamando o Bruce Willis para detonar o intruso.



Guerra atômica - Uma guerra generalizada, entre possuidores de armas nucleares, teria a capacidade de explodir o planeta dez vezes. Mesmo que só se utilize 5% da capacidade mundial, milhões morreriam imediatamente e o resto sofreria com a radiação até o fim. Apesar do término da guerra fria, não podemos descartar essa possibilidade. Estados Unidos, Inglaterra, França, Israel, África do Sul, Paquistão, India, China e  vários países da antiga União Soviética têm a bomba.


  • probabilidade: - 25%
  • previsão: - a qualquer momento. 
  • como sobreviver: - fazer um buraco no chão, estocar comida para muitos anos  e se acostumar com a vida de tatu.

Epidemia - Se um vírus mortal, transmissível pelo ar, atacar uma vila da África, hoje, e não for descoberta a cura, dentro de três anos toda a população mundial terá sido dizimada. A SIDA (AIDS, para a grande maioria que já se rendeu culturalmente) levará 100 anos para fazer estrago semelhante.

  • probabilidade: - 50%  (os vírus já existem)
  • previsão: - indefinido (2100, por SIDA)
  • como sobreviver: - no caso da SIDA, você pode se safar se não transar, não se picar e não fizer transfusão. Deixar de respirar, porém... não tem jeito.



Morte do sol - O sol vai morrer, é inevitável. O nosso velho Sol já virou a curva há muito tempo: está mais prá lá do que prá cá. Quando o Sol morrer, esse planeta vai ficar um pouco frio, algo em torno de 272 graus negativos. Não tem como substituir o sol !

  • probabilidade: - 100%  (o sol tem pela frente apenas mais 1/3 de sua vida prevista)
  • previsão: - daqui a alguns bilhões de anos. 
  • como sobreviver: - não adianta estocar casaco de pele: vai ser um frio do cacete e todo mundo vai mesmo virar picolé.



Alinhamento de planetas - Os cientistas acreditam que um alinhamento de vários planetas do sistema solar poderia ocasionar alterações catastróficas na Terra, como terremotos, maremotos, aumento de temperatura e ativação de vulcões extintos.

  • probabilidade: - 25%
  • previsão: - 2012 (pô, meu, lá vem esse ano de novo)
  • como sobreviver: - não viaje para Europa, Japão, USA, África e Asia. Vá para o interior de Minas, onde nada acontece.


Escassez mundial de recursos - Do jeito que estamos poluindo as águas e acabando com o solo, em breve não teremos o que beber ou comer; não haverá nem pasto para os animais. Após uma fase de canibalismo, o último homem será obrigado a se devorar.

  • probabilidade: - 99%
  • previsão: - 2100    
  • como sobreviver: - comece a treinar: morda o dedão do seu pé. 


Desanimado? Espere. 
Essas são apenas as possibilidades materiais da catástrofe final. 
Faltam ainda duas opções.



1ª - O dia do juízo final - Se você acredita em um criador do universo, um ser onipotente, onipresente e onisciente, que criou a terra e o homem à sua imagem e semelhança, ainda há mais uma opção de destruição total. Esse ser poderoso pode se cansar de cuidar das coisas aqui embaixo e decretar o dia do juízo final, Armagedom ou apocalipse, como queira. Não sobrará pedra sobre pedra. Todas as religiões falam desse dia de destruição... e todo mundo vai ter que descontar suas promissórias com papai-do-céu.



2ª - O "Big Crunch" - Se você acredita que tudo isso aqui é fruto de uma baita de uma explosão no vácuo, chamada "big-bang", fique sabendo que essa explosão, que criou o universo, está perdendo a força. O "big-bang" está dando lugar ao "big-crunch". Em resumo: o universo, que estava se expandindo, agora começará a se contrair, até implodir por completo, acabando não só com a terra, mas com toda a matéria - inclusive com você, he he he.


Como se pode perceber, realmente, as coisas não estão boas para o nosso lado... mas não devemos desanimar. 

O mundo vai acabar, mas quando, realmente, ninguem sabe. Não será essa ou aquela profecia que determinará nossa partida, embora a histeria possa acelerar nossa destruição. 

Não se esqueça de que a vida imita a arte e, de tanto termos esperado o fim do mundo no fim do milênio passado, ainda pode aparecer um maluco que resolva cumprir essa profecia com um mínimo de retardo. 

Aliás, todo cuidado é pouco com a torcida do Flamengo e com o PT (eu acho que o Brasil acaba muito mais cedo graças ao Lula, à Dilma e ao PT).


Sabe o que é um bêbado pegajoso ?




OS ESTADOS UNIDOS REVELADOS

Como a 422 South criou impressionantes visualizações
de dados para o Programa America Revealed

por Andy Davies Cowards

A rede de telefonia celular nos EUA

America Revealed é uma série exibida pelo canal norteamericano PBS voltada aos padrões invisíveis que se escondem sob a infraestrutura que apoia os mais de 300 milhões de pessoas no país. E quem está ajudando a visualizar essas dinâmicas escondidas é a 422 South, uma companhia de animação e efeitos visuais de Bristol, no Reino Unido. Sua habilidade técnica e o domínio de softwares como Maya e Nuke, transformam a complexidade da informação crua em visualizações de dados vertiginosas. Andy Davies Cowards, diretor criativo da 422 South, explica abaixo como isso é possível.
Quando os produtores do America Revealed se propuseram a criar uma série que mostrasse as redes escondidas de comunicação e transporte que afetam a vida contemporânea nos EUA, eles escolheram duas técnicas que, juntas, poderiam proporcionar uma percepção da nação jamais vista. Impressionantes fotos aéreas acompanhadas por animações inovadoras e reveladoras.
A 422 South recebeu milhões de linhas de dados de muitas fontes diferentes, algumas especialmente coletadas para o programa e outras já em domínio público. De aeroportos a estações de trem, restaurantes fast food e companhias de logística, muitos dados foram gerados usando tecnologia de GPS, que mostra a posição de um transmissor em intervalos específicos de tempo.
Trajetos de ônibus (azul), balsas (pontos laranjas) e linhas de trem (verde, roxo e vermelho) reunidos na rede de transportes da cidade de Nova York.
Os dados foram peneirados e processados pelo time da 422 South apenas uma vez, e a “história” contida neles se revelou sozinha. Essa informação foi passada para os produtores para ajudar a informar a linha editorial de cada episódio.
Usando um software desenvolvido especialmente para isso, os dados selecionados foram representados como pontos animados brilhantes. Combinados num mosaico cuidadoso de imagens de satélite, eles retratam precisamente o movimento de milhares de indivíduos, aeronaves, aviões, trens, balsas e metrôs na mesma paisagem onde os dados foram gerados originalmente.
Essas animações revelam a escala frenética do deslocamento matinal de pessoas na cidade de Nova York, sobrepondo meios de transporte para construir uma imagem complexa dessa atividade. E com uma clareza inimaginável para qualquer um que estiver no meio desse caos aparente.
As rotas combinadas dos entregadores de pizza da Domino’s em uma única noite, em Manhattan.
Numa escala mais ampla do transporte, considerando os EUA como um todo, animações mostram as delicadas treliças dos movimentos do tráfego aéreo. Cada ponto é uma aeronave agendada, que tem um tamanho assustador, mas flui de maneira aparentemente suave em belos padrões sincronizados.
Finalmente, num contraste de escala, a animação mostra a natureza metódica dos itinerários dos ônibus escolares. Uma demonstração da eficiência silenciosa do que, na superfície, é um método simples e confiável de buscar e deixar crianças nas escolas. Um retrato desse difícil processo logístico que, orquestrado com maestria, acontece diariamente sem falhas.
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Scandal probe ensnares commander of U.S., NATO troops in Afghanistan

THE WASHINGTON POST - The FBI probe into the sex scandal that led to the resignation of CIA director David Petraeus has expanded to ensnare Gen. John R. Allen, center, the commander of U.S. and NATO troops in Afghanistan, the Pentagon announced early Tuesday.
ABOARD A U.S. MILITARY AIRCRAFT — The FBI probe into the sex scandal that led to the resignation of CIA director David Petraeus has expanded to ensnare Gen. John R. Allen, the commander of U.S. and NATO troops in Afghanistan, the Pentagon announced early Tuesday.
  According to a senior U.S. defense official, the FBI has uncovered between 20,000 and 30,000 pages of  “potentially inappropriate” e-mails between Allen and Jill Kelley, a 37-year-old Tampa woman whose close friendship with Petraeus ultimately led to his downfall. Allen, a Marine, succeeded Petraeus as the top allied commander in Afghanistan in July 2011.
   The FBI first notified the Pentagon of its investigation into Allen’s communications with Kelley on Sunday evening, according to the senior defense official who spoke on condition of anonymity to discuss details of the ongoing case.
   In response, Pentagon chief Leon E. Panetta referred the investigation to the Defense Department’s Inspector General for further review, according to a statement released by Panetta early Tuesday as he was traveling to Australia. Allen was in Washington when the Pentagon learned about the FBI investigation, the senior defense official said.
    The latest development in the unfolding scandal has shaken President Obama’s national-security staff and upended his carefully chosen plans for his military and intelligence team in his second term.
    It also further calls into question the personal behavior of two of the U.S. military’s highest-ranking and most respected figures, who apparently ignored concerns about the highly sensitive nature of their jobs as they embraced personal relationships with younger women who were not their wives.
    Petraeus’s fall from grace shocked the CIA but especially stunned his former colleagues in the Army, where he was considered one of the most brilliant and influential commanders of his generation. Allen, a Marine, was likewise seen as an intellectual, upstanding role model who first made his mark as a general in Iraq and later earned the professional and personal confidence of Obama.
   In his statement, Panetta said Allen would remain as commander of U.S. and NATO forces in Afghanistan for now, “while the matter is under investigation and before the facts are determined.”
    But his time there may be short. Panetta has also asked the Senate to expedite the confirmation of his likely successor, Marine Gen. Joseph Dunford.
   Obama had nominated Dunford last month to replace Allen. Coincidentally, the Senate Armed Services Committee had already scheduled his confirmation hearing for Thursday. Panetta said he has asked the Senate to expedite its review of Dunford’s nomination.
   Allen had been simultaneously nominated by the White House to take over as chief of the military’s European Command and NATO’s Supreme Allied Commander in Europe. That nomination is now on hold, Panetta said, pending the outcome of the probe.
    The Pentagon chief said he and his staff quickly notified the leaders of the Senate and House armed services committees about the FBI's investigation into Allen. Another defense official said the lawmakers were informed late Monday night, a few hours before Panetta issued his statement to reporters traveling with him in Asia.
    Panetta’s statement did not shed any light into the nature of the probe, but said that Allen “is entitled to due process in this matter.”
   It was unclear whether Allen could be subject to criminal prosecution. The senior defense official said the Pentagon was still reviewing the e-mails and declined to comment on the nature of the relationship between Allen and Kelley. “Gen. Allen disputes that he has engaged in any wrongdoing in this matter,” the official told the Associated Press.
   Under the military’s Uniform Code of Military Justice, adultery is classified as a crime.
   Kelley’s name surfaced in the Petraeus scandal over the weekend after U.S. officials disclosed that she contacted the FBI last summer to complain that she had received anonymous harassing and threatening phone calls about her relationship with the CIA director.
    An FBI field investigation determined that the sender of the e-mails was Paula Broadwell, a former Army officer and Petraeus’s biographer. Broadwell and Petraeus later admitted to the FBI that they had engaged in an affair.
    Associates of Petraeus have said he was not romantically involved with Kelley, although they acknowledged she was a close friend of Petraeus and his wife.
   The senior defense official said the voluminous collection of e-mails sent between Allen and Kelley occurred between 2010 and this year, but did not give details. The official also declined to say whether Allen sent or received any of the messages from his military or government e-mail accounts, or if classified material was compromised.
whitlockc@washpost.com


12 de nov. de 2012

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Presidência da República anunciou

em cinco jornais que não existem! 

E isso, claro, custou dinheiro! 

Foi pra quem?

Reinaldo Azevedo

DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO DE 2012



Como diria o Chico Jabuti, “quem sabe os escafandristas” um dia decidam investigar as relações do governo do PT com o jornalismo — ou com um troço que até pode lembrar jornalismo, mas que é outra coisa. 

Na abertura do seminário sobre corrupção, na semana passada, Dilma Rousseff fez o elogio da liberdade de informação: “Estou convencida de que, mesmo quando há exageros, e nós sabemos que, em qualquer área, eles existem, é sempre preferível o ruído da imprensa livre ao silêncio tumular das ditaduras”. Tá bom assim, vá lá. Incomoda-me um pouco a palavra “ruído” aí; sou tentando a perguntar em que sentido ela o empregou. Mas a fala é, sem dúvida, melhor do que aquilo que se ouve na rua petista. Dilma tem deixado claro que não partirão dela iniciativas para violar a Constituição. Que bom! Conforta-me saber que temos uma presidente legalista. 

No governo do antecessor, como é sabido, houve mais de uma tentativa de submeter a imprensa à canga do poder. Mas a presidente carrega, sim, um passivo nessa área, herdado de seu padrinho político, que ela manteve intocado: o financiamento, com dinheiro público, da pistolagem política e ideológica travestida de jornalismo — especialmente na Internet. Estatais estampam seus respectivos logotipos em veículos que servem apenas para achincalhar os “inimigos do regime”. 

A Folha deste domingo traz uma reportagem de Leandro Colon e Fábio Leite que dá uma pista de como as coisas se dão nessa área. Leiam trechos. 

Volto depois.

A Presidência da República gastou R$ 135,6 mil para fazer publicidade oficial em cinco jornais de São Paulo que não existem. As publicações fictícias são vinculadas à Laujar Empresa Jornalística S/C Ltda, com sede registrada num imóvel fechado e vazio, em São Bernardo do Campo (SP). Essa empresa aparece em 11º lugar num ranking de 1.132 empresas que, desde o início do governo Dilma Rousseff, receberam recursos públicos da Presidência para veicular propaganda do governo em diários impressos. 

Embora esteja à frente de empresas responsáveis por publicações de ampla circulação e tradição no país, como o gaúcho “Zero Hora” e o carioca “O Dia”, a Laujar não publica nenhum jornal. Os cinco títulos da empresa beneficiados pela Presidência inexistem em bancas do ABC Paulista, onde supostamente são editados, não são cadastrados em nenhum sindicato de nenhuma categoria do universo editorial e são completamente desconhecidos de jornalistas e jornaleiros da região. Também não aparecem em cadastros municipais de jornais aptos a fazer publicidade de prefeituras. 
Além disso, exemplares enviados à Presidência como provas de que as publicações existem contêm sinais de que são forjados. A Laujar mandou as supostas edições do dia 15 de março do ano passado do “Jornal do ABC Paulista”, “O Dia de Guarulhos”, “Gazeta de Osasco”, “Diário de Cubatão” e “O Paulistano”. Todas elas têm os mesmos textos -a única diferença é o nome da publicação. Uma das “reportagens” apresentadas contém declarações do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dadas no próprio dia 15. O que torna impossível a impressão ter ocorrido na data informada nos jornais. 

Na verdade, o texto é uma cópia de uma nota publicada no site da Folha na tarde daquele dia. A Laujar, por exemplo, declarou que seus jornais tinham uma tiragem total de 250 mil exemplares, vendidos por R$ 2,50 cada. Se a informação fosse verdadeira, as supostas publicações da empresa teriam, juntas, uma circulação parecida com a do jornal “O Globo”, a quinta maior do país. A Secom informou que, em maio, excluiu a empresa de seu cadastro. Não pela inexistência dos cinco “jornais”, entretanto, mas porque segundo o órgão eles não falavam sobre questões específicas dos municípios onde circulavam.

Encerro

Não basta Dilma Rousseff fazer sua profissão de fé na liberdade de imprensa. Até porque não devemos tomar como favor da Soberana o que, como diria Gregório de Matos, a lei “nos dá de graça”. Se quer mesmo atuar no setor de maneira democrática e transparente, tem de parar de injetar dinheiro público na pistolagem subjornalística. Afinal, a CEF, o BB e a Petrobras, por exemplo, também pertencem àqueles que não são petistas, àqueles que não votaram em Dilma, àqueles que escolheram outros partidos. Dilma pertence ao PT, mas foi eleita para governar todos os brasileiros, incluindo aqueles de quem ela não gosta e que eventualmente também não gostam dela. Ou há algo de errado nessa minha afirmação?

Imagens inseridas pelo Blog.