29 de nov. de 2012

MAR EM FÚRIA
Documentário de 45 minutos em HD
by Kurt



CONVITE
   

É melhor ficar sempre na fila de trás
by Pelé

Aula de Direito do BOPE
Um advogado dirigia distraído quando, num sinal de PARE, passa direto, bem em frente a uma viatura do BOPE.

Policial: - Boa tarde. Documento do carro e habilitação.

Advogado: - Mas por que, policial?

Policial: - Não parou no sinal de PARE, ali atrás.

Advogado: - Eu diminuí e como não vinha ninguém...

Policial: - Exato... Documento do carro e habilitação.

Advogado: - Você sabe qual é a diferença jurídica entre diminuir e parar?

Policial: - A diferença é que a lei diz que num sinal de PARE, deve-se parar completamente. Documento e habilitação.

Advogado: - Ou não, policial. Eu sou advogado e sei de suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: se você conseguir me explicar a diferença legal entre diminuir e parar, eu lhe dou os documentos e você pode me multar. Senão, vou embora sem multa.

Policial: - Positivo, aceito.. Pode fazer o favor de sair do veículo, Sr. Advogado? 

O advogado desce e... os integrantes do BOPE baixam-lhe o cacete. O advogado grita por socorro e implora para pararem.

Policial: - Quer que a gente PARE ou DIMINUA?

Advogado: - PARE! PARE! PARE!

Policial: - Positivo. Documento e habilitação!





NOOOOOOSSSSAAAAAA !

Narcotráfico
Ex-deputado Federal Fernando Chiarelli





How to Clean a Touchscreen Device the Safe Way

How to Clean a Touchscreen Device the Safe Way
Whether it be a smartphone or a tablet, we have all experienced those grimy fingerprints on our touchscreens. Cleaning a touchscreen device is fairly simple and you most likely have everything you need already. But the most important part of cleaning a greasy screen is remembering what you shouldn’t use.

Products such as Windex do a great job of cleaning windows and sliding glass doors. But in order to get the glass extremely clean, these kinds of products may contain minor amounts of abrasives, ammonia, or alcohol to get that glass squeaky clean. Some tissue products may actually contain small amounts of lotion to protect sensitive noses, but can add to the grime on the touchscreen. There are commercial products you can buy to clean your screen, but these products are generally not needed.
In addition to glass cleaners, one should not use any abrasive types of cloth, paper towels, or even tissue paper. These products can actually leave behind small scratches, which can, over time, build up and dull the touchscreen. You must also be aware of whether your touchscreen device is made of plastic or glass. Glass, in general, is easier to clean, while plastic screens can actually dull from excessive use of abrasive cleaners.
The easiest way to clean any touchscreen device is to follow these simple steps. Purchase a microfiber cleaning cloth. These types of clothes come in a variety of sizes and shapes. I bought my wife a microfiber cloth that is actually glove shape and which makes it very easy for her to clean her beloved Apple iPad. 
So why use microfiber cloths? The answer is simple: microfiber cloths are highly absorbent, and can suck up that grease right off of the screen. Plus, they can be washed hundreds of times and still clean up your touchscreen. For those really fingerprint-encrusted screens, you can use a small amount of plain water to clean up the prints. Just place a small amount of water on the microfiber cloth, rub gently, and wipe with a dry cloth. As a side note, do not spray water directly onto the touchscreen.
So how can you avoid the greasy fingerprints in the first place? Do not eat and play on your smartphone or tablet at the same time, especially when eating potato chips. In addition, it helps to wash your hands before you use your smartphone or tablet, but that is usually difficult for us to do. Less oil on your hands will mean less fingerprints — it is as simple as that.


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Os malefícios de um virulento e rastejante molusco
Muita gente já ouviu falar na estória do Rei Midas, aquele que transformava em ouro tudo o que tocava.
O que seria uma dádiva para o ambicioso Midas reverteu-se num tremendo castigo, pois o infeliz rei não podia comer, beber água, e nada fazer senão agüentar o peso de suas desmedidas ambições.
Em nosso caso temos um molusco peçonhento e falastrão, que contamina, infecta, polui e corrompe tudo o que toca, graças a sua capacidade incontrolável de se multiplicar.
Alguns estudiosos especulam sobre o montante dos prejuízos que a sua virulência causou para o País.
Em geral, referem-se aos dados numéricos que levantam uma estimativa dos prejuízos financeiros e patrimoniais, que o desgraçado causou à Nação, por sua ação, influência ou omissão.
Quanto aos danos futuros, nem se arriscam, pois tudo é possível.
Evidentemente, apoiam-se em dados avaliados dos grandes desperdícios, das doações, dos maus negócios, das corrupções e de toda a sorte de danos que a má gestão e os seus interesses têm causado.
São especulações, pois sem bola de cristal, não podem saber dos desdobramentos que ações do verme podem e poderão causar.
Quanto aos aspectos morais, nem cogitam dimensionar.
Como exemplo, e muitos outros, que sem dúvida existem, temos o recente caso da “Dra.  Rose”.
A operação Porto Seguro descortinou apenas mais uma contaminação do poderoso verme nativo. Bastou a descoberta do elenco de patifarias que a Gerente do Gabinete da Presidência da República em São Paulo patrocinou para somarmos aos prejuízos já conhecidos mais um leque de patifarias.
Ao levantar a tampa da panela, descobrimos como eles podem tudo. São gritantes as maracutaias realizadas para que o Dr. Paulo Rodrigues Vieira, Diretor de Hidrologia da ANA (Agência Nacional de Águas), fosse guindado ao cargo graças a uma forte pressão do molusco e a uma manobra patrocinada por José Sarney.
Tudo com a flagrante omissão ou com o aval do Congresso Nacional.
Tivemos uma pálida ideia de como atingir um fim com qualquer meio. É assim que vivemos, quando possível ou impossível, eles alcançam os seus objetivos, doa a quem doer.
Mas, certamente, como a “Dra. Rose”, tivemos o Dirceu, teremos o Haddad, e sabe-se lá quantos mais, muitos a descobrir, e muitos que nunca serão descobertos.
Abordamos apenas os prejuízos financeiros, nem tocamos na devastação da moral, dos valores e da cidadania.
O montante dos malefícios que o Brasil herdará como adepto de um verme nunca será dimensionado, e muitas décadas deverão decorrer para que aquelas terríveis contaminações possam ser apagadas de nossa memória.
Como e quando será possível recuperar tamanho dano? Provavelmente nunca.
No Brasil, ao contrário dos demais países, nunca tivemos as cruentas lutas internas ou mesmo sofremos as devastadoras invasões de outros países.
Assim, nestes aspectos, os nacionais nunca vivenciaram as devastações, as grandes pragas, a mortandade em massa, mas ao que parece, ao invés de guerras, de sangrentas revoluções, a desdita nacional foi ser o berço de um debochado crápula e de sua famigerada quadrilha.
O verme é o nosso castigo, durante quanto tempo, nunca saberemos, pois mesmo depois de sua extinção os seus malefícios deverão perdurar por décadas, quiçá por séculos.
Infelizmente, nosso futuro será incerto enquanto servirmos de pasto para a sanguessuga e a sua “cumpanherada”.
    
Brasília, DF, 28 de novembro de 2012

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Imagem inserida pelo Blog

28 de nov. de 2012


How to make gift bags from newspaper


Para as meninas prendadas economizarem no Natal.

When I bought something at a store recently, the clerk handed me my purchase in a bag made from a newspaper. I liked it very much and had to make some more—thus today's DIY recycled newspaper project: gift bags made from the Wall Street Journal. You can vary the dimensions, of course, but here's what I used to create a bag that's 5" tall, 4.5" wide, and 3" deep.


Stack two sheets of newspaper on top of each other. This will be a two-ply bag for extra sturdiness.

Cut out a rectangle that's 15.5" wide and 8.25" tall. If your paper already has a fold in it, align the existing fold with one of the fold lines in the diagram below, unless you don't mind an extra fold appearing somewhere on your bag. I cut out this rectangle, then flipped the paper over so the blue area would be on the outside of the bag.

Fold a flap 1.25" down from the top. Fold a flap 2" up from the bottom. Then measure off and make vertical folds in the places shown in the diagram above. The front and back panels are 4.5" wide, the side gussets are 3" wide, and you'll need a 0.5" flap for gluing the bag together.

Cut two pieces of cardstock or chipboard to 4.25" x 1", then glue them on the widest two panels just under the top fold. These will reinforce the rim of the bag. Glue the top flap down along the length of the bag, covering the cardstock. Since the bag is two-ply, you'll need to glue both flap pieces down one at a time.

Put glue on the outside of the 0.5" tab and bring the left-most panel over to form the body of the bag, aligning the cut edge of the panel with the folded edge of the flap. Add a little more glue to make sure the outermost sheet of newsprint gets tacked down, too.

Upend the bag so the 2" flap is now up. Fold the short sides inward as if you were wrapping a present. If it seems easier, you could also lay the bag on its side and crease those folds against the table.

Put glue on both flaps and fold them inward to form the bottom of the bag. Standing the bag upright and pressing down from the inside will help to secure them.

Cut a piece of chipboard to 4" x 2.5" and glue it to the bottom of the bag to reinforce it and hide the flaps if you want to be an overachiever.

Punch holes in the rim of the bag, adding eyelets if you like, and string some cord through the holes to form handles. Knot each end of the cord so it won't pull out through the holes. 

If you want to store your bag flat, pinch the top together, fold in the sides, and bring the bottom up so that it lies flat.

O poder de síntese de uma imagem




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Brasil terá menor crescimento entre países do Brics

27 de novembro de 2012


Relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) indica que a economia brasileira fechará o ano com um crescimento de, no máximo, 1,5%. É o menor percentual entre os países que compõem o bloco Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A maior previsão de crescimento é a da China, 7,5%. Depois vêm a Índia (4,4%), a Rússia (3,4%) e a África do Sul (2,6%).
Pelas projeções para o próximo ano e 2104, a China e a Índia continuarão na liderança, registrando crescimento superior a 6,5%. O Brasil, segundo as estimativas, deverá crescer 4% no ano que vem e 4,1% em 2014 (no ano passado também foram previstos números como esses para 2012). As economias da Rússia e da África do Sul terão expansão de 3% a 4%. Detalhes sobre o estudo podem ser obtidos na página da OCDE.

No capítulo sobre o Brasil, a organização informa que a economia registra melhorias, mas abaixo da tendência geral de crescimento. Segundo o relatório, há indicadores de confiança e projeções de queda no desemprego. O estudo diz ainda que a inflação diminuiu e se estabilizou. Mas alerta sobre a necessidade de mais investimentos nas exportações.

Em relação à economia global, o relatório diz que a projeção é "uma recuperação hesitante e desigual", nos próximos dois anos. A OCDE recomenda que as autoridades assumam uma "política decisiva" para combater os efeitos da crise econômica internacional e evitar riscos de recessão.

"A economia mundial está longe de estar fora de perigo", disse o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría. "Os governos devem agir decisivamente, usando todas as ferramentas à disposição para retomar a confiança e impulsionar o crescimento e a geração de emprego, nos Estados Unidos, na Europa e em outros lugares ", acrescentou ele.

O documento alerta sobre a fragilidade da economia norte-americana, enfraquecida pela recessão e sob efeito da crise global. Também informa que a geração de emprego no mundo está em baixa, registrando cerca de 50 milhões de pessoas desempregadas nos países pesquisados pela OCDE.

A orientação da entidade é para que as autoridades estimulem a abertura de vagas de trabalho. Para os pesquisadores, a tendência é que a crise na zona do euro (17 países que adotam a moeda única) deve permanecer, apesar das medidas de austeridade adotadas por vários governos da região. 




Sem um tiro os comunistas tentam repetir 35
e já começam a dominar o país

José Geraldo Pimentel - Cap Ref EB26 de novembro de 2012


Setenta e sete anos passados do movimento conhecido como Intentona Comunista de 35, os mesmos elementos adoradores de uma ideologia pagã, que atacam as suas vítimas pelas costas e pisam no pescoço de suas próprias mães para se darem bem, voltam a agir.
Desta feita consolidam o seu intento, não através das armas, matando companheiros de armas na calada da noite, mas corrompendo a população com as mais diversificadas manobras de convencimento, como distribuições de bolsas famílias, cotas para entrar em faculdade pela porta dos fundos, compras de votos no Congresso Nacional para votar favorável a projetos do governo, facilitações de contratos, priorizando empresas que paguem mais propinas, mobiliando o Estado com amigos e membros de partidos que dão sustentação política ao governo, premiando terroristas e guerrilheiros, transformando traidores da pátria em novos ricos.

E, por fim, cercando-se de forças militares comandadas por elementos cumpridores de ordens, bem mandados, em sua maioria calados por envolvimentos em atos ilícitos, que os tornam submissos, cumpridores de ordens, mesmo que prejudicando suas corporações militares.
NEM NO TEMPO DO SARNEY !
Esta série de providências vêem facilitando uma progressiva tomada do poder, não encontrando resposta para neutralizar o seu avanço, que a cada dia mais se consolida como uma situação irreversível.
Se no passado a tentativa do golpe ceifou duas dezenas de militares assassinados à sangue frio, em sua maioria na calada da noite enquanto dormiam; atualmente o massacre se faz à luz do dia sob os holofotes de uma imprensa comprada, uma parcela considerável da população atrelada aos favores de um assistencialismo que não proporciona sair da miséria, e leva à morte na porta de hospitais e postos de saúde.
Falta pouco, muito pouco para que as trombetas ecoem nos quatro cantos do país anunciando-se a nova forma de governo. Um regime autoritário de esquerda, como se vêem na Argentina, Venezuela, e, ultimamente, no Egito. É um regime dominado pelo emprego da força, da mordaça dos meios de comunicação, do silêncio da Justiça, da submissão do Legislativo e do emprego dos comissários do povo que vai perseguindo os elementos que por ventura ousem afrontar o governo.

Nesse novo formato de Intentona Comunista temos à lamentar o papel subserviente das Forças Armadas. No movimento de 35 os militares deram uma pronta resposta à tentativa de golpe prendendo os insurretos. No presente são os militares colocados nos postos de comando da instituição militar que dão respaldo à marcha para que o país se transforme na tão sonhada e desejada república do proletariado.

Os chefes militares que no passado foram capazes de entrar num paiol de munição que explodia lançando granadas e balas de canhão à centenas de metros de distância, - recorde-se a explosão do paiol de munição de Gericinó, na Vila Militar, na cidade do Rio de Janeiro, - hoje se protegeriam fugindo para locais centenas de quilômetros de distância da tragédia. A coragem dos atuais chefes militares se encontra guardada em suas algibeiras, aquela bolsinha que esconde o dinheiro amealhado da servidão dos seus atos infames e covardes.

É, eu vivi um tempo onde os homens eram homens, e não arremedos de escoteiros fantasiados de autoridades militares!
Sinceramente não se faz mais generais como antigamente! A covardia mudou de nome; passou a se chamar ‘disciplina militar’!

Uma vadia de uma sirigaita travestida de autoridade que atende pela alcunha de Maria do Rosário Nunes, montada à frente de uma Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, manda mais do que o comandante do Exército. Ela desmoralizou um estabelecimento de ensino militar, onde se formam oficiais do Exército, e o General Enzo Martins Peri sufragou a ofensa, assinando embaixo o decreto de descerramento de placa em que se acusa a AMAN de torturar cadetes. Determinou que se retirassem dos sites das Forças e do Ministério da Defesa a alusão à deposição do governo João Goulart, na Revolução de 31 de março de 1964.

Mais submissão impossível. Só um punhado de covardes travestidos de chefes militares seria capaz de colocar a instituição militar no rés do chão.

A ter-se um bando de militares frouxos, bajuladores e omissos, iguais às nossas autoridades militares, antes não tê-las. Que se convoquem os cabos ‘véios’ das fronteiras, cabras machos, para integrar o Alto Comando do Exército e seus similares nas outras Forças.
A Intentona Comunista do século XXI está sendo facilitada pela omissão das FFAA brasileiras. Ou se retoma as rédeas dos comandos das Forças, ou o país sucumbirá de vez nas mãos desses comuno-petistas que se instalaram no poder e não pretendem largar o osso.



Direto ao Ponto

25/11/2012 

[....]
Por que Dilma Rousseff recebe Lula com tanta frequência no escritório da Presidência da República em São Paulo?, perguntavam-se desde janeiro de 2011 os brasileiros sensatos, intrigados com os constantes encontros entre a chefe de governo e seu antecessor no prédio na Avenida Paulista.  Só nos últimos quatro meses foram sete: dois em agosto, dois em setembro, dois em outubro, um em novembro.  Nenhuma das conversas durou menos de três horas.

Até para manter as aparências, por que Dilma não recebe Lula no Palácio do Planalto?, queriam saber os cérebros normais.  Porque foi sempre ele o anfitrião, sabe-se agora.  O padrinho nunca foi recebido: ele é quem recebe desde janeiro de 2003.  Até o fim do segundo mandato, recebeu a ministra Dilma no gabinete no Planalto.  Depois de entregar a faixa à afilhada, passou a recebê-la no escritório que transformou numa extensão do palácio em Brasília.

No fim dos anos 50, quando suspendia os despachos no Catete para visitar a nova capital em construção, Juscelino Kubitschek se hospedava no Catetinho, uma rústica casa de madeira improvisada por Oscar Niemeyer.  Neste fim de novembro, o Brasil soube que Lula, desde a criação dessa inutilidade administrativa, tem um Planaltinho no coração da capital paulista.  O Catetinho foi usado por um presidente no exercício do mandato.  O Planaltinho continuou servindo a um político incapaz de desencarnar do cargo que deixou de pertencer-lhe há dois anos.

É muito mais confortável que o palácio de tábuas de JK.  Desde 2005, disfarçada de “chefe de gabinete do escritório da Presidência da Repúblicada em São Paulo”, até governanta tem.  Ou tinha: nomeada por Lula, que ordenou a Dilma que mantivesse a amiga no posto, Rosemary Nóvoa de Noronha perdeu o emprego um dia depois de revelada a descoberta da Operação Porto Seguro: há sete anos o Planaltinho era comandado por uma Erenice do Lula.
O relatório da Polícia Federal informa que Rosemary (ou só Rose, para os amigos e companheiros) intermediou reuniões de integrantes da organização criminosa especializada na venda de pareceres técnicos com “autoridades públicas”, entre as quais o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o onipresente Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Antes de tornar-se amiga de Lula, e em seguida presença quase obrigatória nas comitivas presidenciais em viagens ao exterior, Rose foi durante 12 anos secretária de José Dirceu.  Agora indiciada por corrupção passiva e formação de quadrilha, ela ampliou o prontuário agindo em parceria com outros ilustres filhotes do lulopetismo. Figuram no comando da organização criminosa, por exemplo, José Weber Holanda Alves, advogado-geral da União substituto, Paulo Vieira, diretor da Agëncia Nacional de Aviação Civil (Anac) e seu irmão Rubens Vieira, diretor da Agência Nacional de Águas (Ana).

“Há indícios de que, pelo menos, no período entre 2009 e 2012", diz um trecho do relatório da PF, “Rosemary Nóvoa Noronha solicitou e recebeu, direta ou indiretamente, diversas vantagens para si, para amigos, familiares, tais como: viagem de navio, emprego para terceiros, serviços para terceiros, ajuda jurídica pessoal, pagamento de boletos”.  Arranjou bons empregos para o filho e o marido, ganhou passagens para um cruzeiro marítimo animado pela dupla sertaneja preferida, conseguiu financiar com propinas a cirurgia plástica que a remoçou alguns dias.  Coisas assim.

“Chinelagem”, resumiu um agente da Polícia Federal, recorrendo à gíria que identifica a categoria que agrupa corruptos baratos, gente que vende a alma em troca de miudezas, fregueses das lojas 1,99 do comércio de consciências.

Vista de perto, Rose é uma delinquente de quinta categoria.  Por isso mesmo, é a cara da Era da Mediocridade.  No Brasil que Lula criou e Dilma faz o possível para piorar, a Presidência da República é representada por vigaristas federais desoladoramente medíocres.

Imagens inseridas e destaques feitos pelo Blog


27 de nov. de 2012

VITOR VIEIRA - TERÇA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO DE 2012


Ex-ministro, senador e prefeitos estão entre vítimas de crimes investigados pela Operação Durkheim


Um ex-ministro, um senador, dois prefeitos e dois desembargadores, um delegado de Polícia Civil, uma filial de emissora de TV e um banco estão entre as vítimas das organizações criminosas investigadas pela Polícia Federal (PF) na Operação Durkheim. Os nomes das vítimas e dos investigados não foram divulgados pela Polícia Federal porque o inquérito está sob segredo de Justiça. Todas as vítimas deverão prestar depoimento à polícia nas próximas semanas. 

A operação investiga duas organizações criminosas. Uma delas, composta por vendedores de informações sigilosas e pessoas que tinham acesso a dados sigilosos, tais como funcionários de empresas de telefonia, bancos e servidores públicos. A outra tinha como finalidade remeter dinheiro ao exterior por meio de atividades de câmbio sem autorização do Banco Central. 

Segundo Roberto Troncon, superintendente da Polícia Federal em São Paulo, foram cumpridos nesta segunda-feira 33 mandados de prisão temporária e 87 mandados de busca e apreensão em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Pernambuco e Pará. “Um grupo era especializado na espionagem ilegal da vida privada e usava reiteradamente a violação de sigilos fiscal, telefônico, bancário e até mesmo consulta de banco de dados criminais protegidos. O segundo grupo era especializado em remessas ilegais de valores ao Exterior, os chamados doleiros, que atuavam por meio de operações de dólar cabo ou euro cabo”, explicou Troncon. 

Na operação, dez policiais foram investigados: três deles eram federais, sendo um aposentado. Também foi identificado o envolvimento de cinco policiais civis e dois policiais militares. “Há suspeita de que esses grupos devassaram, ilegalmente, o sigilo bancário, fiscal e telefônico de milhares de vítimas. Comprovadamente, 180 vítimas foram alvo desses grupos”, disse Troncon. 

Segundo o delegado Julio Cesar Baida Filho, foram pedidos os bloqueios de 20 contas no Brasil em nome de pessoas jurídicas de fachada., além da solicitação da quebra do sigilo dessas contas. Somente nesta segunda-feira, continuou o delegado, R$ 600 mil e 27 carros de luxo foram apreendidos. “Essas transações causavam estranheza porque não eram pequenas quantias que eram remetidas para o Exterior. 

Eram quantias muito altas, de mais de R$ 1 milhão por semana”, disse Baida Filho. De acordo com ele, 73 pessoas foram indiciadas até o momento. O delegado informou que a organização pode ter movimentado entre R$ 4 milhões a R$ 5 milhões por mês. O inquérito teve início em setembro de 2011, após o suicídio de um policial federal em Campinas (SP), em dezembro de 2010. 

A operação recebeu o nome Durkheim em referência ao intelectual francês Émile Durkheim, que escreveu o livro "O Suicídio". “Esse policial cometeu suicídio, mas antes de fazê-lo, divulgou uma série de dados relevantes sobre envolvimento de outros policiais em atos de corrupção e violação ilegal de informações sigilosas”, disse Troncon.






CUIDE DE SUA SAÚDE !
EXERCITE-SE !

CONTEÚDO IMORAL NA ESCOLA:
PAIS PODEM PROCESSAR POR DANOS MORAIS
TANTO A ESCOLA QUANTO O PROFESSOR

Conteúdo imoral na escola

Escrito por Miguel Nagib* e publicado no site www.midiasemmascara.org
O que chega ao nosso conhecimento é apenas uma fração do que acontece no interior das salas de aula; é o que “vaza” por acidente. O MEC continua trabalhando de modo incansável para destruir a autoridade moral dos pais sobre seus filhos.
“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” É isso que estabelece o artigo 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), da qual o Brasil é signatário. Ocorre que esse direito não vem sendo respeitado por nossas escolas. Burocratas e “especialistas” em educação decidiram educar nossos filhos por nós. Decidiram acabar com a formação moral que lhes damos em casa. Para eles, tudo não passa de “preconceitos” e “tabus”. Do MEC e das secretarias de Educação partem as diretrizes. Nas salas de aula, professores despreparados, perturbados ou pervertidos – é difícil saber – as colocam em prática.

Em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, um professor de Educação Física resolveu fazer uma “brincadeirinha” com seus alunos: quem errasse a jogada tinha de responder a perguntas como “você é virgem?” ou “já fez sexo oral em Fulano?” Em Recife, crianças de 7 a 10 anos aprendem em sala de aula que “brincar com o pênis e com a vulva é gostoso” e que “o papai acha muito gostoso quando seu pênis fica duro”. Em Contagem (MG), o dever de casa dos alunos do 4.º ano de uma escola municipal – falamos de crianças de 10 anos – é responder “o que é sexo anal”, “o que é boquete“ e “como dois homens fazem sexo”.

Os episódios se sucedem. O que chega ao nosso conhecimento é apenas uma fração do que acontece no interior das salas de aula; é o que “vaza” por acidente. Mas pelos “vazamentos” podemos estimar o volume e a qualidade do esgoto moral que circula pelas tubulações do sistema de ensino.

Quem já tentou sabe que é inútil argumentar com esses “educadores”. Os pais que reclamam são tratados como ignorantes e retrógrados.

Qual a solução? Simples: basta que o MEC e as secretarias de Educação proíbam a veiculação de temas como sexualidade – que envolve inevitavelmente uma abordagem moral – nas disciplinas obrigatórias. Se o governo quiser usar as escolas para tratar desses assuntos, que crie uma disciplina facultativa, como se dá com o ensino religioso. É a única saída compatível com o art. 12 da CADH.

Isso vai acontecer? Não neste governo, com certeza. Embora a presidente da República tenha declarado, ao vetar o “kit gay”, que “nós não podemos interferir na vida privada das pessoas”, o MEC continua trabalhando de modo incansável para destruir a autoridade moral dos pais sobre seus filhos. É possível obrigar o governo a agir, mas na Justiça isso pode levar anos.

A boa notícia é que os pais não precisam esperar de mãos atadas. Nosso conselho é processar por danos morais as escolas e os professores que transmitirem aos seus filhos conteúdos que se chocarem com os seus valores e convicções. Além do dano moral causado aos seus filhos – o que precisa ser avaliado caso a caso –, há o dano decorrente da violação a sua autoridade moral. Em situações como essas, dependendo do caso, as indenizações podem passar de R$ 20 mil.

Ou, se quiserem agir preventivamente, ajuízem, com base no art. 12 da CADH, ações para que as escolas e os professores dos seus filhos sejam obrigados a se abster, sob pena de multa, de veicular conteúdos morais nas disciplinas obrigatórias; e orientem seus filhos a lhes reportar em casa o que virem e ouvirem na sala de aula. Se os professores e as escolas começarem a ser processados e condenados, é possível que pensem duas vezes antes de ensinar a crianças de 10 anos “o que é boquete” e “como dois homens fazem sexo”.

*Miguel Nagib, advogado, é coordenador do grupo Escola Sem Partido (www.escolasempartido.org).

Publicado no jornal Gazeta do Povo.


A fábula do partido que criou a“Carteirinha Corrupção” num país chamado Banânia.Querem ler um texto estranho?Então lá vai!

27/11/2012  às 5:17

Os meus leitores sabem do apreço que tenho por Robert Musil e por “O Homem Sem Qualidades”. Os eventos — ou não eventos — que ele narra se passam num país chamado Kakânia.

Kakânia é um lugar imaginário em que a corrupção, quando há, se dá na esfera das vontades; as covardias, nunca grandes demais, se revelam na área do intelecto; a decadência, inexorável, é a da inteligência. As pusilanimidades são quase existenciais, traduzidas por suspiros, nunca por estrondos (esse contraste já é um clichê, mas não resisti).

Falta a Kakânia a exuberância tropical. Não socorrem aquele país os pistoleiros do sangue quente que estão abaixo da linha do Equador, onde só há perdão, nunca pecado. Kakânia não conhece as graças bonachonas e incivilizadas do “homem cordial”. Kakânia não tem nem mesmo o hábito de punir os santos, como se faz, dizem, em certo país ignoto, de que falarei. E é punição preventiva, com características de chantagem e tortura! Põe-se, por exemplo, a imagem do santinho de ponta-cabeça, às vezes mergulhado num copo d’água. Se ele quiser sair daquela situação difícil, que trate de realizar o desejo do esperançoso e doce torturador. É a forma que a crença tomou, dizem, em tal terra estranha.


Chamemos aquelas paragens exuberantes, em homenagem a Musil, de Banânia.
Pronto !

Em Banânia, os amores e os ódios estão sempre à flor da pele. Banânia não tem ascetas e monges para inspirar uma filosofia da contemplação e da medida; para exaltar as ideias “magras e severas”. Em Banânia, os que pensam a economia do espírito são os sátiros e os beberrões. O direito do outro e o direito dos outros são vistos como censura à liberdade individual e incapacidade para o gozo. Qualquer um, em Banânia, pode ser ruim da cabeça; a única coisa indesculpável é ser doente do pé. Os bananienses são, à sua maneira, fatalistas e acham que não há homem na Terra que resista a certas paixões, como caipirinha (bebida local) e bundalelê (bundalelê local).

A carteirinha

Este país singular, conta-me um nativo, deu à luz uma nova forma de gestão do Estado que é a “Carteirinha Corrupção”. É isto mesmo. Ela é fornecida por um partido político para evitar que os amorosos achacadores, olê, olê, olê, olá, exagerem na cobrança de propina. Eu explico.

Deu-se em Banânia algo realmente notável. Empresas das mais diversas áreas, prestadoras de serviço ou fornecedoras, têm duas tabelas: uma para seus parceiros da própria iniciativa privada e outra para o governo. O Poder Público, em Banânia, costuma contratar serviços por um preço que pode corresponder a cinco vezes o valor de mercado. É que vai embutida, entre outras delicadezas da civilização da cordialidade, a propina que tem de ser paga ao partido (em Banânia, quem dá as cartas é o PTT), ao chefe da área, ao chefão do chefão…

Conta-me um nativo de Banânia que, num desses acertos de conta mensais, o representante do “Sistema” afirmou que o valor que estava na maleta já não era mais suficiente; doravante, teria de ser o dobro. O pagador se espantou e resolveu subir a escala hierárquica para reclamar: “Como pode? Assim o negócio fica inviável!”.

Recebeu, então, uma “carteirinha” — a “Carteirinha Propina”. Foi informado de que o documento o protegia de achacadores fora do controle, entenderam? Aquele documento deixaria claro que ele já era um “colaborador” e que nada de extra lhe poderia ser, então, exigido.

Banânia, vejam vocês, é, então, este país encantador, notório por sua aversão à institucionalização de procedimentos; conhecido por sua hostilidade a um estado impessoal, que fosse gerido por um burocracia regular, estatutária, avessa a arranjos e jeitinhos. Ao contrário: esse país gosta da informalidade e considera que a rigidez legal é coisa de povos tristes, que ainda não se deixaram amolecer pelos trópicos. E é justamente essa Banânia a ter esses caprichos, não é?, que resultam na formalização da corrupção e da propina. É, assim, como se fosse um passe-livre fornecido por um comando militar em tempos de guerra, que dá ao portador o direito de ir e vir sem ser importunado pela soldadesca de mais baixa estirpe.

Isso acontece em Banânia, conta-me o nativo da terra. Ele me disse que o tal PTT sempre considerou que faltava à economia de mercado a devida dimensão ética, que consiste, ele entende agora, não na criação de uma ética do mercado, mas de um mercado da ética.

Eu fiquei espantadíssimo com os sucessos de Banânia. E mais espantado fiquei quando ele me contou que se descobriu que uma quadrilha operava no coração do próprio governo. “Mas a imprensa no seu país, ao menos, é livre, né?”, indaguei. Ele me disse que sim. “Que bom! Ao menos isso!” Mas aí ele emendou: “É livre, sim! E boa parte dela está aplaudindo o governo que nomeou a quadrilha por sua suposta coragem de demiti-la”.

Olhei com tristeza e até com compaixão meu amigo de Banânia!


Comentário do Blog: Esse cara é demais !
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